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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

OBRAS EM GUARUJÁ: INSEGURANÇA TOTAL!

A MORTE DE UM TRABALHADOR NA USINA DE ASFALTO EM GUARUJÁ, FAZ A PREFEITURA INVESTIR EM EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPIs).
...MAS COMO O SINDICATO NÃO FISCALIZA E O MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO TAMBÉM NÃO, VÃO CONTINUAR MORRENDO OU FICANDO INCAPAZES OS TRABALHADORES NA ILHA DE SANTO AMARO, COMO PODEMOS VER NO ABSURDO DESTA OBRA NA AV. SANTOS DUMONT.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE NÃO CONFIA, NÃO É MESMO?"

domingo, 27 de outubro de 2013

A OPERAÇÃO ABRA-BURACO, NOS COFRES PÚBLICOS É CLARO!

MAS O SALÁRIO DO SECRETÁRIO CAI NA CONTA TODO DIA 30 DO MÊS!
GUARUJÁ ESTÁ SEM SERVIÇO DE TAPA-BURACO HÁ PELO MENOS TRÊS MESES. COMO DESCULPA A PARALISAÇÃO DA USINA DE ASFALTO E COMO SEMPRE A TERRACOM DEVERÁ SER CONTRATADA A PREÇOS DE PORCELANATO.


Há pelo menos três meses, ruas e avenidas de Guarujá estão sem serviço de tapa-buraco. Interditada após acidente que matou um trabalhador, a única usina de asfalto da Cidade não tem previsão para ser reaberta. Enquanto isso, a Prefeitura, às pressas, realiza uma licitação para terceirizar o serviço e reativá-lo imediatamente.

A informação tornou-se pública depois que um internauta enviou imagens para A Tribuna On-line de um grande buraco aberto no asfalto da Avenida Adhermar de Barros, uma das mais movimentadas. Em resposta, a Secretaria de Operações Urbanas de Guarujá informou que o serviço estava temporariamente paralisado.

 A usina de asfalto responde, quando em atividade, a 80% dos trabalhos de nivelamento de buracos abertos nas vias de Guarujá e Vicente de Carvalho. O restante, no entanto, é feito por uma companhia escolhida via licitação pública. Certame, este, que só se iniciou depois que o equipamento foi totalmente interditado.


Mas não foram nem a polícia, nem o o Corpo de Bombeiros que interditaram a usina. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o local só foi fechado na manhã do dia 18 junho, quando o operário João Alberto Nascimento, de 52 anos, morreu. E o isolamento ocorreu apenas para a realização da perícia, no mesmo período.

No mesmo dia, a diretoria da própria Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da Prefeitura, a Cipa, ordenou a interdição. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Operações Urbanas, "a Cipa solicitou uma série de intervenções com o objetivo de oferecer maior segurança aos trabalhadores que atuam ali".


Nesta sexta-feira, portanto, completam-se 99 dias que a Usina de Asfalto de Guarujá está fechada. Período em que não foi realizado nenhum serviço de tapa buraco nas vias asfaltadas da Cidade. Nos casos emergenciais, no entanto, o trabalho foi e será feito por empresas particulares parceiras da Prefeitura.

A previsão, porém, é de que na próxima terça-feira, dia 29, sejam abertas as propostas da licitação para a contratação de empresa especializada no serviço de tapa-buracos. "Vencida a burocracia legal, que é comum a concorrências públicas desta natureza, a empresa ganhadora do certame terá no máximo 15 dias para iniciar os trabalhos", afirmou a Prefeitura, em nota enviada para A Tribuna On-line.


O acidente
Em 18 de julho deste ano, o operário João Alberto Nascimento morreu depois de ficar prensado em uma máquina de triturar pedras para a produção de asfalto. Ele trabalhava havia três anos na usina de asfalto da Cidade, localizada em uma rua paralela à Avenida Santos Dumont. O homem tinha pelo menos 32 dedicados ao serviço público.

Na ocasião, o secretário de Operações Urbanas da Cidade, Averaldo Menezes de Almeida, disse que a vítima estava apoiada no equipamento, quando escorregou e caiu dentro dele. "Ele tinha uma experiência muito grande com a máquina, montava e desmontava", afirmou.
Fonte: Jornal A Tribuna

segunda-feira, 22 de julho de 2013

AGORA É TARDE, PREFEITA!

APÓS A MORTE DO FUNCIONÁRIO NA USINA DE ASFALTO, COMISSÕES SÃO CONSTITUÍDAS PARA QUE? RESSUSCITAR O OPERÁRIO MORTO?
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES NAS UNIDADES DA PREFEITURA SÃO UMA PIADA. LUZES DE EMERGÊNCIA, PISO ANTI-DERRAPANTE, PORTAS CORTA-FOGO, MANGUEIRAS E EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL, SÃO LENDAS, FOLCLORE EM GUARUJÁ!


TENENTE DO CORPO DE BOMBEIROS DECLARA: "VITIMA NÃO USAVA EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA!"
"Virei o rosto e gritei", diz amigo de homem que morreu em máquina
Fonte: G1 Santos


Acidente aconteceu na manhã desta quinta-feira (18) em Guarujá.Trabalhador teve a perna presa em máquina de usina de asfalto.

O velório do trabalhador que morreu na manhã desta quinta-feira (18) depois de prender a perna em uma das máquinas de uma usina de asfalto em Guarujá, no litoral de São Paulo, acontece a partir das 23h. Companheiros e amigos da vítima dizem que viram o acidente, mas nada puderam fazer. O funcionário trabalhava em uma máquina que tritura pedras para fazer o asfalto.

Segundo o ajudante de pavimentação Gilmar Vidal, amigo de João Alberto Nascimento, de 52 anos, as pessoas que presenciaram o acidente não conseguiram ajudá-lo. “Ele estava do meu lado, jogando a cola, então foi subir para tentar se apoiar e a perna dele escapou. Eu estava do lado, mas não consegui fazer nada, só virei o rosto e gritei. O pessoal que estava do lado também não conseguiu fazer nada”, lamenta.

Já o secretário de Obras da cidade, Averaldo Menezes Nascimento, acredita que o que aconteceu foi uma fatalidade. “Foi um acidente, segundo as pessoas que estavam presentes. Ao abrir a alavanca, ele subiu na caixa para dar uma olhada e escorregou, ao escorregar, caiu no triturador”, conta.

O primeiro tenente do Corpo de Bombeiros, Renato Abreu, diz que a vítima não usava alguns equipamentos de proteção na hora do acidente. “Em princípio, ele não estava utilizando nada, a apuração tem que ver qual o equipamento necessário para esse local de trabalho”, afirma.

O irmão da vítima, Brás Antônio Nascimento, acreditada que faltaram medidas de segurança para o seu irmão trabalhar. “Não tem nem uma tela para a pessoa ficar. Para mim, tinha que ter uma tela ali, para a pessoa não escorregar e não cair para dentro”, diz.

O corpo de João será velado a partir das 23h desta quinta-feira (18), no Cemitério Municipal do Distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá.