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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

PRA FRENTE GUARUJÁ?

SERÁ QUE A INVESTIGAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL CHEGARÁ AO GUARUJÁ?
"Pra Frente Brasil" é suspeita de desviar dinheiro público do governo federal. Equipe da Polícia Federal de Campinas cumpre mandados em Jaguariúna.


PF faz operação em casa e ONG de ex-jogadora de basquete Karina.

A Polícia Federal de Campinas (SP), em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU), cumpre na manhã desta terça-feira (31) um mandado de busca e apreensão em Pedreira (SP), e seis em Jaguariúna (SP), que incluem a residência da ex-jogadora de basquete Karina Valéria Rodrigues e a sede da organização não-governamental (ONG) Pra Frente Brasil, gerenciada pela ex-atleta. A operação "Gol de Mão" faz parte das investigações sobre a suspeita de desvio de dinheiro do convênio firmado com o programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte.


Em novembro do ano passado, o programa "Fantástico", da TV Globo, mostrou que para fazer 180 núcleos de esporte educacional no estado de São Paulo e incentivar 18 mil crianças, adolescentes e jovens à prática de esportes, a entidade teria direcionado licitações para beneficiar empresas de parentes e pessoas ligadas à ex-atleta, vereadora em Jaguariúna pelo PC do B.


Em nota, a Polícia Federal informou que, em relatório produzido pela Controladoria Geral da União, utilizado pela PF para início das investigações, a ONG recebeu do governo federal, entre os anos de 2007 e 2011, em torno de R$ 30 milhões, além de uma contrapartida das cidades paulistas de Batatais, Guarujá, Itapira, Iracemópolis, Ibaté, Marília, Pedreira, Presidente Prudente, Oswaldo Cruz, Ourinhos, Sumaré, Taboão da Serra e Tuiuti, calculada no montante de R$ 3.575.629,60.


Segundo a investigação, a ONG deveria desenvolver atividades esportivas educacionais e atender a cerca de 18 mil crianças, adolescentes e jovens, porém, além do número substancialmente menor de beneficiados, não forneceu os serviços e materiais esportivos em qualidade e quantidade que declarava.


Entre as diversas irregularidades, segundo a PF, apura-se a existência de vínculos entre pessoas que trabalharam para as empresas fornecedoras e a ONG, "desproporcionalidade entre o material esportivo adquirido e a estrutura física dos locais de treinamento, pagamentos antecipados de valores para fornecimentos que ocorreriam ao longo do tempo, falta de aplicação financeira de recursos não utilizados e a não localização de 1.547 bolas de futebol de campo", de acordo com nota.


Além disso, alguns dos locais de busca são de endereços residenciais em que foram estabelecidas empresas de fachada, fornecedoras que receberam milhões de reais da ONG. Segundo a Polícia Federal, para disfarçar a fraude, a ONG mudou por diversas vezes a sua diretoria, tendo a investigação apurado que a mesma era constituída por pessoas próximas à criadora da organização, em geral parentes entre si, incluindo até pessoas de idade avançada, como é o caso de uma vice-diretora, nascida no ano de 1927.

sábado, 22 de outubro de 2011

REPUBLICA DA TAPIOCA!

ANTONIETA, O QUE A PREFEITA TEM A DIZER SOBRE O NOVO ESCÂNDALO DO MINISTRO ORLANDO SILVA:

O MINISTRO TAPIOCA DAS MULTIDÕES!!!


22/10/2011 - Documentos comprovam que mulher de Orlando recebeu dinheiro de ONG, diz jornal.
22/10/2011 - Assessores de Orlando Silva ajudaram PM a burlar fiscalização.
22/10/2011 - Pastor afirma que Esporte cobrou propina para o PCdoB, diz jornal.

Orlando Silva, 40 anos, é ministro do Esporte desde maio de 2006, mas ficou nacionalmente conhecido apenas em 2008, quando vazou a informação de que comprara uma tapioca em Brasília com o cartão corporativo do órgão.

Na ocasião, o ministro disse que o pagamento de R$ 8,30 foi um engano e anunciou a devolução do dinheiro. A regra dos cartões corporativos só permite a sua utilização em viagens a trabalho fora da capital federal.

"Por um engano do uso do cartão pessoal, utilizei o cartão aqui em Brasília, o que não pode ocorrer porque o cartão não pode ser usado em Brasília. Houve o recolhimento de R$ 8,30. Muito antes de qualquer notícia sobre esse assunto, no dia 29 de dezembro de 2007 foi feito o recolhimento. Aliás, me causou estranheza que as notícias ocultaram o recolhimento", afirmou.

A tapioca, no entanto, era apenas um dos itens polêmicos que envolveram Orlando Silva. Houve questionamentos sobre refeições e diárias de hotéis pagas com o cartão corporativo, inclusive para seus familiares. Após as denúncias, o ministro do Esporte anunciou a devolução de 30 mil reais aos cofres públicos, inclusive de gastos que estariam dentro da lei.

