Mostrando postagens com marcador preços abusivos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador preços abusivos. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de novembro de 2014

DESCER A SERRA NO FIM DE ANO PODE SAIR MAIS CARO QUE UMA VIAGEM À EUROPA.

PASSE O RÉVEILLON NO LITORAL PAULISTA OU EM UMA CAPITAL EUROPEIA PELO MESMO PREÇO!
DESCER A SERRA NO FIM DE ANO PODE SAIR MAIS CARO QUE UMA VIAGEM À EUROPA.


Como muitos passam o Natal com a família, boa parte prefere um programa perto de casa durante o réveillon. O desejo de sair de São Paulo na data faz com que as pessoas enfrentem trânsito pesado para pegar a praia na virada do ano. Mas pular as sete ondinhas pode sair caro. Devido à alta procura e a inclusão de serviços especiais para receber o turista, cruzar o Atlântico para conhecer uma capital europeia às vezes é mais barato que um pacote de ano-novo em um hotel do litoral norte paulista.

O Estado pesquisou cinco opções no litoral norte de São Paulo e pacotes de viagens para cinco capitais europeias. Os valores são para duas pessoas, com estadia de sete noites no réveillon. Veja qual se encaixa no seu bolso e decida entre o friozinho europeu ou o calor das praias:

Confira os preços dos hotéis no litoral paulista e pacotes para a Europa:


  • O Juquehy Praia Hotel tem pacotes que variam entre R$ 11.760 e R$ 14.760. Nesse preço o hospede tem direito a café da manhã;, jantar e ceia com festa e queima de fogos na virada.
  • O Hotel Aldeia de Sahy na Barra do Sahy tem chalés para duas pessoas que variam de R$ 11.680 a R$ 13.250. O pacote inclui café da manhã, serviço de praia, recreação infantil e outras amenidades, além de ceia na virada com música ao vivo e bebida."
  • "A suíte cinco estrelas do DPNY Beach Hotel & Spa, em Ilha Bela, custa à partir de R$ 13.190. No pacote o hóspede conta com café da manhã, ceia e festa na virada do ano."
  • "Hotel Canoa em Barra do Una oferece quartos a R$ 6.500, e além do café da manhã, estão inclusos serviço de praia, ceia no dia 31 de dezembro e festa na virada."
  • "O Itamambuca Eco Resort em Ubatuba tem pacotes que variam entre R$ 7.280 e R$ 9.978. No preço está incluso café da manhã e festa de réveillon com ceia, música ao vivo e show pirotécnico."
  • "Para quem quer conhecer Lisboa, o pacote para duas pessoas custa R$ 8.550 em hotel cinco estrelas já com passagem aérea."
  • "Pacote para hotel quatro estrelas, NH Berlin Treptow, com passagens aéreas incluídas sai R$ 11.175 para o casal."
  • "Com hospedagem no quatro estrelas NH Parque Avenida, o pacote de réveillon para Madri fica em R$ 10.600 para duas pessoas, já com passagem aérea incluída."
  • "Em Paris o passeio fica mais salgado. Quem quiser virar o ano na cidade luz, tem que desembolsar R$ 17.470 em hotel cinco estrelas para duas pessoas e com passagem aérea inclusa.
  • "Para passar o réveillon em Roma o casal precisa gastar R$ 13.000. O valor inclui as passagens aéreas."

Ana Luisa Fuhrhausser, proprietária do hotel Canoa, em Barra do Una, explica que o cuidado na recepção do viajante encarece a tarifa nessa época. Além da ceia com buffet especial, o estabelecimento oferece festa na virada e, neste ano,  massagem de cortesia.

Segundo a gerente de reservas do DPNY Beach Hotel & Spa, Andréia Souza, em Ilha Bela, a alta procura faz com que os lugares mais tranquilos sejam valorizados. Além disso, explica Andréa a alta nos preços nesse período de alta temporada é comum. O hotel oferece festa de réveillon e quem não é hóspede precisa desembolsar R$ 2.500 para aproveitar a celebração.

A supervisora do Procon-SP, Renata Reis, diz que não há qualquer providência legal em caso de preços abusivos. A orientação é para que o consumidor faça uma pesquisa prévia para ter maior poder de barganha. Atentar para os benefícios de cada pacote, categoria dos estabelecimentos e consultar pessoas que já estiveram nos hotéis também ajuda a evitar aborrecimentos. Acima de tudo, é preciso saber o que se está pagando e os serviços e custos devem estar detalhados no contrato.

Fonte: O Estado de São Paulo

domingo, 2 de fevereiro de 2014

"VAI TOMAR NO COOLER"

"CONTRA OS PREÇOS ABUSIVOS, "VAI TOMAR NO COOLER" GANHA FORÇA NAS REDES SOCIAIS"


.
Os preços abusivos das bebidas em bares e restaurantes resultou na criação do movimento 'Vai tomar no cooler', no Facebook. Em protesto aos altos valores nos cardápios, um grupo pretende se reunir neste sábado, às 20 horas, na orla da praia do Boqueirão, em Santos, em frente ao Moby. 

Até as 16 horas desta sexta-feira, cerca de 250 pessoas já haviam confirmado presença no evento pela rede social.

A proposta pretende reunir na praia um grupo de pessoas para tomar a cervejinha econômica, ou seja, trazida no isopor (cooler, em inglês).

