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sábado, 23 de novembro de 2013

ENQUANTO ELES CRESCEM, NÓS PERECEMOS!

ENQUANTO LUCRO DOS TERMINAIS CRESCE ASSUSTADORAMENTE A MALHA VIÁRIA DE GUARUJÁ APODRECE RAPIDAMENTE....
QUANTO SERÁ QUE A PREFEITURA DE GUARUJÁ ARRECADA DE ISSQN DOS TERMINAIS "PARCEIROS", APÓS O FANTÁSTICO AUMENTO DO IMPOSTO PELA PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO? QUANTO SERÁ QUE AUMENTOU A ARRECADAÇÃO DO ISSQN DE SANTOS?




GOVERNO MARIA DE BRITO; "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

EM DECLINIO!!!!

IBGE - Litoral Paulista é região que mais cresce em São Paulo

Santos registrou declínio de crescimento de 0,1%

A Região metropolitana que mais cresce no Estado de São Paulo e com previsão de receber R$ 18,6 bilhões de investimentos para ampliação do Porto de Santos e pré-sal até 2013, o Litoral Paulista ganhou 64.655 novos moradores em apenas dois anos, conforme os dados de atualização populacional dos municípios de 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A região do litoral sul paulista ainda tem o município brasileiro com a maior taxa de crescimento demográfico da década: entre 2000 e 2009, a cidade de Praia Grande recebeu 56 mil habitantes a mais, totalizando hoje 249.551 moradores, índice de crescimento de 26,32% no período.

O índice anual médio de crescimento das nove cidades da Baixada entre 2007 e 2009 foi de 1,6%, mais que o triplo do registrado, por exemplo, na capital paulista (0,43%). Entre 2007 e 2008, o aumento populacional chegou a 2,1%, recorde entre as regiões metropolitanas do Sudeste do País. Com 1.668.428 habitantes, o litoral sul já conta com população superior a regiões metropolitanas de capitais como Maceió, São Luís e João Pessoa.

Mas, enquanto Praia Grande, Guarujá e Mongaguá mantêm um crescimento acima da média das cidades paulistas, Santos registrou declínio de 0,1%. Na avaliação de órgãos públicos e especialistas, a evasão comum dos centros das metrópoles para as periferias - no caso, de Santos para cidades vizinhas, com baixo custo de vida e melhores condições de moradia - também ocorre agora na Baixada, em um deslocamento semelhante ao observado nos anos 1970 na Grande São Paulo.

Segundo o pesquisador José Marcos Pinto da Cunha, do Departamento de Demografia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de Campinas (Unicamp), a região prestes a se tornar metrópole precisa de políticas integradas entre os municípios. ?Não é possível olhar a cidade como se existissem cercas rígidas que as pessoas não possam pular. O cidadão é metropolitano e sua relação não se dá necessariamente com a cidade, mas sim com a região. Pensar a região metropolitana como um todo é um dos desafios.? As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.