Casado com a atriz Ana Cristina Petta, com quem tem uma filha, o soteropolitano Orlando Silva de Jesus Júnior começou a sua carreira política na presidência da União Nacional dos Estudantes (UNE), entre 1995 e 1997. Quando venceu a eleição estudantil (derrotou sete adversários), Orlando Silva tinha 24 anos, já era filiado ao PCdoB (desde 1988) e cursava direito na Universidade Católica de Salvador.



terça-feira, 18 de outubro de 2011

FISCALIZAÇÃO ONDE?

PROGRAMA SEGUNDO TEMPO EM GUARUJÁ
APÓS DENUNCIA NO FANTÁSTICO, PREFEITURA ENSAIA FISCALIZAÇÃO QUE NUNCA HOUVE!


NUMA ADMINISTRAÇÃO ONDE NUNCA EXISTIU FISCALIZAÇÃO!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

PRA FRENTE ORLANDO!

 ANTONIETA É ESPIÃ (X-9) DA DILMA?
APÓS COCHICHAR COM A PREFEITA, A CASA DO MINISTRO DOS ESPORTES COMEÇA A CAIR IGUALZINHO A DO MINISTRO DE TURISMO QUE RECEBEU A PREFEITA!


A organização não governamental Pra Frente Brasil, criada em 2003 pela ex-jogadora de basquete Karina Valéria Rodrigues, é suspeita de desviar recursos repassados pelo Ministério do Esporte por meio do programa Segundo Tempo, que visa incentivar a prática esportiva entre crianças e adolescentes carentes. A reportagem foi exibida no “Fantástico” deste domingo (16).

O mesmo programa Segundo Tempo foi alvo de reportagem da revista “Veja” neste fim de semana. Segundo a revista, o ministro do Esporte, Orlando Silva (PC do B), teria participado de um suposto esquema de desvio de dinheiro da pasta. A reportagem traz declarações do policial militar João Dias Ferreira, preso pela Polícia Civil de Brasília em 2010, também por suspeita de fraudar o Segundo Tempo.

Revista diz que Orlando Silva recebeu propina de verba desviada do Esporte
Orlando Silva 'quer ir logo à Câmara esclarecer denúncias', diz líder

À “Veja”, João Dias, como é conhecido, afirmou que o ministro teria recebido dinheiro pessoalmente na garagem do ministério. A reportagem aponta que o suposto esquema teria desviado cerca de R$ 40 milhões nos últimos oito anos. Orlando Silva nega.

A reportagem do “Fantástico” aborda a ONG Pra Frente Brasil, fundada pela ex-atleta Karina em Jagariúna, no interior de São Paulo, que originalmente tinha o nome de Bola pra Frente. Em 2008, Karina se elegeu vereadora em Jaguariúna, pelo PCdoB, mesmo partido do ministro Orlando Silva. Em discurso na Câmara de Jagariúna, ela afirmou que era responsável pela entidade Pra Frente Brasil: "Na minha entidade, eu sei tudo o que acontece. E sou responsável por tudo o que acontece".

A ONG Pra Frente Brasil atua em 17 municípios do estado de São Paulo e tem o programa Segundo Tempo como uma das atividades oferecidas. O programa é considerado estratégico pelo governo federal e desde 2003, quando foi criado, repassou R$ 750 milhões para prefeituras, estados e ONGs. A entidade da ex-atleta Karina recebeu R$ 28 milhões nos últimos seis anos.

Parte da verba recebida pela entidade seria utilizada para compra de lanches. A principal fornecedora é a empresa RNC, de Campinas. Um dos sócios da RNC é Reinaldo Morandi, que diz ser assessor de Karina. A RNC foi contratada pela Brasil Pra Frente e recebeu mais de R$ 10 milhões entre 2007 e 2010. Em janeiro de 2010, foi assinado um contrato entre a empresa e a ONG no valor de R$ 4,47 milhões para fornecimento de kits lanche por 21 meses.

O Ministério do Esporte não exige que as entidades façam concorrência pública, mas determina que as ONGs façam cotação de preços e observem os princípios da moralidade, economicidade e impessoalidade.

Na avaliação do promotor José Cláudio Tadeu Baglio, do Grupo de Combate ao Crime Organizado, a contração da RNC é irregular. "O princípio da impessoalidade significa, a grosso modo, que você não pode contratar uma empresa baseado na pessoa que está por trás dessa pessoa jurídica", diz. Isso significa, conforme o promotor, que dirigentes de ONGs não deveriam contratar pessoas próximas, como parentes e amigos. Quando o "Fantástico" voltou a procurar Reinaldo Morandi, ele negou ligação com Karina.

Empresa de fachada

De acordo com o Ministério Público de São Paulo, há indícios de que a RNC seja uma empresa de fachada. "Surge uma figura que é bastante popular hoje, que é a figura do laranja, que é colocado na direção da empresa para fins de prática de ilícito penal. Quando, na realidade, quem administra é outra pessoa."

