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sexta-feira, 28 de junho de 2013

O DINHEIRO DA EDUCAÇÃO E A FORMAÇÃO DE CARTEL!

ADVOGADO SUSPEITA DE FORMAÇÃO DE CARTEL E REGISTRA DECLARAÇÃO EM CARTÓRIO! EM GUARUJÁ, BASTARIA ELE VISITAR UMA DAS 3.800 POSTAGENS DOS INCONFIDENTES NOS SITES.
SUSPEITA DE ADVOGADO SE CONFIRMA APÓS PREGÃO DA FDE DE BERNARDO ORTIZ


O advogado José Eduardo Bello Visentin escreveu uma declaração na qual afirma que suspeitava de formação de cartel em pregão que seria realizado pela Fundação para o Desenvolvimento Escolas (FDE).

Para confirmar a veracidade do documento, Visentin reconheceu sua firma no 39º Cartório de Registro Civil de São Paulo no dia 3 de agosto de 2011, durante o certame licitatório para a aquisição de mochilas escolares pela FDE.

A suspeita, que se confirmou mais tarde, era a formação de cartel entre as empresas Capricórnio S/A, Brink Mobil Equipamentos Educacionais Ltda e Diana Paolucci S/A Indústria e Comércio.

Visentin alertava que sua declaração poderia ser confirmada pela participação de outras empresas para serem derrotadas no pregão da FDE.

De fato, a Capricórnio S/A e a Brink Mobil Equipamentos Educacionais foram as vencedoras da licitação para o fornecimento de cerca de 2,5 milhões de mochilas escolares.

Ambas abocanharam a bagatela de R$ 40.252.000,00 em contratos com a FDE para o fornecimento de mochilas escolares.

A empresa Diana Paolucci S/A Indústria e Comércio foi derrotada, bem como outras 9 empresas que participaram do pregão.

O pregão seria realizado no dia 4 de agosto de 2011, um dia após o advogado José Eduardo Bello Visentin ter feito a declaração de suspeita de formação de cartel.

A abertura do pregão ocorreu no horário previsto, mas foi adiado para o dia 16 de setembro de 2011, quando foi concluído.

domingo, 31 de março de 2013

O MENINO PRODÍGIO ESCORREGOU!

GABRIEL CHALITA, O MENINO PRODÍGIO DO PSDB, PMDB, PT, ESCORREGOU....
A VERDADE TARDA MAS NÃO FALHA E AQUELE MENINO PRODÍGIO, ACOMPANHANTE DA DONA LÚ ALCKMIN, ERA A ESPERANÇA DOS PETISTAS DE POUCA FÉ EM DEUS, MAS MUITA FOME DE PODER E RIQUEZAS.


Denúncias contra Chalita serão avaliadas por Gurgel

No Estadão:
O Ministério Público de São Paulo encaminhou ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, cópia de um depoimento do analista de sistemas Roberto Grobman que denuncia o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) por suposto enriquecimento ilícito e fraudes com recursos públicos quando exercia o cargo de secretário da Educação no governo Geraldo Alckmin (PSDB).

Na condição de parlamentar federal, Chalita só pode ser investigado em âmbito penal perante o Supremo Tribunal Federal. Gurgel vai examinar o conteúdo das acusações de Grobman e decidir se abre ou não investigação criminal. No âmbito cível, porém, a investigação por suposta improbidade permanece sob responsabilidade da Promotoria do Patrimônio Público.

O relato de Grobman enviado à Procuradoria-Geral foi tomado em novembro de 2012 pelo Ministério Público. O denunciante afirma que, embora sem vínculo com a secretaria, era mantido como tal, com direito à sala e secretária. Ele aponta lista de eventos e contratações na gestão Chalita que teriam sido marcados por irregularidades.
(…)

Denúncia
As denúncias foram feitas pelo analista de sistemas Roberto Leandro Grobman, que alega ter prestado assessoria a Chalita em eventos, viagens e serviços de tecnologia na área educacional. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o MP Estadual decidiu abrir 11 inquéritos para apurar eventuais irregularidades cometidas por Chalita a partir de quatro depoimentos prestados por Grobman – que disse que o então secretário cobrava 25% de propina sobre o valor dos contratos que assinava com fornecedores da pasta.

Ainda segundo o jornal, o advogado de Chalita, Alexandre de Moraes, pediu arquivamento dos inquéritos argumentando que o ex-colaborador não apresentou nenhuma prova que sustentasse as acusações feitas contra o parlamentar.

