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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

EM MEIO AO CAOS NO PAM, VEREADOR LUCIANO CHINA CONTINUA FAZENDO POLÍTICA COM A DOENÇA ALHEIA!

FALTA DE MÉDICOS VOLTA A CAUSAR TRANSTORNO EM PAM DA RODOVIÁRIA
COMO TODO BOM POLÍTICO OPORTUNISTA, MAIS UMA VEZ O VEREADOR LUCIANO CHINA (PMDB), ESTAVA LÁ, FAZENDO POLÍTICA, JÁ QUE OS MEMBROS DA COMISSÃO DE SAÚDE DA CÂMARA DE GUARUJÁ NÃO ESTÃO MUITO PREOCUPADOS COM A POPULAÇÃO E SIM COM OS BENEFÍCIOS DO CARGO. JÁ ASSISTIMOS O FILME DO VEREADOR LUCIANO CHINA E A TRANSLITORAL E COMO ACABOU A CPI, EM ÁGUA DE SALSICHA!


Quatro dias após moradores de Guarujá reclamarem da falta de médicos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Guarujá, moradores que recorreram ao Pronto Atendimento Médico (PAM) da Rodoviária, na noite desta quinta-feira (26), não encontraram situação diferente. Na unidade, segundo moradores, há apenas um pediatra responsável pelo atendimento de mais de 70 pacientes.

A situação, segundo pacientes, está caótica. Isso porque além de não haver médicos suficientes para o atendimento, a unidade está sem refrigeração. O único ar condicionado da recepção estaria quebrado.  

Após ter tomado conhecimento do episódio, o vereador Luciano Lopes da Silva, o China (PMDB), presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara, esteve no local onde fez imagens da situação e ouviu pacientes. À Reportagem, ele informou que houve um “boicote” dos profissionais da saúde. Ainda conforme o vereador, o Conselho Tutelar teria sido acionado.

“Apenas um médico ficou responsável pelo atendimento de centenas de crianças desde às 7 horas até as 21 horas. Dos três médicos que deveriam comparecer a unidade na noite desta quinta-feira, apenas um está realizando o atendimento destes pacientes. Uma das profissionais alegou estar com dengue e outro disse que ficou preso no trânsito”, comentou.

Na noite desta quinta-feira, pelo menos 70 crianças aguardavam por atendimento na unidade. “Por se tratarem de crianças, acionei o Conselho Tutelar, que irá fazer uma notificação do problema para encaminhar ao Ministério Público. A situação aqui está lamentável. É a única unidade de pronto atendimento que conta com pediatra e as crianças estão à mercê da falta de profissionais. Essas pessoas vieram para cá porque precisam”.

Ainda conforme o vereador, além da falta de refrigeração, a situação na unidade é totalmente insalubre. “A área onde está instalado o bebedouro é suja e não tem sequer um copo para as crianças. A situação dos banheiros não é diferente. Estamos falando de saúde pública. A pessoa tem que sair boa daqui e não pior do que entrou”.

Fonte: A Tribuna Digital

domingo, 20 de junho de 2010

PEDÁGIO VERDE!

PARTIDO VERDE DE SÃO PAULO COBRA PEDÁGIO!


PARTIDO VERDE DE SÃO PAULO COBRA "PEDÁGIO" DE CANDIDATOS A DEPUTADO.
FOLHA DE SÃO PAULO
BERNARDO MELLO FRANCO
EDUARDO OHATA

O PV impôs um pedágio aos filiados que vão disputar vagas de deputado estadual ou federal pelo partido em São Paulo. Homens têm de pagar R$ 5.000, e mulheres, R$ 2.500 para concorrer.

Segundo relatos feitos à Folha, a taxa foi exigida aos 240 candidatos oficializados ontem, na convenção estadual do partido. A presidenciável Marina Silva foi a estrela da festa.

A sigla apresentou chapa com 168 homens e 72 mulheres. Se todos tiverem pago, o valor arrecadado chega a R$ 1,02 milhão.

