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terça-feira, 20 de maio de 2014

PACIENTES DE GUARUJÁ RECLAMAM DA FALTA DE MÉDICOS NO PAM!

PACIENTES DE GUARUJÁ RECLAMAM DA FALTA DE MÉDICOS NO PAM RODOVIÁRIA.
"CHEGUEI AQUI POR VOLTA DO MEIO-DIA E SÓ FUI ATENDIDA ÀS 15H45. HÁ MAIS DE 100 PESSOAS ESPERANDO. ISSO É UM DESRESPEITO"


Os pacientes que procuram o Pronto Atendimento Médico (PAM) da Rodoviária de Guarujá na tarde desta terça-feira reclamaram da demora no atendimento médico.

A sala de espera está lotada e muita gente tem que ficar do lado de fora. O problema é  maior na área de clínica geral. Algumas pessoas vieram de outras unidades de saúde, por falta de médicos também nesses locais. Este foi o caso do gráfico Odair Alves Pereira, de 39 anos. " Estou com dor de cabeça e febre. Já vim de outro hospital e o cheguei aqui por volta das 11 horas. Até agora (15h20) ainda não fui atendido".

A empregada Alexandra Pena, de 40 anos, diz que sua filha de 15 anos está com suspeita de infecção alimentar. "Cheguei aqui por volta do meio-dia e só fui atendida às 15h45.  Há mais de 100 pessoas esperando. Isso é um desrespeito", lamentou.

Em nota, a Secretaria de Saúde informou que não teve prejuízo aos pacientes que foram em busca de atendimento. Segundo informações da Secretaria, não houve interrupção no serviço em nenhuma hora do dia e que todos os munícipes receberam os cuidados necessários para cada patologia, e que durante todo o dia os procedimentos médicos foram realizados por dois profissionais, um na emergência e outro no atendimento do consultório. Ainda de acordo com a pasta, o plantão noturno, conta com três médicos escalados. 

Fonte: A Tribuna

domingo, 26 de janeiro de 2014

ENFERMEIRA É AGREDIDA POR FAMÍLIA NO PAM DA RODOVIÁRIA!

JÁ PENSOU SE A MODA PEGA, DR. WALDYR TAMBURUS E PREFEITA MARIA DE BRITO?
ENFERMEIRA É AGREDIDA POR FAMÍLIA DE BEBÊ QUE CHORAVA EM ATENDIMENTO.


CASO OCORREU EM UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO EM GUARUJÁ. FAMÍLIA AGRESSORA SERÁ INTIMADA PARA PRESTAR DEPOIMENTOS À POLÍCIA.

A funcionária de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guarujá, no litoral de São Paulo, afirma ter sido agredida enquanto trabalhava na madrugada deste sábado (25). 

A auxiliar de enfermagem relata que sofreu a agressão da família de um bebê que chorou durante o atendimento. A vítima registrou boletim de ocorrência na delegacia da cidade.

Maria Fernanda de Oliveira Marques, de 55 anos, conta que o paciente, um bebê de aproximadamente um ano, estava acompanhado por vários parentes, como mãe, avó e tios. “Durante o meu plantão, no setor de Pediatria, fui surpreendida pelos familiares da criança, que entraram na sala sem autorização e se negaram a se retirar do local. Mesmo assim continuei o atendimento, quando essas pessoas começaram a me agredir alegando que eu estava apertando a mão da criança”, explica a vitima.

A auxiliar de enfermagem, que trabalha há 24 anos na UPA da rodoviária de Guarujá, diz que apesar da hostilidade da família, ficou com dó da criança e prestou atendimento. “Eu só estava arrumando o acesso venoso que estava dobrado, fiquei com dó da criança sentido dor. Mas a família começou a me agredir, eram mais de cinco pessoas, recebi chutes no estômago e nas costas, após eu cair continuaram a me chutar na cabeça e por todo o corpo”, lembra a mulher.


A funcionária recebeu ajuda de outros pacientes e de uma colega; ela diz ainda que foi ameaçada pelos familiares do bebê. “Após todas essas agressões ainda fui ameaçada por eles, dizendo que não era para eu voltar a trabalhar, pois eles iriam voltar. 

Frequentemente somos agredidos com empurrões, palavrões, socos e chutes. Não há segurança nem para os funcionários e muito menos para os pacientes”, desabafa a auxiliar de enfermagem.

A vitima registrou um boletim de ocorrência na delegacia sede de Guarujá. Segundo a polícia, a mulher será encaminhada ao Instituto Médico Legal para realizar exame de corpo de delito e, em seguida, deverá retornar à delegacia da mulher com o laudo. Ainda de acordo com a polícia, a família agressora será intimada para prestar depoimentos.

Em nota, a secretaria de Saúde de Guarujá informa que está prestando todo apoio necessário à funcionária da UPA Rodoviária, agredida por pessoas que aguardavam atendimento. Na próxima segunda-feira (27) ela será acompanhada de um representante da secretaria a uma delegacia, para prestar esclarecimento e solicitar um Boletim de Ocorrência. 

A Secretaria de Saúde de Guarujá diz ainda que repudia qualquer ato de violência.

Fonte: G1 Santos

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

AZAR DE QUEM É CRIANÇA E FICA DOENTE EM GUARUJÁ!

SER CRIANÇA E FICAR DOENTE NO GUARUJÁ É TRISTE!
MAIS DE 66.744 CRIANÇAS DEPENDEM DA PEDIATRIA DE UMA CIDADE QUE NÃO TEM PEDIATRAS, EM APENAS UMA UNIDADE DE PEDIATRIA EM GUARUJÁ.


QUANTOS TERÃO QUE MORRER?

MAIS UM DIA NA ILHA PARAÍSO? CLARO QUE NÃO ELEITOTÁRIOS!
POR QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO, CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA, POLÍCIA FEDERAL, CIVIL, MILITAR E ATÉ O PAPA CONTINUAM ASSISTINDO PESSOAS PERECEREM NOS PRONTO SOCORROS DO GUARUJÁ SEM ATENDIMENTO?


QUANTOS MAIS TERÃO QUE MORRER PARA ALGUÉM LEVANTAR A BUNDA DA CADEIRA?