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domingo, 10 de janeiro de 2010

PRAINHA & CONCEIÇÃOZINHA

A PRAINHA CONTINUA VIVENDO DE PROMESSAS
MAS O SUCESSO É DO ZECA PAGODINHO...


Comunidade Carente

Eu moro numa comunidade carente
Lá ninguém liga prá gente
Nós vivemos muito mal
Mas esse ano nós estamos reunidos
Se algum candidato atrevido
For fazer promessas vai levar um pau

Vai levar um pau prá deixar de caô
E ser mais solidário
Nós somos carentes, não somos otários
Prá ouvir blá, blá, blá em cada eleição

Nós já preparamos vara de marmelo e arame farpado
cipó-camarão para dar no safado que for pedir voto na jurisdição
É que a galera já não tem mais saco para aturar pilantra
Estamos com eles até a garganta
aguarde prá ver a nossa reação


A Prefeita Maria Antonieta de Brito nas vésperas do aniversário de emancipação de Guarujá, inundou o bairro da Conceiçãozinha com panfletos “Carta Aberta à População”, ressalve-se de alta qualidade gráfica e baixa qualidade política.

O panfleto denominado ATITUTE EXPRESSO PMDB, falava da relação da prefeita e sua luta pelos moradores dos bairros da Prainha e Conceiçãozinha. Na época repudiamos o panfleto, mostramos a realidade e passados sete meses veículos de comunicação mostram a verdadeira realidade:

Moradores de bairro do Guarujá agonizam às margens da riqueza do Porto de Santos.
Fonte: Porto Gente

Um cenário desolador. Infelizmente, o ano de 2010 começa do mesmo jeito para os moradores da Prainha, em Guarujá (SP). Problemas de infraestrutura e o ônus de ser vizinho do Porto de Santos tornaram-se rotina para as mais de 3,2 mil famílias que habitam o local. O dinheiro prometido pelo Governo Federal para a urbanização da favela ainda não foi empregado. Assim, a consequente remoção de 1,6 mil famílias que vivem ao lado do Terminal de Exportação de Veículos (TEV) até agora não aconteceu.


Um dos mais indignados com a demora do Poder Público em resolver a situação do bairro é o presidente da União dos Moradores da Prainha, Carlos Alberto de Souza. Se em 2007 ele era um dos mais esperançosos com a visita que os ministros dos Portos, Pedro Brito, e das Cidades, Márcio Fortes, fariam ao local, 30 meses depois a decepção é o sentimento estampado em seu rosto. Souza não se conforma com a continuidade de riscos como os trens, que trafegam lotados de cargas e passam a centímetros de distância dos barracos, em um risco enorme de acidentes.

“São mais de R$ 100 milhões que estavam inseridos no projeto Favela Porto-Cidade e que ajudariam a resolver a situação da Prainha. O problema é que o dinheiro não foi usado até agora e a situação continua na mesma. Com a troca de prefeitos em Guarujá em 2009 eu achei que as obras fossem andar, mas até agora, na prática, a gente só regrediu. É uma questão de compromisso e honra. Eu herdei uma luta do meu pai e cresço lutando. A solução está na mão e não sai. Meu medo é que nada mude e percamos vidas na Prainha”.

De fato, os trens continuam passando pertinho das janelas dos barracos montados às margens da linha férrea. Crianças seguem surfando sobre os vagões. Em julho de 2009, vagões da concessionária ALL carregados de milho foram saqueados por bandidos. As palafitas estão construídas na boca do Canal do Estuário, com famílias inteiras vendo navios entrarem e saírem do Porto de Santos como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. E para eles, é. O desenvolvimento não chega, as famílias não são removidas e começa um ano de eleições presidenciais.

E é justamente este último ponto que deixa o diretor da União dos Moradores da Prainha, Joel José da Silva, mais preocupado. “Vamos só ver as promessas deles na campanha eleitoral. Falam e falam, mas se amanhã descarrilar um trem na Prainha, quem vai pagar a tragédia? Se ocorrer um incêndio também será uma calamidade. O que acontece é que estão fazendo topografia em cima de topografia, gente vem aqui toda semana coletar dados, mas nenhuma casa é reconstruída, nenhuma calçada é refeita e o esgoto continua sendo lançado no Porto”.

domingo, 29 de novembro de 2009

A CAIXA PRETA


11 ANOS PASSARAM,AINDA SEM RESPOSTAS..
INCONFIDENTES ABREM A CAIXA PRETA DE GUARUJÁ!
DOW QUÍMICA ONDE ESTÃO NOSSOS PEIXES?

