quarta-feira, 17 de setembro de 2014

OS PIRATAS CONTINUAM INVADINDO AS CALÇADAS!

NA TERRA SEM LEI, OS PIRATAS CONTINUAM INVADINDO AS CALÇADAS!
NA "TERRA SEM LEI", ONDE A FISCALIZAÇÃO DE POSTURAS SOMENTE FISCALIZA O COMÉRCIO LEGAL, ASSISTIMOS AS CALÇADAS SEREM TOMADAS PELOS PIRATAS AMIGOS DA PREFEITA, OU, DE ALGUM CORRUPTO NA PREFEITURA. TUDO ISSO NA ESQUINA DA SANTOS DUMONT COM VALDOMIRO MACÁRIO EM GUARUJÁ.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

SERÁ QUE O VEREADOR SACOLINHA, FEZ UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A SACOLINHA?

O PADRECO APRONTOU NOVAMENTE! VOLTA PADRE JULIO, VOLTA!
TODA CAMPANHA O PADRECO APRONTA. FEZ VITIMAS COMO O EX-VEREADOR ROMAZZINI, A EX-VICE-PREFEITA REGINA MARIANO E AGORA FAZ NOVAMENTE CAMPANHA ELEITORAL. SERÁ QUE O VEREADOR SACOLINHA, FEZ UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A SACOLINHA DA PARÓQUIA?


PADRE CLÁUDIO: "QUEM TE CONHECE, NÃO TE COMPRA! AMÉM!!!

MICHEL TEMER DEFENDE AEROPORTO, MAS CHEGA DE HELICÓPTERO!

MICHEL TEMER DEFENDE AEROPORTO, MAS CHEGA Á BAIXADA SANTISTA DE HELICÓPTERO!
ESSA TURMA DO PMDB SÃO UM BANDO DE FANFARRÕES, MAS NÃO SÃO BOBOS! O VICE-PRESIDENTE PODERIA TRAZER NO SUCATÃO (FORÇA AÉREA II), CONVIDADOS COMO O JOSÉ SARNEY, RENAN CALHEIROS, COLLOR DE MELLO E A NOSSA QUERIDA PREFEITA DE GUARUJÁ. UM DIA DE CHUVA, SERIA O IDEAL PARA DESCER POR AQUI, NO AEROAPERTO DO GUARUJÁ.


A PREFEITA PODERIA DAR UMA PROVA DE FÉ, NO AEROPORTO QUE ELA TANTO ANUNCIOU. QUEM SABE ELA NÃO USA AQUELA CAMISETA "JESUS VIVE" NO POUSO NO AEROAPERTO!

terça-feira, 16 de setembro de 2014

JOHNNY SAAD, SOLTA A MOLECADA DO CQC NA TERRA SEM LEI!

QUANDO SERÁ QUE O DEPARTAMENTO COMERCIAL DA TV BANDEIRANTES PERMITIRÁ O CQC CHEGAR AO GUARUJÁ FORA DO VERÃO DA BAND?
FANTASMA VENDENDO ESCOLA, FALTA DE MEDICAMENTOS, MELANCIA À R$ 30,00, FRAUDE NA CARNE, CARNE VENCIDA, CONTRATOS SUPERFATURADOS, UNIFORMES ESCOLARES, ENFIM, O CQC NÃO SABE ONDE FICA O GUARUJÁ, A TERRA DA CORRUPÇÃO!


JOHNNY SAAD, A GASOLINA E O ALMOÇO NÓS PAGAMOS, SOLTA A MOLECADA DO CQC NA TERRA SEM LEI!

SERASA NELES!!!!


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

POLÍCIA FEDERAL INVESTIGARÁ A FARRA DO BOI NA MERENDA ESCOLAR?

POLÍCIA FEDERAL URGENTE!
 AS DENUNCIAS SÃO GRAVÍSSIMAS!
APÓS O MENSALÃO, PETROLÃO, GUARUJÁ TEM O MAIOR ESCÂNDALO DA HISTÓRIA: "O CHURRASCÃO, A FARRA DO BOI NA MERENDA ESCOLAR!". ESTÃO ROUBANDO O DINHEIRO DA MERENDA ESCOLAR, POLÍCIA FEDERAL, SOCORRO, SALVEM AS CRIANÇAS...


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!" 

OS NEGÓCIOS DO OUTRO MUNDO!


LEI SOARES II - A VINGANÇA DAS BANANAS!

