
sexta-feira, 16 de julho de 2010
POLÍTICA TRAÍRA!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009
NEGÓCIO DA CHINA

O cidadão comum não entende por que a tarifa não pode ser reduzida. A insatisfação é maior quando se faz uma comparação entre o valor das tarifas estaduais e federais.
Enquanto um motorista paga 17,60 reais de pedágio por uma viagem de 1.124 quilômetros entre São Paulo e Belo Horizonte, ida e volta, pela rodovia federal Fernão Dias, num percurso menor até São José do Rio Preto – a 440 quilômetros de distância da capital paulista –, desembolsa 118 reais nos dois sentidos.
A distância é menor e a diferença no custo da viagem a Rio Preto é de 570%. O pedágio não afeta apenas quem usa o carro. Quem viaja de ônibus também paga, pois a cobrança onera o valor de qualquer mercadoria. No estado, 93% das cargas são transportadas por caminhão que circulam pelos postos de pedágio.
A administração Serra alega que as rodovias sob a responsabilidade da União não fariam investimentos e, por isso, teriam uma tarifa menor. O governo federal contesta e garante oferecer em suas estradas a mesma qualidade em serviços como o atendimento ao usuário, socorro médico, recuperação de pistas e instalação de radares.
É fato que as concessionárias paulistas têm um lucro invejável. A receita bruta dessas empresas foi de 21,8 bilhões de reais entre 2000 e 2008. A previsão de arrecadação para 2009 é de 4 bilhões de reais. No ano passado, foi de 3,9 bilhões. O lucro líquido chegou a 3 bilhões de reais em dez anos e o aumento representou 1.053%.
O caixa das concessionárias deve engordar ainda mais. Na quarta-feira 2, o governo anunciou que motocicletas também passarão a pagar pedágios nas rodovias paulistas. Hoje, 21,6 milhões de veículos, entre automóveis, ônibus e caminhões pagam pedágio no estado. Com a inclusão de mais 4,2 milhões de motos, haverá um aumento de 20% no número de pagantes.
Doze empresas operavam os pedágios em São Paulo até 2008. Agora, o número saltou para 18. De 1997 para cá, os postos de cobrança aumentaram de 40 para 163, numa extensão de 1.055 quilômetros de rodovias.

De acordo com os deputados, se tivesse sido adotado o IPCA, os paulistas teriam deixado de transferir no ano passado 1,5 bilhão de reais aos caixas das concessionárias.A redução nas tarifas teria sido de 38%. O pedágio na rodovia dos Imigrantes, por exemplo, cairia de 17,80 reais para 11,03 reais. O custo para Rio Preto teria sido reduzido de 118 reais para 73,16 reais.
No caso do ônus fixo, a quantia cobrada pelo governo para a concessão acaba sendo repassada ao usuário. Nas obras do Rodoanel paulista, por exemplo – licitada em 2008 –, a empresa CCR pagará 2 bilhões de reais, no prazo de dois anos. No primeiro lote das rodovias privatizadas, em 1998, o valor do ônus fixo foi dividido em vinte anos.
É um custo a mais para a empresa e acaba embutido no pedágio. Assim, o contribuinte paga impostos para construir a rodovia e, depois, para utilizá-la.
Os deputados dizem que o governo de São Paulo fez aditamentos em contratos e diminuiu os investimentos a serem feitos pelas concessionárias em quase 1 bilhão de reais. A partir da prorrogação de contratos no fim de 2006, o governo também deixou de arrecadar 800 milhões de reais com o pagamento do ônus fixo. Esse fato seria positivo se tivesse resultado numa diminuição das tarifas, mas só aumentou o lucro das empresas, reclamam os parlamentares.
Em junho, moradores de áreas como Perus, bairro da zona oeste paulistana, e do município vizinho de Cajamar, participaram de uma audiência pública na Assembléia Legislativa de São Paulo para protestar contra a instalação de dois postos de pedágio em trechos de até sete quilômetros de rodovia. Na rodovia Castelo Branco, moradores dos municípios de Osasco, Carapicuíba, Barueri e Itapevi dizem pagar o pedágio mais caro do Brasil: 6,30 reais por 10,9 quilômetros de rodovia. Em julho, o juiz Rômolo Russo Junior, da 5ª. Vara da Fazenda Pública da capital, suspendeu a cobrança em 13 postos de pedágio do trecho oeste do Rodoanel por considerar ilegal a cobrança em distância inferior a 35 quilômetros do marco zero da capital paulista.