“Os peixes sumiram, a água está contaminada, não tenho mais de onde tirar meus sustento como pescador"

Enquanto o mundo fala de Emissão de Gases, reunião em Copenhague, velhos problemas continuam. Empresas e Terminais privados que lavam porões de navios, contêineres sem cuidar dos efluentes altamente nocivos ao homem e a vida marinha.

Em janeiro de 1998, o Greenpeace denunciou a contaminação por tetracloreto de carbono e clorofórmio encontrados nos efluentes da planta da Dow, localizada no Guarujá , no estado de São Paulo.

A postura da companhia foi negar a possibilidade de dano ambiental. Mesmo após dois anos da denuncia, a Dow recusa-se a pronunciar-se publicamente sobre o assunto.

“Os peixes sumiram, a água está contaminada, não tenho mais de onde tirar meus sustento como pescador, Hoje luto por um futuro melhor para meus filhos, não quero dar a eles a vida que tive, vendo a minha maior riqueza, o estuário do Guarujá, ser destruído pela poluição”.

Newton Rafael Gonçalves é pescador caiçara, secretário geral da UNIPESQ e morador a mais de 44 anos do síto Conceiçãozinha, fundado em 1898 e localizado ao lado da planta da Dow Química no Guarujá, litoral do estado de São Paulo.

SANTO AMARO
Um rio que está morrendo
Texto: Paulo Mota

GUARUJÁ - Já foi um rio importante, por onde entravam as expedições dos colonizadores para conhecerem o interior da ilha. Foi um dos pontos-bases de abastecimento da área e o remanso formado por sua embocadura, no estuário, servia para guardar, com segurança, embarcações de médio porte.

Nada disso, entretanto, garantiu ao velho Rio Santo Amaro, o mais característico curso de água de Guarujá, a respeitabilidade exigida. E hoje, cinco séculos após o início da colonização, ainda tendo importância econômica para a área, o Santo Amaro é um rio agonizante.

Além da fábrica e dos estaleiros, ali estão o Iate Clube de Santos, um dos maiores e mais sofisticados do País, e a Garagem Náutica do Corpo de Bombeiros, onde são centralizadas as operações de salvamento na região. Some-se a isso a presença, a pouco mais de 200 metros, de uma das unidades da Dow Química, e tem-se uma idéia de como o velho Santo Amaro é afetado no pequeno espaço da sua embocadura.

Danos - Tal concentração, naturalmente, não se faria sem sérios problemas para a sobrevivência do rio. Os poucos peixes e crustáceos que sobrevivem não servem para o consumo, tal o grau de contaminação por produtos químicos diversos, desde óleos combustíveis, até metais líquidos pesados, que, segundo dizem, provêm da Dow Química ou do porto.

A Garagem Náutica dos Bombeiros existe há 30 anos no local, mas há cerca de 10 os salva-vidas deixaram de fazer treinamentos na área. "Quem mergulhar, aí, arrisca-se a ter sérios problemas de pele. E, se engolir um pouco de água, sabe-se lá o que pode contrair", afirmou um veterano policial militar. Lembrou que, até há poucos anos, um professor da Universidade de São Paulo, que pesquisava a qualidade da água ao longo do rio, deixou de coletar amostras naquele trecho. "Ele disse que não havia necessidade de se fazer análises químicas para se atestar o grau de contaminação do rio por aqui"

Passivo ambiental
Da Redação

Segundo o estudo, e como sustentam as campanhas publicitárias que propagam a revitalização do meio ambiente da Baixada, houve recuperação ambiental do estuário. Essa afirmação, no entanto, é contestada pelo engenheiro químico e perito do Ministério Público (MP) Élio Lopes: "Não se pode falar em recuperação. O que houve foi uma redução da carga poluidora". Efetivamente, em termos de volume, houve uma diminuição significativa dos poluentes lançados no sistema estuarino: os orgânicos sofreram redução de 93%, e a emissão de metais pesados caiu 97%.

