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terça-feira, 22 de novembro de 2011

MARCO REGULATÓRIO!

O CORONELISMO DA PODEROSA MÍDIA!


Marco Regulatório das Comunicações, uma guerra silenciosa
Do Instituto Telecom

A demora do governo em apresentar à sociedade a proposta para um Marco Regulatório das Comunicações tem dado cada vez mais espaço, aos que já dominam todos os espaços, para demonizar o debate sobre a regulação da mídia com a pecha de "censura".  Aos poucos, vai ficando claro o que está se configurando no país: uma guerra, supostamente em defesa da liberdade de expressão.

Coincidência ou não os ataques recentes às novas atribuições da Ancine dispostas na MP 545 são feitos exatamente pelos mesmos grupos formados pela Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) e  ABTA (Associação Brasileira de TV por Assinatura),  liderados  pela Rede Globo, que pressionaram e conseguiram, primeiro, impedir durante anos que o Conselho de Comunicação Social fosse instituído e, depois, que ele não funcionasse – há cinco anos o Conselho não se reúne. 

São os mesmos que durante muito tempo dificultaram a aprovação de medidas importantes defendidas por entidades civis como o ex-PL 29, posteriormente PLC 116 e finalmente Lei 12.485/11, responsável pela criação de cotas para a produção e distribuição de conteúdo nacional e veiculação de publicidade na TV paga, entre outras determinações.

Todas essas críticas, feitas pelos que praticam diariamente a censura escondendo da população notícias de interesse público e vendendo espaços para interesses escusos, têm apenas um intuito: impedir que se faça o debate sobre a regulação da comunicação.

As Organizações Globo, por exemplo, chamam de "contrabando" na MP 545 justamente o principal item, de mudanças na Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) cujo objetivo é incentivar a produção audiovisual brasileira. Uma das mudanças previstas é a que determina o fim da obra audiovisual estrangeira adaptada, que passa a ser enquadrada como obra publicitária estrangeira para o cálculo da Condecine, e ainda estabelece que todas as obras estrangeiras deverão ser adaptadas ao idioma português por empresa produtora brasileira registrada na Ancine. Para se ter uma ideia, entre janeiro de 2010 e junho de 2011, 746 obras foram enquadradas como estrangeiras adaptadas e passarão a ser consideradas somente estrangeiras a partir do ano que vem, quando a MP entra em vigor.

Nas mãos dos coronéis da imprensa e da política, o Marco Regulatório das Comunicações, ou qualquer outra tentativa de se regular a mídia, como a MP 545, têm sido claramente desenhados como monstro regulatório.  O deputado ACM Neto (BA), líder do DEM na Câmara, já avisou que o partido deve obstruir a votação das mudanças.

Não é preciso ir muito além para entender o que querem políticos como ACM Neto, que repercutem com quase total verossimilhança bandeiras históricas de determinadas classes econômicas e famílias. É a defesa de seus interesses próprios, abalados por um processo de mudança nas comunicações e telecomunicações do país liderado pela sociedade civil e fortalecido na realização da I Confecom (Conferência Nacional de Comunicação), em dezembro de 2009. 

Regras que defendem uma democratização na comunicação e o direito de expressão já são realidade há muito tempo em países considerados modelos de democracia. Na França, por exemplo, uma das funções do Conselho Superior para o Audiovisual (CSA) é acompanhar a programação e zelar para que haja sempre uma pluralidade dos discursos presentes no audiovisual francês. Já em Portugal, uma das funções da Entidade Reguladora para Comunicação Social (ERC), é fazer regulamentos por meio de consultas públicas à sociedade e ao setor. Medidas como obrigar que 25% das canções nas rádios sejam portuguesas, só podem ser alteradas por lei. Além disso, o órgão também presta o serviço de ouvidoria da imprensa, a partir de denúncias apresentadas por meio de um formulário no site da entidade. Reclamações que podem ser feitas por pessoas ou por meio de representações coletivas.

A própria União Europeia aprovou recentemente o estabelecimento de um limite de 12 minutos ou 20% de publicidade para cada hora de transmissão. Foi banida totalmente a veiculação de publicidade da indústria do tabaco e farmacêutica, e a da indústria do álcool ficou extremamente restrita. Há ainda medidas relevantes como direito de resposta e regras de acessibilidade.

