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quinta-feira, 19 de abril de 2012

MINISTÉRIO PÚBLICO IMPEDIU!

MINISTÉRIO PÚBLICO IMPEDE CONTRATAÇÃO MILIONÁRIA DA O.S INSTITUTO CORPORE.
COM PROBLEMAS EM VÁRIAS CIDADES DO PAÍS, MP IMPEDE MAIS UM ENORME ROMBO NOS COFRES PÚBLICOS DE GUARUJÁ E SERVIÇOS PRECÁRIOS À POPULAÇÃO


Limitar impede contratação de empresa para Saúde da Família
Simone Queirós - Jornal A Tribuna

O juiz Rodrigo Barbosa Sales, da 2ª Vara de Guarujá, concedeu liminar (decisão provisória) suspendendo o processo de contratação da Organização Social (OS) que ficará à frente do Programa de Saúde da Família no Município. A Prefeitura publicou na última sexta-feira o extrato do termo de contrato com o Instituto Corpore para o Desenvolvimento da Qualidade de Vida, que ganhou a convocação pública no valor de R$ 25,3 milhões.

A suspensão não traz consequências ao programa, uma vez que a OS ainda não estava atuando na Cidade. A decisão do juiz é fruto de um pedido do Ministério Público Estadual (MPE), que constatou que o Governo lançou o edital sem observar várias cláusulas que constam no Termo de Compromisso firmado em 14 de janeiro de 2011 entre os dois órgãos.

Origem

O então promotor de Defesa do Patrimônio Público de Guarujá, André Luiz dos Santos – hoje no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – elaborou na época um documento com dez cláusulas para garantir a confiabilidade da OS e a fixação de mecanismos de controle do uso de dinheiro público, com ênfase à transparência.

Porém, em uma comparação entre o Termo de Compromisso e o edital de convocação, a Promotoria constatou a falta de vários itens. Por exemplo, não poderia haver alteração do objeto de contratação ou aditamento do contrato de gestão sem prévio conhecimento do Ministério Público. Mas, no edital, não há menção à proibição de aditamento.

O termo prevê ainda cronograma de desembolso e previsão de início e fim dos serviços, bem como da conclusão das etapas ou fases programadas. Já na convocação pública, consta apenas limite máximo para custeio e formas de pagamento, que não detalham quanto será pago em cada etapa.

O documento feito pelo MPE pede também a entrega de relatórios mensais até o dia 30 de cada mês, enquanto a Prefeitura estipula que seja até o dia 15 do mês subsequente. O Termo de Compromisso ainda determina que a entidade fixe, dentro do plano de trabalho, um padrão de remuneração do pessoal necessário para a correta execução do objeto, o que não consta no edital. Há ainda vários outros itens que foram ignorados.

Diante disso, a promotora Renata Cristina de Oliveira, que substituiu André Luiz, propôs uma execução para obrigar o Município a só contratar nos termos do que acordou com o MPE, pedindo a liminar para suspensão da contratação. O juiz deu então prazo de 60 dias para a adequação e publicação de novo edital, em acordo com o termo de ajustamento pactuado, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil.

Recomendação

Em fevereiro do ano passado o promotor André Luiz dos Santos já tinha feito uma recomendação à Prefeitura justamente pela falta, no edital, de alguns itens acordados no Termo de Compromisso. Na ocasião, a Prefeitura suspendeu a convocação para atender ao MPE.

O secretário de Saúde de Guarujá, Cássio Rosinha, disse à época que, com a readequação do edital, a expectativa era que até o final de março a entidade vencedora estivesse definida.

Mas o processo demorou bem mais. Em 28 de outubro do ano passado foi publicada no Diário Oficial a Convocação Pública 02/2012, que teve como objeto “processo seletivo destinado a firmar parceria com Organizações Sociais, mediante celebração de contrato de gestão, para gerenciamento, operacionalização e execução das ações e serviços de saúde, dos equipamentos destinados à Estratégia de Saúde da Família”. 

Depois de fase de recursos, cujo resultado foi publicado em 18 de fevereiro, o Instituto Corpore tornou-se habilitado. Com isso, no último dia 13 foi firmado o extrato de termo de contrato com a OS.

domingo, 1 de abril de 2012

1º ABRIL DA SAÚDE!

