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quarta-feira, 23 de julho de 2014

GUARUJÁ RECORRE AO ESTADO PARA SOLUCIONAR IMPASSE DE NOVO ACESSO.

DEPOIS DA LAMBANÇA, O NEGÓCIO É CULPAR O GOVERNO DO ESTADO!
GUARUJÁ RECORRE AO ESTADO PARA SOLUCIONAR IMPASSE DE NOVO ACESSO.


Uma reunião marcada para a manhã desta quinta-feira entre a Prefeitura de Guarujá e o Governo do Estado poderá solucionar o impasse para a abertura ao tráfego de veículos no novo acesso à Margem Esquerda do Porto de Santos. A via, que deverá ser entregue até a primeira quinzena de agosto, ainda não teve a interligação com Rodovia Cônego Domênico Rangoni autorizada, por conta da falta de uma pista de desaceleração, não prevista no orçamento original da obra.

O encontro estava marcado para às 10 horas, na Secretaria de Transportes e Logística do Estado. Além da pasta, estarão representantes da Agência Reguladora de Serviços Delegados de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) e dos terminais desta região do Porto - uma vez que as empresas foram responsáveis pela realização da nova via, que desafogará em até 25% o fluxo de caminhões da Rua Idalino Pinês (Rua do Adubo), atualmente o único acesso ao cais, em Guarujá.

A expectativa da Prefeitura é de que o Estado possa projetar e construir a pista de desaceleração, que, segundo a Artesp, deverá ser feita na Domênico Rangoni. Ela deverá ter, pelo menos, um quilômetro de extensão e seis metros de largura. De acordo com a agência reguladora, trata-se de um equipamento obrigatório, previsto em regulamento, que visa garantir a segurança dos veículos, ciclistas, pedestres e das empresas nas proximidades do novo acesso.

A reunião foi marcada um dia após A Tribuna ter noticiado o problema, que pode comprometer o escoamento da próxima safra agrícola. Isto porque os caminhões de grãos serão os principais veículos que utilizarão a via alternativa. Por isso, o acesso foi construído nos últimos três meses, ao custo de R$ 1,5 milhão pela iniciativa privada, para evitar que novas filas congestionassem as vias urbanas e estaduais de acesso ao Porto de Santos.

Negociação

“O Estado, construindo a pista de desaceleração, fará valer a promessa feita, no ano passado”, lembra o vice-prefeito Duíno Verri Fernandes, que também é secretário de Infraestrutura e Obras de Guarujá. Ele refere-se ao comprometimento feito pelo secretário Saulo de Castro, então chefe da pasta de Transportes do Estado, de que realizaria o acesso provisório, em meio ao caos viário. Os terminais, no entanto, assumiram a obra, priorizando agilidade.

Em 7 de março, a Artesp disse aos responsáveis pela obra, coordenada pela Associação Comercial de Guarujá e representantes dos terminais da Margem Esquerda, que o projeto inicialmente apresentado havia sido aprovado, com a ressalva de que seria preciso construir a pista de desaceleração.

“Se o Estado não fizer, teremos que recorrer ao Governo Federal”, afirma o vice-presidente da instituição, Jairo Francisco Nobre.

Na última segunda-feira, a Secretaria de Transportes e Artesp afirmaram para A Tribuna que seria possível oferecer o projeto para a faixa, sem garantir que realizariam a obra. A agência afirmou, em nota, que sugeriu a eliminação de pista uma de rolamento da via, para assim reduzir custo, permitindo a realização da pista a rodovia (cujo valor seria superior a do novo acesso).

Fonte: A Tribuna Digital

segunda-feira, 21 de julho de 2014

DUÍNO, NOSSO ETERNO SECRETÁRIO DE OBRAS TRAPALHÃO.


DUÍNO, NOSSO ETERNO SECRETÁRIO DE OBRAS TRAPALHÃO.
por Manoel Inconfidente Vergara

Algumas semanas atrás um amigo, me ligou rindo. Comentava comigo que o nosso vice-prefeito, ainda, porque vice-prefeito não pode ser demitido, estava descendo o cacete na Artesp, num dos programas chapa branca, das emissoras chapa branca em Guarujá, patrocinados provavelmente por alguma empresa "parça" ou pelo próprio Duíno.

O assunto era a alça de acesso da nova pista que provavelmente infernizará os moradores da região  da Conceiçãozinha. Comentava com meu amigo que tinha angu debaixo desse caroço. Sempre fui contrário ao modo que está obra está sendo gerida. Tenho conhecimento que a obra é com dinheiro da iniciativa privada, em área cedida pela iniciativa privada, mas a gestão, ahhh, a gestão é muito complicada, principalmente pelas velhas figurinhas carimbadas do Clube do Bolinha que estão gerindo o projeto. Bem, isso fica para os financiadores privados, espero que não apareça dinheiro público nesta obra, caso contrário, nosso Dr. Paulo "Tinhoso" Clemente, irá novamente fazer o Ministério Público e a Justiça trabalhar.

Mas voltando a alça de acesso, nosso vice-secretário-engenheiro das obras paradas, colocava a culpa na Artesp, por ter "inventado" aos 45 minutos do segundo tempo, uma pista de extensão, com finalidade de proporcionar segurança aos ciclistas e pedestres. Comentários, cacete na agência reguladora, pau no Dersa, mas a verdade sempre aparece, para a infelicidade da dupla.

Bem, não deu outra. O Secretário de Obras Duino Verri Fernandes foi pego em mais uma trapalhada e o jornalista e o programa ficaram de calças curtas, mas não se preocupem, ninguém anda assistindo, e a emissora pouco chega aos bairros de Guarujá. No editorial do Jornal A Tribuna, a Artesp acabou se manifestando e, o projeto apresentado no dia 07 de março, condicionava a construção da pista redutória de velocidade, mostrando que o ice-secretário das obras paradas, sabia da exigência da Agência Reguladora, no caso a Artesp .

Pois é, mais uma vez a casa caiu, vai cair muito, principalmente se os documentos, planilhas, contratos de obras e serviços da Prefeitura de Guarujá dos últimos anos, não queimarem em algum incêndio ao final desta gestão. São dezenas de irregularidades, incompetência, má gestão, malversação de dinheiro público e corrupção. Querem exemplos, vejam:

- Píer do Perequê: Obras inacabadas e na justiça.
- Escolas da Construtora Matisse: Obras inacabadas e na justiça.
- Teatro Municipal: Obras inacabadas
- Estádio Municipal: Obras inacabadas
- Túnel da Vila Zilda: Obras inacabadas, Vazando, sem a moderna iluminação prometida.
- Av. Oswaldo Cruz: Obras inacabadas, estreitamento da via pública.
- Av. Thiago Ferreira: Onde estão as obras da placa?
- Ciclovia Av. Adhemar de Barros: Estreitamento da via pública e enchentes constantes.
- Ciclovia da Av. Santos Dumont: Intransitável
- Antiga Delegacia da Mulher: Demolida e obras prometidas não começaram.
- Centro de Convenções: Nem saiu do papel.

Bem, não vou me alongar muito por aqui, mas declarar a imprensa que foi, é, o maior realizador de obras da Baixada Santista, está muito longe disso Duino. Vou utilizar uma frase dos americanos, relativa a questão de confiança nos políticos, convertida para a realidade do Guarujá: - Você compraria um imóvel construído pelo Engº Duíno Verri Fernandes?