Em 2007, o deputado Rui Falcão propôs a instalação de um CPI para investigar os pedágios. Com maioria na Assembléia, o governo barrou a iniciativa, como vem ocorrendo com outros pedidos dos oposicionistas. “O governo fez a prorrogação de contratos alegando desequilíbrio econômico e financeiro, mas a favor das concessionárias. Pelos resultados que a gente vê, elas tiveram lucros assombrosos. Essa explicação não me convence”, protestou o deputado. “Quero investigar a razão das disparidades dos contratos e das tarifas atuais de pedágio diante dos valores fixados nas rodovias federais.”
Nos contratos com as concessionárias, há uma cláusula sobre a possibilidade de revisão do lucro. É a chamada taxa de retorno do investimento. No caso do primeiro lote das rodovias em São Paulo, em 1998, houve a necessidade de aditamentos para se adequar ao cronograma físico financeiro, por causa dos investimentos nos cinco primeiros anos. A taxa de retorno de investimento girou em torno de 20%. Nos novos contratos, em 2007, caiu para 10%. No caso do governo federal, esse índice foi de 8,5%.
Os parlamentares de oposição alegam que quando se busca apurar o desequilíbrio econômico e financeiro só as concessionárias estariam sendo favorecidas. Segundo eles, as empresas atrasam obras, adiam os investimentos e são beneficiadas com a entrada contínua dos recursos. A Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), responsável pelo setor, não respondeu aos pedidos de informação da revista.
O presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), Moacyr Duarte, disse que o levantamento feito pelo PT não é um documento técnico, mas sim “um panfleto eleitoral, com um amontoado de jargões, que trabalha com meias-verdades”. De acordo com Duarte, isso “faz parte do jogo eleitoral e é razoável que os grupos políticos queiram colocar seus discursos”.
Duarte contestou os números apresentados. A receita bruta das concessionárias, segundo ele, foi de 23,5 bilhões de reais, “mas o que entrou foi menor do que saiu”. Segundo Duarte, as concessionárias em São Paulo tiveram um prejuízo nos últimos 11 anos de 4 bilhões de reais. Sobre os reajustes, lembrou que o IGPM foi negativo em 2006 e, este ano, foi menor do que o IPCA. Conforme Duarte, as tarifas variam de acordo com a quilometragem e também do tipo de pista e, numa mesma distância, os valores podem ser diferentes.
Em nota, a Secretaria dos Transportes de São Paulo afirmou que, segundo pesquisas, 95% dos paulistas aprovam o programa de concessões. De acordo com a Secretaria, estão sendo investidos nas rodovias paulistas 311 milhões de reais. Com as concessões, o governo arrecadou 2,8 bilhões que foram aplicados em estradas não contempladas pelo processo de privatização, “destinação que não ocorre no modelo federal”, conforme a nota.
Os problemas com pedágios não são privilégios de São Paulo. No Rio Grande do Sul, causou polêmica a recente decisão da governadora Yeda Crusius (PSDB) de transferir para o governo federal os contratos firmados entre o Estado e as concessionárias que exploram as estradas gaúchas. A medida foi criticada em razão de Yeda pretende transferir também uma dívida de 1,1 bilhão de reais. No Paraná, em 2003, militantes do MST ocuparam 11 postos de pedágios e o governador Roberto Requião (PMDB) anunciou uma intervenção nos serviços das concessionárias.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Onde está o Governo de São Paulo?????

Governador José Serra abandonou o Guarujá!!!!
A água fornecida pela Sabesp está contaminada, alguém viu a coloração da água no ultimo sábado, tivemos que cozinhar com água mineral.
As Delegacias de Policia do Guarujá estão abandonadas, sem pessoal, recursos, o atendimento é lento, realmente um Policial trabalha por responsabilidade social não por salários.
A Policia Militar é um caso a parte, não temos viaturas novas, o policiamento é ineficiente e o reforço de verão é subsidiado pelos comerciantes do Guarujá.
A Saúde é desesperadora, enquanto o Governador implanta AMEs em Santos, São Vicente, cidades em média com 8,11 Hospitais, estamos sujeitos a ser atendidos no Hospital Santo Amaro. Estamos sem um Sistema de Saúde operando no Guarujá, Maternidade fechada, não temos Demartologistas, atendendo na Saúde. A Unidade de Pronto-Atendimento, conhecida como PAM-Rodoviária e chamado carinhosamente hoje pelos Médicos de “Pânico”.