LEI SOARES II - A VINGANÇA DAS BANANAS!
VEREADOR AGORA QUER PROIBIR O PROIBIDO NAS FEIRAS LIVRES DO GUARUJÁ, ATÉ PORQUE O VEREADOR NÃO SE REELEGERÁ NO PRÓXIMO PLEITO (2016). JÁ EXIGIR E FISCALIZAR A INSTALAÇÃO DE BANHEIROS QUÍMICOS PARA OS FEIRANTES E POPULARES, CONTINUA SENDO UMA LENDA, NÃO É MESMO DR. ITUO SATO?


CÂMARA DE GUARUJÁ: "SE COBRIR VIRA CIRCO, SE MURAR VIRA HOSPÍCIO!"

domingo, 14 de setembro de 2014

AÇÃO POPULAR É A NOSSA DEFESA CONTRA UM GOVERNO CORRUPTO!



Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

        Art. 1º Qualquer cidadão será parte legítima para pleitear a anulação ou a declaração de nulidade de atos lesivos ao patrimônio da União, do Distrito Federal, dos Estados, dos Municípios, de entidades autárquicas, de sociedades de economia mista (Constituição, art. 141, § 38), de sociedades mútuas de seguro nas quais a União represente os segurados ausentes, de empresas públicas, de serviços sociais autônomos, de instituições ou fundações para cuja criação ou custeio o tesouro público haja concorrido ou concorra com mais de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita ânua, de empresas incorporadas ao patrimônio da União, do Distrito Federal, dos Estados e dos Municípios, e de quaisquer pessoas jurídicas ou entidades subvencionadas pelos cofres públicos.

        § 1º - Consideram-se patrimônio público para os fins referidos neste artigo, os bens e direitos de valor econômico, artístico, estético, histórico ou turístico. (Redação dada pela Lei nº 6.513, de 1977)

        § 2º Em se tratando de instituições ou fundações, para cuja criação ou custeio o tesouro público concorra com menos de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita ânua, bem como de pessoas jurídicas ou entidades subvencionadas, as conseqüências patrimoniais da invalidez dos atos lesivos terão por limite a repercussão deles sobre a contribuição dos cofres públicos.

        § 3º A prova da cidadania, para ingresso em juízo, será feita com o título eleitoral, ou com documento que a ele corresponda.

        § 4º Para instruir a inicial, o cidadão poderá requerer às entidades, a que se refere este artigo, as certidões e informações que julgar necessárias, bastando para isso indicar a finalidade das mesmas.

        § 5º As certidões e informações, a que se refere o parágrafo anterior, deverão ser fornecidas dentro de 15 (quinze) dias da entrega, sob recibo, dos respectivos requerimentos, e só poderão ser utilizadas para a instrução de ação popular.

        § 6º Somente nos casos em que o interesse público, devidamente justificado, impuser sigilo, poderá ser negada certidão ou informação.

        § 7º Ocorrendo a hipótese do parágrafo anterior, a ação poderá ser proposta desacompanhada das certidões ou informações negadas, cabendo ao juiz, após apreciar os motivos do indeferimento, e salvo em se tratando de razão de segurança nacional, requisitar umas e outras; feita a requisição, o processo correrá em segredo de justiça, que cessará com o trânsito em julgado de sentença condenatória.

        Art. 2º São nulos os atos lesivos ao patrimônio das entidades mencionadas no artigo anterior, nos casos de:

        a) incompetência;

        b) vício de forma;

        c) ilegalidade do objeto;

        d) inexistência dos motivos;

        e) desvio de finalidade.

        Parágrafo único. Para a conceituação dos casos de nulidade observar-se-ão as seguintes normas:

        a) a incompetência fica caracterizada quando o ato não se incluir nas atribuições legais do agente que o praticou;

        b) o vício de forma consiste na omissão ou na observância incompleta ou irregular de formalidades indispensáveis à existência ou seriedade do ato;

        c) a ilegalidade do objeto ocorre quando o resultado do ato importa em violação de lei, regulamento ou outro ato normativo;

        d) a inexistência dos motivos se verifica quando a matéria de fato ou de direito, em que se fundamenta o ato, é materialmente inexistente ou juridicamente inadequada ao resultado obtido;

        e) o desvio de finalidade se verifica quando o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência.

        Art. 3º Os atos lesivos ao patrimônio das pessoas de direito público ou privado, ou das entidades mencionadas no art. 1º, cujos vícios não se compreendam nas especificações do artigo anterior, serão anuláveis, segundo as prescrições legais, enquanto compatíveis com a natureza deles.

