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terça-feira, 28 de julho de 2015

SERVIDORES DE SÃO VICENTE DECIDEM MANTER GREVE E MARCAM PASSEATA.

SERVIDORES DECIDEM MANTER GREVE E MARCAM PASSEATA PARA SEGUNDA-FEIRA.
SEM RECEBER O PAGAMENTO DE BENEFÍCIOS ATRASADOS EM SÃO VICENTE, CATEGORIA DECIDIU MANTER A GREVE POR TEMPO INDETERMINADO.



Dezenas de servidores públicos de São Vicente estiveram em frente ao Paço Municipal na tarde desta sexta-feira (31) e não concordaram com a resposta da Administração sobre o pagamento de benefícios atrasados e decidiram manter a greve. 

A reivindicação da categoria é contra aos atrasos dos pagamentos dos salários e também aos atrasos referentes as horas extras, 13º salário, férias e verbas rescisórias. 

Além disso, vários benefícios estão em atraso como a cesta básica. Outro fator apontado pelos servidores é a retenção dos repasses dos descontos concedidos em folhas de pagamentos provocando restrições de crédito, pagamentos duplicados e constrangimento aos trabalhadores. 

Durante a Assembleia de hoje,  foi decidido por unanimidade pela categoria a realização de uma passeata na próxima segunda-feira às 10 horas, em frente ao Paço Municipal.

Os salários referentes ao mês de julho foram pagos ao funcionalismo nesta sexta-feira. Entretanto, muitos deles ainda não tiveram os benefícios em atraso pagos.  Em nota, a Prefeitura de São Vicente disse que esses pagamentos serão regularizados a partir da próxima semana.

Crise Nacional

Em contato com a Reportagem de A  Tribuna, o prefeito Luis Claudio Billi (PP) disse que os servidores  têm o direito de se manifestar. "Essa é uma crise nacional, basta ler ou assistir os noticiários, mas acredito que vamos superar esse momento".

"Tem que dar um desconto para essa manifestação, porque estamos em ano pré-eleitoral tanto do sindicato, quanto do Município. Por isso os ânimos se alteram e sempre aparecem os oportunistas". E para finalizar, ele disse: "fui o prefeito que mais benefícios dei aos servidores na história da Cidade".

Fonte: A Tribuna Digital

sábado, 18 de julho de 2015

COLETORES DE LIXO INTERROMPEM TRABALHO EM SÃO VICENTE!

APÓS DEMISSÕES, COLETORES DE LIXO INTERROMPEM TRABALHO EM SÃO VICENTE NO FALIDO GOVERNO BILI!
SEGUNDO SINDICATO, COLETORES SÓ VOLTARÃO AO TRABALHO APÓS A RECONTRATAÇÃO DOS DEMITIDOS


A demissão de 16 funcionários, incluindo oito diretores do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio e Conservação (Sindilimpeza), foi o estopim para os coletores de lixo de São Vicente interromperem as atividades no município. 

Segundo a entidade, que representa os trabalhadores do setor em Cubatão, Praia Grande, São Vicente, Santos, Guarujá e Bertioga, os coletores de São Vicente só voltarão ao trabalho após os demitidos serem recontratados pela Terracom. “Eles alegam apenas que não tem lugar para eles na empresa. Não é uma greve, mas um ato de repúdio. 

A Terracom não fala com o sindicato há quatro meses. Alegam que não reconhece nosso trabalho e querem negociar com a Femaco (Federação dos Trabalhadores em Serviço, Asseio e Conservação Ambiental, Urbana e Áreas Verdes no Estado de São Paulo)”, explica a presidente do Sindilimpeza, Paloma dos Santos. 

O repúdio em São Vicente ocorre por ser o local onde o Sindilimpeza conta com sua maior base. De acordo com Paloma, cerca de 90% dos trabalhadores são filiados ao sindicato. Em Cubatão e Guarujá, a base cai para 50%. As demissões ocorreram em São Vicente (10), Cubatão (2) e Guarujá (4). Ao todo são cerca de 1,4 mil trabalhadores na região.

