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domingo, 27 de abril de 2014

TÍTULO DE CIDADÃO GUARUJAENSE A MICHELÃO REPERCUTE EM TODO PAÍS!

REPERCUTE NA IMPRENSA DE TODO PAÍS, TÍTULO DE CIDADÃO GUARUJAENSE A MICHEL TUMA NESS.
MICHELÃO É UMA DAS MELHORES E MAIORES PERSONALIDADES DO TURISMO BRASILEIRO E UM ÍCONE NO INCENTIVO E DIVULGAÇÃO DO TURISMO DE GUARUJÁ.


A Câmara Municipal de Guarujá reconhecendo o trabalho desenvolvido pelo presidente da Federação Nacional de Turismo (Fenactur) e vice-presidente da Confederação Nacional do Turismo (CNTur), Michel Tuma Ness, ao longo de mais de 45 anos de atividades em favor do Turismo Brasileiro, outorgou ao “Michelão”, o Título de Cidadão Guarujaense.

A honraria foi entregue pelo Vereador Marcelo Squassoni, presidente da Câmara Municipal de Guarujá e pelo Vereador Walter dos Santos “Nego Walter”, autor da proposta que foi aprovada por unanimidade da Câmara Municipal.

  
Em discurso, o vereador Walter dos Santos, destacou e citou passagens da vida de “Michelão”, afirmando ser [ele] uma das melhores e maiores personalidades do Turismo Brasileiro e um ícone no incentivo e divulgação do Turismo da Cidade de Guarujá. “Para nós, é uma grande honra entregar este título para alguém que fez e faz acontecer”, disse.

Emocionado, Michel Tuma Ness agradeceu a homenagem e, em seu discurso, ressaltou a vocação do Guarujá para o Turismo e enfatizou que a Cidade, por suas belezas naturais era reconhecida como um dos principais destinos turístico do Brasil. Completou com um agradecimento especial à Cidade de Guarujá, à Câmara Municipal, aos vereadores, à sua Família e a todos os muitos amigos e personalidades presentes à cerimônia.


Fonte: Mercado e Eventos

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

QUE FALTA ACONTECER?



GUARUJÁ – O QUE MAIS FALTA ACONTECER?

Se não bastasse a sujeira, o abandono e a falta de segurança que fazem da nossa cidade, manchete nos jornais no Brasil e no Mundo, agora, nossa Prefeita quer impor a proibição de funcionamento dos bares, restaurantes e similares, após as 23 horas.

Todos nós sabemos das dificuldades que nossa cidade atravessa face aos motivos acima citados. O Guarujá é uma cidade turística que depende economicamente dos turistas que a visitam nas férias e finais de semana. Se eles não tiverem e puderem freqüentar os bares e restaurantes, certamente irão para outras cidades litorâneas onde não seja cerceada a sua liberdade de modo de vida.

Amigos. Vocês já olharam / percorreram nossa cidade à noite, fora fins de semana e férias? Guardadas as devidas proporções, a sensação é que estamos numa cidade fantasma, escura, silenciosa e sem vida. Dá medo!

Agora pensem: Se aprovada esta nova lei da prefeitura, mais bares e restaurantes fecharão suas portas, mais trabalhadores perderão seus empregos e toda a cadeia produtiva será economicamente atingida e penalizada.

Sra. Prefeita e Secretários

Analisem criteriosamente a implantação dessa medida e suas conseqüências. Ouçam os proprietários dos bares, restaurantes e hotéis para que no futuro não venhamos a nos arrepender. Precisamos sim é criar alternativas para atrair mais turistas e não “empurrá-los” para outras cidades.

Não podemos e nem devemos nos perguntar:

O que mais falta acontecer no Guarujá?

Michel Tuma Ness

Presidente da FENACTUR – Federação Nacional de Turismo

Vice Presidente da CNTur – Confederação Nacional do Turismo


terça-feira, 17 de março de 2009

Quiosques........vejam a solução!!!!!!!!!

Ministério Público e Promotores, vejam a solução para os Quiosques nas Praias!!!!

Estamos acompanhando pela mídia as questões dos 168 Quiosques na Praia Grande. Os donos dos Quiosques, e seus advogados aparecem nos Jornais invocando as questões sociais, empregos gerados, etc....

Será justo em uma cidade como Praia Grande com milhares de habitantes apenas 168, e no Guarujá algo em torno de 120, previlegiados, felizardos, utilizarem indevidamente o espaço público gratuitamente, com localização privilegiada, e o resto da população não tem as mesmas oportunidades. Não somos todos iguais perante a Lei e Deus??

Por que um Quiosque não pode trocar legalmente de dono, o espaço é público, deveria periodicamente ser Licitado, como tudo que é publico, por que um quiosque deve possuir um dono perpétuo, até os Cartórios ajustaram-se as mudanças, existe concursos públicos hoje para Cartorário.

Por que ao ler jornais locais vejo Quiosques sendo comercializados de R$ 100.000,00 à R$ 150.000,00, será que não é proibido transferir uma Permissão de Uso, normalmente a concessão publica é intransferível.

Um funcionário de Quiosque é devidamente registrado conforme a CLT, recebe Férias, 13º Salário, FGTS, e quantos empregos são gerados pelos Quiosques? Quiosques possuem CNPJ (RFB), Inscrição Estadual (SEFAZ), CEI (INSS), CCM (PMG), Vistoria do Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária (SIVISA)???

Em 2001 o ex-Prefeito Maurici Mariano firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com o Ministério Publico Estadual que obrigava o município a abrir licitação pública para exploração dos Quiosques nas Praias do Guarujá, sob pena de pagamento de multas diárias altíssimas.