Mas esses valores isolados, e mesmo se consideradas algumas melhorias dos ecossistemas aquáticos da região, como o aumento do número de aves, não são suficientes para atestar recuperação ambiental.

O caso que merece destaque é a situação do rio Santo Amaro, no Guarujá, que desemboca na porção externa do estuário de Santos depois de receber os efluentes da Dow Química.

Nessas áreas, segundo as amostras coletadas, a maior variedade e freqüência de poluentes foram detectadas nos sedimentos, o que indica uma contaminação passada, ou passivo ambiental, das indústrias.

Pesca improdutiva

Espremida pela maciça ocupação industrial da região, a comunidade de Sítio Conceiçãozinha tem hoje apenas 300 metros de abertura para as águas do estuário. Dali, a paisagem predominante é a das máquinas dos terminais portuários do canal de Santos. Porém, mais desolada é a vista das palafitas erguidas sobre o mangue. "Isto aqui era um sítio. Havia banana, mexerica. Hoje, é uma favela", diz, desconsolado, Ilson Vaz, morador local há 45 anos. Como muitos ali, trabalha como estivador, no terminal da Cosipa. Outros tantos vivem unicamente da pesca, atividade com a qual sustentam suas famílias. Direta ou indiretamente, pescadores e estivadores dependem das águas do estuário.

Essa é a situação da comunidade, estabelecida nessa área há mais de cem anos. De uma forma ou de outra, depende do emprego gerado pelas mesmas indústrias que degradam seus meios de subsistência. O Sítio Conceiçãozinha situa-se próximo à foz do rio Santo Amaro, que recebe poluentes da Dow Química. As amostras de sedimento do local apresentaram contaminação por vários metais pesados, além de BHC e PAHs. Um requerimento exigiu o posicionamento da empresa quanto aos dados apontados pelo relatório da Cetesb e a denúncias das organizações não-governamentais (ONGs) Greenpeace e Coletivo Alternativa Verde (Cave), que motivaram, em 1998, uma representação contra a Dow no Ministério Público Federal.

O relatório da Cetesb sobre as condições de contaminação do estuário e dos rios que nele desembocam só comprova o que populações como a do Sítio Conceiçãozinha experimentam no cotidiano. "Quando se pergunta a qualquer pescador dessas áreas, todos têm uma só opinião: a poluição acabou com o pescado", afirma Valton Bezerra, da União de Pescadores de Conceiçãozinha. Com isso, os cerca de 230 pescadores da comunidade precisam cada vez mais se afastar da costa, em direção ao alto-mar, em busca da antiga produção. Mesmo assim, a poluição já atingiu o Farol da Moela e a Laje de Santos. Segundo Newton Rafael, morador de Conceiçãozinha desde que nasceu, há 51 anos, os siris e os camarões praticamente desapareceram. "Com certeza por causa da poluição química das indústrias", diz ele.

Não bastasse a escassez, o consumo de peixes e frutos do mar também tem diminuído devido à possibilidade de contaminação. "Eu mesmo só como pescado de fora do estuário", confessa Ilson Vaz. E tudo isso acabou por trazer mais dificuldades aos pescadores, muitos dos quais, segundo Newton Rafael, foram obrigados a penhorar seus barcos.

Não se pode desprezar a ação industrial como a principal interferência nesse processo. A Dow Química alegou que o estudo da Cetesb "não permite identificar de maneira conclusiva, nesta fase, a efetiva origem dos agentes poluidores encontrados em todo o estuário". Esse dado é contestado pela gerente da divisão de análises hidrobiológicas da Cetesb, Marta Lamparelli. "Houve associação entre fontes e poluentes nos casos da Dow e da Cosipa", afirma ela. Outra grande responsável pela contaminação do sistema estuarino da região, a Cosipa, nem mesmo se manifestou sobre o assunto.