Procurada por A Tribuna, a Terracom não emitiu nenhuma resposta até o fechamento desta edição.


Fonte: A Tribuna Digital

sexta-feira, 17 de abril de 2015

GUARDAS MUNICIPAIS RECLAMAM DA FALTA DE PAGAMENTO DE BENEFÍCIOS.

CONFUSÃO ENVOLVENDO VIGIAS MARCA REUNIÃO COM A PREFEITURA DE GUARUJÁ
TRABALHADORES FICARAM INSATISFEITOS COM POSTURA DO SINDICATO. GUARDAS MUNICIPAIS RECLAMAM DA FALTA DE PAGAMENTO DE BENEFÍCIOS.



Guardas municipais e vigias de Guarujá, no litoral de São Paulo, tentam negociar com a prefeitura o salário e outros benefícios das categorias. O resultado de uma reunião nesta sexta-feira (17) não agradou os trabalhadores e houve confusão. Segundo eles, o sindicato não teve uma postura firme para defendê-los diante da administração municipal.

Por volta das 9h, os guardas municipais e vigias já estavam na frente da prefeitura aguardando o resultado da reunião que discutiu as reivindicações das categorias. No entanto, quando o representante do sindicato desceu para conversar com os trabalhadores, começou a confusão.

Na opinião do advogado dos vigias, José Francisco Paccillo, o sindicato foi contra o desejo dos trabalhadores. “O próprio sindicato inviabilizou a entrada dos vigilantes na reunião, marcada há muito tempo com a prefeita. Chegamos cedo e fomos impedidos de entrar. Hoje, existe uma preocupação grande da categoria em relação à representação do sindicato”, explica.

O vigilante Márcio Rodrigues Chaves reforça o coro das reclamações. “A gente reivindica os mesmos direitos da Guarda Municipal. Queremos promoção horizontal e equiparação salarial. Diferença de horário de escala também”, diz. Os guardas municipais também protestaram nesta sexta-feira, insatisfeitos com a falta de pagamento de benefícios.

Em nota, a prefeitura informa que, na reunião, seriam avaliadas as reivindicações e o governo municipal apontaria o que seria possível ser feito agora e o que seria necessário estudos.  A administração ressalta que respeita a legitimidade dos sindicalistas, porém, algumas pessoas que não são representantes legítimos da categoria queriam participar da reunião, e não foi possível prosseguir com as discussões. A Secretaria de Administração afirma que vai marcar uma nova data para dar sequência aos estudos e garantir os avanços das cláusulas sociais, sem que haja prejuízo às categorias que já estavam agendadas para esta sexta-feira.


O Sindicato dos Servidores Públicos de Guarujá (Sindiserv) afirma que, primeiro, o sindicato quer negociar com a prefeitura até a exaustão. Se não houver acordo, a entidade fará uma manifestação e poderá até entrar na Justiça.

Fonte: G1/Santos

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

FUNCIONÁRIOS DO DETRAN PARAM POR SALÁRIOS ATRASADOS!

NO GUARUJÁ, FUNCIONÁRIOS DO DETRAN PARAM POR QUASE DUAS HORAS.

SUSPENSÃO DE TRABALHOS FOI PROVOCADA POR SALÁRIOS ATRASADOS. DETRAN ESTÁ RESOLVENDO A QUESTÃO.


Treze funcionários da unidade de Guarujá do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) cruzaram os braços ontem por cerca de duas horas, entre às 11 e 13 horas, por não terem recebido salários. O pagamento teria que ocorrer no quinto dia útil deste mês. O Detran fica na Avenida Antônio Miguel dos Santos, 100, no Santa Rosa.

