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sábado, 10 de janeiro de 2015

MINISTRO ANTÔNIO CARLOS RODRIGUES (PR-SP) É ALVO DE AÇÃO JUDICIAL MILIONÁRIA DE SÃO PAULO.

SÃO PAULO COBRA INDENIZAÇÃO MILIONÁRIA DO NOVO MINISTRO DOS TRANSPORTES DA DILMA.
ANTÔNIO CARLOS RODRIGUES (PR-SP) É ALVO DE AÇÃO JUDICIAL NA QUAL O ESTADO DE SÃO PAULO PEDE INDENIZAÇÃO PELA SUPOSTA CONCESSÃO INDEVIDA DE REAJUSTES CONTRATUAIS EM FAVOR DE EMPRESAS NA GESTÃO DELE NA EMTU.



O novo ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP), é alvo de ação judicial na qual o Estado de São Paulo pede indenização pela suposta concessão indevida de reajustes contratuais em favor de empresas na gestão dele como diretor-presidente da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos).

As supostas irregularidades foram apontadas pelo TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo), que considerou injustificáveis aditivos contratuais firmados por Rodrigues e outros gestores.

Dez aditivos aumentaram em 74% o valor de um contrato com empresas de transporte, percentual classificado de exorbitante pelo TCE.

O atual ministro de Dilma assinou cinco desses aditivos.Ele, porém, argumenta que uma perícia contábil feita durante o processo judicial concluiu que as alterações nos valores eram justificáveis.

A ação foi movida em 2007 pela própria EMTU contra Rodrigues, outros três gestores da época e as três empresas contratadas. Não há sentença ainda, mas o processo já está na fase final.

A EMTU contesta a alegação da perícia, afirmando que os cálculos comprovam que o reajuste contratual foi em muito superior aos reajustes salariais dos funcionários, motoristas e cobradores.

O prejuízo cobrado conjuntamente dos sete réus é de R$ 9,2 milhões, em valores de 2004, o que atualizado chega a cerca de R$ 17 milhões.

O contrato inicial foi firmado em 1992 para operação e manutenção de 46 trólebus, com um consórcio de três empresas. Os aditivos foram assinados entre 1993 e 1996.

Ao assinarem os termos aditivos ilegais, [os gestores] quebraram o dever do administrador público de velar pela observância do princípio da legalidade, argumentou a EMTU na ação.
Rodrigues foi indicado ao Ministério dos Transportes por seu partido, o PR, comandado informalmente pelo ex-deputado  Valdemar Costa Neto, que cumpre pena em regime aberto por sua condenação no mensalão.

O ministro, que é suplente da senadora Marta Suplicy (PT-SP), agora comanda no governo federal a mesma área na qual é acusado de irregularidades em São Paulo.


A Folha já mostrou que Rodrigues foi condenado pelo Tribunal de Justiça de SP, acusado de contratar ilegalmente uma empresa de locação de mão de obra na EMTU. Mas o STJ anulou a sentença citando uma falha processual e determinou o recomeço da ação.

Fonte: Folha de São Paulo

domingo, 27 de outubro de 2013

TV COM DEBATE ENTREVISTA OS DIRIGENTES DO SETLOFEMESP

TV COM DEBATE ENTREVISTA OS DIRIGENTES DO SINDICATO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE LOCAÇÃO E FRETAMENTO DE MICRO-ÔNIBUS DO ESTADO DE SÃO PAULO.
EDSON ROCHA E O JORNALISTA MARCOS NIERI, EXPLICAM O EMBROLHO DA LEGISLAÇÃO SOBRE OS FRETADOS, VANS, E COMO DUAS AGÊNCIAS DE TRANSPORTE ENLOUQUECEM OS PROPRIETÁRIOS DE EMPRESAS E VEÍCULOS DE FRETAMENTO EM SÃO PAULO.