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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A RECONSTITUIÇÃO DO CRIME!

CRIME DA CHURRASCARIA TEM RECONSTITUIÇÃO HOJE REALIZADA POR PERITOS EM GUARUJÁ.
CASO TEM NOVIDADES E PERITOS E POLÍCIA RETORNAM AO LOCAL PARA COLHER MAIS DETALHES DESTE CRIME HORROROSO QUE VITIMOU UM ESTUDANTE DE CAMPINAS POR R$ 7,00 NA CONTA.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

PASSEATA EM CAMPINAS!

PASSEATA NO TAQUARAL EM CAMPINAS LEVA CENTENAS DE PESSOAS AS RUAS MOSTRAR SUA INDIGNAÇÃO!
VÁRIAS DENUNCIAS COMEÇAM A APARECER NAS REDES SOCIAIS CONTRA DONO E O FILHO DA CHURRASCARIA.


FAMÍLIA PEDE JUSTIÇA E A MÍDIA REPERCUTE O CASO!

sábado, 5 de janeiro de 2013

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

MISSÃO DIFICIL!

DR. VALDEMIR QUAL A MISSÃO MAIS DIFICIL NO GUARUJÁ:
INOCENTAR UM ASSASSINO CONFESSO OU APROVAR UM NOVO PLANO DIRETOR OU UMA ISENÇÃO SUSPEITA A HOTÉIS, MOTÉIS, POUSADAS, ETC...?


É MAIS FÁCIL MANTER O PESSOAL FORA DA CADEIA DOUTOR!

ASSASSINO SOLTO, GATINHO PRESO?


ASSASSINO SOLTO, GATINHO PRESO?
GATINHO LAMBE O SANGUE DA VÍTIMA NO RESTAURANTE DA PRAIA DA ENSEADA, NO GUARUJÁ.



Gato confinado no restaurante na cena do crime alimentava-se do sangue da vítima, morta a facadas
Sergio Tomisaki/Diário de São Paulo

A Churrascaria e Pizzaria Casa Grande, na Praia da Enseada, Guarujá, onde o estudante de administração de empresas da PUC de Campinas Mario dos Santos Sampaio foi assassinado na noite do Réveillon pelo dono do estabelecimento, José Adão Pereira Passos, virou atração turística.  Na tarde de quinta-feira, quase todos que passavam em frente ao número 1.835 da Avenida Dom Pedro I paravam para dar um espiadinha pelos vidros do restaurante. "Safado, sem-vergonha, é um absurdo o que ele fez. Tirar a vida de um jovem por causa de R$ 7",  comentou o radialista J. Júnior, que há 19 anos mora na cidade e costumava comer com frequência no local.

Um dos motivos de tanta curiosidade também era um gatinho cinza, preso no restaurante, alimentando-se do sangue da vítima que ainda estava no chão, em meio a travessas com restos de alimentos. "O gato ficou trancado e o criminoso solto. Esse é o nosso país, essa é a nossa lei",  lamentou a turista Maria Aparecida Maioli, inconformada. Ela  disse que nunca havia comido no estabelecimento e, agora, não quer nem passar por perto. "Ninguém mais deveria colocar os pés ali. E se depender de mim, me proponho a assinar qualquer manifestação na internet para que isso aconteça",  instigou.

José Adão, de 55 anos, e o filho, Diego Souza Passos, de 23, gerente do restaurante, apresentaram-se à polícia na noite de quarta-feira e foram ouvidos  por cerca de quatro horas. O comerciante confessou o crime, mas alegou que sua intenção não era matar. Segundo ele, queria apenas defender o filho que estaria sendo agredido pelo estudante. "Procurei atingir uma parte com osso, só para dar uma furadinha para que soltasse o pescoço do Diego, que já estava perdendo os sentidos, mas acertei lugar errado", contou ao delegado Luiz Ricardo Lara Dias Júnior, da delegacia central do Guarujá. Ele também entregou o facão utilizado.

"As versões dos amigos do Mario estão conflitantes com as do comerciante e de seu filho. O inquérito deverá tirar essas dúvidas", explicou o  Dias Júnior, que começou a ouvir os 15 funcionários do restaurante e depois pretende ir à Campinas conversar com as testemunhas que acompanhavam Mario. Segundo o delegado, Diego admitiu ter agredido o estudante e estava com a mão machucada. "Ela tinha hematoma e um corte. O pai também apresentava ferimentos no rosto e na boca", explicou, alegando que as informações dos dois se completam.