O pedágio foi cobrado nos últimos dias no Diretório Estadual do PV, na Vila Mariana. A reportagem esteve no local anteontem e, sem se identificar, perguntou o que era necessário para inscrever uma candidata.

Em conversa gravada, uma funcionária do partido chamada Anna informou os valores e deixou claro que a taxa era obrigatória. "É geral. Todos os homens e todas as mulheres pagaram isso".

Ela forneceu uma lista de documentos exigidos, como cópias de RG e CPF. À mão, escreveu o telefone do secretário estadual de organização da sigla, Alexandre Bissoli, a quem deveria ser entregue a "contribuição".

A funcionária avisou que o pagamento só poderia ser feito em cheque e à vista: "Parcelar, não tem como. Mas eu seguro [o cheque]".

Ela ainda brincou com o desconto para as mulheres: "Viu como é bom ser mulher? Mas se ela quiser pagar R$ 5.000, pode pagar".

COMPULSÓRIO

O presidente estadual do PV, Maurício Brusadin, disse que a taxa era opcional, para candidatos interessados em receber suporte do partido.

"Como a gente poderia falar de ética e fazer isso? Se só dou legenda a quem pagar, estou trocando o critério político pelo financeiro", disse.

Quatro candidatos confirmaram à Folha que foram obrigados a pagar a taxa.

"Não tinha como não pagar", afirmou a recepcionista Dora Ribeiro, que tenta vaga na Assembleia Legislativa.
Moradora de Itaquera (zona leste), ela disse ter entregue o dinheiro anteontem, sem ouvir promessa de contrapartida. "O dinheiro entrou mais como doação ao partido", disse ela, que achou o valor "salgado".

Candidato a deputado estadual, Cleverson Alves da Silva contou ter sido avisado de que o pagamento era obrigatório para obter legenda.

"Me passaram que é R$ 5.000 para homem. Mas não sei se a minha assessoria já mandou pagar", disse.

Os candidatos Walter Felix (federal) e Maria Luzia Cassimira (estadual) também confirmaram a cobrança.
Segundo técnicos da Procuradoria Regional Eleitoral, a lei não prevê pagamento em troca do registro de candidatura. O órgão analisa os casos individualmente e, se constatar abusos, pode eventualmente denunciar os partidos à Justiça Eleitoral.

OUTRO LADO

O presidente estadual do PV, Maurício Brusadin, confirmou a existência de taxas de R$ 5.000 para homens e R$ 2.500 para mulheres que vão se candidatar a deputado, mas disse que a cobrança não teria caráter obrigatório.

Ele afirmou tratar-se de uma "vaquinha" para cobrir gastos dos filiados. Entre as despesas, citou a encomenda de material gráfico, como santinhos, e serviços de assistência jurídica e contábil. "Os candidatos que não desejarem não precisam [pagar]", disse ele.

O dirigente afirmou que os funcionários do partido são orientados a dizer aos pré-candidatos que a cobrança da taxa não é obrigatória, o que não ocorreu no diálogo gravado pela Folha. "Não tem obrigatoriedade. Se tivesse, eu te diria", disse o dirigente do PV.

Segundo Brusadin, o desconto para as mulheres é uma espécie de "subsídio" para ajudar o partido a cumprir a cota de 30% de candidaturas femininas.

Procurado, o secretário estadual de Organização do PV, Alexandre Bissoli, não ligou de volta.

terça-feira, 8 de junho de 2010

MEDÍOCRE POLÍTICA!

A MEDÍOCRE POLÍTICA DO GOVERNO ANTONIETA...
UNIFORMES CHEGAM NAS ESCOLAS HÁ MAIS DE 20 DIAS, PREFEITA ESPALHA FAIXAS PELA CIDADE E ESCOLHE ESCOLAS PARA FAZER POLITICAGEM!!


ENQUANTO ISSO NO INVERNO DE GUARUJÁ...
CRIANÇAS PASSAM FRIO NAS ESCOLAS PUBLICAS!!!