segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

E AGORA DR. FELIX DO GUARUJÁ?

OS INCONFIDENTES PUBLICARAM ONTEM NO FACEBOOK A VERSÃO DAS PESSOAS QUE ASSISTIRAM A CONFUSÃO NO PAM RODOVIÁRIA OU SERIA PÂNICO?
MÃE DE CRIANÇA REBATE ACUSAÇÕES DE ENFERMEIRA AGREDIDA EM GUARUJÁ.


CASO OCORREU EM UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO DA RODOVIÁRIA. ENFERMEIRA DIZ QUE FOI AGREDIDA COM CHUTES E SOCOS PELA FAMÍLIA DE BEBÊ.

A mãe de um bebê de um ano e meio, que se envolveu em uma briga com uma enfermeira em uma unidade médica em Guarujá, no litoral de São Paulo, neste sábado (25), rebateu as acusações da enfermeira e afirma que foi a profissional que começou a briga. Já a enfermeira, pour outro lado, afirma que foi agredida por cinco pessoas. O caso será investigado pela Delegacia da Mulher.

De acordo com a autônoma Juliane Riachão, mãe do bebê que estava sendo atendido pela enfermeira Maria Fernanda Marques, a confusão começou com um desentendimento entre as duas. “Meu filho estava chorando e eu comecei a cantar a música da 'Galinha Pintadinha' para acalmar ele. A enfermeira pediu para eu parar, dizendo que ela não era obrigada a estar lá atendendo enquanto eu cantava”, relata Juliane.

O bebê, que foi vítima de um atropelamento, estava com uma ferida na perna e um medicamento foi inserido pela mão dele. “Ela puxou o medicamento da mão do meu filho e começou a agressão. Eu falei para ela não machucar o meu filho. Acho que ela apertou com má intenção. Aí eu entrei na frente dela para pegar o meu filho e ela puxou o meu cabelo. Por isso eu revidei”, explica.

Juliane diz ainda que estava dentro da sala de medicação apenas com uma prima, não cinco pessoas, como foi dito pela enfermeira. “Me arrependo de ter revidado a agressão daquela senhora, mas qualquer um faria o que fiz por um filho que está sendo maltratado por um funcionário da saúde”, finaliza a mãe da criança.

A enfermeira registrou um boletim de ocorrência na delegacia sede de Guarujá. Segundo a polícia, ela foi encaminhada ao Instituto Médico Legal para realizar exame de corpo de delito e, em seguida, retornou à Delegacia da Mulher com o laudo. Ainda de acordo com a polícia, a família do bebê será intimada para prestar depoimentos.

Caso
A funcionária de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guarujá, no litoral de São Paulo, afirma ter sido agredida enquanto trabalhava na madrugada deste sábado (25). A auxiliar de enfermagem relata que sofreu a agressão da família de um bebê que chorou durante o atendimento. A vítima registrou boletim de ocorrência na delegacia da cidade.

Fonte: G1 Santos

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