Em um depoimento prestado em 6 de fevereiro, Grobman afirma que o deputado, enquanto chefe da pasta da Educação, comprou por aproximadamente R$ 4,5 milhões um apartamento na rua Rio de Janeiro, no bairro de Higienópolis. O dinheiro teria sido desviado de um repasse de R$ 196 milhões no âmbito de acordo internacional firmado entre o Ministério da Educação e Cultura (MEC), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o governo do Estado.

O relato foi tomado pelo promotor de Justiça Nadir de Campos Junior, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social, que abriu inquérito civil para apurar o caso. A verba deveria ser gerenciada pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), vinculada à Secretaria que Chalita dirigia, com a “necessidade de prestação de contas”. Grobman sustenta que “na execução do projeto teve conhecimento de que Chalita pactuou, sem a correspondente licitação pública, com empresas particulares, associações como a Pontifícia Universidade Católica (PUC) na qual (o deputado) exercia o cargo de professor”.

Segundo a denúncia, o MEC acabou intervindo e reclamou esclarecimentos sobre os valores destinados à execução do programa. “(Chalita) chegou a encaminhar um funcionário a Brasília levando informações desconexas que tumultuaram os esclarecimentos solicitados”. Grobman afirma que o ex-secretário vendeu imóvel situado à rua Albuquerque Lins, no mesmo bairro, “por valor inferior ao da sua aquisição, para o então secretário-adjunto da Educação Paulo Alexandre Barbosa (atual prefeito de Santos pelo PMDB)”.

Ele conta que criou com o empresário Nilson Curti a empresa Interactive Sistemas Educacionais Ltda, em 1999. Cinco anos depois, foi apresentado a Chalita pelo dono do Grupo COC, Chaim Zaher. Grobman finalizou seu depoimento afirmando que “o senhor Chaim, do Grupo COC, na verdade não obteve vantagens patrimoniais senão promessas de palestras gratuitas a serem efetivadas pelo representado (Chalita)”.

O Grupo SEB (Sistema Educacional Brasileiro), ex-detentor da marca COC, informou que já prestou todos os esclarecimentos ao Ministério Público e que “é o maior interessado em que seja restabelecida a verdade dos fatos”. (mais aqui).
Por Reinaldo Azevedo

Promotoria apura depoimentos prestados por analista que acusa deputado de enriquecimento ilícito quando Secretário de Educação de SP

O Ministério Público Estadual investiga denúncia de suposto enriquecimento ilícito e fraudes com recursos públicos envolvendo o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) na época em que ele ocupava o cargo de secretário estadual da Educação no governo Geraldo Alckmin (PSDB).

As denúncias foram feitas pelo analista de sistemas Roberto Leandro Grobman, que alega ter prestado assessoria a Chalita em eventos, viagens e serviços de tecnologia na área educacional. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o MP Estadual decidiu abrir 11 inquéritos para apurar eventuais irregularidades cometidas por Chalita a partir de quatro depoimentos prestados por Grobman - que disse que o então secretário cobrava 25% de propina sobre o valor dos contratos que assinava com fornecedores da pasta.

Ainda segundo o jornal, o advogado de Chalita, Alexandre de Moraes, pediu arquivamento dos inquéritos argumentando que o ex-colaborador não apresentou nenhuma prova que sustentasse as acusações feitas contra o parlamentar.

Em um depoimento prestado em 6 de fevereiro, Grobman afirma que o deputado, enquanto chefe da pasta da Educação, comprou por aproximadamente R$ 4,5 milhões um apartamento na rua Rio de Janeiro, no bairro de Higienópolis. O dinheiro teria sido desviado de um repasse de R$ 196 milhões no âmbito de acordo internacional firmado entre o Ministério da Educação e Cultura (MEC), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o governo do Estado.

O relato foi tomado pelo promotor de Justiça Nadir de Campos Junior, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social, que abriu inquérito civil para apurar o caso. A verba deveria ser gerenciada pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), vinculada à Secretaria que Chalita dirigia, com a "necessidade de prestação de contas".

Grobman sustenta que "na execução do projeto teve conhecimento de que Chalita pactuou, sem a correspondente licitação pública, com empresas particulares, associações como a Pontifícia Universidade Católica (PUC) na qual (o deputado) exercia o cargo de professor".

Segundo a denúncia, o MEC acabou intervindo e reclamou esclarecimentos sobre os valores destinados à execução do programa. "(Chalita) chegou a encaminhar um funcionário a Brasília levando informações desconexas que tumultuaram os esclarecimentos solicitados".

Grobman afirma que o ex-secretário vendeu imóvel situado à rua Albuquerque Lins, no mesmo bairro, "por valor inferior ao da sua aquisição, para o então secretário-adjunto da Educação Paulo Alexandre Barbosa (atual prefeito de Santos pelo PMDB)".