O produtor cultural Ricardo Guerra, que estava comendo no restaurante no dia do assassinato, nega que Mario tenha agredido Diego. "É tudo mentira. Ele não bateu em ninguém. A única coisa que fez foi reclamar do preço do prato, que estava sendo cobrado R$ 7 a mais do que o valor anunciado. Eu, no lugar dele, faria a mesma coisa", afirmou. Ainda segundo Ricardo, Diego saiu do restaurante,  depois que o estudante pagou a conta, falando que ia esperá-lo lá fora. Mario, de acordo com seu amigos, teria ficado com medo de sair e ligado para a polícia.

"A vida tem muito mais valor do que os R$ 7 que motivaram toda essa tragédia. Não dá para entender uma coisa dessas",  lamentou a aposentada Íris Bandeira, que já comeu algumas vezes no resurante, mas nunca conversou com José Adão.

O comerciante e seu filho foram liberados após o depoimento porque o prazo do flagrante já havia passado e, como se apresentaram, não cabia pedido de prisão temporária. "Mas nada impede que no final do inquérito a situação deles seja outra", disse o delegado.


Câmeras não estavam funcionando

O comerciante José Adão e o filho Diego inocentaram os garçons do estabelecimento de envolvimento no crime. "Eles se aproximaram apenas para tentar apartar", alegou.

As imagens do circuito interno de tevê que poderiam ajudar a esclarecer a participação de cada pessoa no caso não abriram. Segundo o delegado Luiz Ricardo Lara, há sete meses que o pagamento da manutenção do equipamento não era pago.

José Adão contou que Mario estava apertando o pescoço do seu filho e o rapaz chegou a perder os sentidos .  Por isso pegou a primeira faca que viu. Ainda segundo disse, ele apenas bateu no ombro do estudante com a faca na horizontal, mas como não adiantou, porque não soltava o filho, o esfaqueou. De acordo com a versão dele, houve apenas um golpe.

"O Diego confirmou e disse que, quando acordou, Mario já estava caído no chão e seu pai com o facão na mão",  explicou o delegado. Segundo ele, ao ver a cena, o rapaz disse ter pegado o pai e saído do local às pressas. Diego foi de moto e escondeu-se na casa da mãe. Já o pai, que estava de carro, ficou na casa de outro filho. "O advogado deles (Valdemir Santana) me ligou às 18h perguntando se poderia apresentá-los. Se não tivessem vindo a prisão temporária seria pedida."

Segundo o comerciante, tanto na véspera de Natal quanto no Réveillon o preço do prato subiu de R$ 12,99 para R$ 19.99 após as 18h e o estudante não entendeu. Mesmo assim, alegou que o deixou pagar o valor anunciado

COMOÇÃO NACIONAL!

COMOÇÃO NACIONAL!
IMPRENSA DE TODO PAÍS DÁ ATENÇÃO AO BÁRBARO CRIME DO RESTAURANTE EM GUARUJÁ.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

CORAÇÃO EU NÃO TENHO MAIS!

"ME AJUDEM"
MARIA HELENA DOS SANTOS SAMPAIO, MÃE DO ESTUDANTE FAZ APELO À TESTEMUNHAS DO CRIME.


"Coração, eu não tenho mais", diz mãe de estudante morto por R$ 7
Maria Helena dos Santos Sampaio faz apelo a testemunhas do crime. Universitário de Campinas foi morto com três facadas em restaurante.
EPTV Campinas - G1

"Coração, eu não tenho mais. Eu não tive nem sequer a chance de dar um último abraço no meu filho", desabafou emocionada, nesta quinta-feira (3), Maria Helena dos Santos Sampaio, a mãe do universitário de Campinas (SP) Mario dos Santos Sampaio, de 22 anos, morto a facadas após uma discussão por R$ 7 em um restaurante no Guarujá (SP). Os suspeitos de assassinar o jovem confessaram o crime na quarta-feira (2) e alegaram ter agido em legítima defesa.

"Pai que é pai vai socorrer o filho e não golpear outra pessoa", disse a mãe sobre o depoimento de Diego Souza Passos, de 23 anos, que diz ter desmaiado durante a briga no estabelecimento. Diego é gerente do restaurante e filho de José Adão Pereira Passos, que confessou ser o responsável por golpear o estudante.