A Reportagem conversou com alguns funcionários momentos após o retorno ao trabalho. Eles preferiram não se identificar, mas revelaram que representantes do sindicato estiveram no local para resolver a situação. “Tivemos que voltar porque fomos ameaçados de não sermos recontratados quando a nova empresa assumir os serviços”.

Os serviços do Detran são realizados pela Petros Serviços Terceirizados. Conforme informado, o Estado já teria aberto licitação para contratar nova prestadora de mão de obra. No Detran de Santos estaria ocorrendo o mesmo, mas uma nova empresa deverá assumir na próxima segunda-feira, dia 20.  

O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio e Conservação de Cubatão, Praia Grande, São Vicente, Santos, Guarujá e Bertioga – Sindilimpeza, Ederson Carlos da Silva, disse confirmou que as funcionárias estão sem salários e benefícios.

“A empresa simplesmente sumiu e o Estado ainda conseguiu segurar duas faturas. No entanto, não dá segurança alguma para as trabalhadoras, que retornaram ao serviço após a Polícia Militar tê-las ameaçado. A direção do Detran também as ameaçou de não recontratá-las. Não tivemos escolha”, disse o coordenador.

Detran

O Detran esclarece que não procede a informação de que os funcionários terceirizados tenham sido “coagidos” ou “pressionados” a voltar ao trabalho e que eles estavam impedindo a entrada e a saída dos cidadãos que eram atendidos na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) do Guarujá. A polícia foi acionada somente para garantir o funcionamento da unidade.

O Detran garante que a Petros — contratada por meio de licitação pública – já havia sido notificada e multada. O órgão também esclarece que está em dia com o pagamento à empresa. O problema ocorreu no repasse da empresa aos funcionários, que são terceirizados e não têm vínculo com o Governo do Estado.

Fonte: Jornal Diário do Litoral

terça-feira, 30 de setembro de 2014

A GREVE É ILEGAL, AGORA NÃO RECEBER O VALE REFEIÇÃO É LEGAL PREFEITA?

FAZER GREVE É ILEGAL, AGORA PASSAR FOME POR FALTA DE VALE REFEIÇÃO É LEGAL PREFEITA DE GUARUJÁ?
ANTONIETA DIZ QUE GREVE É ILEGAL E MINIMIZA ATRASO DE TICKET REFEIÇÃO.


MARIA ANTONIETA DE BRITO (PMDB) FEZ UM PRONUNCIAMENTO NESTA SEGUNDA. PREFEITA DECIDIU FALAR APÓS SURGIMENTO DE GREVE GERAL DOS ÔNIBUS NA CIDADE.

A Prefeita de Guarujá, no litoral de São Paulo, fez um pronunciamento, na manhã desta segunda-feira (29), para falar sobre a greve promovida pelos funcionários da empresa Translitoral, responsável pela circulação dos ônibus na cidade. Maria Antonieta de Brito (PMDB) afirmou que foi pega de surpresa pela greve e que a situação é ilegal.

Em pronunciamento, a prefeita diz que foi avisada da greve por um assessor, que mora nas proximidades da sede da Translitoral. “Fui pega de surpresa, na madrugada desta segunda-feira. Fui avisada por um assessor que mora ali perto. A greve é ilegal, não teve comunicação prévia de 72 horas como é previsto”, comenta.

Sobre o pagamento do ticket alimentação, Antonieta minimizou o atraso e confirmou que o pagamento já estava agendado. “Não houve o pagamento desde quinta-feira, mas já estava agendado para amanhã. A prefeitura vai notificar a empresa e o sindicato sobre a atitude irresponsável dos funcionários”, explica.

Uma reunião entre a prefeitura e a empresa responsável pelo transporte público de Guarujá foi agendada para o início da tarde para tentar resolver a situação.

100% parado
Os funcionários e demais empregados da empresa Translitoral entraram em greve nesta segunda-feira. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Santos e Região (SINDROD), o motivo da greve é a falta do pagamento do vale-refeição de setembro. A greve afeta 100% dos ônibus da cidade.