A empresa Esporte e Ação, também contratada pela ONG da ex-jogadora Karina, é suspeita de ser de fachada, conforme o MP. Entre 2007 e 2010, a Esporte e Ação recebeu da ONG de Karina R$ 1,29 milhão para fornecimento de material esportivo. A dona da empresa é Cleide do Nascimento Villalva. A família Villalva tem outra empresa, a Marcelo Villalva - EPP, que também firmou contratos com a ONG de Karina. A Marcelo Villalva - EPP recebeu, entre 2007 e 2010, R$ 2,74 milhão para fornecer materiais esportivos e lanches.

Os donos das duas empresas, Cleide e Marcelo, são casados. Um antigo endereço da Esporte e Ação fica na casa dos pais de Marcelo Villalva, que dizem que o filho nunca ganhou tanto dinheiro assim. "Estamos na pindura desgraçada. (..) Ele tem uma casinha popular, como a minha", diz Vilma Villalva, mãe de Marcelo.

Marcelo disse ao "Fantástico" que não há nenhuma irregularidade. "Participamos da licitação. Uma licitação inclusive presencial, tudo certinho." Ele afirmou que o dinheiro recebido foi aplicado corretamente.

A ex-jogadora Karina, que oficialmente é gerente da ONG Pra Frente Brasil, disse que tudo foi feito dentro da lei e negou que as empresas contratadas sejam de fachada. "Uma empresa que preencheu alvará, todas as certidões. Cumpriu todos os requisitos." A ex-atleta também negou que Reinaldo Morandi, da RNC, seja seu assessor.

Karina disse que a ONG é fiscalizada constantemente e que duas investigações já foram arquivadas.

O ministro Orlando Silva afirmou que eventuais irregularidades serão apuradas. "Ele [o programa] é perfeito? Não. Provavelmente, não. Mas é preciso continuarmos nesse esforço de ter uma gestão o mais eficiente possível. Nós temos que apurar e eventualmente identificar qualquer tipo de erro. O erro será seguramente corrigido".

O Ministério Público de São Paulo afirmou que todas as denúncias mostradas pelo "Fantástico" foram encaminhadas para a Procuradoria Geral da República, uma vez que se trata de verba federal.

FONTE G1 - REDE GLOBO

MINISTRO VISITA O GUARUJÁ!

A PREFEITA DERRUBA-MINISTROS!
PREFEITA VISITA MINISTRO DE TURISMO E ELE CAI, AGORA MINISTRO DOS ESPORTES É ALVO DE DENUNCIAS NO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO APÓS VISITAR O GUARUJÁ EM AGOSTO, MÊS DO MINISTRO LOUCO!


Principal programa do Ministério do Esporte, comandado por Orlando Silva, o Segundo Tempo, além de gerar dividendos eleitorais, transformou-se num instrumento financeiro do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), legenda à qual é filiado o ministro.

Uma reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo deste domingo descreve a situação de núcleos do Segundo Tempo no Distrito Federal, em Goiás, Piauí, São Paulo e Santa Catarina. A amostra, na capital e região do entorno, no Nordeste mais pobre ou no Sul e no Sudeste com melhores indicadores socioeconômicos, flagrou o mesmo quadro: entidades de fachada recebendo o dinheiro do projeto, núcleos esportivos fantasmas, abandonados ou em condições precárias.

As crianças ficam expostas ao mato alto e a detritos nos terrenos onde deveriam existir quadras esportivas. Alguns espaços são precariamente improvisados, faltam uniformes e calçados, os salários estão atrasados e a merenda é desviada ou entregue com prazo de validade vencido.

No site do ministério, o Segundo Tempo é descrito como um programa de "inclusão social" e "desenvolvimento integral do homem". Tem como prioridade atuar em áreas "de risco e vulnerabilidade social", criando núcleos esportivos para oferecer a crianças e jovens carentes a prática esportiva após o turno escolar e também nas férias.

Conferidas de perto, pode-se constatar que as diretrizes do projeto, que falam em "democratização da gestão", foram substituídas pelo aparelhamento partidário. A reportagem também mostra como o ministro Orlando Silva, sem licitação, entregou o programa ao PCdoB. 

O Segundo Tempo está, majoritariamente, nas mãos de entidades dirigidas pelo partido e virou arma política e eleitoral. Só em 2010, ano eleitoral, os contratos com essas entidades somaram R$ 30 milhões.

Em nota, o Ministério do Esporte afirmou que "cabe às entidades parceiras promoverem a estruturação do projeto". Questionado sobre as situações constatadas pela reportagem e pelo controle partidário do programa, o ministério defendeu o critério de escolha das entidades sob o argumento que é feita uma seleção técnica dos parceiros.

O ministério do Esporte é feudo do PCdoB desde março de 2006, quando Orlando Silva substituiu o petista Agnelo Queiroz. Com a vitória de Dilma Rousseff, o partido avisou que, para integrar a base de sustentação do governo, não abriria mão do ministério, cobiçado pelo PMDB. Chegou-se a cogitar a nomeação da deputada federal Luciana Santos, também do PC do B, o que não aconteceu.

(Com Agência Estado)