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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

QUEM É O TERCEIRO MANDANTE?

PROMOTOR DO GAECO FALA EM TERCEIRO MANDANTE NO CASO RICARDO JOAQUIM!
Ministério Público acredita em terceiro mandante na morte de ex-secretário de Guarujá Ricardo Joaquim.


Dois empresários, um policial militar e um ex-policial estão presos. Ricardo Joaquim foi assassinado em março, durante uma reunião partidária.


O Ministério Público acredita que há mais um suspeito na morte do ex-secretário de governo de Guarujá, no litoral de São Paulo, Ricardo Joaquim. Ele foi assassinado em março deste ano durante uma reunião do partido.

O órgão pediu a abertura de um novo inquérito. “Primeiramente, cumpre fazer um elogio em relação ao trabalho da polícia. O inquérito policial foi muito bem conduzido. Em determinado momento ele se afunilou. A partir desse momento, a motivação se descortinava, ou seja, havia alguma coisa em relação ao Jardim Virgínia. Para apurar a eventual participação de um terceiro mandante, mas isto não exclui ou afasta a participação dos mandantes denunciados”, afirma o promotor Cássio Conserino.

O empresário de Praia Grande e o ex-policial militar acusados do crime saíram da cadeia de Vicente de Carvalho escondendo o rosto e sem dar entrevista. Com a prisão preventiva decretada pela juíza na última terça-feira (11), eles foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Vicente, onde devem ficar até o julgamento.

O empresário de Campinas continua na cadeia do 5º DP de Santos. E um outro policial militar está no presídio Romão Gomes, em São Paulo. Ambos também são acusados do crime. Segundo a polícia, os policiais executaram o ex-secretário de Guarujá e os empresários são os mandantes.

O advogado dos empresários, Vicente Cascione, afirma que outras hipóteses ainda devem ser analisadas. “Eles não são mandantes de coisa nenhuma. Tem que investigar todas as hipóteses que estão dentro do processo, com nomes, com fatos, com circunstâncias que não foram investigadas. Não se tomou conhecimento de todas as denúncias que há dentro do processo”, afirma Cascione.

Segundo a polícia, o ex-secretário recebeu propina para acabar com as dividas de IPTU em uma área conhecida como Jardim Virgínia. Como foi exonerado da prefeitura, Ricardo Joaquim não cumpriu a promessa.

Um ano e quatro meses antes da execução do ex-secretário, o caseiro que morava no Jardim Virginia foi morto. Quando a polícia descobriu que a arma usada nos dois assassinatos era a mesma, não teve mais dúvidas sobre o motivo do crime.

A polícia encontrou a arma, uma pistola calibre 45. O objeto estava com o ex-policial militar de Guarujá, que está preso, e foi furtado de um policial civil em 2005. “Recebemos o laudo pericial em que confirma que a arma utilizada tanto na morte do secretário, quanto na morte do ex-secretário, foi a mesma”, afirma o delegado Claudio Rossi.

Fonte: G1/A Tribuna

RICARDO JOAQUIM, PRISÃO!

JUÍZA DECRETA PRISÃO DOS ACUSADOS!
JUÍZA MANTEM PEDIDO DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DECRETA PRISÃO DOS QUATRO ACUSADOS NO CASO RICARDO JOAQUIM.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

CASO RICARDO JOAQUIM CHEGA AO FÓRUM!

DETALHES DA EXECUÇÃO DO EX-SECRETÁRIO CHEGAM AS MÃOS DA JUÍZA!
NUMA INTRICADA TRAMA DE CORRUPÇÃO COM ANISTIA E DOAÇÃO DE ÁREA, CONHEÇA MAIS UM ESCABROSO CASO DA ADMINISTRAÇÃO DE GUARUJÁ QUE NOS ÚLTIMOS QUATRO ANOS FREQUENTOU AS PÁGINAS POLÍCIAS DO PAÍS.



