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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

GUARUJÁ, "TERRA DA GATUNAGEM E MALANDRAGEM!"

"SANTOS, TERRA DA CARIDADE E PROSPERIDADE!"
GUARUJÁ, "TERRA DA GATUNAGEM E MALANDRAGEM!"
FURTOS, ROUBOS, ASSALTOS, REFLEXOS DO DESGOVERNO QUE A CIDADE SOFRE COM A FALTA DE AUTORIDADE E RESPEITO PELO PATRIMÔNIO PÚBLICO. ALIÁS, ONDE ESTÁ O REFORÇO DO POLICIAMENTO QUE OS VEREADORES E O GOVERNO SOLICITARAM AO GOVERNO DO ESTADO?


GOVERNO MARIA DE BRITO DO PMDB: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA. PRINCIPALMENTE OS GATUNOS!"

domingo, 18 de agosto de 2013

PAIS DE AUTISTAS ORGANIZAM PROTESTO EM BRASILIA!

PAIS DE CRIANÇAS AUTISTAS DIVERGEM SOBRE EDUCAÇÃO ESPECIAL
ENTRE AS ALEGAÇÕES DOS QUE APOIAM A EDUCAÇÃO SEGMENTADA ESTÃO A EXPOSIÇÃO DOS FILHOS AO BULLYING, A FALTA DE ESTRUTURA E CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES NAS ESCOLAS REGULARES E A IMPREVISIBILIDADE DAS AÇÕES DAS CRIANÇAS, QUE PODEM INCLUSIVE SER VIOLENTAS, DENTRO DA SALA DE AULA.


Familiares de pessoas com autismo estão organizando, para daqui a duas semanas, um grande ato, em Brasília, para pressionar o governo pelo direito de educarem seus filhos em casa ou em instituições específicas.

O movimento encontra resistência dentro do próprio universo de pais com filhos autistas. Há associações que defendem que o caminho para a maior socialização é por meio da educação regular.

A divisão veio à tona após a presidente Dilma vetar, na lei que iguala direitos de autistas aos de demais pessoas com deficiência, trecho que deixava aberta a possibilidade de a educação do grupo ser realizada de acordo com necessidades específicas.

"O autismo se manifesta em diferentes graus, o que vai gerar demandas diferentes. Não é possível tratar tudo na mesma normativa", diz Berenice Piana, mãe de um jovem com autismo e uma das principais responsáveis pela aprovação da lei.

Entre as alegações dos que apoiam a educação segmentada estão a exposição dos filhos ao bullying, a falta de estrutura e capacitação de professores nas escolas regulares e a imprevisibilidade das ações das crianças, que podem inclusive ser violentas, dentro da sala de aula.

Apaes em todo o país dão fôlego ao pleito de quem defende a educação especial. A instituição é a mais tradicional do país no trato com pessoas com deficiência intelectual tanto em aspectos educacionais como em terapias.

PARA MÃE, INTERAÇÃO É A ÚNICA FORMA DE QUEBRAR PRECONCEITO

Tom tem apenas três anos, mas já teve de mudar de escola três vezes por problemas de adaptação.

Ele tem autismo em grau ainda não determinado. Mesmo assim, sua mãe, a jornalista Silvia Ruiz Mangalya, 43, defende que ele estude na educação regular, integrado com crianças de todos os tipos.

"Sei que as escolas não estão preparadas para o Tom, mas penso que é preciso construí-las. Isso só é possível com ajuda de pais, professores e direção. Não dá para colocar o filho em sala de aula e achar que vão se virar para ensiná-lo", diz Silvia.


Segundo a mãe, apenas com a interação será possível quebrar preconceitos e entender a diversidade.

"Estou certa de que o melhor caminho é ele estar em uma escola convencional", afirma.

"O Tom vai precisar encarar suas dificuldades, evoluir. Acompanho tudo de perto, ajudo os professores, converso com pais dos colegas dele. Faço tudo para combater os mitos em torno do autismo."

O menino tem problemas de comunicação, mas voltou a falar após a frequência às aulas.

Silvia diz que é preciso mostrar à escola quais são as necessidades em cada caso e ajudar na busca de soluções para o aprendizado do aluno.

Ela diz ser normal ter medo de que o filho possa sofrer na escola e a solução para isso é a proximidade.

"Não dá mais para manter a invisibilidade dos autistas. Nunca vai haver shopping especial só para eles, um mercado só para eles. Meu filho vai a todos os lugares."