A guerra pela liberdade de expressão está estabelecida. Mas, ao contrário do que dizem os coronéis da mídia, passa pela adoção de práticas de regulação e o Brasil não pode e não deve mais permitir que se fuja,  ou evite este debate. 

FNDC realiza plenária para debater Marco Regulatório

Nos dias 9 e 10 de dezembro de 2011, em São Paulo, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), realizará seminário com o tema “20 Anos, 20 Pontos – Propostas para um Marco Legal da Comunicação no Brasil”. O evento fará um balanço das duas décadas do FNDC e debaterá a plataforma com as propostas lançadas para o Marco entregues ao ministro Paulo Bernardo, em outubro.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

EXONERADO PELA VERDADE!

CHARBEL TODOS NÓS ENTENDEMOS O QUE VOCÊ FALOU AO DL!
O PROBLEMA NÃO É A INTERPRETAÇÃO E SIM FALAR A VERDADE. NA ADMINISTRAÇÃO ANTONIETA FALOU A VERDADE É EXONERADO OU PROCESSADO!


AGORA CHARBEL, 1 BILHÃO DE DIVÍDAS NÃO FORÇA NÉ, VOCÊS SÃO TODOS "BRIMOS", FARID, TEMER...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O AEROPORTO E A PREFEITA!

DOCUMENTOS E VERBAS DO AEROPORTO
AS GRANDES ILUSÕES DA PREFEITA ANTONIETA EM DOIS ANOS DE GOVERNO ILUDINDO A POPULAÇÃO DE GUARUJÁ!


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A prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito (PMDB), anunciou ontem, logo após tomar posse no Ginásio Guaibê, que fará gestões para recuperar verbas que, segundo ela, teriam de ser liberadas ainda na gestão de Farid Madi (PDT), mas que acabaram perdidas por falta de assinaturas de convênios. Conforme a nova prefeita, só para o Turismo o prejuízo seria de aproximadamente R$ 18 milhões, sendo R$ 16 milhões para o Aeroporto Civil Metropolitano da Baixada Santista. Antonieta classificou como "falta de sensibilidade da antiga administração" a perda das verbas por falta da assinatura de convênios, necessária para a formalizaçãode repasses de verba. Só os acertados com o Governo Federal seriam R$ 5 milhões, dentre os quais R$ 4 milhões anunciados ano passado durante visita da então ministra do Turismo, Marta Suplicy. Ainda falta consultar o Banco do Brasil, por exemplo, para saber se existem outras perdas. Há, todavia, uma emenda de R$ 12 milhões do senador Romeu Tuma (DEM), exclusiva para o aeroporto. A prefeita se inteirou a respeito da situação depois de uma visita a Brasília feita ainda no ano passado, após sua eleição, onde foi avisada de que certidões pendentes e dívidas do Município junto a órgãos federais impediam, naquele momento, a assinatura dos convênios e a conseqüente formalização dos repasses.

SOBRAS
De acordo com a prefeita, a única chance de conseguir resgatar ao menos parte da verba que hoje é considerada perdida seria tentar obter as sobras de dinheiro de outras cidades que, a exemplo de Guarujá, não conseguiram se organizar a tempo de regularizar suas situações junto ao Governo Federal e, assim, receber verbas previamente acertadas. "O nosso empenho será no sentido de renegociar as dívidas que o Município possui e que inviabilizam o acesso a esses recursos". Nesse caso, segundo ela, o caminho das pedras seria, diretamente, Brasília. "Vamos agora fazer gestões junto aos ministérios, solicitar compreensão, mostrar que é uma nova administração, nova conduta, que passamos por um momento extremamente delicado, para tentar conseguir esses recursos", afirmou. Antonieta previu ontem, ainda, que sua equipe deverá ter problemas para tomar pé da situação do aeroporto. Isso porque nenhum documento foi localizado por sua Comissão de Transição. "Não existem registros das tratativas realizadas ao longo desse período (Governo Farid). Não nos foi fornecido nada na transição. Não sabemos se existe algo materializado, palpável, disponível, porque isso deveria ter sido entregue anteriormente, por força de lei. Se nem assim foi entregue, é porque não deve existir", concluiu, demonstrando temor quanto as informações sobre o projeto.

