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quinta-feira, 2 de julho de 2015

CPI DA MERENDA REFORÇA SÉRIE DE IRREGULARIDADES EM GUARUJÁ.

TESTEMUNHA OUVIDA NA CPI DA MERENDA REFORÇA SÉRIE DE IRREGULARIDADES EM GUARUJÁ
A RESPONSÁVEL POR DENUNCIAR O CASO FOI A PRIMEIRA A PRESTAR DEPOIMENTO. DEFESA SERÁ OUVIDA NESTA TARDE NA CÂMARA MUNICIPAL.


A Comissão Processante (CP) do 'Escândalo da Merenda', em Guarujá, começou, na manhã desta quinta-feira (2), a ouvir os depoimentos das 13 testemunhas arroladas no processo, a começar pelo da professora e ex-presidente do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), Elizabeth da Silva Barbosa, responsável por denunciar o caso, no primeiro semestre de 2014. 

No depoimento, Elizabeth reforçou uma série de supostas irregularidades no contrato de fornecimento de merenda escolar nas unidades de ensino da Cidade, como inferioridade nutricional dos alimentos servidos; o não cumprimento de exigências contidas no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), além do supostos cerceamento do trabalho de fiscalização dos conselheiros.

A dona de casa e ex-membro do CAE, Maria Vilaécia F. L Barbosa, e a inspetora de alunos e também ex-membro do CAE, Maria Angélica R. S dos Santos, também depuseram.

No período da tarde serão ouvidas três testemunhas de defesa (de um total de 10), escolhidas pela prefeita.

A prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB) não compareceu à Câmara, nem enviou representante jurídico. Por isso, um advogado dativo, nomeado pela OAB local, foi incumbido de tal tarefa, garantindo assim a legalidade do processo. De toda forma, a comissão ainda aguarda o depoimento da chefe do Executivo, marcado para segunda-feira (6), a partir das 9 horas.

Mais 7 testemunhas

Nesta sexta-feira (3), a CP ouvirá as sete testemunhas de defesa restantes. Os nomes, respectivamente, são: Gustavo Guerra Dias, coordenador financeiro; João Bosco Arantes Braga Guimarães, dirigente regional de ensino, Luciana Saliuturi, diretora PROE; Maria Aparecida Andrade de Oliveira, diretora da Escola Afonso Nunes; Maria Helena Ramos dos Reis, supervisora de merenda; Núbia Xavier da Silva, diretora da Escola Furlani, e Regina Célia de Oliveira Lopes, coordenadora de merenda.

Entenda o caso

A ex-presidente do CAE, Elizabeth, prestou depoimento prestado a vereadores da Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, no primeiro semestre de 2014.

Investigações realizadas pelos próprios vereadores também identificaram compras a preços bem acima dos praticados no mercado. Entre os que mais chamaram atenção, consta o valor do preço do adoçante dietético líquido (marca Stevita): R$ 24,76 (frasco de 100 ml), sendo que o mesmo produto, no mercado, foi encontrado por R$ 2,10 (o frasco de 100 ml). Ou seja, por preço quase 1.000% menor.

Vereadores também detectaram problemas no fornecimento de carne às escolas. Os vereadores Edilson Dias (PT), Luciano Lopes da Silva, o Luciano China (PMDB) e Givaldo dos Santos Feitoza, o Givaldo do Açougue (PSD) comprovaram que, em pelo menos duas escolas, a carne oferecida na merenda (coxão mole) seria inferior a que foi licitado pela Secretaria de Educação (contrafilé). Eles também encontraram duas peças de carne que deveriam ter 5 quilos, e não tinham.

Vereadores detectaram ainda negligência no recebimento dos alimentos, perdas entre 30% e 50% das frutas e verduras, fragilidade na estrutura das cozinhas das escolas; merendeiras das próprias empresas fornecedoras assinando recebimentos de mercadorias e preços duas ou três mais altos do que os praticados no mercado, com indícios de superfaturamento. O fornecedor também estaria sem contrato, na ocasião.

Na época das denúncias, a Coordenação da Merenda do Município negou tudo que foi apresentado e ainda afirmou que a merenda servida atendia acima do que era exigido pela resolução do PNAE. Com relação aos vereadores, a Prefeitura os denunciou por abuso de poder, mas o Ministério Público não identificou qualquer problema no procedimento.

Fonte: A Tribuna Digital

quinta-feira, 26 de março de 2015

ENTENDAM O CASO DO ESCÂNDALO DA MERENDA ESCOLAR EM GUARUJÁ!

