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terça-feira, 24 de março de 2015

FUNCIONÁRIOS TERCEIRIZADOS DA PETROBRAS PROTESTAM EM GUARUJÁ.

FUNCIONÁRIOS TERCEIRIZADOS DA PETROBRAS PROTESTAM EM GUARUJÁ
ELES DIZEM QUE OS SALÁRIOS ESTÃO ATRASADOS HÁ QUASE DOIS MESES. SINDICATO E EMPRESAS DEVEM TER UMA REUNIÃO PARA FAZER UM ACORDO.


Vários trabalhadores da construção civil da UTBR, empresa que presta serviços para a Saipem do Brasil, uma das prestadoras de serviços da Petrobras, fizeram uma manifestação, na manhã desta quarta-feira (18), em frente a sede da empresa em Guarujá, no litoral de São Paulo.

Os trabalhadores dizem que os salários estão atrasados há dois meses. Alguns reclamam que os salários pagos não são compatíveis ao de funcionários estrangeiros. O grupo teme que a UTBR quebre o contrato com a Saipem e que abadone a obra sem pagar os trabalhadores.

O Sindicato da Construção Civil (Sintracomos) entrou em contato com a diretoria da empresa UTBR. Segundo o diretor do sindicato, Laudelino Xavier, os funcionários não receberam o pagamento do salário do mês de fevereiro.

"Os trabalhadores estão sem previsão de pagamento. Optamos por aguardar na frente da Saipem. Vamos ter uma reunião com a UTBR e com a Saipem. Queremos saber qual vai ser a posição delas com relação a isso", disse.

O G1 entrou em contato, por volta das 11h30, com a UTBR para falar sobre o assunto. Até o fechamento desta reportagem, porém, não havia uma posição oficial da empresa sobre o protesto.

Fonte:  A Tribuna On-Line

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

FALTA DE REGISTRO, ATRASOS DE SALÁRIOS, SEGURANÇA, GERA PROTESTO EM FRENTE AO PAÇO DE GUARUJÁ!

TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE SANTOS PROTESTAM DIANTE DO PAÇO DE GUARUJÁ
O SINDICATO DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL (SINTRACOMOS) FEZ UM PROTESTO, NESTA MANHÃ SEXTA-FEIRA (7), EM GUARUJÁ, CONTRA SALÁRIOS ATRASADOS.


Nesta manhã a diretoria do sindicato estará na construção de 1.600 unidades de conjunto habitacional no bairro Vila Edna, onde 240 trabalhadores estão com os salários de outubro atrasados.

Dali, com carro de som, eles sairão em passeata até o paço municipal, pois a obra é feita em parceria da prefeitura com a Caixa Econômica Federal (CEF).

Nesta quinta-feira (6), pela segunda vez, a empreiteira AN Engenharia e Construções, subcontratada da Araguaia Engenharia, não compareceu a mesa-redonda no Ministério do Trabalho e Emprego.

A prefeitura, a CEF e o sindicato foram ao escritório do MTE em Santos, aonde a empreiteira não mandou representantes, apesar dos salários atrasados.

“Se o trabalhador não paga pensão alimentícia, é preso. Mas o empregador deixa centenas de trabalhadores, esposas e filhos sem salários e nada acontece”, compara o vice-presidente do sindicato, Luiz Carlos de Andrade.

Dos 240 trabalhadores envolvidos, 60 são tarefeiros e estão sem registro em carteira, com os salários atrasados desde setembro. “Não passam de desempregados trabalhando por produção”, diz o sindicalista.

Segundo ele, a empreiteira “vive atrasando o pagamento de todos os funcionários, independente de ser fichado ou não. Aliás, tem gente com até um ano e sete meses sem registro, o que é uma vergonha”.

Outro problema, embora não trabalhista, é que a obra está em andamento sem rede de esgoto, que seria responsabilidade da Sabesp. “Depois que terminarem tudo, terão de quebrar para a rede”, reclama Luiz.

“É impressionante, mas nem mesmo os governos federal, estaduais e municipais respeitam a legislação trabalhista. E o que se vê em obras públicas é uma barbaridade”, diz o presidente do sindicato, Macaé Marcos Braz de Oliveira.

“Falta de registro em carteira, atrasos de salários e benefícios, péssimas condições de segurança, medicina e higiene, perseguições e demissões injustas são fatos corriqueiros”, reclama o sindicalista.

Fonte: Sintracomos