O fato indiscutível é que o estuário e os rios da região encontram-se profundamente degradados. "A carga remanescente é alta o suficiente para manter a taxa de contaminação elevada", afirma o médico Eládio Santos Filho. Em vez de apontar culpados, a única iniciativa possível para a reversão do quadro é as indústrias assumirem o problema como global e investirem conjuntamente na recuperação ambiental, e não apenas no controle das emissões.

Questão de saúde

Aziz Nacib Ab’Sáber, geógrafo e professor emérito da Universidade de São Paulo (USP), mantém-se cético sobre a recuperação da região. "Acabar com o problema é impossível", diz ele. "No caso de Conceiçãozinha, somando-se o número crescente de pessoas, o descaso do governo e o espaço estagnado do mangue, anuncia-se uma grande tragédia humana", completa o professor.

Para Newton Rafael, "quem perde o meio de subsistência, perde a dignidade". Essa frase sintetiza a situação dos moradores daquela comunidade e de outras que dependem da pesca e da coleta de animais na área do estuário e nos rios da região. À Cetesb cabe, em curto prazo, fiscalizar as empresas e estabelecer parâmetros restritivos à emissão de poluentes, através de mais estudos. "Estamos instalando sistemas de monitoramento contínuo nas indústrias e dando prosseguimento às avaliações da região", afirma Jorge Moya.

Outro órgão governamental envolvido, o Ministério Público, deve zelar para que os crimes ambientais cometidos na região não venham a se repetir. "Estamos efetuando investigações para a tomada de eventuais providências jurídicas", garante o procurador Antonio Daloia.

É escassa a legislação brasileira sobre saúde relacionada a os efeitos da poluição. A própria resolução 20 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), datada de 1986, que serviu de referência para muitos dos parâmetros adotados no estudo da Cetesb, não é suficiente diante dos efeitos da contaminação industrial.

Diante disso, torna-se urgente a elaboração da avaliação de risco recomendada pela Cetesb aos órgãos de saúde. Devem integrar o trabalho estudos sobre os hábitos alimentares das comunidades e exames que verifiquem a contaminação a que foram submetidas essas populações, especialmente através da ingestão de organismos afetados. "A via de ingestão é realmente preocupante", sustenta Marta Lamparelli. Por essa razão, está sendo constituído um grupo de trabalho formado pela Cetesb, pelo Centro de Vigilância Sanitária (CVS) e pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE). "É um caso complexo, ainda mais por se tratar de uma área metropolitana", diz o diretor de Meio Ambiente do CVS, Sérgio Valentim. "Nosso objetivo é proceder à caracterização das fontes poluidoras e das populações para definir que iniciativas podem ser adotada
s em benefício da saúde pública", complementa.

Enquanto isso, os pescadores e suas famílias continuam convivendo com a poluição e seus efeitos, à espera de soluções que, neste caso, dependem não só do poder público, mas principalmente "da boa vontade" de grandes grupos industriais.



sexta-feira, 3 de julho de 2009

PREFEITA CONQUISTA MAIS UM PRÊMIO!!!