Aos 39 anos, Maria Antonieta de Brito, ex-vereadora, ex-petista e professora da rede pública de ensino de Guarujá assume a Prefeitura após ter sido escolhida por 84.322 cidadãos numa eleição de turno único. Em seu discurso de posse, se emocionou ao cumprimentar os pais e declarou estar assumindo "com o firme propósito de combater a corrupção em todos os seus níveis". Prometeu atenção especial ao funcionalismo público e reafirmou o compromisso de extinguir o Sistema de Integração do Transporte (SIT) este mês.

A senhora já declarou que vai receber um orçamento superestimado em 2009, que não chegará aos R$ 699 milhões prometidos. Quanto terá, afinal?
A partir de amanhã (hoje) vamos fazer um planejamento estratégico com os secretários. Ainda estamos constituindo equipes. Checamos na transição, mas precisamos ter acesso a mais informações para ter um diagnóstico certo.

Mas isso deve prejudicar?
Queremos acreditar que não. Isso vai nos demandar mais tempo, mais esforços, mas acreditamos que em alguns dias estaremos a par de tudo.

A quê se deve essa dívida estimada em R$ 130 milhões, já é possível saber?
Má gestão, má utilização dos recursos, contratos que poderiam ter sido melhor trabalhados. O mau gerenciamento dos recursos públicos permitiu uma série de gastos desnecessários e acima dos valores que deveriam ter sido de fato utilizados. A população é quem perde. Nossa preocupação hoje é atuar na resolução desses problemas, ajustando contratos, reavaliando, chamando pessoas estabelecendo prioridades de pagamento. Temos que estabelecer um cronograma de pagamentos porque ninguém quer dar calote em ninguém. Vamos pagar o que é certo a quem de fato tem de receber.

Para quando a população pode esperar o fim do SIT?
Já começamos o diálogo com a Translitoral. Não abro mão do retorno das linhas diretas, nosso compromisso será mantido. Farei gestões para poder viabilizar a gratuidade do transporte coletivo a partir dos 60 anos e aos professores, também. Tenho certeza que a empresa será colaboradora, até porque o que queremos é o que está contemplado na concessão. Meu desejo é começar neste mês, para que eu possa expedir o decreto.

Quando voltarem, as linhas convencionais não serão integradas?
Está no contrato que tem de haver integração, mas da forma que (as linhas) eram antes.


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Mauro Scazufca afirma que Prefeitura tem documentos do Aeroporto

O ex-secretário municipal de Planejamento e Gestão Financeira de Guarujá, Mauro Scazufca, rebateu ontem as críticas feitas pela prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB). Ela culpou a gestão passada pela não liberação de emendas federais que seriam destinadas ao projeto do Aeroporto Civil Metropolitano, na Base Aérea de Santos, em Vicente de Carvalho. Ele garantiu que existem documentos relativos ao aeroporto, que estão arquivados no Paço e que os recursos perdidos são menos de R$ 2 milhões e não os R$ 16 milhões anunciados pela prefeita. Na última quinta-feira, em sua cerimônia de posse, Antonieta afirmou que, por "falta de sensibilidade da antiga administração", a Cidade deixará de receber R$ 16 milhões que seriam investidos na iniciativa. Ela, na ocasião, também acusou os representantes da equipe de transição nomeada pelo ex-prefeito Farid Madi de não fornecerem as documentações referentes ao projeto.

Em resposta, Mauro Scazufca, que esteve à frente das negociações para viabilização do aeroporto, e também fez parte da comissão que atuou no governo de transição, minimizou a preocupação da peemedebista e avisou: "se ela fizer uma gestão de qualidade, poderá conseguir novamente esses recursos, a partir do ano que vem". Apesar de não ter tido acesso ao conteúdo da reportagem publicada na edição de ontem de A Tribuna, o ex-secretário, que está fora da Cidade, viajando, enfatizou que a situação financeira herdada pela atual administração "é saudável", e que as verbas federais a que Antonieta se refere "não farão falta este ano à Prefeitura". "É bom deixar claro que a gente deixou uma situação financeira muito melhor do que a gente recebeu há quatro anos atrás", comparou. "O único problema que ficou foi uma dívida com o INSS, acumulada nos últimos meses, que não nos permitiu retirar a Certidão de Regularidade Fiscal (emitida pelo Ministério da Fazenda)", apontou ele, ao explicar que a falta desse "atestado de idoneidade" impediu a liberação de novos recursos para o Município, nos últimos meses do ano passado. "Por conta disso, a Prefeitura perdeu R$ 3 milhões em convênios com o Ministério do Turismo, mas nada mais além disso", ressaltou ele, lembrando que, desse total, menos de R$ 2 milhões seriam destinados para o aeroporto. O restante desse empenho, segundo o ex-secretário, seria investido em estudos para a ampliação da Avenida Dom Pedro I. "Ela (Antonieta) já estava a par disso", informou Mauro Scazufca, que disse estar convicto que a indisponibilidade dessa verba não comprometerá a viabilização do projeto em 2009.