RELATÓRIO SOBRE “ESCÂNDALO DA MERENDA” É VOTADO NA TERÇA-FEIRA EM GUARUJÁ.
INVESTIGAÇÕES REALIZADAS PELOS PRÓPRIOS VEREADORES TAMBÉM IDENTIFICARAM COMPRAS A PREÇOS BEM ACIMA DOS PRATICADOS NO MERCADO.


O Plenário da Câmara Municipal de Guarujá vota, na terça-feira (24), o relatório conclusivo sobre o caso que ficou conhecido como “escândalo da merenda”, denunciado em junho, pela ex-presidente do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) do Município, Elizabeth Barbosa.

Se a maioria dos vereadores entender como procedente as denúncias, depoimentos e documentações reunidas, elas serão encaminhadas ao Ministério Público Estadual (MPE) para municiar inquérito criminal a ser aberto contra os gestores responsáveis, entre eles, a secretária de Educação, Priscilla Bonini. 

Entenda o caso 

Em depoimento prestado a vereadores da Comissão de Fiscalização e Controle da Casa, a ex-presidente do CAE apontou uma série de irregularidades no contrato de fornecimento de merenda escolar nas unidades de ensino da Cidade, como inferioridade nutricional dos alimentos servidos; o não cumprimento de exigências contidas no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), além do supostos cerceamento do trabalho de fiscalização dos conselheiros. 

Investigações realizadas pelos próprios vereadores também identificaram compras a preços bem acima dos praticados no mercado. Entre os que mais chamaram atenção, consta o valor do preço do adocante dietético líquido (marca Stevita): R$ 24,76 (frasco de 100 ml), sendo que o mesmo produto, no mercado, foi encontrado por R$ 2,10 (o frasco de 100 ml). Ou seja, por preço 1.000% menor (mais detalhes na tabela abaixo). 

Vereadores também detectaram problemas no fornecimento de carne às escolas. Os vereadores Edilson Dias (PT), Luciano Lopes da Silva, o Luciano China (PMDB) e Givaldo dos Santos Feitoza, o Givaldo do Açougue (PSD) comprovaram que, em pelo menos duas escolas, a carne oferecida na merenda (coxão mole) seria inferior a que foi licitado pela Secretaria de Educação (contrafilé). Eles também encontraram duas peças de carne que deveriam ter 5 quilos, e não tinham. 

Vereadores detectaram ainda negligência no recebimento dos alimentos, perdas entre 30% e 50% das frutas e verduras, fragilidade na estrutura das cozinhas das escolas; merendeiras das próprias empresas fornecedoras assinando recebimentos de mercadorias e preços duas ou três mais altos do que os praticados no mercado, com indícios de superfaturamento. O fornecedor também estaria sem contrato, na ocasião. 

Prefeitura

Na época das denúncias, a Coordenação da Merenda do Município afirmou que nenhuma carne com problema de especificação foi servida aos alunos e que a merenda servida atende acima do que é exigido pela resolução do Plano Nacional de Alimentação Escolar. Informou que as denúncias realizadas pelo CAE foram esclarecidas demonstrando que não havia nenhuma irregularidade. Com relação aos vereadores, a Prefeitura os denunciou por abuso de poder, mas o Ministério Público não identificou qualquer problema no procedimento.    

Segundo informações da Prefeitura, a Seduc atende 126 unidades entre rede municipal, estadual e conveniadas. “As escolas encaminham relatório de controle de estoque elencando estocáveis, hortifrúti, carnes e outros gêneros alimentícios, cujo documento segue para a Coordenação de Merenda Escolar”. 

Ainda segundo a Seduc, após estes trâmites, as nutricionistas fazem os pedidos para todas as unidades de acordo com a sugestão de cardápio. “Vale ressaltar que o cardápio pode sofrer alterações levando em consideração fatores climáticos que atingem alguns tipos de hortifrúti”, comenta. A Secretaria afirma ainda que todas as escolas possuem local e equipamentos adequados para armazenamento e conservação dos produtos. 

O setor responsável pela alimentação dos alunos do Município é a Coordenação de Merenda Escolar, subordinado à Diretoria de Gestão Administrativa e Logística da Seduc. Para o atendimento da merenda escolar foram feitos contratos para o fornecimento de mão-de-obra para preparo e distribuição da merenda, contrato para fornecimento de gás de cozinha e contratos para fornecimento de vários gêneros alimentícios. “Todas as ações referentes à merenda escolar atendem o exposto na resolução 26/2013 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o que resulta em uma alimentação adequada e de qualidade”, garante a Prefeitura.

Em 2013, Guarujá investiu R$ 19.318.967,87, com a aquisição de gêneros alimentícios. Atualmente, a Prefeitura oferece 70 mil refeições diárias, o que representa R$1,38 por aluno/dia. 