A questão é simples, os donos dos Quiosques afirmam que construíram as edificações e caso algum “aventureiro”, ofereça uma melhor oferta publica de aluguel, os ex-donos perderiam os direitos. Quanto tempo os mesmos exploram os Quiosques???

A época da assinatura do TAC à Associação dos Quiosqueiros, recorreu com um Mandato de Segurança, e logicamente como os argumentos não eram são sólidos, aconteceu o normal, perderam....

Passados três anos, NINGÉM retirou os Quiosques, a Prefeitura não cumpriu o TAC e os Quiosques continuam irregulares, instalados nas Praias, sem sanitários, sem higiene, ocupando o espaço público, as areias com dezenas de cadeiras, mesas e guarda-sol e principalmente cobrando consumação de R$ 100,00 e faturando muito, uma gelada custa cerca de R$ 3,50.

Nos últimos anos, o Ministério Público Federal em vários Estados vem trabalhando para pôr um fim a ocupações irregulares em toda a costa brasileira. Com essa linha de atuação, a instituição tem buscado a redução de danos ambientais e a preservação de toda a zona costeira, que é patrimônio nacional.

Trata-se de invasão de área pública por particulares que ali ergueram estabelecimentos comerciais sem licenciamento ambiental, sem compromisso com o aspecto paisagístico das praias, sem saneamento básico, sem o pagamento de qualquer taxa de utilização e sem submissão a qualquer tipo de concorrência pública que lhes garantisse o direito de utilizar o espaço.

Também não houve consulta pública para que os moradores dessas regiões se manifestassem a respeito da utilização comercial desses espaços. Além disso, freqüentemente observa-se por parte desses estabelecimentos a violação de códigos de postura municipais no que diz respeito à poluição sonora, alguém se lembra por que o Bech Park foi fechado na Enseada, este ano....

Constatou-se, ainda, que os quiosques, em sua maioria, não estão ligados às redes de tratamento de esgoto, e sim às redes pluviais, contribuindo, com o lançamento de seus dejetos, para a poluição dos lençóis freáticos, do mar.

No caso específico dos quiosques localizados nas Praias da Enseada e Perequê, na orla do Guarujá, em relação aos quais já há inclusive decisão judicial que determina sua demolição, o Ministério Público Federal tenta junto à Prefeitura Municipal uma solução extrajudicial para o problema.

Por meio da assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a Prefeitura de Guarujá se comprometeu a demolir os quiosques e indenizar seus proprietários e a apresentar ao Instituto do Meio Ambiente (Ibama) e à Gerência Regional de Patrimônio da União (GRPU) um projeto para a reurbanização daquele trecho da orla, onde atualmente estão instalados 98 quiosques.

Vários Juizes Federais fundamentam sua decisão no art. 6º do Decreto-Lei nº 2.398/87, que prevê a remoção da construção ou obra realizada em áreas de praias, sem a prévia autorização do Ministério da Fazenda, além dos artigos 9º e 10 da Lei nº 9.636/98. A Gerência Regional de Patrimônio da União – GRPU atua dentro dos limites das previsões legais ao propor a desocupação e demolição dos quiosques, uma vez que as sanções são previstas em lei para a ocupação irregular.

Outro aspecto que fundamenta as decisões dos magistrados é que a ocupação dos quiosques desrespeitou a concorrência pública exigida para o uso e a ocupação de imóveis de propriedade da União, prevista no art. 18 da Lei 9.636/90. A exigência da concorrência pública inviabiliza a “regularização formal, geográfica e técnica dos quiosques já instalados e em funcionamento na orla, mantendo-se os mesmos ocupantes, já que a ocupação ilegal da faixa de praia permaneceria”.

Além disso, os autos noticiam que a tentativa de regularização desses quiosques nas orlas das Praias do Guarujá já se arrasta, pelo menos, desde o ano de 2005, quando foi assinado termo de compromisso de ajuste de condutas (TAC) entre o Ministério Público e o Município e a Gerência Regional de Patrimônio da União – GRPU”.

Entendem os Juizes, reconhecida como ilegal, com a desocupação voluntária dos quiosques e retirada das construções, ou a sua demolição. Por fim, quanto ao argumento de que os ocupantes de quiosques pagam IPTU e obtiveram autorização de construção do Município, entendem os Juizes que:

a) o pagamento de IPTU não interfere na cobrança de taxas de ocupação ou aforamento para a utilização de imóveis localizados sobre terrenos da União, já que também é fato gerador do referido imposto o exercício do domínio útil e da posse, independentemente de quem seja o proprietário, se particular ou alguma entidade pública;

b) as autorizações feitas pelo Município do Guarujá não têm validade jurídica, já que, enquanto o processo administrativo para cessão de uso dos terrenos localizados em faixa de praia não for concluído, a competência para a concessão é exclusiva da União, já que a área ocupada é bem de uso comum do povo de propriedade da União.

Nos resta como cidadão à imediata cobrança perante o Ministério Público Estadual a solução ao problema que se instalou em nossas praias, com a covarde anuência de nossos administradores e políticos, com medo de perder sua popularidade, com a imensa turba de eleitores, 120 Quiosqueiros. Enquanto isso, autoridades em Turismo como Michel Tuma Ness, tem que vir a publico no evento do Sofitel, solicitando a Prefeita a extinção da “Maré Vermelha”.

Turistas têm seu acesso impedido, lixo acumula-se nas praias, a visão da Orla Marítima perdeu-se com a instalação de Quiosques como pequenos arranha-céus nas areias, e as condições sanitárias de péssima qualidade, e as questões das mesas, cadeiras e guarda-sol.

Infelizmente a verdade é clara, falta gente de coragem para tomar posições, saudades do ex-prefeito Jaime Daige que diziam que não gostava dos pobres, mas gostava da Orla Marítima, como milhões de turistas que vem para nossas praias.