        Art. 4º São também nulos os seguintes atos ou contratos, praticados ou celebrados por quaisquer das pessoas ou entidades referidas no art. 1º.

        I - A admissão ao serviço público remunerado, com desobediência, quanto às condições de habilitação, das normas legais, regulamentares ou constantes de instruções gerais.

        II - A operação bancária ou de crédito real, quando:

        a) for realizada com desobediência a normas legais, regulamentares, estatutárias, regimentais ou internas;

        b) o valor real do bem dado em hipoteca ou penhor for inferior ao constante de escritura, contrato ou avaliação.

        III - A empreitada, a tarefa e a concessão do serviço público, quando:

        a) o respectivo contrato houver sido celebrado sem prévia concorrência pública ou administrativa, sem que essa condição seja estabelecida em lei, regulamento ou norma geral;

        b) no edital de concorrência forem incluídas cláusulas ou condições, que comprometam o seu caráter competitivo;

        c) a concorrência administrativa for processada em condições que impliquem na limitação das possibilidades normais de competição.

        IV - As modificações ou vantagens, inclusive prorrogações que forem admitidas, em favor do adjudicatário, durante a execução dos contratos de empreitada, tarefa e concessão de serviço público, sem que estejam previstas em lei ou nos respectivos instrumentos.,

        V - A compra e venda de bens móveis ou imóveis, nos casos em que não cabível concorrência pública ou administrativa, quando:

        a) for realizada com desobediência a normas legais, regulamentares, ou constantes de instruções gerais;

        b) o preço de compra dos bens for superior ao corrente no mercado, na época da operação;

        c) o preço de venda dos bens for inferior ao corrente no mercado, na época da operação.

        VI - A concessão de licença de exportação ou importação, qualquer que seja a sua modalidade, quando:

        a) houver sido praticada com violação das normas legais e regulamentares ou de instruções e ordens de serviço;

        b) resultar em exceção ou privilégio, em favor de exportador ou importador.

        VII - A operação de redesconto quando sob qualquer aspecto, inclusive o limite de valor, desobedecer a normas legais, regulamentares ou constantes de instruções gerais.

        VIII - O empréstimo concedido pelo Banco Central da República, quando:

        a) concedido com desobediência de quaisquer normas legais, regulamentares,, regimentais ou constantes de instruções gerias:

        b) o valor dos bens dados em garantia, na época da operação, for inferior ao da avaliação.

        IX - A emissão, quando efetuada sem observância das normas constitucionais, legais e regulamentadoras que regem a espécie.

DA COMPETÊNCIA

        Art. 5º Conforme a origem do ato impugnado, é competente para conhecer da ação, processá-la e julgá-la o juiz que, de acordo com a organização judiciária de cada Estado, o for para as causas que interessem à União, ao Distrito Federal, ao Estado ou ao Município.

        § 1º Para fins de competência, equiparam-se atos da União, do Distrito Federal, do Estado ou dos Municípios os atos das pessoas criadas ou mantidas por essas pessoas jurídicas de direito público, bem como os atos das sociedades de que elas sejam acionistas e os das pessoas ou entidades por elas subvencionadas ou em relação às quais tenham interesse patrimonial.

        § 2º Quando o pleito interessar simultaneamente à União e a qualquer outra pessoas ou entidade, será competente o juiz das causas da União, se houver; quando interessar simultaneamente ao Estado e ao Município, será competente o juiz das causas do Estado, se houver.

        § 3º A propositura da ação prevenirá a jurisdição do juízo para todas as ações, que forem posteriormente intentadas contra as mesmas partes e sob os mesmos fundamentos.

        § 4º Na defesa do patrimônio público caberá a suspensão liminar do ato lesivo impugnado. (Incluído pela Lei nº 6.513, de 1977)

DOS SUJEITOS PASSIVOS DA AÇÃO E DOS ASSISTENTES

        Art. 6º A ação será proposta contra as pessoas públicas ou privadas e as entidades referidas no art. 1º, contra as autoridades, funcionários ou administradores que houverem autorizado, aprovado, ratificado ou praticado o ato impugnado, ou que, por omissas, tiverem dado oportunidade à lesão, e contra os beneficiários diretos do mesmo.

        § 1º Se não houver benefício direto do ato lesivo, ou se for ele indeterminado ou desconhecido, a ação será proposta somente contra as outras pessoas indicadas neste artigo.

        § 2º No caso de que trata o inciso II, item "b", do art. 4º, quando o valor real do bem for inferior ao da avaliação, citar-se-ão como réus, além das pessoas públicas ou privadas e entidades referidas no art. 1º, apenas os responsáveis pela avaliação inexata e os beneficiários da mesma.

