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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DENUNCIA EXECUTIVOS DA SANTOS-BRASIL

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DENUNCIA EXECUTIVOS DE TERMINAL EM GUARUJÁ
SEGUNDO O MINISTÉRIO PÚBLICO, O EX-PRESIDENTE E O ATUAL DIRETOR ECONÔMICO-FINANCEIRO RECEBERAM A INFORMAÇÃO DE QUE A SANTOS BRASIL DISTRIBUIRIA R$ 18 MILHÕES EM DIVIDENDOS A SEUS ACIONISTAS, COM BASE NO BALANÇO SEMESTRAL DE 30 DE JUNHO DE 2008.


A Justiça Federal recebeu uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo contra o ex-presidente da Santos Brasil Participações S/A, Wady Jasmin (que deixou o cargo em 2010), e o atual diretor Econômico-Financeiro e de Relações com Investidores, Washington Cristino Kato. Segundo o MPF, “os dois utilizaram, para obter vantagem indevida, informação relevante, ainda não divulgada ao mercado, de que tinham conhecimento em razão de suas funções e que deveriam manter em sigilo, crime conhecido por insider trading”.

A ação, de número 2996-13.2012.403.6181 e autoria do procurador da República Rodrigo de Grandis, foi apresentada no último dia 13 de janeiro e aceita pela Justiça Federal no dia 27 passado. De acordo com o MPF, com o início do processo, os dois passam efetivamente à condição de réus.

A Santos Brasil Participações S/A é a controladora do Terminal de Contêineres (Tecon) do Porto de Santos e de outras instalações e empresas logísticas no País.

Segundo o Ministério Público, Wady Jasmin e Washington Cristino Kato receberam a informação de que a Santos Brasil distribuiria R$ 18 milhões em dividendos intermediários a seus acionistas, com base no balanço semestral de 30 de junho de 2008. No dia 16 de dezembro desse ano, após a decisão de se fazer o pagamento, mas dois dias antes do aviso público sobre o repasse dos valores, Wady comprou 100 mil units – unidade formada por uma ação ordinária e quatro preferenciais – da empresa pelo preço médio de R$ 6,57. No dia 10 do mesmo mês (oito dias antes do comunicado público), Kato havia adquirido 9,2 mil units pelo preço médio de R$ 7.

A investigação da MPF também apurou que os dois executivos participaram da elaboração da pauta sugerida ao Conselho de Administração da Santos Brasil, quando tomaram conhecimento da distribuição de dividendos.

Após a publicação do fato relevante, no dia 18, cada unit atingiu o preço de R$ 6,85. Para o procurador Rodrigo de Grandis, Wady Jasmin obteve lucro com a informação privilegiada de que dispunha, o que possibilitou que comprasse com antecedência units no valor individual de 6,57. Naquele momento, como cada unit valorizou R$ 0,28, seu ganho chegou a R$ 28 mil. Kato não obteve lucro, já que pagou um R$ 7 por unit,

Santos Brasil
Em nota divulgada na tarde da última quinta-feira, a Santos Brasil informou que “os fatos em questão têm como base comunicação voluntária que os executivos fizeram à CVM (Comissão de Valores Imobiliários), ao perceberem que ordens de compra de papéis da companhia anteriormente dadas haviam sido executadas em vários meses, incluindo o dia da Reunião do Conselho de Administração da Companhia”.

A manifestação de Wady e Kato levou à abertura de procedimento administrativo na CVM, que comprovou “a inexistência de indícios do uso de informação privilegiada por parte dos diretores da empresa”.

A empresa informou ainda que a divulgação da ata da Reunião do Conselho de Administração não resultou em oscilação significativa nos preço das ações, que tampouco foi afetado pelas compras efetuadas pelos executivos.

Na nota, a Santos Brasil Companhia também afirmou ter ficado “surpresa com a aceitação da denúncia pela Justiça Federal, bem como pelo fato de que ela se verifica quase quatro anos após o processo administrativo da CVM ter sido extinto”.

Fonte: A Tribuna Digital

sexta-feira, 22 de março de 2013

SANTOS BRASIL, A HORA DA VERDADE!

A HORA DA VERDADE PARA A SANTOS BRASIL E OUTROS TERMINAIS!
MINISTÉRIO PÚBLICO NÃO ACREDITA NOS NÚMEROS DA LOGÍSTICA DOS TERMINAIS E CONSEGUE LIMINAR CONTRA A SANTOS BRASIL, MAS AINDA TEMOS MUITO MAIS...


Empresa terá que acabar com fila de caminhões na Cônego Domênico
ANDRÉ MONTEIRO - FOLHA DE SÃO PAULO

A Justiça determinou que a empresa Santos Brasil, que opera um terminal de contêineres na margem esquerda do porto de Santos, adote medidas para impedir que caminhões estacionem nas pistas e acostamento da rodovia Cônego Domênico Rangoni, antiga Piaçaguera-Guarujá, no litoral paulista.

Desde fevereiro, a via tem ficado entupida de caminhões que ficam parados esperando o momento de descarregar. Isso tem gerado filas que chegam a 26 km, quase toda a extensão da rodovia, no sentido Guarujá.

A situação prejudica o acesso à cidade e à rodovia Manoel Hyppolito Rego. Também provoca caos no trânsito do município, o que fez a prefeitura tentar proibir a entrada dos caminhões.

O principal gargalo é que o acesso à margem esquerda do porto é feita pela rua do Adubo, via comum de mão dupla.

Na decisão liminar (provisória), o juiz Ricardo Justo determinou à empresa prazo de 48 horas, sob pena de multa de R$ 50 mil por caminhão estacionado. Ele ainda intimou a Polícia Militar Rodoviária, que deverá fiscalizar o cumprimento da decisão.