O sindicato afirma que os ônibus deveriam começar a circular a partir das 4h30, mas os funcionários paralisaram o serviço espontaneamente. O pagamento do benefício deveria ser pago na sexta-feira (26). Os trabalhadores permanecerão em greve até que a Translitoral deposite o valor, que é de R$ 390, ou que a empresa consiga uma liminar na Justiça, obrigando os funcionários a circular a frota, mesmo que parcialmente.

Uma das afetadas pela paralisação foi a jovem Milena Baptista, que precisou pegar uma carona já que não havia ônibus na cidade nas primeiras horas da manhã. "A greve pegou a gente de surpresa. Foi do nada. Tive que mudar a minha rotina e os meus horários. Meu pai teve que me dar uma carona de moto até o meu trabalho hoje pela manhã", conta.

A Translitoral, empresa do grupo Sobral, transporta cerca de 75 mil passageiros por dia, em 177 ônibus e micro-ônibus, distribuídos em 30 linhas urbanas que circulam por todas as áreas da cidade com tarifa de R$ 2,80. A empresa afirmou que foi pega de surpresa e está adotando as medidas jurídicas cabíveis para o retorno do serviço. Segundo a empresa, o valor referente ao ticket refeição será creditado à 0h desta terça (30).

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

GUARUJÁ, A CIDADE QUE A CORRUPÇÃO NÃO ENTRA EM GREVE!


GUARUJÁ, A CIDADE QUE A CORRUPÇÃO NÃO ENTRA EM GREVE!
por Manoel Inconfidente Vergara

Bom dia, meus poucos leitores. É verdade, a nova onda agora no Governo e nos bastidores políticos da Igreja Universal (leia-se PRB), é pregar que o Vergara está caidinho, ninguém mais o lê. Afinal e dai? Comecei com apenas um leitor e provavelmente acabarei com um. Será? Claro que não! Quem escreve a verdade, não merece castigo e, calar, esconder, omitir o Blogueiro da imprensa e TV, tá custando uma nota aos cofres públicos que acabam mandando a conta para a população é claro.

A população acordou sem transporte público, nenhuma novidade, afinal quando tivemos um transporte público de qualidade? O final da história é simples, a população pagará a conta, a tarifa de ônibus irá subir, o proprietário da empresa ficará feliz, já que vem reivindicando isso há meses, o sindicato e os sindicalistas vão ganhar uma graninha e a Prefeita de Guarujá vai fazer o papel de coitadinha, ir a televisão e chorar.....

Nada pude fazer, afirmará à nossa Lana Turner Guarujaense. A Prefeita de Guarujá não fará o devido sucesso como a antecessora, mas o papel de vilã no governo está perfeito. Vejam a situação das UPAS no final de semana, São João fechada sem médicos, Boa Esperança com apenas um médico e o Pam da Rodoviária como sempre, um Pânico.

E a USAFA Gentil Nunes Neto no Jardim Conceiçãozinha quando vai abrir ao público? Será que estão esperando o nosso Gentil Nunes passar desta para uma melhor para homenagear também o ex-vice prefeito de Guarujá, Comunista de carteirinha da Ilha de Santo Amaro?

Pois é, mas fazem um seis anos que não assisto a Câmara Municipal, Emissoras de Televisão e Jornais da cidade falarem e fiscalizarem absolutamente nada da Translitoral, campeã em denuncias no Ministério Público por descaso e outras "coisitas mas".....Tenho certeza que deve ser devido ao "SEU PINGO", aquele senhor que todo mundo gosta que trabalha lá na Translitoral e goza de tanto respeito e consideração dos políticos e jornalistas na cidade!