        § 3º A pessoas jurídica de direito público ou de direito privado, cujo ato seja objeto de impugnação, poderá abster-se de contestar o pedido, ou poderá atuar ao lado do autor, desde que isso se afigure útil ao interesse público, a juízo do respectivo representante legal ou dirigente.

        § 4º O Ministério Público acompanhará a ação, cabendo-lhe apressar a produção da prova e promover a responsabilidade, civil ou criminal, dos que nela incidirem, sendo-lhe vedado, em qualquer hipótese, assumir a defesa do ato impugnado ou dos seus autores.

        § 5º É facultado a qualquer cidadão habilitar-se como litisconsorte ou assistente do autor da ação popular.

DO PROCESSO

        Art. 7º A ação obedecerá ao procedimento ordinário, previsto no Código de Processo Civil, observadas as seguintes normas modificativas:

        I - Ao despachar a inicial, o juiz ordenará:

        a) além da citação dos réus, a intimação do representante do Ministério Público;

        b) a requisição, às entidades indicadas na petição inicial, dos documentos que tiverem sido referidos pelo autor (art. 1º, § 6º), bem como a de outros que se lhe afigurem necessários ao esclarecimento dos fatos, ficando prazos de 15 (quinze) a 30 (trinta) dias para o atendimento.

        § 1º O representante do Ministério Público providenciará para que as requisições, a que se refere o inciso anterior, sejam atendidas dentro dos prazos fixados pelo juiz.

        § 2º Se os documentos e informações não puderem ser oferecidos nos prazos assinalados, o juiz poderá autorizar prorrogação dos mesmos, por prazo razoável.

        II - Quando o autor o preferir, a citação dos beneficiários far-se-á por edital com o prazo de 30 (trinta) dias, afixado na sede do juízo e publicado três vezes no jornal oficial do Distrito Federal, ou da Capital do Estado ou Território em que seja ajuizada a ação. A publicação será gratuita e deverá iniciar-se no máximo 3 (três) dias após a entrega, na repartição competente, sob protocolo, de uma via autenticada do mandado.

        III - Qualquer pessoa, beneficiada ou responsável pelo ato impugnado, cuja existência ou identidade se torne conhecida no curso do processo e antes de proferida a sentença final de primeira instância, deverá ser citada para a integração do contraditório, sendo-lhe restituído o prazo para contestação e produção de provas, Salvo, quanto a beneficiário, se a citação se houver feito na forma do inciso anterior.

        IV - O prazo de contestação é de 20 (vinte) dias, prorrogáveis por mais 20 (vinte), a requerimento do interessado, se particularmente difícil a produção de prova documental, e será comum a todos os interessados, correndo da entrega em cartório do mandado cumprido, ou, quando for o caso, do decurso do prazo assinado em edital.

        V - Caso não requerida, até o despacho saneador, a produção de prova testemunhal ou pericial, o juiz ordenará vista às partes por 10 (dez) dias, para alegações, sendo-lhe os autos conclusos, para sentença, 48 (quarenta e oito) horas após a expiração desse prazo; havendo requerimento de prova, o processo tomará o rito ordinário.

        VI - A sentença, quando não prolatada em audiência de instrução e julgamento, deverá ser proferida dentro de 15 (quinze) dias do recebimento dos autos pelo juiz.

        Parágrafo único. O proferimento da sentença além do prazo estabelecido privará o juiz da inclusão em lista de merecimento para promoção, durante 2 (dois) anos, e acarretará a perda, para efeito de promoção por antigüidade, de tantos dias quantos forem os do retardamento, salvo motivo justo, declinado nos autos e comprovado perante o órgão disciplinar competente.

        Art. 8º Ficará sujeita à pena de desobediência, salvo motivo justo devidamente comprovado, a autoridade, o administrador ou o dirigente, que deixar de fornecer, no prazo fixado no art. 1º, § 5º, ou naquele que tiver sido estipulado pelo juiz (art. 7º, n. I, letra "b"), informações e certidão ou fotocópia de documento necessários à instrução da causa.

        Parágrafo único. O prazo contar-se-á do dia em que entregue, sob recibo, o requerimento do interessado ou o ofício de requisição (art. 1º, § 5º, e art. 7º, n. I, letra "b").

        Art. 9º Se o autor desistir da ação ou der motiva à absolvição da instância, serão publicados editais nos prazos e condições previstos no art. 7º, inciso II, ficando assegurado a qualquer cidadão, bem como ao representante do Ministério Público, dentro do prazo de 90 (noventa) dias da última publicação feita, promover o prosseguimento da ação.