Enquanto isso, todos coçam as mãos com a construção de um Túnel Continental que inundará o Guarujá de veículos provenientes de Santos, novos moradores e a cidade sem qualquer estrutura para no mínimo organizar a questão do trânsito, nem mesmo temos uma Companhia de Engenharia de Trafego no município.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Socorro, a Água do Guarujá está Contaminada!!!!!!
Meu filho foi Contaminado pela Água da Sabesp!!!Por Vera Lúcia Vergara
Diariamente a mídia invade nossa residência com muita informação, através de Jornais, Televisão, Radio e as informações são tragédias e crimes. O primeiro pensamento é: - Isso não irá acontecer com a minha família!!!!
Sou mãe, contribuinte e eleitora.Tenho um filho de nove anos que não fala devido a um dos mistérios ainda que a ciência não solucionou, como se inicia e como cura-lo, meu filho é Autista.
Nesta semana aguardava no Posto de Saúde (Jd. Dos Pássaros) desde as 07:00 horas, um encaixe para conseguir um receituário do medicamento do meu filho, o Neurologista iria atender-me à tarde. Fui em casa, peguei o menino e retornei ao Posto as 11:00 horas.
A Fila imensa, pessoas nervosas, uma alma perdida fazendo escândalo devido ao meu retorno a fila, já marcada desde as 07:00 hs; e a criança começa a vomitar intensamente, desmaiando no Posto de Saúde.
Correria, nervosismo, pessoas solidárias carregam o menino, o Neurologista atende prontamente informando que teria que ser removido de ambulância para outra unidade devido à unidade não possuir um Pediatra de Plantão.
É um absurdo, mas é o Caos no Sistema Único de Saúde, infelizmente a verdade é que não adianta você ter um excelente Plano de Saúde, os primeiros atendimentos são realizados nas emergências dos Hospitais Públicos, depois você poderá ser transferido conforme o caso.
Meu filho foi atendido, fica em observação e novamente sofre um desmaio:
- Diagnóstico Médico: Água Contaminada.
Estamos acompanhando o embate do Dr. Sidnei Aranha contra a Sabesp, uma Estatal sob responsabilidade de um homem extremamente competente, ex-ministro da saúde o governador José Serra, presidenciável e conforme amigos próximos ele é hipocondríaco!!!!!
O Gerente da Sabesp comparece a emissoras de televisão, desmente os Laudos obtidos, contemporiza, mas a verdade amigos leitores é que a água esta contaminada, e o mal bateu a porta da minha casa e adentrou.
No Posto de Saúde outras crianças com o mesmo diagnóstico e ao investigar o histórico do meu filho, os fatos que poderiam ter causado o problema, compareço a escola e descubro conversando com os pais outras crianças que estavam doentes com diarréia, vomito, e sintomas que corroboram com o diagnóstico de contaminação da água, inclusive o filho da Diretora, que por profissão zela por centenas de crianças.
No Guarujá tivemos no ano passado um surto de Meningite, levou a óbito algumas crianças e causou pânico a população, que correu aos Postos de Vacinação em busca de Vacinas que não existiam em quantidade suficiente para atender a todos.
- Minha duvida: Seria o inicio da Contaminação da Água no Guarujá????
Infelizmente não teremos como saber, nossa esperança é a movimentação e a luta de cidadãos como o advogado público supracitado, a imprensa que sem duvida é o 4º Poder que representam alguns Sansões contra os Golias representados pelas concessionárias de Serviços Públicos como Companhias de Água e Esgoto, Elétricas, Telefonia, TV à Cabo que são protegidas pelas agências que deviam fiscaliza-las e tarifam como convém e fornecem serviços de baixa qualidade devido ao manto protetor e a falta de rigor do poder Público no Brasil.
Infelizmente depois do susto, acredito que os “Anjos de Guarda” das crianças trabalham em turnos de 24 horas, resta-me como mãe alertar a todos do “Crime contra a Saúde” que estamos sofrendo na Baixada Santista, informações dão conta que o Município de São Vicente tem problemas similares.
Esperamos que pessoas de bem como autoridades do Ministério Público, especificamente o Gaesp - Grupo de Atuação Especial da Saúde Publica, atue imediatamente evitando um surto de doenças endêmicas como Meningite, Hepatite de vários tipos e outros problemas futuros com a população.