"NORMAL"
"Isso é normal", minimizou. "É dívida de final de administração", disse. "Houve atraso, da nossa parte, no recolhimento de INSS, e isso formou a dívida de cerca de R$ 5 milhões. Quando a gente assumiu a Prefeitura, em 2005, tinha muito mais do que isso (em dívida). E em dois meses a gente conseguiu quitar". "A partir de agora ela (Antonieta) terá todas as condições desolucionar essa questão, porque a Prefeitura terá uma arrecadação alta agora em janeiro", previu Mauro Scazufca. Ele acrescentou que o ex-prefeito Farid Madi (PDT) deixou mais de R$ 6 milhões disponíveis para o aeroporto. "Vai ser muito difícil ela gastar além do que isso nesse ano", observou. "Se ela (prefeita) conseguir finalizar a licença ambiental do projeto, que é onde a gente teve problema com a Promotoria (de Meio Ambiente); fazer a licitação das obras, que levará uns quatro, cinco meses; e ainda gastar esses R$ 6 milhões que já tem liberados, ela estará absolutamente de parabéns, porque é uma missão dificílima de se fazer em apenas um ano", disse Mauro Scazufca, repetindo que "esse dinheiro não fará falta dentro de um cronograma de avanço de obras" e que "ele poderá ser novamente conseguido no ano que vem".

REBATIDA
No que se refere à afirmação, feita pela prefeita, de que a equipe de transição de Farid não forneceu documentos referentes ao projeto do Aeroporto Civil Metropolitano, o ex-secretário de Planejamento contestou de forma veemente a versão da chefe do Executivo. "Isso não existiu", rebateu. "Essa documentação está absolutamente arquivada, catalogada e organizada na Prefeitura, regularmente, dentro de uma pasta onde constam todas as autorizações, tratativas e trocas das documentações que ocorreram. Qualquer funcionário de carreira sabe disso e pode ajudá-los". "Inclusive, essa pasta foi mostrada aos representantes nomeados pela prefeita, durante a transição, emuma visita que houve ao departamento", concluiu Mauro Scazufca, que disse ter estranhado essa afirmação.

A prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB) reafirmou que o Município perdeu cerca de R$ 4 milhões oriundos da União, além das emendas federais conquistadas por ela, durante viagem que fez a Brasília, em novembro. Isso aconteceu devido a pendências deixadas pela administração anterior. Esclareceu ainda que os R$ 16 milhões, que deixaram de ser destinados ao projeto do Aeroporto Civil Metropolitano, são referentes a duas emendas: uma de R$ 4 milhões, que viria do Ministério do Turismo; e outra de R$ 12 milhões, obtida pelo senador Romeu Tuma (PTB).

Antonieta reafirmou que nenhum documento oficial referente ao aeroporto foi entregue à sua equipe durante o período de transição. A Comissão de Transição, segundo ela, solicitou ao ex-secretário Mauro Scazufca certidões do Cadastro Único de Exigências para Transferências Voluntárias (CAUC), do Ministério do Planejamento, mas o ex-secretário postergou e os documentos não foram entregues, como consta na Ata Oficial da Transição de Governo.

Mauro Scazufca, ex-secretário de Gestão
"Não vai haver falta de recursos. Perdeu-se apenas aquilo que não se conseguiria gastar" "O mau gerenciamento dos recursos públicos permitiu uma série de gastos desnecessários"

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

PROVOCAÇÕES

"TENTARAM NOS CALAR COM AÇÕES NA JUSTIÇA, UMA CENSURA VELADA"
ENTREVISTA DE MARCELO TAS À ANTÔNIO ABUJAMRA MOSTRA COMO OS POLÍTICOS QUEREM PARAR A IMPRENSA!


