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sábado, 12 de maio de 2012

MINHA CASA, MINHA VIDAAAAA!

MINHA CASA, MINHA BALA....DESCULPEM, MINHA VIDA!
POPULAÇÃO COMEÇA A COBRAR O PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA NA MARRA!



Guarujá
Homens do Choque da PM deixam Morrinhos 1 após contronfo com 5 feridos
De A Tribuna On-line

Homens do Choque da Polícia Militar deixaram a Rua Antenor Pimenta, em Morrinhos 1, por volta das 5 horas deste sábado. A informação é do Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM). Eles fizeram plantão com escudos para evitar que manifestantes invadissem 480 moradias do conjunto construído dentro do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), da Caixa Econômica Federal.

Na noite desta sexta-feira, cerca de 400 moradores da Favela Canaã, em Guarujá, na tentativa de invadir um conjunto habitacional na Rua Antenor Pimenta, em Morrinhos 1, entraram em confronto com policiais militares, por volta das 19h00. 

De acordo com um dos líderes do movimento, Maicon de Oliveira, cinco moradores da Favela Canaã foram feridos e procuraram atendimento médico por meios próprios. 

A polícia militar informou que dois dos manifestantes foram detidos por portar rojões. Eles foram encaminhados à Delegacia Sede de Guarujá para prestar depoimento e liberados.  

Um movimento foi organizado para entrar no conjunto habitacional, pronto há 10 anos e desabitado. No entanto, a ação foi frustrada por homens da Polícia Militar. O grupo se deparou com os policiais, em formação de barricada, fazendo o isolamento do conjunto habitacional.

O cenário de guerra estava formado e o estopim teria sido uma pedra atirada por um dos moradores que se emparelhavam com a força policial. No revide, a polícia disparou balas de borracha e usou o gás de efeito moral para dissipar os manifestantes, além de rojões. Os ocupantes fizeram barricadas com pneus e móveis e atearam fogo, fechando algumas ruas. 

Cerca de 30 viaturas da Polícia Militar e um caminhão do Corpo de Bombeiros foram deslocados para proteger as residências. Apesar da tentativa frustrada, manifestantes cercavam as imediações durante a noite. De acordo com um dos líderes do movimento, Maicon de Oliveira, cinco moradores da Favela Canaã foram feridos e procuraram atendimento médico por meios próprios. 

Entre os feridos, uma mulher de 40 anos, que foi atingida nas costas por uma bala de boracha. Ela contou que estava em meio ao tumulto e, quando percebeu, já estava machucada. Há relatos de agressão contra menores. 

De acordo com informações da Polícia Militar, o Copom recebeu informações de que, entre os moradores, teriam indivíduos armados e preparados para um combate. Por isso, surpreendeu os manifestantes com efetivo reforçado. A PM alega que a ação teve como objetivo dispersar os integrantes do movimento, evitar baderna e proteger os imóveis. 

O policiamento na Rua Antenor Pimenta seguiu durante a madrugada.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PESADELO EM GUARUJÁ!

"Eles estão manipulando a população, usando a comunidade para pressionar a Prefeitura"
DUÍNO TERRACOM FERNANDES

VAMOS ACREDITAR NO DUÍNO "TERRACOM" FERNANDES OU NA CONSTRUTORA?

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Guarujá foi a quinta cidade do País a fazer parte, em 2001, do Projeto Habitar Brasil. O local escolhido foi o complexo Vila Sossego, Areião e Vila Rã, no final do Bairro Enseada, onde 1.287 famílias foram beneficiadas só na primeira etapa. 

A segunda fase, que é executada com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), prevê, entre adequação e construção, 900 moradias e unidades sanitárias. Mas, agora que o empreendimento está no final, o que era para ser a realização de um sonho se tornou pesadelo para as famílias. 

Segundo a Villanova Engenharia e Desenvolvimento Ambiental, empresa responsável pelas obras há três anos, 177 moradias eram para ter sido entregues em novembro do ano passado. Porém, só 90 foram erguidas até hoje. 

A própria empresa admite que paralisou definitivamente os trabalhos há três meses, dois depois de começar uma operação tartaruga. O motivo, segundo Hélio de Jesus, técnico da obra, é o não pagamento de reajustes por parte da Prefeitura desde abril do ano passado. A empresa constou no comunicado, publicado na última sexta-feira no Diário Oficial, em que a Prefeitura relaciona empresas para as quais está devendo, mostrando a ordem cronológica de pagamentos. 

O valor para a Villanova foi de R$ 298.313,04. "Essa foi a primeira parcela e o pagamento seria feito em janeiro, mas recebemos a informação de que foi feito apenas hoje (ontem). A Prefeitura deve, no total, quase R$ 1 milhão, que será dividido em quatro meses". 

Diante do atraso, ele afirma que os empregados esperarão o pagamento da segunda parcela para iniciar os trabalhos. "Aqui tinha 200 funcionários, agora só tem sete. Desde novembro temos efetuado algumas obras, por conta da empresa, só para não deixar a população na mão. A resposta da Prefeitura é que não tem dinheiro, mas eles não sentaram conosco para conversar".

PREFEITURA 

O secretário municipal de De senvolvimento e Gestão Urbana de Guarujá, Duíno Verri Fernandes, nega os problemas. "A empresa está com todos os pagamentos pela Caixa Econômica Federal em dia, a Prefeitura está repassando. 

O que está faltando por parte da Administração Municipal é apenas o reajuste, que nós já combinamos que, em janeiro, poderíamos acertar. E a empresa se comprometeu a aumentar o ritmo, mas nem assim tocou na obra". 

Por isso, Duíno disse que ontem a empresa seria notificada. "Eles estão manipulando a população, usando a comunidade para pressionar a Prefeitura". Já o funcionário da empresa afirma que nem os pagamentos da Caixa são depositado sem dia. "Pelo contrato temos que receber em 10 dias, mas a Prefeitura demora 40 para repassar".