quarta-feira, 24 de abril de 2013

SERVIDOR PÚBLICO: CAMPANHA SALARIAL!

PREFEITA QUER GASTAR 23 MILHÕES NO ESTÁDIO, 80 MILHÕES NO AEROPORTO E NADA AO FUNCIONÁRIO PÚBLICO?
MARIA ANTONIETA IMPORTOU DE SANTOS O IRMÃO DO EX-PREFEITO PAPA, EX-CANDIDATO A VEREADOR PELO PMDB, TODOS COM SALÁRIOS EM MÉDIA DE 8 MIL REAIS, ENQUANTO O FUNCIONALISMO PÚBLICO TEM QUE ESMOLAR PARA SER RECONHECIDO!


Negociação do servidor municipal de Guarujá não chega a consenso

Ainda não está definida a correção salarial com data-base em abril, dos 5.700 servidores públicos municipais de Guarujá. A segunda negociação entre prefeitura e sindicato, na manhã desta quarta-feira (17), ainda não chegou a um consenso.

A próxima reunião está marcada para a próxima quarta-feira (24), quando os secretários municipais de finanças e administração, Armando Palmieri e Flávio Poli, trarão nova contraproposta, que depois será levada a assembleia.

A presidenta do Sindicato dos Funcionários Públicos da Prefeitura de Guarujá, Márcia Rute Daniel Augusto (na foto), está com a íntegra da contraproposta do Executivo, para estudá-la detalhadamente, com sua assessoria técnica.

"Criou-se grande polêmica por causa das correções na tabela salarial, feitas de janeiro, em decorrência da mudança do regime jurídico de celetista para estatutário", pondera a sindicalista. Para ela, "isso não pode anular a campanha salarial".

Márcia explica melhor: "As correções nas tabelas salariais, decorrentes do novo regime de trabalho, foram definidas em 2012 e não podem prejudicar a data-base de 2013. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa", diz a sindicalista.

Por isso, ela propõe um reajuste linear para toda a categoria, de 20%, com posterior negociação sobre melhoria das faixas mais baixas, que hoje recebem R$ 918. A sindicalista sugere uma comissão mista para debater a tabela salarial após a data-base.

"Estou muito à vontade porque o sindicato não participou das discussões sobre as tabelas salariais, em 2012, que ficaram restritas aos técnicos da prefeitura", diz Márcia. "Se as correções têm erros, vamos corrigi-los a partir de maio".

A categoria reivindica correção salarial de 20,5%, correspondente à soma de 9,5% de inflação prevista, 8% de FGTS e 3% de ganho real. Os 8% correspondem ao depósito de fundo de garantia por tempo de serviço que a Prefeitura deixou de recolher ao FGTS na passagem dos servidores do regime jurídico para estatutário.

A categoria quer ainda aumento da cesta básica de R$ 350 para R$ 480. Márcia Rute insistiu na apresentação de índice de reajuste e aumento, deixando a correção das distorções "para depois".

Um comentário:

  1. O mau uso do dinheiro ,público em guarujá diga não
    não ao salário milionário aos secretários adjuntos
    despreparados,disfuncionais,desnecessariamene,
    não á secretários que nem a cidade conhecem,ou em desvio de função.
    o importante não é o sucesso,a meta,mas politicagen,e o aumento do servidor de carreira fica por último,quem elaborou nós sabemos,tee o deddo da educação é lógico afinal a prefeita de guaruá é professora.tainhas espiãs agradece

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