JOAQUIM, ANTONIETA E DUÍNO FREQÜENTARAM A MESMA ESCOLA DOS POLÍTICOS CITADOS.SOMOS TESTEMUNHAS DE CARTEIRINHA DISSO, CARTEIRINHA DO FÓRUM!

sábado, 5 de junho de 2010

MAU COMEÇO!!!

EM ANO ELEITORAL MENSALEIROS PETRALHAS ANCORAM EM GUARUJÁ!
Associação pede apoio para regularizar situação de 15 mil trabalhadores.


Parte da diretoria da Associação dos Arrais Mestres e Capitães Amadores do Estado de São Paulo reuniu-se com o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) na ÚLTIMA quinta-feira, 27. O encontro aconteceu no Guarujá (SP) e teve como tema central a falta de reconhecimento profissional de 15 mil trabalhadores que atuam neste setor.

Luiz Carlos Ferreira Pontes, presidente da Associação, explicou a questão. "Nosso problema é o reconhecimento profissional em relação à Marinha de Guerra. Ela é quem dá a habilitação para que possamos conduzir a embarcações. Só que até hoje a Marinha não reconhece que essa categoria já existe como profissional. Nós conseguimos este reconhecimento no Ministério do Trabalho, mas a Marinha não admite que somos profissionais e isso gera um segundo problema, que é o registro na carteira."

Pontes afirmou que esse impasse tem sido um empecilho no dia a dia da categoria. "Nós temos a capacitação profissional que é exigida para conduzir uma embarcação, mas somos contratados como se fôssemos empregados domésticos. Isso atrapalha muito nossa vida. Isso sem contar que muitos são contratados sem o registro da carteira, sem o direito ao seguro de vida", explicou.

A reunião com o deputado João Paulo, conforme Pontes, teve com intuito a criação de um caminho para dialogar com a Marinha brasileira. "Precisamos que nossa profissão seja reconhecida na carteira profissional e pela Marinha."

É justa as reivindicações da categoria, injusta é levar os anseios da categoria ao deputado mensaleiro, que processou a revista IstoÉ. A 8ª Vara Cível de Osasco, em São Paulo, negou pedido de indenização do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) contra a revista IstoÉ.

A ação foi movida em razão da reportagem publicada em novembro de 2005 pela revista com o título “A verdadeira lista de Marcos Valério”. A matéria tratava sobre o “mensalão”. Na reportagem, Marcos Valério diz que Paulo Cunha teria recebido R$ 200 mil no esquema.

Cunha alega que a informação não seria verdadeira. O valor correto recebido pelo deputado seria na verdade menor: R$ 50 mil. Na decisão, o juiz entendeu que os meios de comunicação devem ser “fiéis aos fatos”, sem que necessariamente tenham investigação de caráter judiciário.

O juiz ainda argumentou que a reportagem foi publicada no momento em que veio à tona o escândalo do mensalão, quando políticos “vieram a lume”. Para Lima da Silva, o valor por si só não gera indenização.

"Instalada a desconfiança generalizada, e escândalos quase sempre envolvendo cifras, de pouco impacto se o desvio, repasse, usurpação, foi de R$5 mil, R$ 50 mil ou R$ 500 mil. O que se cria no receptor da notícia é a idéia de que o beneficiado não é honesto e, em se tratando de exercício de poderes delegados, agrega-se mais um adjetivo: traidor”.

Ainda no entendimento do juiz, conceder a indenização seria “premiar” suspeitos de irregularidades no exercício da função.vamos relembrar a famosa matéria da revista IstoÉ:

A verdadeira lista de Marcos Valério
Contabilidade do publicitário entregue à CPI complica ainda mais os mensaleiros. Eles receberam cifras maiores do que as divulgadas
Vasconcelos Quadros - Revista IstoÉ N° Edição: 1881 | 02.Nov - 10:00 | Atualizado em 24.Nov.09

Um buraco negro situado numa zona desconhecida do valerioduto sugou boa parte dos R$ 55,9 milhões que o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza disse ter tomado nos bancos BMG e Rural para repassar ao PT e aos partidos da base aliada do governo. Nas contas da CPI do Mensalão deve passar de R$ 12 milhões o volume desaparecido. O caso mais complicado envolve o ex-deputado Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, que garante não ter recebido R$ 4,3 milhões “contabilizados” pelo publicitário como recursos repassados a seu partido. Ou seja, alguém aí enganou alguém.