O SECRETÁRIO DENTISTA ARROGANTE ATACA OUTRA VEZ!!!
"O fechamento da maternidade não teve nenhuma influência, até porque a maternidade Ana Parteira nunca existiu”
Cássio Luis Rosinha


Sábado, 31 de março de 2012 - 22h43
Investigação
Ministério Público Estadual instaura inquérito para apurar mortalidade infantil em Guarujá
Jornal A Tribuna - Simone Queirós

Única das nove cidades da Baixada a ter aumento na Taxa de Mortalidade Infantil de 2009 a 2010, Guarujá está agora na mira do Ministério Público Estadual (MPE). O órgão instaurou inquérito para apurar os motivos do alto índice, que chegou ao patamar de 19,15 mortes de crianças até um ano de idade, para cada mil nascidos vivos.

Em 2009 o número era de 17,72 e, um ano antes, de 15,96 mortes – o que representa um aumento de quase 20%. Os dados são divulgados anualmente, em agosto, pela Fundação Seade e Secretaria de Estado da Saúde.

O inquérito civil foi aberto em fevereiro pelo promotor de Infância e Juventude de Guarujá, Osmair Chamma Júnior. No ofício, encaminhado ao então secretário municipal de Saúde de Guarujá, Afonso Carlos Finamor, ele faz uma série de questionamentos a respeito de números e programas municipais que com finalidade de combater a mortalidade infantil e materna.

Osmair indaga qual a estrutura do programa de agente comunitário de saúde, se a Cidade possui programa de combate às carências nutricionais ou de assistência integral à saúde da mulher. Ele pede o detalhamento desses serviços e, em caso de não terem sido implantados, os motivos.

O promotor cobra ainda se Guarujá possui órgão com atribuição para investigar óbitos infantis e fetais e se há programas de humanização no pré-natal e nascimento. Ele cobra os números sobre as mortes na ilha de Santo Amaro.

87 mortes em 2010

O número de óbitos de menores até 1 ano de idade chegou a 87 em 2010, aumento de 12% se comparado aos casos de 2008, quando 77 crianças morreram.

A concentração foi na faixa dos menores de 28 dias: 61 no total, aumento de 29% comparado a 2008, quando 47 recém-nascidos não conseguiram sobreviver. Concentrando-se apenas nos bebês entre 7 e 27 dias de vida, o aumento é mais evidente: 64%, saltando de 17 para 28 no mesmo período.

Ana Parteira

Cássio Luiz Rosinha, atual secretário de Saúde, e a coordenadora de Saúde da Criança e do Adolescente, Tereza Semer, são taxativos em afirmar que o aumento da mortalidade infantil e materna em Guarujá não tem relação alguma com a desativação do Hospital e Maternidade Ana Parteira, em fevereiro de 2009, “Categoricamente: não teve nenhuma influência, até porque a maternidade Ana Parteira nunca existiu”, disse Rosinha.

Tereza afirmou que no período que ficou aberto, o Ana Parteira fez 60 partos. 

“Isso não dá nem 15 dias da necessidade do Município. Hoje, são realizadas pelo menos 10 partos por dia no hospital. E os partos que eram feitos lá eram normais, que não incidiriam nessas crianças de risco. Se houvesse um risco, a parturiente era deslocada para o Santo Amaro”.

quarta-feira, 21 de março de 2012

$HOW DA VIDA!!!!

O BRASIL DO FANTÁSTICO!
COMO UM REPÓRTER INFILTRADO 60 DIAS COMO GESTOR DE COMPRAS EM UM HOSPITAL, NÃO COMPROU MEDICAMENTOS, SUPRIMENTOS MÉDICOS, EQUIPAMENTOS?


O SHOW DA VIDA NEM SEMPRE MOSTRA TUDO, ALGUMAS COISAS NÃO INTERE$$AM!

SAÚDE SOCORRO!!!!

POR FAVOR,SOCORRAM OS COFRES DO GUARUJÁ - R$ 25.382.484,00
OS INCONFIDENTES VÃO PUBLICAR NOS PRÓXIMOS DIAS O  CURRICULUM, OU MELHOR A FICHA CORRIDA DO INSTITUTO CORPORE VIU ROSINHAAAAAAAA!


AJUDEM PELO AMOR DOS MEUS FILHINHOS!!!

domingo, 6 de novembro de 2011

PROMESSAS DA ANTONIETA!

PROMESSA NÃO CUMPRIDA! A MARCA DO GOVERNO ANTONIETA DE BRITO!
AEROPORTO, PONTE, CENTRO DE CONVENÇÕES, HOSPITAIS, MUITAS PROMESSAS E POUCOS RESULTADOS A MARCA DE UM GOVERNO QUE NÃO CUMPRE AS PROMESSAS…....


A ÚNICA PREFEITA NO MUNDO QUE FECHA UM HOSPITAL PÚBLICO COM 56 DIAS DE MANDATO!

PARABÉNS PREFEITA, MAS ONDE ESTÁ A COMPETÊNCIA DO GOVERNO?