        Art. 10. As partes só pagarão custas e preparo a final.

        Art. 11. A sentença que, julgando procedente a ação popular, decretar a invalidade do ato impugnado, condenará ao pagamento de perdas e danos os responsáveis pela sua prática e os beneficiários dele, ressalvada a ação regressiva contra os funcionários causadores de dano, quando incorrerem em culpa.

        Art. 12. A sentença incluirá sempre, na condenação dos réus, o pagamento, ao autor, das custas e demais despesas, judiciais e extrajudiciais, diretamente relacionadas com a ação e comprovadas, bem como o dos honorários de advogado.

        Art. 13. A sentença que, apreciando o fundamento de direito do pedido, julgar a lide manifestamente temerária, condenará o autor ao pagamento do décuplo das custas.

        Art. 14. Se o valor da lesão ficar provado no curso da causa, será indicado na sentença; se depender de avaliação ou perícia, será apurado na execução.

        § 1º Quando a lesão resultar da falta ou isenção de qualquer pagamento, a condenação imporá o pagamento devido, com acréscimo de juros de mora e multa legal ou contratual, se houver.

        § 2º Quando a lesão resultar da execução fraudulenta, simulada ou irreal de contratos, a condenação versará sobre a reposição do débito, com juros de mora.

        § 3º Quando o réu condenado perceber dos cofres públicos, a execução far-se-á por desconto em folha até o integral ressarcimento do dano causado, se assim mais convier ao interesse público.

        § 4º A parte condenada a restituir bens ou valores ficará sujeita a seqüestro e penhora, desde a prolação da sentença condenatória.

        Art. 15. Se, no curso da ação, ficar provada a infringência da lei penal ou a prática de falta disciplinar a que a lei comine a pena de demissão ou a de rescisão de contrato de trabalho, o juiz, "ex-officio", determinará a remessa de cópia autenticada das peças necessárias às autoridades ou aos administradores a quem competir aplicar a sanção.

        Art. 16. Caso decorridos 60 (sessenta) dias da publicação da sentença condenatória de segunda instância, sem que o autor ou terceiro promova a respectiva execução. o representante do Ministério Público a promoverá nos 30 (trinta) dias seguintes, sob pena de falta grave.

        Art. 17. É sempre permitida às pessoas ou entidades referidas no art. 1º, ainda que hajam contestado a ação, promover, em qualquer tempo, e no que as beneficiar a execução da sentença contra os demais réus.

        Art. 18. A sentença terá eficácia de coisa julgada oponível "erga omnes", exceto no caso de haver sido a ação julgada improcedente por deficiência de prova; neste caso, qualquer cidadão poderá intentar outra ação com idêntico fundamento, valendo-se de nova prova.

       Art. 19. A sentença que concluir pela carência ou pela improcedência da ação está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão depois de confirmada pelo tribunal; da que julgar a ação procedente caberá apelação, com efeito suspensivo.  (Redação dada pela Lei nº 6.014, de 1973)

        § 1º Das decisões interlocutórias cabe agravo de instrumento. (Redação dada pela Lei nº 6.014, de 1973)

        § 2º Das sentenças e decisões proferidas contra o autor da ação e suscetíveis de recurso, poderá recorrer qualquer cidadão e também o Ministério Público. (Redação dada pela Lei nº 6.014, de 1973)

DISPOSIÇÕES GERAIS

        Art. 20. Para os fins desta lei, consideram-se entidades autárquicas:

        a) o serviço estatal descentralizado com personalidade jurídica, custeado mediante orçamento próprio, independente do orçamento geral;

        b) as pessoas jurídicas especialmente instituídas por lei, para a execução de serviços de interesse público ou social, custeados por tributos de qualquer natureza ou por outros recursos oriundos do Tesouro Público;

        c) as entidades de direito público ou privado a que a lei tiver atribuído competência para receber e aplicar contribuições parafiscais.

        Art. 21. A ação prevista nesta lei prescreve em 5 (cinco) anos.

        Art. 22. Aplicam-se à ação popular as regras do Código de Processo Civil, naquilo em que não contrariem os dispositivos desta lei, nem a natureza específica da ação.

        Brasília, 29 de junho de 1965; 144º da Independência e 77º da República.

H. Castello Branco
Milton Soares Campos

"ADEUS SECRETÁRIA CRUEL!"