Armazém sobre rodas
A ação foi proposta pelo Ministério Público, que afirma que a empresa não tem área para os caminhões, forçando os veículos a usarem a estrada como "estacionamento rotativo, o que está colocando os demais usuários da rodovia em risco".

A Promotoria também citou levantamento da Polícia Rodoviária que aponta que 60% dos caminhões estacionados na rodovia tinham como destino a Santos Brasil.

Na decisão, o juiz escreveu que o estacionamento improvisado ocorre "em prejuízo de todos os demais usuários, que, de forma rotineira, se veem parados na rodovia, por horas, sujeitos ainda a toda a sorte de delitos patrimoniais".

A Ecovias, concessionária que administra a rodovia, diz que apoia todas as medidas que melhorem a condição de tráfego no local.

OUTRO LADO
A Santos Brasil afirma que está sendo punida por um problema do qual é vítima. Segundo o diretor de operações, Caio Morel, a empresa só trabalha com contêineres, cujo descarregamento é feito sob agendamento. "As filas são causadas pelos caminhões de grãos", afirmou.

Ele disse ainda que foi fechado um plano de contingência, em vigor a partir de domingo, em que o acostamento será usado pelos grãos e a faixa da direita pelos contêineres. 

quinta-feira, 21 de maio de 2009

COMO GASTAR MAL A VERBA DA SANTOS-BRASIL

Falta de Lâmpadas
A (falta) de Iluminação do CAEC Marcia Regina

A LUTA PELO PODER
COMO GASTAR MAL A VERBA DA SANTOS-BRASIL

Vamos expor uma situação triste aos moradores e municipes do Guarujá. Nesta semana nossa Secretária Priscilla "Unaerp" Boninni apareceu na TV Tribuna no CAEC Dante Sinópoli, alardeando as dezenas de vagas disponiveis dos Cursos dos CAEC, nossa Secretária já está em campanha!!!.

A situação dos CAECs é desesperadora, não por culpa da Secretaria de Educaçãoesta administração recebeu uma bomba-relógio, a maioria dos CAECs vive de doações, como os extintos cursos da Rede Cardume (Telefônica) e no caso do CAEC Marcia Regina existe o Patrocinio da Santos-Brasil, até o meio do ano, o CAEC está perdendo o patrocionio.

Temos acompanhado de perto as Escolas, CAECs e Creches. A Constituição da Associação de Pais e Mestres, uma Associação com status de Empresa Privada sem Fins Lucrativos é uma poderosa ferramenta para controlar as verbas e melhorar a situação estrutural das Escolas e CAECs aos cidadãos.

Infelizmente as eleições são manipuladas por pessoas mal intencionadas, com interesses próprios, especificamente no caso do CAEC Marcia Regina, à administração encontra-se com muitos vicios muito corroida, basta ver a triste situação das instalações da unidade, apesar das verbas recebidas, é comum ver pessoas alheias a administração transitando livremente nas dependências administrativas, dando ordens aos funcionários, achando que a Instituição e sua residência.

Após a primeira eleição da Diretoria da APM, com muita discussão por alunos inconformados, a Prefeita Maria Antonieta de Brito a pedidos e o Seduc interviram diretamente, cumprindo a sua parte impondo o cumprimento legal da eleição, e ontem após outra "eleição viciada", com comparecimento maciço de pessoas estranhas ao CAEC, pais convocados para uma reunião pedagógica e induzidos a votar, votaram Democraticamente e maciçamente no principal cargo e personagem, "Diretor Executivo e Financeiro", uma desconhecida figura, com "DIREITO  A COMEMORAÇÃO COM PULINHOS DA PROFESSORA GAFANHOTA DE CABELINHOS DE FOGO", não é Jackie?????

QUAL O MOTIVO DE TANTA MOBILIZAÇÃO E COMEMORAÇÃO PARA MANTER HÁ MAIS DE 12 ANOS A MESMA DIRETORIA NO PODER, SEM REALIZAR ABSOLUTAMENTE NADA, IMPEDINDO UMA RENOVAÇÃO DE IDÉIAS E ADMINISTRAÇÃO?????

Vamos responder: DINHEIRO, FALTA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS, GERENCIAMENTO DUVIDOSO, COMPRAS DUVIDOSAS, RESULTADO CAEC SUCATEADO, POPULAÇÃO PREJUDICADA!!!!

O CAEC econtra-se abandonado, basta ver as fotografias na matéria, os gastos são duvidosos, Alimentação das Crianças, Computadores, Material Esportivo. Como eleger uma nova Diretoria sem apresentação dos Balanços, Conta-Corrente e Prestação de Contas.

Nossa Professora Gafanhota "Cabelinho de Fogo" talvez não saiba, mas qualquer Associação de Pais e Mestres pode ser denunciada a Receita Federal do Brasil e instalado o famoso Mandado de Procedimento Fiscal (MPF), as pessoas que fazem parte da administração da APM respondem juridicamente à Receita Federal do Brasil, lembrando que o Ministério Público, muito assoberdado, pode sem duvida ocupar-se do caso.

O que vocês amigos leitores acreditam que vai acontecer, em uma gestão duvidosa de pessoas duvidosas?????? Será que os ultimas 5 Diretorias irão resistir a uma Fiscalização dos competentes Fiscais da Receita Federal do Brasil.

Querida e muito competente Sandra Prata, nossa Diretora dos CAECs, figura impar que luta pela melhoria das unidades, patrocinios, e infelizmente não tem como ser onipotente e unipresente, vamos deixar um singelo recado a Professora Gafanhota Saltitante:

"QUEM RÍ POR ÚLTIMO, RÍ MELHOR JACKIE"

Entulho no Fundo do CAEC - Lixo Acumulado