A nova lista apresentada por Marcos Valério à CPI na quinta-feira 27, a qual ISTOÉ teve acesso, traz novidades. Embora o montante gire em torno dos mesmos R$ 55,9 milhões, o publicitário diz ter recibos sobre os valores sacados, há novos nomes e a cota repassada a vários parlamentares é maior do que se sabia. O deputado João Paulo Cunha (PT-SP), ex-presidente da Câmara, aparece como beneficiário de R$ 200 mil e não dos R$ 50 mil que inicialmente se divulgou.

Desde que seu nome surgiu entre os destinatários do dinheiro de Marcos Valério, João Paulo mudou as versões sobre o caso. Primeiro disse que sua mulher, Márcia, supostamente responsável pelo saque de R$ 50 mil, havia estado no prédio do Banco Rural para tratar de problemas domésticos junto a uma empresa de TV a cabo. Depois mudou, e admitiu que Márcia havia sacado os R$ 50 mil destinados ao pagamento de gastos de campanha no ABC paulista. Em nenhum momento ele admitiu, no entanto, que a cifra tenha sido superior a R$ 50 mil, embora Simone Vasconcelos, a secretária de Marcos Valério, já tivesse feito referência aos R$ 200 mil a membros da CPI.

O ex-deputado Paulo Rocha (PT-PA), que renunciou afirmando que recebera R$ 620 mil, aparece com um repasse de R$ 920 mil. A lista traz o nome de um dos assessores do PT mais próximos ao ex-ministro José Dirceu na Casa Civil, Marcelo Sereno. Ele teria sacado parte dos recursos que Marcos Valério repassou ao PT Nacional.

Fraternidade – Um irmão do ex-tesoureiro do PT, identificado como Carlos, de Goiânia, aparece como o beneficiário de R$ 260 mil. O ex-presidente da Casa da Moeda, Manoel Severino dos Santos, que havia negado ter recebido repasse, voltou à lista como suposto beneficiário de exatos R$ 2.676.660,67. Um assessor do PT do Rio Grande do Sul, Marcelino Pies, aparece recebendo R$ 1,2 milhão.

“Talvez eu seja o único a admitir que recebeu mais do que diz Marcos Valério”, afirma o ex-presidente do PT do Distrito Federal, Vilmar Lacerda, que tem seu nome citado ao lado de uma cifra de R$ 235 mil. Ele afirma que recebeu R$ 381 mil, usados para pagar dívidas de campanha. “Tenho todos os documentos sobre a prestação de contas”, garante. A diferença, de R$ 146 mil, teria sido entregue por Delúbio e por isso não aparece na contabilidade do publicitário. Os outros citados na lista, procurados pela reportagem de ISTOÉ por telefone, não retornaram a ligação.

Ao fornecer uma lista mais detalhada e com recibos sobre os valores transferidos, Marcos Valério quer apresentar a conta ao PT. Em desgraça desde que o escândalo estourou, o publicitário tem se queixado da falta de dinheiro. Mas, para se livrar do suposto mico, conta apenas com o aval de Delúbio Soares, que já sabia da lista e voltou a confirmar a dívida. O problema é que os recursos ingressaram no PT pelo caixa 2.

“O dinheiro tinha origem legal, mas entrava no PT como recursos não contabilizados. Eu assumo toda a responsabilidade jurídica pela operação”, disse Delúbio à CPI. Ele não soube explicar como se entenderia com o Fisco ou como convencerá a direção de seu ex-partido – do qual foi expulso no último fim de semana – a honrar o suposto compromisso. A confissão do caixa 2 apenas explica o circuito de ilegalidade que o dinheiro percorreria.

De todo o volume, o PT teria ficado com cerca de R$ 30 milhões, o PL com R$ 12 milhões, o PP com R$ 8 milhões e o PTB, do ex-deputado Roberto Jefferson, com R$ 4 milhões. Poucos beneficiários têm como demonstrar os supostos gastos eleitorais. Como se não bastasse, há discrepância também entre a contabilidade de Marcos Valério e os valores que os dirigentes dos partidos admitem ter recebido.