Bom, vamos aguardar o final da greve, mas a Prefeita de Guarujá já está reunida em seu gabinete com o G "alguma coisa", parece até os filmes do James Bond, ela vai resolver o problema, aparecerá no jornal da TV Tribuna acenando as mãozinhas com rigor e vai declarar: "O Governo para combater a greve vai lançara o "Programa Shineray", vamos mandar um projeto à Câmara de Guarujá para beneficiar os portadores de Ciclomotores de 49CC, que não precisam licenciar os ciclomotores, não precisam de habilitação, não param nos semáforos da cidade, andam pelas ciclovias e infernizam a vida dos motoristas diariamente pelas ruas da cidade.

Vou deixar aqui minha sugestão, tem um ônibus famoso lá na frente da Delegacia Sede que deve quebrar o galho, ou, basta pegar alguns do milionário contrato da Yellow Tour, que pelas contas de um perito e especialista, precisaria ser mais ou menos a Frota da Translitoral para justificar o contrato de quase 13 milhões......

O Ministério da Vergonha Alheia adverte: "Ler Os Inconfidentes, faz mal para o coração, causa pressão alta, aumenta a indignação e adoece pessoas honestas!" 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

PREFEITA, PROFESSOR NÃO É IDIOTA!


PREFEITURA NÃO APRESENTA PROPOSTA AOS PROFESSORES!

PREFEITA CONTINUA ENROLANDO OS PROFESSORES DE GUARUJÁ!
AUMENTO DEVERÁ SER DECIDIDO DIA 19 PELA JUSTIÇA, QUE INTERMEDIARÁ PROPOSTA ENTRE PREFEITURA E SINDICATOS. O COMANDO DE GREVE SE REÚNE HOJE PARA TRAÇAR OS PRÓXIMOS PASSOS DO MOVIMENTO


Ainda não há acordo de reajuste para os servidores de Guarujá

Os cerca de seis mil servidores públicos de Guarujá, incluindo os 1.800 professores, ainda levarão um tempo para ver seus salários reajustados em seus holerites. Ontem, em reunião de mais de cinco horas, a Prefeitura repetiu a dose: não apresentou qualquer proposta aos dois sindicatos que representam as categorias — o dos Servidores Municipais de Guarujá (Sindserv) e o dos Professores de Escolas Públicas do Município de Guarujá e Região (Siproem).

O encontro foi a portas fechadas. O Governo Municipal não apresentou nada além dos 0,5% de reajuste e R$ 200,00 de abono, propostos anteriormente. Os professores, que permanecem em greve, reivindicam pelo menos a correção da inflação (5,82%). Dessa forma, nem a proposta de correção das tabelas salariais — consenso entre os dois sindicatos — avançou, o que vem causando insatisfação no funcionalismo.

O comando de greve se reúne hoje para traçar os próximos passos do movimento. Paralelamente, o professor Valter Batista, outros docentes e funcionários públicos conseguiram mais de 400 assinaturas em um abaixo-assinado para obrigar a presidente do Sindserv, Márcia Rute Daniel, a promover nos próximos dias uma nova assembleia extraordinária para iniciar uma renegociação com a Administração. Uma greve geral não está descartada. O documento já foi protocolado no Sindserv. “Espero que saiamos daqui com uma decisão, senão a situação ficará insustentável e aí quem decidirá será a categoria”, disse Márcia Rute, momentos antes do encontro, acenando para uma possível assembleia.

Às 15 horas, um grupo de professores fez vigília na primeira sessão ordinária da Câmara, para evitar a possível votação de qualquer projeto visando o reajuste que prejudicasse a categoria. A prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB) resolveu não encaminhar proposta, nem mesmo a acordada semana passada, em decisão a portas fechadas com o Sindserv, que se contentou com 0,5% de reajuste e um abono de R$ 200,00, contrariando posição dos educadores.


100 professores no Paço

Por volta das 19 horas, cerca de 100 professores se reuniram no estacionamento do Paço Municipal, para aguardar o resultado da primeira reunião entre a Administração, o Sindserv e o Siproem, cuja presidente, Joanice Gonçalves, por volta das 20 horas, aproveitou 15 minutos de intervalo para avisá-los que as negociações não haviam avançado.  

