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sábado, 13 de julho de 2013

A VIDA NÃO IMITA A ARTE EM GUARUJÁ!

NA NOVELA DA VIDA, O FINAL NUNCA É COMO NA TELINHA DA GLOBO!
 TODA POPULAÇÃO DE GUARUJÁ TORCIA INTIMAMENTE PARA O DR. URBANO BAHAMONDE FICAR EM SANTOS, ONDE RESIDE, COM UM EMPREGÃO RENUMERADO DE ASSESSOR PARLAMENTAR MAS, A VIDA NÃO IMITA A ARTE, PELO MENOS EM GUARUJÁ.


"NADA É TÃO ADMIRÁVEL EM POLÍTICA QUANTO UMA MEMÓRIA CURTA, NÃO É MESMO DR. URBANO BAHAMONDE?"

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Dr. URBANO BAHAMONDE DEIXA A CÂMARA DE SANTOS!

Dr. URBANO BAHAMONDE MANSO, PRECISAMOS CONDECORAR ESSE CIDADÃO COM A ORDEM DOS FILANTROPOS!
Dr. URBANO PEDE DEMISSÃO DA CÂMARA DE SANTOS, CARGO RENUMERADO, PARA EXERCER A FUNÇÃO DE DIRETOR PRESIDENTE DO HOSPITAL SANTO AMARO, SEM SALÁRIOS E BENEFÍCIOS.


Assessor de Duppre deixa cargo na Câmara
Diretor do HSA, Urbano Bahamonde Manso pediu exoneração no dia 4
Jornal Diário do Litoral - Carlos Ratton

Como no jargão do filme brasileiro Tropa de Elite, o assessor parlamentar do vereador Hugo Duppre (PSDB), que acumulava o cargo de diretor-presidente do Hospital Santo Amaro (HSA), em Guarujá, pediu para sair. A exoneração de Urbano Bahamonde Manso ocorreu, conforme informações extraoficiais, por conta da pressão popular e política dos últimos dias.  

O vereador Hugo Duppre enviou nota ao DL, por meio de sua assessoria de imprensa, comentando a saída de Manso. “Entendo a opção pessoal do assessor pela exoneração como correta. Principalmente porque reforça o conceito da transparência, necessário no exercício da política. Tenho que ressaltar que não houve nenhuma ilegalidade na sua atuação como assessor parlamentar, durante os seis meses de trabalho que prestou em meu gabinete.

A decisão dele decorre da sua atividade nos últimos seis anos no Hospital Santo Amaro, cargo pelo qual não recebe nenhuma remuneração por se tratar de uma entidade de benemerência do município do Guarujá”.

Repercussão do caso
Depois da publicação, uma verdadeira enxurrada de manifestações ocorreu via redes sociais. Nos bastidores políticos, tanto de Guarujá quanto de Santos, pessoas se mostravam inconformadas com as declarações de Duppre e de seu assessor de “peso”. O caso chegou a ser denunciado ao Ministério Público.

Desligamento
Até pouco tempo Duppre garantia que como se tratava de cargo em comissão, Bahamonde poderia ser desligado caso o gabinete entendesse que sua produtividade ou o fato de acumular a função de direção no Santo Amaro pudesse comprometer seu trabalho parlamentar.

Atuação política
Por seu lado, Urbano Bahamonde Manso havia declarado à imprensa que sua atuação no hospital seria política; que são os diretores, e não ele, que tocam a unidade; que não recebe salário e que, por não ter vínculo empregatício, é dispensado de cumprir expediente.

O que ajudou para esquentar os ânimos em ambas as cidades.
Em notas encaminhadas pelas assessorias de imprensa, o presidente da Câmara de Santos, Sadao Nakai (do partido de Duppre), minimizou o imbróglio enfatizando que o controle da frequência dos assessores é competência dos vereadores.

A Prefeitura de Guarujá informou que o presidente do HSA atua voluntariamente, não tendo obrigatoriedade de cumprir horário de expediente comercial, diferentemente dos funcionários e diretores da instituição.

terça-feira, 9 de julho de 2013

CONTRATAÇÃO DE HUGO DUPPRE SERÁ LEVADA AO MP!