RECURSOS

Pelo Plano Nacional de Educação, em avaliação no Congresso, instituição nenhuma poderá, a partir de 2016, receber recursos públicos para fornecer ensino exclusivo a grupos com deficiência como autistas, downs ou paralisados cerebrais, como no caso das Apaes.

"O mundo moderno exige toda criança na escola e o governo investiu em leis e procedimentos que levassem o país a esse patamar. Se a criança não puder ir à escola por motivos médicos sérios, a escola deve ir à criança", afirma o psicólogo Manuel Vazquez Gil.

Ele tem um filho com autismo em grau severo e que estuda no ensino regular.

O MEC (Ministério da Educação) defende que é inconstitucional a manutenção das escolas especiais, uma vez que o Brasil é signatário de convenção internacional que determina a educação inclusiva, fornecendo os governos as condições para isso.

"Os pais precisam ter o direito de escolha de onde querem educar seus filhos. Eles são os melhores especialistas, vivem o problema no dia a dia", declara Piana.

Na política de educação inclusiva do MEC estão previstas ações "intersetoriais" para atender os casos mais graves de pessoas com deficiência na escola, que envolvem auxílio de acompanhantes, atenção à saúde e ensino complementar.

Os contrários à obrigatoriedade do ensino regular afirmam que, na vida prática, a educação inclusiva não tem efeito para pessoas com autismo em grau severo, que não aprendem à contento e na escola ficam longe de cuidados da família ou de profissionais habilitados.

A secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Linamara Battistella, avalia que o debate em torno da educação de autistas não pode ser generalizado e precisa de mais espaço.

"O conceito da educação inclusiva é para o que trabalhamos, mas é preciso particularizar o que exige um cuidado diferenciado. Em caso de autistas com grave dependência, talvez a escola convencional não seja o melhor lugar."

Já a secretária municipal da mesma pasta, Marianne Pinotti, defende que a escola regular crie condições, com a ajuda dos pais e de especialistas, para o atendimento de qualquer criança, de acordo com suas necessidades.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

MANIFESTANTES PROTESTAM CONTRA FECHAMENTO DA APAE!

MANIFESTANTES DE SÃO VICENTE PROTESTAM CONTRA FECHAMENTO DA APAE.
"META 4" QUER QUE ALUNOS ESPECIAIS ESTUDEM EM ESCOLAS COMUNS. PROPOSTA IRÁ EXTINGUIR ESCOLAS COM ATENDIMENTOS ESPECIAIS ATÉ 2018.


Alunos, professores e pais saíram em passeata por ruas de São Vicente, no litoral de São Paulo, contra a "Meta 4", que está sendo votado no Congresso Nacional e que se for aprovada irá acabar com as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) até 2018. As Apaes atendem 9.600 portadores de deficiência na região.

A meta, do Plano Nacional de Educação (PNE), determina que alunos com deficiência estudem em escolas regulares, sem a opção de escolherem por escolas especiais como as Apaes. A presidente da Apae de São Vicente Nilza Ribeiro Fernandes Afonso acompanhou os alunos na passeata, que seguiu pela Avenida Antonio Emmerich até a Praça do Correio, no Centro. “Querem congelar as Apaes agora para em 2018 excluir todas as escolas especiais. Com isso eles pretendem não aumentar o número de vagas para quando acabar o prazo excluir todas escolas com atendimentos especiais, não só as Apaes”, explica.

A mobilização em São Vicente acontece ao mesmo tempo em outras cidades do país. Em Brasília um protesto maior estava sendo organizado por representantes das Apaes. “Nós não somos contra a inclusão, nós somos a favor desde que a pessoa tenha condições. Os pais também têm direito a escolher onde os filhos podem ficar. Nós estamos a mais de 50 anos, e isso é um retrocesso em todas as conquistas que já aconteceram. Quando tem aluno da Apae que tem condições de estudar a gente encaminha para o ensino regular. Só que os pais também tem direito de escolha”, diz a presidente.

Mesmo com a chuva, os pais e alunos participaram da manifestação em São Vicente . Maria José Florentino é mãe de Luiz Eduardo, que tem 33 anos e há 23 estuda na Apae. “Eles são limitados, são dóceis. Nesse mundo que vivemos não tem condição. Se nós temos medo de sair na rua, imaginem eles, como vai ser?”.