Na última segunda-feira (4), os educadores obtiveram uma vitória significativa na Justiça, quando reconquistaram o direito de greve, após o desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), Antônio Carlos Malheiros, rever a sua decisão anterior permitindo que 20% dos professores (360) mantenham-se paralisados em sistema de rodízio enquanto as negociações não avançam.

Além de permitir a continuidade da greve, o magistrado impediu que a Prefeitura encaminhasse à Câmara qualquer percentual de reajuste já que (os professores) não participaram do processo de discussão e formação do projeto de lei. Ele avisou a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB) para não sancionar qualquer lei neste sentido, caso contrário terá que pagar R$ 100 mil de multa.

O desembargador ainda marcou uma audiência de conciliação para o próximo dia 19, às 15 horas, entre a Prefeitura e o Siproem, que havia ingressado mandado de segurança solicitando a suspensão da liminar que obrigou os professores a parar a greve.

Fonte: Diário do Litoral

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O BEM VENCE O MAL E OS PROFESSORES PODEM IR AS RUAS!

DR. TOTÓ MALHEIROS REVÊ A DECISÃO E O BEM VENCE O MAL. PROFESSORES DE GUARUJÁ GANHAM O DIREITO DE GREVE!
NÃO PODEMOS ESQUECER QUE "TODO" TRABALHADOR TEM DIREITO NO MINIMO AO SALÁRIO CORRIGIDO PELA INFLAÇÃO. VAMOS CASSAR A PREFEITA, SECRETÁRIOS POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA! A LUTA CONTINUA PROFESSORES, EDUCADORES, MESTRES, VAMOS TOMAR AS RUAS JÁ E REQUERER SEUS DIREITOS, TRABALHADORES!



DESCULPEM, QUASE ESQUECEMOS: "CHUPA PROFESSOR-SECRETÁRIO CÂNDIDO!

REVIRAVOLTA NA GREVE DOS PROFESSORES DE GUARUJÁ!


sábado, 2 de agosto de 2014

EDUCADORES REALIZARAM O MAIOR MOVIMENTO REIVINDICATÓRIO NA HISTÓRIA DE GUARUJÁ!

PARABÉNS AOS NOSSOS EDUCADORES: "A LUTA CONTINUA COMPANHEIROS"
PROFESSORES UNIDOS REALIZARAM O MAIOR MOVIMENTO REIVINDICATÓRIO NA HISTÓRIA DO GUARUJÁ!


LEMBRANDO QUE NOSSOS PROFESSORES FORAM TRAÍDOS POR UMA PROFESSORA, AFINAL COMO DIZEMOS POR AQUI: "GOVERNO MARIA DE BRITO, QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!

SIPROEM TENTA DERRUBAR LIMINAR QUE SUSPENDE A GREVE

SIPROEM TENTA DERRUBAR LIMINAR QUE SUSPENDE A GREVE
FUNCIONÁRIOS VÃO COLHER ASSINATURAS PARA PRESIDENTE CUMPRIR ESTATUTO


A briga dos professores de Guarujá por, pelo menos, a reposição da inflação não terminou. O Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Município de Guarujá e Região (Siproem) ingressou com mandado de segurança solicitando a suspensão da liminar que obrigou os professores a suspender a greve. “Continuaremos lutando até conquistarmos a nossa vitória e estamos no aguardo da resposta da Justiça”, explicou a presidente, Joanice Gonçalves.

“Nossa categoria vai lutar pelo que é certo e justo. Estamos reivindicando um direito do trabalhador. Estou muito feliz pela união de toda a categoria que, sempre em baixo de chuva ou sol, se mostrou forte. Os professores estão de parabéns”, concluiu a sindicalista.

Na tarde de quarta-feira (30), a diretoria e presidência do Siproem estiveram reunidas com o presidente Nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Pata, que convocou o Departamento Jurídico da entidade para encaminhar várias ações visando uma solução jurídica para do impasse que os professores de Guarujá estão atravessando.

