sábado, 7 de junho de 2014

GUARUJÁ ENFRENTA REFLEXOS DA GREVE DE COLETORES DE LIXO

GUARUJÁ ENFRENTA REFLEXOS DA GREVE DE COLETORES DE LIXO DOMICILIAR
A PARALISAÇÃO DOS TRABALHADORES, QUE NÃO TEM PRAZO PARA TERMINAR, COMEÇOU NO DIA 2 DE JUNHO E ATINGIU TAMBÉM AS OUTRAS CIDADES ONDE O SINDILIMPEZA ATUA.


Um dia após a chegada da seleção da Bósnia a Guarujá, a cidade enfrenta os reflexos da greve dos trabalhadores da Terracom e a consequente paralisação da coleta de lixo domiciliar. Segundo a Prefeitura, na manhã deste sábado, somente três caminhões executaram os serviços nos bairros.

A paralisação dos funcionários é uma ação direta do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio e Conservação de Cubatão, Praia Grande, São Vicente, Santos, Guarujá e Bertioga (Sindilimpeza), que está discutindo o reajuste salarial.

A paralisação dos trabalhadores, que não tem prazo para terminar, começou no dia 2 de junho e atingiu também as outras cidades onde o Sindilimpeza atua. “Nossa luta é para conquistar o piso salarial mínimo de R$ 1.000”, afirma a entidade em seu site. Atualmente, o piso salarial do coletor é de R$ 785 e dos funcionários da varrição é de R$ 755.

A Terracom chegou a fazer proposta de reajuste de 10%, que não foi aceita. Além do aumento, os trabalhadores pedem adicional de insalubridade de 40%, licença maternidade de seis meses e 40 horas semanais de trabalho.

De acordo com a Prefeitura de Guarujá, os serviços de varrição de rua, roçada e capinação estão sendo executados normalmente. Para tentar amenizar o problema e evitar lixo acumulado nas ruas, a Administração Municipal pede que os moradores coloquem o lixo apenas nos horários de coleta.

Fonte: A Tribuna Digital

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