Para a Câmara, entre as disparidades de preço verificadas, as que mais chamam atenção são: 

1) O valor do preço da farinha de trigo especial (marca Rosa Branca): R$ 4,50 (o quilo), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 2,10 (o quilo). Ou seja, é 109% menor. 

2) O valor do preço o café moído e torrado (marca Pelé): R$ 18,12 (o quilo), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 9,96 (o quilo). Ou seja, é 81,9% menor. 

3) O valor do preço do trigo para kibe (marca PQ): R$ 11,88 (o quilo), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 5,00 (o quilo). Ou seja, é 137,6% menor. 

4) O valor do preço do adoçante dietético líquido (marca Stevita): R$ 24,76 (frasco de 100 ml), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 2,10 (o frasco de 100 ml). Ou seja, é 1.000% menor. 

5) O valor do preço do orégano (pacote 100g): R$ 6,93 (o quilo), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 2,10 o pacote de 100g). Ou seja, é 230% menor. 

6) O valor do preço do frango em cubos: R$ 16,59 (o quilo), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 6,99 (o quilo). Ou seja, é 137% menor. 

7) Sucrilhos (da marca Nutrifoods): R$ 18,00 (o quilo), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 8,60 (o quilo). Ou seja, é 109,3% menor. 

8) Cereal infantil (da Multicereais):  R$ 11,70 (o quilo), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 4,30 (o quilo). Ou seja, é 109% menor. 

9) Biscoito salgado tipo cream cracker (da Duchen): R$ 11,00 (o quilo), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 5,50 (o quilo). Ou seja, é 100% menor. 

10) Suco de caju (Serigy): R$ 11,00 (o litro), sendo que o mesmo produto, no mercado, custa R$ 4,58 (o litro). Ou seja, é 140% menor. 

Todos os preços citados foram tomados como base de comparação, pela Câmara, foram adquiridos em mercados da Cidade e as notas fiscais constam no relatório. Todos os dados referem-se ao ano de 2014.

Fontes: A Tribuna On-Line/Jornal O Itapema

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A CARNE DA MERENDA ESCOLAR NÃO É FRIBOI PRESIDENTE DO CAE!

NÃO É FRIBOI, PRESIDENTE ELIZABETH BARBOSA DO CAE!
FALANDO SÉRIO, TEM VÁRIOS SUPERMERCADOS EM GUARUJÁ VENDENDO A CARNE MUITO MAIS BARATA QUE ESSE REGISTRO DE PREÇOS DA PREFEITURA DE GUARUJÁ. SERÁ QUE É PORQUE ELES COMPRAM POUCO, MUITO POUCO MESMO MEU POVO? JÁ A MERENDINHA DA CÂMARA MUNICIPAL, ESTÁ ALIMENTANDO BEM OS NOSSOS VEREADORES DO GUARUJÁ.....


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

FALTAM GÊNEROS ALIMENTÍCIOS NAS ESCOLAS DE GUARUJÁ!

A PERGUNTA QUE VALE ALGUNS MILHÕES: "O QUE AS CRIANÇAS COMERAM HOJE NA MERENDA ESCOLAR NO GUARUJÁ?"
PRESIDENTE DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR, ELIZABETH BARBOSA, COMENTA EM POSTAGEM NO FACEBOOK QUE FOI APENAS SALSICHAS! ONDE ESTÁ A FANTÁSTICA MERENDA ESCOLAR QUE A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO PREGA NOS PROGRAMAS DE TELEVISÃO CHAPA BRANCA,ONDE ELA VAI COM A ENTREVISTA DECORADA?


POLÍCIA FEDERAL, AJUDE AS CRIANÇAS DO GUARUJÁ AI, PÔÔ!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

CÂMARA DE GUARUJÁ INVESTIGARÁ A MERENDA, CONTINUA A OPERAÇÃO ABAFA!

OPERAÇÃO ABAFA DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUA!
PREFEITURA ANUNCIA QUE IRÁ APURAR A DENUNCIA DA PRESIDENTE DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR ELIZABETH BARBOSA. JÁ ASSISTIMOS ESTE FILME VÁRIAS VEZES NO GUARUJÁ, VEREADORES INVESTIGANDO E NADA ACONTECE….


…VEREADORES QUE NADA INVESTIGARAM HÁ DOIS ANOS, NADA FIZERAM PELA POPULAÇÃO E NADA FARÃO PELAS CRIANÇAS, NOVAMENTE MAIS UM ESCÂNDALO NA EDUCAÇÃO!


NOSSOS NOBRES VEREADORES VÃO CONCLUIR ÓBVIO: "O FANTASMA QUE VENDEU O COLÉGIO DOMINGOS DE MORAES É O CULPADO!".