"ADEUS SECRETÁRIA CRUEL!"
AS CRIANÇAS ESTÃO SEM UNIFORMES! O MATERIAL ESCOLAR CHEGOU EM AGOSTO! A CARNE ESTÁ VENCIDA NA GELADEIRA DA ESCOLA! UMA MELANCIA CUSTA R$ 30,00! UM MORTO ASSINOU A VENDA DE UMA ESCOLA! A MATISSE RECEBEU E NÃO CONSTRUIU AS ESCOLAS NO GUARUJÁ!
MÃE NÃO AGUENTA MAIS A QUANTIDADE DE ESCÂNDALOS NA PASTA DA EDUCAÇÃO E TENTA SE MATAR NO VIADUTO FLORISBERTO MARIANO, NA ENTRADA DA CIDADE. ELA GRITAVA: "ADEUS SECRETÁRIA CRUEL!"



GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO SE SUICIDA!"

sábado, 13 de setembro de 2014

SÃO VICENTE BRILHA NO IDEB, A CARNE DA MERENDA NÃO ESTAVA VENCIDA!

BRILHOU E A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE SÃO VICENTE, NEM FOI À TELEVISÃO FALAR DO IDEB DAS OUTRAS CIDADES!
MUITO DIFERENTE DE UMA SECRETÁRIA QUE FOI A UM PROGRAMA DE TV "CHAPA BRANCA" E FICOU COMPARANDO SEUS ÍNDICES COM SANTOS! APRENDA COM A QUERIDA VOVÓ MAFALDA, SECRETÁRIA INCOMPETENTE. SERÁ QUE O IDEB EM SÃO VICENTE É MELHOR PORQUE A MERENDA SERVIDA AS CRIANÇAS TEM CARNE? OU SERÁ QUE É PORQUE A CARNE É DE BOA QUALIDADE, DIFERENTE DA CARNE VENCIDA ENCONTRADA AQUI?


....LEMBRANDO QUE A MELANCIA EM SÃO VICENTE NÃO DEVE CUSTAR R$ 30,00!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

MELANCIA À R$ 30,00. NÃOOOOOOOO!


PEQUENAS REFORMAS, GRANDES NEGÓCIOS NA EDUCAÇÃO!

PEQUENAS REFORMAS, GRANDES NEGÓCIOS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO!
SECRETÁRIA PODE RELAXAR! COM ASSESSOR DE VEREADOR, PASSEANDO NO PAÇO MUNICIPAL COM O CRACHÁ DA MONTE AZUL, NINGUÉM VAI INVESTIGAR ABSOLUTAMENTE NADA NA CÂMARA DE GUARUJÁ.


TEM GENTE ANIMADA EM GUARUJÁ PENSANDO EM TROCAR O VOLKSWAGEN TIGUAN POR UMA BMW X6!

QUEM DERA OS PROFESSORES GANHASSEM OS REAJUSTES DA TERRACOM!

QUEM DERA, QUE OS NOSSOS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA, TIVESSEM UM REAJUSTE DE 10,371% COMO A TERRACOM!
PRIMEIRO DOS VÁRIOS ADITAMENTOS FUTUROS DA TERRACOM, SOFRE REAJUSTE DE 10,371% NO CONTRATO.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

PREFEITURA ESTUDA REVERTER A NOVA LEI DOS CICLOMOTORES EM GUARUJÁ


VAMOS MERENDAR VEREADORES?


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

RUY GONZALEZ NÃO ERA BURGUÊS


RUY GONZALEZ NÃO ERA BURGUÊS
por Cláudio Paes Rodrigues

Apesar do mesmo sobrenome, não existe a menor possibilidade de um candidato a Deputado, debutante na política, ter algum grau de parentesco com o ex-Prefeito RUY GONZALEZ; assim ao invés de tentar insistentemente ser justificar de que não teria nada a ver com o ex-Prefeito, talvez fosse mais interessante falar sobre as realizações no
setor publico de Turismo entre os anos de 2000 e 2004; pois acredito que somente 30 segundos seriam suficientes.

O discurso eloquente, a forma clara, direta e forte de manifestar as idéias e os projetos,o alto poder de convencimento, e a identificação com o povão, qualidade natas do político RUY GONZALEZ, o levaram a VEREADOR, DEPUTADO ESTADUAL e PREFEITO DE GUARUJÁ,conquistas inatingíveis para a grande maioria, visivelmente contrastam com a performance de políticos preconceituosos que só se identificam com as elites e com a burguesia.

PREFEITO BILI: "A GALINHA DOS OVOS DE OURO!"