CONTRATAÇÃO DE ASSESSOR DE HUGO DUPPRE SERÁ LEVADA AO MP
MUNÍCIPE QUER ABERTURA DE INQUÉRITO PARA APURAR SUPOSTA IRREGULARIDADE. DIRETOR DO HOSPITAL SANTO AMARO, EM GUARUJÁ, URBANO BAHAMONDE TAMBÉM É ASSESSOR PARLAMENTAR NA CÂMARA DE SANTOS.


O corretor de seguros Johnny Fernandes Lopes deve ingressar amanhã na Procuradoria Geral de Justiça de Santos com um pedido de instauração de inquérito para apurar a nomeação do assessor parlamentar Urbano Bahamonde Manso — diretor presidente do Hospital Santo Amaro (HSA) — no gabinete do vereador Hugo Duppre. O caso, publicado com exclusividade pelo DL, no último dia 4, agitou os meios políticos de Santos e Guarujá.

No pedido inicial, endereçado ao procurador Márcio Fernando Elias Rosa, Johnny Lopes se baseia na constatação que estaria havendo descumprimento de ordens jurídicas e administrativas (questão do horário de expediente do assessor) e, ainda, que a contratação teria se baseado em critérios políticos e não de interesse público.

Não só o denunciante, mas dezenas de pessoas já se posicionaram, via internet, contra a contratação de Duppre, que contraria normas administrativas da Câmara com relação ao controle dos funcionários. Por ter cargo de relevância no hospital de Guarujá, Bahamonde teria apenas três manhãs para trabalhar no gabinete de Duppre. Os demais assessores teriam, por lei, a obrigação de trabalhar em período integral — oito horas diárias com intervalo para almoço.

Para agravar ainda mais, a Reportagem constatou que o nome de Bahamonde não foi reconhecido por um colega de gabinete, apesar do presidente- assessor ter realizado, segundo o próprio Duppre, trabalhos de relevância na Câmara, envolvendo as áreas de Saúde e Meio Ambiente.

O caso foi denunciado anonimamente e a nomeação foi publicada no Diário Oficial de Santos no último dia 27. Há informações que ele estaria lotado na Casa de Leis desde o início do ano. No HSA, ele trabalha segundas, quartas e sextas-feiras somente no período da tarde e, terças e quintas-feiras, período integral.

Segundo Duppre, Bahamonde tem prestado serviços jurídicos e outros. “Como se trata de cargo em comissão, ele pode ser desligado caso entendamos que a sua produtividade ou o fato de acumular a função de direção no Santo Amaro tem comprometido o seu trabalho parlamentar”.

Por seu lado, Urbano Bahamonde Manso declarou à imprensa que sua atuação no hospital é política; que são os diretores, e não ele, que tocam a unidade; que não recebe salário e que, por não ter vínculo empregatício, é dispensado de cumprir expediente.

Quanto à questão política, o presidente-assessor revelou que, na verdade, utilizou a expressão para justificar sua ascensão à presidência da instituição, que ocorre mediante pleito entre os associados, e não como uma contratação profissional. “Estão previstas, no estatuto da entidade, funções de representação da entidade perante órgãos públicos, em juízo ou fora dele, convocar assembleias e assinar documentos”. Ele confessa que não existe a função política no mesmo estatuto.

Urbano Manso garante que não há favorecimento algum de correligionários de vereadores, secretários, empresários e outros representantes da sociedade no hospital e que participa de reuniões diárias com os diretores executivos e gestores da unidade — profissionais remunerados. “A Diretoria Executiva tem por obrigação dedicar-se integralmente às atividades hospitalares ofertadas 24 horas por dia à população”, concluiu.

Lavagem de mãos

Conforme já publicado, conforme notas encaminhadas pelas assessorias de imprensa, o presidente da Câmara de Santos, Sadao Nakai (do partido de Duppre), minimizou o imbróglio enfatizando que o controle da frequência dos assessores é competência dos vereadores. A Prefeitura de Guarujá informa que o presidente do HSA atua voluntariamente, não tendo obrigatoriedade de cumprir horário de expediente comercial, diferentemente dos funcionários e diretores da instituição.