“Queremos chamar a atenção da população para os preços altos dos bens de consumo. Vamos beber barato, conversar com pessoas interessantes e criar uma consciência coletiva”, afirma o publicitário Antonio Luiz Nilo, organizador do movimento.

A inspiração vem de ações semelhantes ocorridas no Rio de Janeiro. Desde a semana passada, protestos pacíficos tomam contam da cidade maravilhosa. Em pauta, a cobrança para o uso de cadeiras de praia e guarda-sóis, cujo preço dobrou nesta temporada.

Os cariocas também têm organizado baladas na calçada, com cerveja trazida no isopor.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

BOICOTE CONTRA OS PREÇOS ALTOS NA INTERNET!

INDIGNADOS COM A INFLAÇÃO DENUNCIAM PREÇOS E ORGANIZAM BOICOTES PELA INTERNET E REDES SOCIAIS
OS INCONFIDENTES JÁ FAZEM ESSE PROTESTO HÁ MAIS DE 5 ANOS, MAS SE VOCÊ QUISER ENCONTRAR UM OTÁRIO, BASTA DAR UMA VOLTINHA NAS AREIAS DAS PRAIAS.


Depois que os 10% da conta do bar viraram 12% em muitos estabelecimentos cariocas, mesma cidade onde é possível pagar R$ 19,90 por um frango de padaria, a palavra ‘surreal’ deixou de ser adjetivo para virar sinônimo de: preço abusivo.

A página Rio $urreal, hoje com mais de 135 mil curtidas no Facebook, foi a primeira a unir consumidores interessados em compartilhar registros de preços fora da realidade e divulgar boicotes a estabelecimentos que cobram valores considerados por eles abusivos. A ideia se espalhou e Brasília, Belo Horizonte e São Paulo são capitais com páginas que agregam milhares de pessoas. O Espírito Santo também. E, hoje, a cidade de Salvador entrou no movimento. Em comum, as páginas sobre o $urreal trazem a referência da figura de Salvador Dalí, pintor surrealista.

A página Boicota SP, mais antiga (de abril), foi uma das primeiras a reunir consumidores em torno da ideia de boicote a preços e hoje tem 63 mil seguidores.


Pagar caro não é chique

Um dos eventos propõe boicote a restaurantes que cobram mais de R$ 45 o quilo. Outro convoca homens e mulheres a levarem suas próprias cadeiras e cangas para a praia, em vez de alugar. Há que diga que não vai pagar mais de R$ 5 reais no chope.


Inflação acelerada

A inflação registrada em 2013 pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)  ficou acima da do ano anterior: avançou 5,91% em 2013, ante alta de 5,84% em 2012, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os preços de Alimentação e Bebidas, Despesas Pessoais e Transportes foram os que mais pressionaram a alta. Somado a isso está o aumento da demanda por serviços em função da Copa do Mundo.

No ano em que o Real faz 20 anos, o apelido $urreal contrasta com o plano original da moeda que foi uma das armas no combate à hiperinflação brasileira.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

PROCON x SUPERMERCADOS, QUANDO?

QUANDO SERÁ QUE O PROCON FISCALIZARÁ OS SUPERMERCADOS EM GUARUJÁ?
PREÇOS ABUSIVOS, PREÇOS DIFERENCIADOS PARA O MESMO PRODUTO E DIVERSOS ABUSOS EM GUARUJÁ.


VOLTE SEMPRE TÁ DIFÍCIL, É DURO SER CONSUMIDOR NO GUARUJÁ E NO BRASIL!

domingo, 15 de janeiro de 2012

PEGA-TROUXAS!!!!

QUIOSQUES NAS PRAIAS, O COMÉRCIO DOS PEGA-TROUXAS!
ENVIADO DA FOLHA DE SÃO PAULO MOSTRA QUE QUIOSQUES AFUGENTAM TURISTAS COM SEUS PREÇOS.


15/01/2012 - 09h03
No Guarujá, turistas e donos de quiosques se queixam de preço alto
VENCESLAU BORLINA FILHO - Folha de São Paulo


Os preços cobrados nas praias de Enseada, Pitangueiras e Pernambuco, no Guarujá (86 km de São Paulo), são suficientes para "fechar o tempo" tanto para turistas quanto para os comerciantes.

Os consumidores reclamam dos altos valores. Os ambulantes e os proprietários de quiosques se defendem e afirmam que também compram mais caro e, por isso, têm que repassar o preço.

O item que mais subiu nas praias da cidade foi a caipirinha de limão feita de cachaça. A variação chegou a 62,5% de um verão ao outro. O valor mais alto da bebida foi encontrado na Enseada: R$ 13.

Os preços da água de coco e do milho foram "padronizados": R$ 5. No ano passado, os dois produtos eram vendidos a R$ 4.

"Cobrar R$ 5 por uma água de coco é muito", reclama a gerente comercial Elaine de França, 34. "Eu trago tudo de casa", diz a aposentada Marlene Finotti Pellegrini, 65, que tem um apartamento em Pitangueiras.

A mesma água de coco custa R$ 3 na praia de Boa Viagem, em Recife (PE), ante R$ 2,50 no ano passado (20% de aumento). Na praia de Ondina, em Salvador (BA), o aumento foi de 50% (de R$ 1 para R$ 1,50).

"Tem que ter preço razoável. Do contrário, não vende", diz Isabel da Silva, 59, que trabalha há 17 anos na praia de Pernambuco.