PARTINDO DA TESE DA DOAÇÃO DA ÁREA, MUITA GENTE NO GOVERNO PODERIA TER CONHECIMENTO DA CORRUPÇÃO QUE LEVOU A MORTE DO EX-SECRETÁRIO.

PRISÕES MANTIDAS!

"...É MAIS FÁCIL O DELEGADO DO GUARUJÁ SER TRANSFERIDO, DO QUE EU SER PRESO.", AFIRMOU UM DOS ACUSADOS NO GRAMPO TELEFÔNICO DO GAECO.
CONFORME PUBLICADO, CASO RICARDO JOAQUIM CHEGA AO FINAL, COM A PRISÃO DOS ENVOLVIDOS MANTIDA!


VAMOS AGUARDAR A APURAÇÃO FINAL DO CASO E O RESTANTE DAS INVESTIGAÇÕES!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

MISTÉRIO ESCLARECIDO: EMPRESÁRIOS DETIDOS!

DOIS EMPRESÁRIOS DO RAMO DE ALUMÍNIO SÃO SUSPEITOS DA MORTE DO EX-SECRETÁRIO RICARDO JOAQUIM.
EMPRESÁRIO DE CAMPINAS FELÍCIO BARGANTE TAMBÉM ERA INVESTIGADO DEVIDO A PROBLEMAS NO FUTEBOL.



Empresário que patrocina o Guarani é preso por crime no Guarujá.

Intimamente ligado ao presidente do Guarani, Marcelo Mingone, o empresário Felício Bragante, diretor da empresa ASA, que estampa sua logomarca nas camisas do clube desde o Campeonato Paulista, foi preso nesta tarde acusado de um crime cometido na cidade de Guarujá no dia 8 de março. Bragante seria o “laranja” ou "testa de ferro" do também empresário Ricardo Xavier que há algum tempo investe no futebol. O atacante Bruno Mendes, principal revelação do clube neste ano, teria seu atestado preso a Bragante.

O atestado liberatório de Bruno Mendes teria sido dado por Mingone ao empresário como garantia de um valor antecipado para o Campeonato Paulista, perto de R$ 2 milhões. Com este dinheiro, Mingone pagou os salários dos jogadores em dia.

Ricardo Xavier, inclusive, mantém um Centro de Treinamento numa cidade no Sul de Minas. O “projeto” é coordenado por Flamarion, ex-volante do Guarani nos anos 70, e que atuou como técnico de categorias de base tanto do Guarani como da Ponte Preta.

A informação da prisão foi apresentada, com exclusividade, pela TV e Rádio Bandeirantes. Além de Braganti, outro empresário teria sido preso. E suspeita-se que seria o próprio Ricardo Xavier. O Gaeco, Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Crimimais, teria executado as prisões, inclusive de um policial que teria organizado o crime na Baixada Santista.

O caso é mantido em segredo de justiça, mas os presos teriam uma prisão temporária de 30 dias, tempo normalmente aplicado em casos de crimes.

Crime bárbaro aconteceu no Guarujá

No dia 8 de março, o ex-secretário de governo de Guarujá, Ricardo Augusto Joaquim de Oliveira, foi assassinado com cerca de dez tiros por volta das 20h30. Ele presidia uma reunião do Partido Pátria Livre (PPL).

Na ocasião, segundo a Polícia Militar, os criminosos chegaram em duas motos ao local e, na porta da sede do partido, no número 305 da rua Mario Silveira, efetuaram os disparos e fugiram.

Ricardo Joaquim morreu no local, e o pré-candidato a vereador e secretário do partido Carlos Alberto de Souza, o Carlinhos da Praia, foi atingido de raspão. O caso foi registrado no 1º DP de Guarujá.

Quando ainda era secretário de Segurança de Guarujá, em 11 de maio de 2010, Ricardo Joaquim tinha sofrido um sequestro-relâmpago no qual foi mantido refém por cerca de três horas antes de ser libertado na rodovia Piaçaguera-Guarujá, em Cubatão, próximo a uma praça de pedágio. 

Agência Futebol Interior