Bom dia meu povo enganado de São Vicente!!!!

O Prefeito Bili, comprou 130.000 ovos para São Vicente.

Prefeito você deve achar que o povo de São Vicente é palhaço, depois de toneladas de farinha agora milhares de ovos, chega palhaçada, cadê os Vereadores que aprovam esse absurdo?

Fonte:Carlos O Chacal

PREFEITA DE GUARUJÁ É CONDENADA PELA SEGUNDA VEZ NA CONTRATAÇÃO DO ESCRITÓRIO DO FILHO DE ORESTES QUÉRCIA.


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

POPULAÇÃO DERRUBA O MURO DA VERGONHA NO PÍER DO PEREQUÊ!

MORADORES DO PEREQUÊ INSPIRADOS NA QUEDA DO MURO DE BERLIM, DERRUBAM O MURO DA VERGONHA NO PÍER!
EM APENAS 24 HORAS, POPULAÇÃO DERRUBA O MURO DA VERGONHA NO PÍER DO PEREQUÊ. "CHUPA SECRETÁRIO DAS OBRAS PARADAS DO GUARUJÁ!"





VEREADORES DERRUBAM VETO DA PREFEITA NOS RADARES!


O ASFALTO DOURADO DA TERRACOM EM GUARUJÁ!

NA CIDADE DE MONTE APRAZÍVEL (SP), NÃO TEM TERRACOM NEM O SECRETÁRIO DUÍNO VERRI FERNANDES. GRAÇAS A DEUS!
ENQUANTO EM GUARUJÁ O METRO QUADRADO DO ASFALTO JÁ FOI DENUNCIADO POR CUSTAR R$ 186,93, EM MONTE APRAZÍVEL CUSTOU COM "RECURSOS PRÓPRIOS", APROXIMADAMENTE R$ 18,67? SERÁ QUE NÃO TEM NADA DE ERRADO EM GUARUJÁ, SECRETÁRIO DUÍNO?


RELAÇÃO DE RUAS A SEREM RECAPEADAS 

PREVISÃO DE INÍCIO NESTE MÊS DE SETEMBRO, ONDE SERÃO ATENDIDOS EM TORNO DE 12 MIL METROS QUADRADOS DE VIAS, INVESTIMENTO DE R$ 224.045,68 DE RECURSOS PRÓPRIOS (SUPERÁVIT).

1- RUA JOSÉ DE ANDRADE JUNQUEIRA – 692,68M² TRECHO ENTRE RUAS DOM PEDRO I E DUQUE DE CAXIAS.

2- RUA OSWALDO CRUZ – 2.227,78M² TRECHO ENTRE RUAS CUIABÁ E NOEL ROSA.

3- RUA PIAUÍ – 678,05M² TRECHO ENTRE RUAS MINAS GERAIS E RIO GRANDE DO SUL.

4- RUA SERGIPE – 371,00M² TRECHO ENTRE O PORTÃO DE ENTRADA DO LAR VICENTINO E A RUA RIO GRANDE DO SUL.

5- RUA JOSÉ MARTINS GRAÇA – 637,56M² TRECHO ENTRE RUAS OSWALDO CRUZ E RUA BRASIL.

6- RUA BRASIL – TRECHO I – 1068,43M² TRECHO ENTRE RUAS JOSÉ MARTINS GRAÇA E DOM PEDRO I.

7- RUA BRASIL – TRECHO II – 688,99M² TRECHO ENTRE RUAS DUQUE DE CAXIAS E DOM PEDRO I.

8- RUA DOS IBISCOS – 506,73M² TRECHO ENTRE RUAS LUIZ ZOCCAL E DAS ROSAS.

9- RUA DAS MARGARIDAS – 589,27M² TRECHO ENTRE RUAS DAS ROSAS E DOS IPÊS.

10- RUA DOS ANTÚRIOS – 551,92M² TRECHO ENTRE RUAS DAS ROSAS E DOS IPÊS.

11- RUA DAS ORQUÍDEAS – 588,24M² TRECHO ENTRE RUAS DAS ROSAS E DOS IPÊS.

12- RUA TIRADENTES – 697,50M² TRECHO ENTRE RUAS PARANÁ E PIRATININGA.

13- ROTATÓRIA DA RUA DA SAUDADE – 366,75M² TRECHO ENTRE RUAS DA SAUDADE E CAPITÃO SILVINO DE MELO.