'Me ajudem'
Em um apelo, Maria Helena pede para que as testemunhas do crime vão à polícia. "Me ajudem, vão até a delegacia e falem que querem dar um depoimento. Para que eu possa deitar minha cabeça no travesseiro e falar 'filho, a mãe não tava lá para socorrer, mas a mãe pediu por justiça e a justiça foi feita'", disse a mãe do estudante.

"Ele tirou totalmente minha paz de espírito. É tanta mentira", falou a estudante Patrícia Bonan, que era namorada do estudante e estava com a vítima no restaurante. Ela afirmou que o grupo de amigos exigiu os direitos como clientes de forma educada e que Diego respondeu agressivamente. "Ele bateu na mesa e disse: 'vocês vão pagar isso, mas eu pego vocês lá fora molecada", disse Patrícia.

Segundo relato de Patrícia, a discussão começou em seguida e o universitário disse que ligaria para a polícia. Ela conta que ao tentar fazer a ligação, o dono do estabelecimento, José Adão, o gerente e um garçom começaram a agredir Mario. De acordo com a estudante, ela e os amigos tentavam separar a briga, quando o dono do restaurante foi para a cozinha e retornou com uma faca.

"Do jeito que ele veio [da cozinha], ele deu as facadas. Ele foi frio e ele foi cruel", afirmou a estudante. Segundo Patrícia, o dono do restaurante atingiu a primeira facada nas costas do universitário, que tentou se proteger mas foi golpeado na altura do abdômen  "Ele não teve nenhum tipo de dó", desafabou ela.

Passeata
A família e os amigos do estudante universitário Mario dos Santos Sampaio organizam uma passeata marca para as 15h deste domingo (6) na Praça Arautos da Paz, no bairro Taquaral, em Campinas para pedir justiça pela morte do jovem. O evento criado em uma rede social já conta com pelo menos 700 confirmações de presença.

"A gente não pode ficar parado. Está tudo certo? Não, não está. A dor não vai passar, mas não podemos ficar parados. A gente quer justiça e isso não pode se repetir com outras pessoas", afirmou Valéria Sampaio, irmã do estudante.

O caso
O crime aconteceu na noite da última segunda-feira (31). O grupo de estudantes de Campinas escolheu o restaurante para jantar. Na hora de pagar a conta, uma diferença de R$ 7 provocou a discussão entre os jovens e os comerciantes. De acordo com a polícia, ao ver a briga, o dono do restaurante foi até a cozinha pegar uma faca e golpeou o turista com três facadas nas costas.

PROPRIETÁRIO DO RESTAURANTE ESCLARECE O CRIME!

JOSÉ ADÃO PEREIRA E O FILHO SE APRESENTAM À POLICIA E ESCLARECEM O CRIME NA VÉSPERA DO ANO NOVO!
COMERCIANTE É OUVIDO E LIBERADO PELO DELEGADO, JUSTIÇA DEVE TOMAR AS PROVIDÊNCIAS SOBRE O CRIME.



TUDO ISSO POR UMA DIFERENÇA DE R$ 7,00 NA CONTA DO ESTUDANTE DE CAMPINAS!

COMERCIANTES SE APRESENTAM À POLÍCIA!

DONO DE CHURRASCARIA E FILHO SE APRESENTAM E ESTÃO SENDO OUVIDOS NA DELEGACIA SEDE DE GUARUJÁ!
POLÍCIA ESTÁ OUVINDO OS ACUSADOS DA BRIGA EM CHURRASCARIA NO GUARUJÁ POR UMA DIFERENÇA DE R$ 7,00 NA CONTA.

DONO DA CHURRASCARIA SE APRESENTA!

PROPRIETÁRIO DA CHURRASCARIA SE APRESENTA À POLICIA!
COMERCIANTE DECLARA NA DELEGACIA QUE QUIS DEFENDER O FILHO QUE HAVIA TOMADO UMA GRAVATA.


INDIGNAÇÃO NACIONAL!

CRIME DA CHURRASCARIA EM GUARUJÁ TOMA DIMENSÃO NACIONAL!
CORPO DO ESTUDANTE É SEPULTADO EM CAMPINAS E MÍDIA NACIONAL MOSTRA A INDIGNAÇÃO EM JORNAIS, REVISTAS E EMISSORAS DE TV.