A Apae de São Vicente é mantida com verbas de projetos sociais, promoções realizadas pelos funcionários, associados e parcerias. Cerca de 50 funcionários trabalham na associação que atende 323 alunos, além de pessoas atendidas no ambulatório da entidade. “Nós temos 30 incluídos no mercado de trabalho. Essa turma vem toda semana receber apoio psicológico, porque eles continuam recebendo acompanhamento”, explica Nilza.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Prefeita e Administração ganham Prêmio no Guarujá!!!!!

Administração Antonieta de Brito ganha Troféu “INIMIGOS DOS DEFICIENTES"

Passados 90 dias da administração da Prefeita Maria Antonieta de Brito (ex-PT), a nova administração ganha seu primeiro Premio de relevância, o “Troféu Inimigos dos Deficientes Físicos”. Como 16% da população do Guarujá é portadora de algum tipo de Deficiência Física, ou seja, 47.520 pelo Censo Oficial de 2006 e 58.400 extra-oficial.

A eleição foi muito tranqüila, não foi unânime, até porque Nelson Rodrigues diria “toda unanimidade é burra”. Muitos eleitores da Prefeita devem estar pensando, coitada, ela assumiu uma Prefeitura falida, o Diabo (Farid Maddi), deixou uma bomba relógio para a Prefeita, então analisem os números abaixo:

  • A Prefeitura do Guarujá possui um Orçamento estimado para o Ano de 2009 de 700 Milhões de Reais.
  • Somente a Secretária de Educação dispõe de 160 a 180 milhões conforme informações.
  • A Prefeitura vem liberando Verbas Federais, apesar de sistematicamente alegar que não pode devido as dividas de PASEP e INSS, a última liberação do Ministério da Saúde foi de 6 Milhões.
  • O Governo do Estado de São Paulo liberou no último mês de janeiro 78 Milhões de reais para diversas instituições para tratamento de Deficientes Físicos.

Dentro das informações fornecidas nossas perguntas são:

Por que a Prefeitura não renova os Passes Livres de Transporte Urbano para os Deficientes Físicos, não renova os concedidos, não emite dos Portadores de Doenças, não emite novos Passes, ou seja, por que a Prefeitura não cumpre a Lei abaixo:

LEI MUNICIPAL Nº 3.427

“Modifica e acrescenta dispositivos à Lei nº 2.418, de 26 de julho de 1995, que institui o Passe Livre nos Transportes Coletivos no Município, e dá outras providências.”

Art. 1º - O artigo 1º da Lei nº 2.418, de 26 de julho de 1995, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 1º - Fica instituído o Passe Livre, nos serviços de transportes coletivos de passageiros, para os alunos residentes em Guarujá e matriculados em estabelecimentos públicos ou particulares de ensino do município, observadas as disposições desta lei”.

§ 2º – O beneficiário do Passe Livre que for, comprovadamente, portador de necessidades especiais ou deficientes, também terá direito à gratuidade da passagem de um acompanhante, se necessário.”
Por que a Prefeitura do Guarujá não impõe o aumento e circulação de Ônibus Adaptados conforme as Leis Federais para atender a centenas de Deficientes Físicos (cadeirantes) do Guarujá??
Por que a Prefeitura do Guarujá não faz os repasses de Verbas Assistenciais para as entidades Comando do Futuro que presta serviços irreleváveis a população??
Por que a Prefeitura está patrocinando a Falência da APAE - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS, que não consegue pagar seus funcionários desde novembro de 2008??
Por que a Prefeitura não faz os repasses a APAAG - Associação de Pais e Amigos dos Autistas do Guarujá que sobrevivem bravamente com poucos recursos??
Por que o CAPSI - Centro de Atenção Psicossocial Infantil, um Projeto de Referência Mundial gerenciado pela Prefeitura do Guarujá não possui serviços de Fonoaudiologia e maiores recursos?
Por que a Prefeitura não repassa as verbas das Escolas, bem como Material Escolar, Uniforme e principalmente nos caso das Escolas Especiais, aumenta a dotação orçamentária??
Por que o Guarujá não possui programas Desportivos e Culturais para Deficientes Físicos, ou vocês esqueceram-se a confusão ao final do ano com a Academia Moby Dick??


Ainda existem dezenas de instituições como a ADISA, ALMA, CRPI, que estão a mingua devido a fantástica (falta) administração municipal, a qual futuramente será penalizada pelo não cumprimentos de diversas Leis Federais, Estaduais e Municipais de Amparo ao Deficiente Físico.