14- RUA MARIA LUZ NAZARETH – 375,00M² TRECHO ENTRE AS RUAS PARANA E ANGELO MASET

15- RUA PRESIDENTE CAFÉ FILHO TRECHO 1 – 618,80M² TRECHO ENTRE AS RUAS CEARA E AMAZONAS

16- RUA PRESIDENTE CAFÉ FILHO TRECHO 2 – 910,31M TRECHO ENTRE AS RUAS AMAZONAS E SEM SAÍDA

17- RUA ANGELO MASET – 867,30M² TRECHO ENTRE AS RUAS MARIA LUIZA LUZ NAZARETH E ANTONIO PACCA JUNIOR

18- RUA AMALIA SIMONETI – 826,00M² TRECHO ENTRE A AV. ANTONIO CANHEO E RUA FRANCISCO CRISTAL

FONTE: FACEBOOK DA PREFEITURA DE MONTE APRAZÍVEL (SP)

UMA PREFEITA DESUMANA COM A POPULAÇÃO!


QUEM ACREDITA NA PREFEITA ANTONIETA, SACI-PERERE, LOBISOMEM, MULA SEM CABEÇA?

QUEM ACREDITA NA PREFEITA MARIA DE BRITO? QUEM ACREDITA NO PMDB?
O GOVERNO MAIS CORRUPTO NA HISTÓRIA DESTA CIDADE, COMANDADO POR UMA PREFEITA MITÔMANA, FILIADA AO MAIOR PARTIDO FISIOLÓGICO DO BRASIL ONDE FAZEM PARTE FIGURAS COMO SARNEY, RENAN CALHEIROS, LUIZ ESTAVÃO, JADER BARBALHO, RORIZ, E MUITO MAIS....


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

terça-feira, 9 de setembro de 2014

VEREADOR PEDE MOÇÃO À TERRACOM POR SERVIÇOS MUITO BEM PAGOS!


PREFEITA DE GUARUJÁ É CONDENADA NOVAMENTE EM FAVORECIMENTO AO FILHO DE QUÉRCIA!

A JUSTIÇA TARDA, MAS NÃO FALHA!
PREFEITA MARIA DE BRITO DO PMDB É CONDENADA NOVAMENTE EM AÇÃO POPULAR DE CONTRATO QUE FAVORECIA O ESCRITÓRIO DO FILHO DO EX-GOVERNADOR ORESTES QUÉRCIA DO PMDB. AGORA SÓ FALTA A CONDENAÇÃO CRIMINAL EM ANDAMENTO!


PARABÉNS AO AMIGO DOUTOR PAULO CÉSAR CLEMENTE!












ALGO NÃO CHEIRA MUITO BEM NOS CONTRATOS DA CÂMARA DE GUARUJÁ!

HOJE TEM SESSÃO NA MILIONÁRIA CÂMARA DE GUARUJÁ?
COM UM ORÇAMENTO DE R$ 45.800.000,00, ESTÁ NA HORA DE ALGUNS VEREADORES TRABALHAREM AO INVÉS DE COMPARECER APENAS NA CHAMADA DE PRESENÇA. QUANDO E QUEM INVESTIGARÁ OS SUSPEITOS CONTRATOS DA CÂMARA DE GUARUJÁ, COMEÇANDO PELO MILIONÁRIO CONTRATO DE INFORMÁTICA MINISTÉRIO PÚBLICO?


QUANTAS DESPESAS PARA ADMINISTRAR UMA CASA COM APENAS 17 VEREADORES, NÃO É MESMO ELEITOTÁRIOS?


.…E AINDA TEMOS UM ADITAMENTO DE CONTRATO, TUDO ISSO EM 2014…


QUEM SERÁ A PODEROSA MICROEMPRESA SIMAPI DA PRAIA GRANDE, SECRETÁRIO CARLOS DE SOUSA?


A SIMAPI TEM QUE VENDER MUITO AROMATIZANTE, PORQUE ALGO NÃO CHEIRA MUITO BEM NOS CONTRATOS DA CÂMARA DE GUARUJÁ….

RETOMADA DAS OBRAS DO PÍER IMPRESSIONAM A POPULAÇÃO!


Caro amigo Vergara, 

Ao ver as fotos da retomada das obras do Pier do Perequê, acreditamos estar diante de um marco da Engenharia Marítima, talvez ate uma futura nova maravilha do universo.....

Uma tentativa de reconstrução da Cidade Perdida de Atlântida........ 

Obra que fará  até frente as Piramides do Egito, Colosso de Rodes ou até mesmo a Muralha da China  que arrepiaria ate Moisés.

Enviado por Cláudio P.R