Ele conta que criou com o empresário Nilson Curti a empresa Interactive Sistemas Educacionais Ltda, em 1999. Cinco anos depois, foi apresentado a Chalita pelo dono do Grupo COC, Chaim Zaher. Grobman finalizou seu depoimento afirmando que "o senhor Chaim, do Grupo COC, na verdade não obteve vantagens patrimoniais senão promessas de palestras gratuitas a serem efetivadas pelo representado (Chalita)".

O Grupo SEB (Sistema Educacional Brasileiro), ex-detentor da marca COC, informou que já prestou todos os esclarecimentos ao Ministério Público e que "é o maior interessado em que seja restabelecida a verdade dos fatos".

PMDB. O presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), e o líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), saíram ontem em defesa de Chalita. "Acredito nas declarações, na correção e na ética do Chalita. Essa denúncia não altera um milímetro na disposição do partido de prestigiar Chalita", afirmou Cunha.

Na fronteira do Brasil com a Bolívia, onde participava de um seminário, Raupp afirmou estranhar a denúncia. "Essa denúncia aparece dez anos depois que Chalita foi secretário e na iminência de ele ser indicado para assumir um ministério. Por que não fizeram antes?".

Cunha reafirmou que indicará Chalita para presidir a Comissão de Educação da Câmara. A distribuição dos comandos das comissões permanentes na Casa deverá ser decidida nesta semana.

quinta-feira, 7 de março de 2013

O $ANTO PAULO!

SABEM AQUELE POLÍTICO, DEPUTADO, SECRETÁRIO, PREFEITO, QUE PARECE UM SANTO, FAZ POSE DE SANTO, SOBE NO PÚLPITO E FALA COMO UM SANTO?
NA VERDADE ELE NÃO É UM SANTO E OS PECADOS DO PREFEITO PAULO ALEXANDRE BARBOSA (PSDB) ESTÃO SENDO EXPOSTOS NA IMPRENSA DE VERDADE, PORQUE A IMPRENSA DA BAIXADA ADORA O $ANTO PAULO!


INVESTIGAÇÃO MOSTRA QUE A EAB - EDITORAS ASSOCIADAS DO BRASIL TINHA COMO SÓCIO O PREFEITO DE SANTOS PAULO ALEXANDRE BARBOSA.
Fonte - Folha de São Paulo

Um amigo do deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) que ele indicou para assessorar a diretoria da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) foi sócio de uma empresa que tinha interesse em fazer negócios com o governo estadual.

Alexandre Eduardo de Freitas, um professor de educação física que era diretor da academia de ginástica que Chalita frequentava, trabalhou no governo durante pouco mais de um ano, de abril de 2004 a junho de 2005, quando Chalita era o secretário estadual da Educação.

Freitas foi assessor da diretoria executiva da FDE e ganhava R$ 10,6 mil por mês. Seis meses depois de sua saída, a fundação contratou por R$ 2,45 milhões, e sem licitação, uma empresa da qual Freitas tinha sido sócio até recentemente, a EAB (Editoras Associadas do Brasil), para fornecer software educativo.

Freitas ajudou a fundar essa empresa em 2003 e deixou de ser sócio em janeiro de 2005, quando faltavam poucos meses para ele deixar o governo estadual e o contrato milionário da fundação com a empresa ser assinado.

A editora foi criada pelo empresário Chaim Zaher, que na época era dono do grupo educacional COC e agora está sob investigação do Ministério Público de São Paulo sob suspeita de ter pago despesas pessoais de Chalita no período em que ele foi secretário, entre 2002 e 2006.

O deputado é alvo de 11 inquéritos abertos a partir de depoimentos do analista de sistemas Roberto Grobman, que foi sócio de outra empresa ligada ao COC e diz ter atuado como assessor informal de Chalita na Secretaria da Educação. O deputado nega ter indicado Freitas para favorecer negócios privados.

Freitas manteve um pé no governo e outro na iniciativa privada durante nove dos 14 meses em que trabalhou na FDE. Grobman disse ao Ministério Público que ele frequentava o apartamento de Chalita e também trabalhou como seu "personal trainer", o que o deputado nega.

O professor de educação física morou em outro apartamento que pertenceu a Chalita, e o indicou como seu endereço residencial na documentação de abertura da EAB. O deputado vendeu esse imóvel em maio de 2004.

Além do amigo de Chalita, a EAB tinha outros três sócios: um executivo do COC, a mulher de outro diretor do grupo e Adilson Durante Filho, um colaborador do então deputado estadual Paulo Barbosa (PSDB), que foi o número dois de Chalita na Secretaria da Educação e atualmente é o prefeito de Santos.