Estatuto

Ontem, via redes sociais, o professor Valter Batista, outros professores e funcionários públicos descontentes com a postura da presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Guarujá (Sindserv), Márcia Rute Daniel, resolveram iniciar um abaixo-assinado para forçar a sindicalista a cumprir o estatuto e convocar uma assembleia extraordinária, conforme havia prometido a dezenas de professores, que faziam vigília no estacionamento do Paço Municipal. Será preciso 600 nomes para garantir o pleiteado.

“O Sindserv tem centenas de Professores dentre seus associados. Em respeito a eles, deveria ter aguardado a resolução da imposição legal para o término de nossa greve antes de se reunir com a Administração Municipal para tratar da nova proposta de reajuste salarial. Além disso, é ilegítimo que uma comissão represente os servidores sem que tenha havido uma eleição entre seus pares”, afirma Batista.

O professor se refere ao fato de que Márcia Rute e a diretoria resolveram não submeter à categoria o que foi acordado após participar, a portas fechadas, de uma reunião com a Administração, em que ficou decidido o encaminhamento à Câmara, na próxima terça-feira (5), do mesmo projeto de lei anterior - que propõe R$ 200,00 de abono (sem incorporação salarial), 0,5% de reajuste e a correção das tabelas salariais do funcionalismo público municipal.

O movimento quer: eleição de uma comissão de negociação; apreciação da proposta negociada ‘indevidamente’ pela comissão nomeada pelo Sindserv sem aval dos trabalhadores e a publicação de moção de apoio à luta dos professores.

Sindserv

A presidenta do Sindserv informa, pela Assessoria de Imprensa, que aguardará a apresentação do abaixo-assinado para adotar as normas estatutárias. Márcia Rute esclarece que a comissão que a acompanhou na mesa-redonda foi a mesma eleita na assembleia de 14 de fevereiro para negociar a campanha salarial com a Prefeitura.

A sindicalista explica que, além da comissão permanente de negociação, participaram da mesa-redonda outros representantes da categoria, inclusive uma servidora da oposição sindical. Ela pondera ainda que o encaminhamento da mesa-redonda corresponde à decisão da assembleia final da campanha salarial, em 5 de junho.

Fonte: Diário do Litoral

quarta-feira, 30 de julho de 2014

VAIADA, PREFEITA SAI CORRENDO SOB PROTEÇÃO POLICIAL!


SINDSERV APROVA NESTA MANHÃ ABONO DE R$ 200,00!

QUITÉRIA É A FUTURA PRESIDENTE DO SINDICATO DOS SERVIDORES (SINDSERV)!
CIRCULANDO NA INTERNET: "O SINDSERV APROVOU NA REUNIÃO DE HOJE CEDO NA PREFEITURA O SEGUINTE; ABONO DE 200,00 SEM INCORPORAÇÃO, 0,5 POR CENTO E TABELA E NÃO HAVERÁ ASSEMBLEIA NA 6 FEIRA. SERÁ ENVIADO PARA A CÂMARA PARA VOTAÇÃO."


PROFESSORES CRIAM NOVO SLOGAN: "SINDISERV, 20 ANOS VENDENDO O SERVIDOR PÚBLICO!"

GREVE DOS PROFESSORES GANHA APOIO DE PESO!

GREVE DOS PROFESSORES EM GUARUJÁ GANHA UM APOIO DE PESO!
DEPUTADO JOSÉ DA SILVA NINGUÉM (PSN), ESTARÁ EM GUARUJÁ ESTA SEMANA PARA SERVIR DE INTERLOCUTOR JUNTO AO GOVERNO MUNICIPAL.

SINDICATO DOS PROFESSORES GARANTE PARALISAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA.