Incêndio – Colocado frente a frente com o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, com Marcos Valério e Simone Vasconcelos, Costa Neto insistiu: “Recebi seis milhões e meio.” Delúbio afirmou que autorizou a entrega de R$ 12 milhões e Valério confirmou que, na realidade, foram repassados R$ 10,8 milhões, devidamente contabilizados nas contas de sua empresa. Não há conclusão, ainda, sobre quem está mentindo, mas ninguém tem dúvida que uma parte do dinheiro sumiu.

A justificativa de que o dinheiro teria sido usado para pagar dívidas do segundo turno da campanha presidencial em 2002 do PT e de seus aliados ouriçou a oposição, que voltou a insistir no impeachment de Lula.

O PT insiste que não há nenhum fundamento e atribuiu a idéia ao desespero da oposição, que não conseguiu comprovar a tese de que o mensalão teria sido organizado para comprar deputados da base aliada. Como ninguém sabe onde foi parar parte dos R$ 55,9 milhões, ganha corpo a suspeita de o dinheiro ter tido duplo destino: dívidas de campanha e mesada a parlamentares. “É uma hipótese. Mas só se o dinheiro foi repassado a parlamentares pelos partidos que receberam do caixa 2”, diz o senador Siba Machado (PT-AC).

segunda-feira, 17 de maio de 2010

MONDAY..MONDAY!!!

TERRACOM - A DONA DO GUARUJÁ!!!
MAIS DE 80 MILHÕES DE CONTRATOS, EMERGENCIAIS, ATA DE REGISTRO DE PREÇOS, MUITOS IRREGULARES E SUSPEITOS. ONDE ESTÃO NOSSOS ILIBADOS VEREADORES DE GUARUJÁ...ESSA NEM VAMOS RESPONDER, TODOS SABEM!!!











TEMOS TAMBÉM O GERENTE DA TERRACOM EM GUARUJÁ, O PROTETOR DOS CONTRATOS DA TERRACOM...
DOCUMENTOS LOBISOMENS, NINGUÉM VÊ, NINGUÉM SABE ONDE ESTÃO, NINGUÉM OBTÉM CÓPIAS...
MAS SEGUNDA-FEIRA AS COISAS IRÃO MUDAR NÃO É MESMO PREFEITA, NÓS SABEMOS...
E VAMOS FOTOGRAFAR E FILMAR TUDINHO, PRINCIPALMENTE A CARA DO QUINZINHO, O GERENTE DA TERRACOM PAGO COM NOSSO DINHEIRO!!!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

PiG CHEGOU!!!

INCONFIDENTES LANÇAM SEUS PRÉ-CANDIDATOS
PARTIDO DA INCONFIDÊNCIA DE GUARUJÁ (PIG) APRESENTA SEUS PRÉ-CANDIDATOS




O Partido da Inconfidencia de Guarujá, também conhecido como PIG, é uma legenda usada para se referir aos anarquistas,tidos como adeptos da nova política, que se utilizariam da mídia como meio de propagar suas idéias e tentar desestabilizar os maus governos de orientação política diversa.

A legenda surgiu entre moradores de Guarujá em 2008, mas foi popularizada pelo apresentador Augusto Capodicasa em seus programas Ação e Reação e Programa do Augusto (expurgado pela ditadura Guarujaense da administração Oliveira & Brito como um processo de "limpeza ideológica") .

Os Inconfidentes de Guarujá deixaram de ser um instrumento de golpe para se tornar o próprio golpe.

Os Blogs também são constantemente lembrados pelos apresentadores Benny Coquito, Welinton de Andrade e Tuca Jr. em seus programas, em referência a eventos ocorridos no Guarujá.


No Guarujá o PIG é representado pelos Inconfidentes do Guarujá, que realizam uma oposição contínua a administração Maria Antonieta de Brito e suas compras fantásticas, bem como a Câmara Mensal do Guarujá, onde o povo é o único não beneficiado pela caridade da administração pública e seus repasses de cargos e pingos a sua base de sustentação!!!

OS INCONFIDENTES QUEREM VOCÊS!!!
CONTRA A CORRUPÇÃO, O PIG É A SOLUÇÃO




CONDECORAÇÃO POR SERVIÇOS PRESTADOS