MEU CHÃO, MINHA HISTÓRIA

PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO CONQUISTA MAIS UM FANTÁSTICO PRÊMIO NO GUARUJÁ

A Equipe dos Inconfidentes após ouvir dezenas de Jornalistas, Moradores da Parainha, Conceiçãozinha e moradores do Guarujá, resolver conceder a Prefeita Maria Antonieta de Brito mais um Prêmio pela sua postura, desfaçatez e cara-de-pau na solenidade de entrega dos Titulos para Fins de Moradia no Ginásio do Guaibê no último dia 30 de Junho no Guarujá. Os quesitos que mais influenciaram para a decisão unânime foram:
  1. Conceder Títulos para fins de Moradia e não Títulos de Regularização Fundiária conforme anunciado.
  2. Alardear que a entrega dos Titulos de Concessão Especial de Moradia deve-se ao esforço da sua Administração, que esta há 180 dias na Prefeitura.
  3. Convocar a população pobre com a promessa que o Presidente Lula estaria na solenidade, conforme declarações de moradores na TV Tribuna. A Prefeita na Quermesse da Seeclag já havia afirmado que a Policia Federal estaria na cidade devido a visita do Presidente.
  4. Declarar continuadamente seu amor ao Partido dos Trabalhadores, afinal a Prefeita é Petista, Pemedebista ou Patria Livre?
  5. Declarar no Diário Oficial a entrega de 80 Titulos de Posse e moradores, a TV Tribuna e o Jornal A Tribuna noticiaram 50 Titulos de Posse.
  6. Manter os banheiros quimicos fechados, fazendo a população fazer xixi nas calças.
  7. Panfletar o bairro da Conceiçãozinha se auto-promovendo, esquecendo a luta e esforço da Associação dos Moradores da Conceiçãozinha desde 1979 e do Petista Newton Rafael, declarando que há mais de 20 anos tem uma trajetória de luta pela posse de terra da Comunidade da Conceiçãozinha.
  8. Considerando que a Prefeita entregou 1.832 Titulos, portanto em 180 dias de Governo significa que sua fantástica equipe, coincidentemente a mesma da gestão anterior (Fatíma, Cecilia), emitiram neste período, sem descanso, finais de semana, feriados, cerca de 1,7 Titulos por hora.
  9. Considere-se que alguns Titulos de Concessão Especial de Moradia estivessem prontos, nativos da gestão anterior por que a Prefeita e seu Grupo Político falava pela cidade que os Titulos Concedidos no Morrinhos não tinham valor algum???
  10. Quanto tempo levrá para o PAC da Antonieta trocar os papéis por moradias de cimento e concreto???
PREFEITA LEMBRE-SE DA DEDICATÓRIA DO TROFÉU:
"AGERE NON LOQUI"


TRÓFEU CARA-DE-PAU...
PARABÉNS PREFEITA ANTONIETA!!!

sábado, 27 de junho de 2009

APROPRIAÇÃO INDÉBITA E PANFLETOS OPORTUNISTAS

MARIA MARAVILHA
ANTONIETA PANFLETA A CONCEIÇÃOZINHA...
POPULAÇÃO DIVERTE-SE COM AS LOROTAS POLÍTICAS...

A Prefeita Maria Antonieta de Brito inundou o bairro da Conceiçãozinha com panfletos "Carta Aberta à População", ressalve-se de alta qualidade gráfica e baixa qualidade política. Pais e Mães de alunos recomendariam inicialmente a nossa Prefeita para enviar algumas resmas do excelente papel utilizado as Escolas Públicas, já que nos custou cerca de R$ 80,00 atender a lista de material escolar no inicio do ano, entre o Material requerido Papel Sulfite, Estêncil, etc...

Outra incoerência é que o Panfleto é denominado ATITUTE EXPRESSO PMDB, e nossa pergunta a Professora Maria Antonieta é a seguinte, ex-militante do PT, flertou com o PSB de Márcio França sem sucesso, se elegeu Prefeita pelo PMDB e assinou a Ata de Constituição do PPL-MR8, afinal Prefeita PARA QUAL TIME A SENHORA TORCE, TÁ DIFICIL DEFINIR SUA IDEOLOGIA PARTIDÁRIA, ISSO NO BRASIL CHAMAMOS DE VIRA-CASACA.....

Também não conseguimos entender porque o Boletim Atitude é n.º 1, a candidata Maria Antonieta de Brito distribui vários Boletins durante sua campanha, aliás alguns expostos ao vivo no Programa do Augusto na Guaru TV.

Agora o teor do panfleto, é uma piada de mau gosto. Parodiando seu Boletim, NÓS OS INCONFIDENTES, provaremos abaixo que a Prefeita Antonieta está faltando com a verdade, com a população sofrida e carente da do Bairro Conceiçãozinha.

Nossa Prefeita declara que há mais de 20 anos tem uma trajetória de luta pela posse de terra da Comunidade da Conceiçãozinha. Acima um recorte do Jornal “A Tribuna”, de 1975 bem anterior a Luta da Prefeita, militante do PT na época, veja o texto abaixo:

A Rede Libertária da Baixada Santista junto com o Coletivo Alternativa Verde (Cave) vem através do jornal Pétala Negr@ cobrar o cumprimento da palavra do atual presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, e do atual senador do Estado de São Paulo, Eduardo Matarazzo Suplicy, para com os moradores do Sítio Conceiçãozinha (Vicente de Carvalho - Guarujá/SP). Em épocas de campanhas eleitorais, ambos assinaram um termo de compromisso (veja o compromisso de Lula aqui) de legalizar a posse de terra para os moradores caso fossem eleitos (Lula no dia 12 de maio de 1993 e Suplicy no dia 24 de outubro de 1986).

