Mostrando postagens com marcador câmara municipal ;manoel inconfidente vergara; guarujá;santos;os inconfidentes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador câmara municipal ;manoel inconfidente vergara; guarujá;santos;os inconfidentes. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de setembro de 2013

TÁ FALTANDO A BANDEIRA DA SUÍÇA!

NA CIDADE DA COPA, ONDE SE GASTARÁ QUASE 20 MILHÕES PARA REFORMAR UM ESTÁDIO SUCATEADO, VEJAM O ESTADO DA CIDADE HÁ MAIS DE QUATRO ANOS!
PODERIAM HASTEAR A BANDEIRA DA SUÍÇA NESTE MASTRO! RESPIRIDONA, NEULEPTIL E DEZENAS DE MEDICAMENTOS NÃO EXISTEM NAS FARMÁCIAS DA PREFEITURA E CENTENAS DE CRIANÇAS, JOVENS E IDOSOS ESTÃO SEM TRATAMENTO. AGRADEÇAM A PREFEITA E AO SISTEMA DE SAÚDE RESPONSÁVEIS POR MAIS DE 250 MORTES NO VERÃO! ALGUÉM SERÁ RESPONSABILIZADO AUTORIDADES DO GUARUJÁ?


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

terça-feira, 9 de julho de 2013

CONTRATAÇÃO DE HUGO DUPPRE SERÁ LEVADA AO MP!

CONTRATAÇÃO DE ASSESSOR DE HUGO DUPPRE SERÁ LEVADA AO MP
MUNÍCIPE QUER ABERTURA DE INQUÉRITO PARA APURAR SUPOSTA IRREGULARIDADE. DIRETOR DO HOSPITAL SANTO AMARO, EM GUARUJÁ, URBANO BAHAMONDE TAMBÉM É ASSESSOR PARLAMENTAR NA CÂMARA DE SANTOS.


O corretor de seguros Johnny Fernandes Lopes deve ingressar amanhã na Procuradoria Geral de Justiça de Santos com um pedido de instauração de inquérito para apurar a nomeação do assessor parlamentar Urbano Bahamonde Manso — diretor presidente do Hospital Santo Amaro (HSA) — no gabinete do vereador Hugo Duppre. O caso, publicado com exclusividade pelo DL, no último dia 4, agitou os meios políticos de Santos e Guarujá.

No pedido inicial, endereçado ao procurador Márcio Fernando Elias Rosa, Johnny Lopes se baseia na constatação que estaria havendo descumprimento de ordens jurídicas e administrativas (questão do horário de expediente do assessor) e, ainda, que a contratação teria se baseado em critérios políticos e não de interesse público.

Não só o denunciante, mas dezenas de pessoas já se posicionaram, via internet, contra a contratação de Duppre, que contraria normas administrativas da Câmara com relação ao controle dos funcionários. Por ter cargo de relevância no hospital de Guarujá, Bahamonde teria apenas três manhãs para trabalhar no gabinete de Duppre. Os demais assessores teriam, por lei, a obrigação de trabalhar em período integral — oito horas diárias com intervalo para almoço.

Para agravar ainda mais, a Reportagem constatou que o nome de Bahamonde não foi reconhecido por um colega de gabinete, apesar do presidente- assessor ter realizado, segundo o próprio Duppre, trabalhos de relevância na Câmara, envolvendo as áreas de Saúde e Meio Ambiente.

O caso foi denunciado anonimamente e a nomeação foi publicada no Diário Oficial de Santos no último dia 27. Há informações que ele estaria lotado na Casa de Leis desde o início do ano. No HSA, ele trabalha segundas, quartas e sextas-feiras somente no período da tarde e, terças e quintas-feiras, período integral.

Segundo Duppre, Bahamonde tem prestado serviços jurídicos e outros. “Como se trata de cargo em comissão, ele pode ser desligado caso entendamos que a sua produtividade ou o fato de acumular a função de direção no Santo Amaro tem comprometido o seu trabalho parlamentar”.

Por seu lado, Urbano Bahamonde Manso declarou à imprensa que sua atuação no hospital é política; que são os diretores, e não ele, que tocam a unidade; que não recebe salário e que, por não ter vínculo empregatício, é dispensado de cumprir expediente.

Quanto à questão política, o presidente-assessor revelou que, na verdade, utilizou a expressão para justificar sua ascensão à presidência da instituição, que ocorre mediante pleito entre os associados, e não como uma contratação profissional. “Estão previstas, no estatuto da entidade, funções de representação da entidade perante órgãos públicos, em juízo ou fora dele, convocar assembleias e assinar documentos”. Ele confessa que não existe a função política no mesmo estatuto.

Urbano Manso garante que não há favorecimento algum de correligionários de vereadores, secretários, empresários e outros representantes da sociedade no hospital e que participa de reuniões diárias com os diretores executivos e gestores da unidade — profissionais remunerados. “A Diretoria Executiva tem por obrigação dedicar-se integralmente às atividades hospitalares ofertadas 24 horas por dia à população”, concluiu.

Lavagem de mãos

Conforme já publicado, conforme notas encaminhadas pelas assessorias de imprensa, o presidente da Câmara de Santos, Sadao Nakai (do partido de Duppre), minimizou o imbróglio enfatizando que o controle da frequência dos assessores é competência dos vereadores. A Prefeitura de Guarujá informa que o presidente do HSA atua voluntariamente, não tendo obrigatoriedade de cumprir horário de expediente comercial, diferentemente dos funcionários e diretores da instituição.