SINDICATO DOS PROFESSORES NÃO RECEBE NOTIFICAÇÃO E GARANTE PARALISAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA.
APESAR DA NOTÍCIA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DA TV TRIBUNA (REDE GLOBO), DIRIGENTES AGUARDAM MANDATO JÁ QUE A LEI DE GREVE OBRIGA APENAS 30% DO RETORNO DOS PROFESSORES AO TRABALHO. SERÁ QUE A LEI DE GREVE NÃO VALE NA ILHA DE SANTO AMARO?


A greve dos professores, iniciada no último dia 18, deve continuar nesta quarta-feira. Apesar de o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ter determinado o retorno imediato às atividades, a presidente do Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Município (Siproem), Joanice Gonçalves Santos Bapstista, informou que, até as 20h30 de hoje, não havia recebido notificação judicial alguma sobre a liminar do TJ-SP. Dessa forma, segundo ela, a greve terá prosseguimento.

“O que eu soube foi pelo Facebook da Prefeitura de Guarujá. Nenhum secretário de lá me ligou. Como fiquei sabendo apenas pelas redes sociais e não fui notificada de nada de maneira oficial, vamos manter a greve, conforme desejo expresso da categoria na assembleia de hoje”.

Desta forma, fica igualmente mantida a programação original de protestos do Siproem. Nesta quarta-feira, a partir das 9 horas, os professores estarão em frente à escola Gladson Jafet, localizada na Vila Lígia. De lá, eles deverão fazer a quarta passeata dos últimos seis dias, percorrendo as ruas de Guarujá até o Ferry Boat.

O Siproem também não confirmou a participação na reunião anunciada pela Prefeitura de Guarujá, nesta quarta-feira. “Ficou bem claro no encontro de segunda-feira que a reunião ocorreria apenas se a categoria concordasse em suspender a greve e iniciar do zero uma negociação salarial. Não foi isso o que ocorreu”.

ENTENDA A NOTÍCIA
Justiça determina fim da greve e retorno imediato de professores às salas de aula

Professores da rede municipal de Guarujá terão que retornar imediatamente às salas de aula. A determinação é do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que concedeu liminar favorável à Prefeitura, determinando a suspensão da greve que completou 12 nesta terça-feira.

A decisão estabelece ainda multa diária no valor de R$ 100 mil ao Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Município (Siproem), em caso de descumprimento.

Na decisão, o desembargador do TJ, Antônio Carlos Malheiros, entendeu que “uma vez que a essencialidade do serviço é indiscutível, a medida busca reconhecer a ilegalidade do movimento paredista diante da abusividade e ilegalidade dos motivos”.

Assembleia

No início da tarde desta terça-feira, os professores da rede pública decidiram, em assembleia, manter a greve iniciada no último dia 18. O retorno às salas de aula voltou a ser discutido porque a Prefeitura havia informado, na segunda-feira, que só retomaria as negociações sobre o reajuste salarial da categoria caso a paralisação fosse encerrada.

A proposta foi apresentada durante reunião com a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB), secretários e representantes da categoria e dos servidores públicos no Paço Municipal.  

Apesar de a Administração Municipal não oferecer um repasse aos trabalhadores superior a 0,5%, sugeriu a criação de uma comissão para estudar uma nova reivindicação salarial e, com isso, começar uma nova negociação.   

A mesma proposta será avaliada pelos trabalhadores representados pelo Sindicato dos Servidores Públicos (Sindserv), em assembleia, na próxima sexta-feira.  

Em nota, a Prefeitura de Guarujá informou que mantém o que foi acordado na reunião de segunda-feira e realizará nesta quarta-feira uma reunião com o Siproem e Sindserv para formar uma comissão que tratará da proposta de reajuste salarial que beneficie todo o funcionalismo municipal.

A Administração Municipal informa ainda que retoma o diálogo para chegar a uma proposta que seja boa para todos os servidores. O objetivo, segundo a Prefeitura, é avançar atendendo e contemplando os anseios de todas as categorias.

Fonte: A Tribuna Digital