O bairro é uma área ocupada há mais de 100 anos por famílias caiçaras que tem como principal fonte de renda a pesca artesanal. A partir da década de 60, a comunidade teve que se unir contra ataques especulativos de empresários. Na luta contra a população, poluindo ou de olho na área, estão as empresas vizinhas (Dow Química, Iate Club, Cutrale, Cargill, Tecon 1 e 2), os grileiros de plantão, a Codesp que quer expandir o Porto, a Volkswagen que quer fazer no local um pátio de automóveis e até mesmo o Partido dos Trabalhadores que estava escondendo do conhecimento público essas duas cartas de compromisso assinadas pelo Lula e pelo Suplicy.

A maioria da bancada petista regional teve por várias vezes suas campanhas eleitorais financiadas por operadoras portuárias. Isso explica toda a omissão política em torno do Sítio e preocupa os moradores que acreditam numa forte campanha de desapropriação dentro de poucos meses.

Nossa competente Prefeita, a fechadora do Maternidades e Postos de Saúde, alega que procurou Olívio Dutra para defender os Direitos da Comunidade, há contradições. A questão da defesa do SPU, para uma administração que não solicita autorização para ceder espaços públicos federais nas praias do Guarujá, vejam os casos das Arenas nas Praias, não acreditamos que pessoas que não cumprem determinações legais dos espaços da União, defenda pobres pescadores.

Newton Rafael Gonçalves, é uma das pessoas que mais luta pela Conceiçãozinha, inclusive na gestão passada Newton e a a ONG UniPesc (União dos Pescadores da Conceiçãozinha), instalaram uma Escola de Pesca na Conceiçãozinha.

Compromisso Formal - 12/05/1993

''Resistir até a Morte''
25/08/2003 - 03h15

Vamos resistir até a morte." Nas palavras do presidente da Sociedade de Melhoramentos do Sítio Conceiçãozinha, Newton Rafael Gonçalves, é com esse estado de espírito que os moradores das áreas afetadas pela decisão do governo federal irão receber a proposta de serem transferidos para um conjunto habitacional.

Gonçalves, vê na solução de entregar a área a um grupo privado a rendição dos petistas ocupantes de cargos na Codesp à "pressão" dos empresários do setor portuário.

Frustrado com o cancelamento do lançamento do programa nacional de regularização fundiária no Conceiçãozinha --"teve gente que chorou na rua ao saber da notícia"--, ele se diz convicto de que os moradores receberão os títulos de propriedade da área e ficarão no local unicamente com base na relação sentimental que une Lula e Vicente de Carvalho.

Raimundo Rodrigues Barbosa, morador no bairro há 22 anos, afirmou que a luta histórica dos moradores é pela obtenção do direito de propriedade no próprio local. "Queremos a posse daqui. Não queremos ir para outro lugar."

A verdade é que a Prefeita Maria Antonieta de Brito, uma "POLÍTICA OPORTUNISTA", mais uma vez quer “PEGAR CARONA” em Lutas e Conquistas que ela não travou, o maior exemplo é a autopromoção que ela realizou em um programa de televisão sobre o Poupatempo do Governo Estadual. Todos sabemos que os títulos encontravam-se prontos, os processos finalizados e a nossa “ESPERTA PREFEITA”, aguardava uma brecha da agenda do Presidente Lula para entregar os Títulos e pegar uma carona na popularidade do Presidente.

ANTONIETA “A CÉSAR O QUE É DE CESAR”, A SABEDORIA DO POVO É SUPREMA!!! VÁ TRABALHAR ANTONIETA E FAÇA SUAS CONQUISTAS, ESTA AQUI NÃO É SUA, MAIS UM CASO DE APROPRIAÇÃO INDÉBITA POLÍTICA DA PREFEITA DO PPL-MR-8.