Mostrando postagens com marcador assessoria de comunicação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador assessoria de comunicação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

OS PERDIDOS DA ILHA!

MAIS PERDIDOS QUE CEGO EM TIROTEIO....
PERGUNTA: COMO SE CHAMA UMA GRANDE CONCENTRAÇÃO DE INCOMPETENTES?
RESPOSTA: DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO DO GUARUJÁ

VEJAM A DATA DA TESTEIRA DO D.O. MUNICIPAL

UMA DAS RESPOSTAS PARA EXPLICAR A REJEIÇÃO DE 90% DA DONA MARIA EM GUARUJÁ!!!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

SOCORRO VICKINGS!

COMUNICAÇÃO DO GUARUJÁ: PROJOVEM NELES ANTONIETA!!!
NOSSOS COMPETENTES JORNALISTAS TROCAM O "S" POR "Ç", AGORA ELES IRRITARAM OS PAÍSES BAIXOS...

Clique aqui p/ ampliar

...ENQUANTO ISSO NA FILIAL DO DIÁRIO OFICIAL DAS ANTAS DO MUNICÍPIO....

Clique aqui p/ ampliar

NOSSOS JORNALISTAS DA PREFEITURA, CONSEGUIRAM....
MUDARAM ROTTERDAM DOS PAÍSES BAIXOS PARA A ALEMANHA!


ERASMO DE ROTTERDAM, JAN TINBERGEN, REM KOOLHAAS, VESTIDOS DE VICKINGS VÃO INVADIR A PREFEITURA E EXTERMINAR ESSES BÁRBAROS DA GEOGRAFIA MUNDIAL....

PARABÉNS INCOMPETENTES PARABÉNS INCOMPETENTES, VAMOS MANDAR UMAS TULIPAS E ALGUNS PARES DE TAMANCOS!!!

domingo, 31 de julho de 2011

BODÃO EXPIATÓRIO!

SEGUNDA-FEIRA O TRIBUNAL DE CONTAS ESCULACHA A PREFEITA MARIA ANTONIETA.....

TERÇA-FEIRA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÁ UMA DURA NA SENTENÇA DA BALSA NA PREFEITA INDOLENTE....

QUARTA-FEIRA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA RECONHECE O ATO DE IMPROBIDADE NO ESCÂNDALO DO HOTEL MORADA DO MAR NA PREFEITA INCONSEQUENTE...

QUINTA-FEIRA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA PEGA A PREFEITA NO ESCÂNDALO DA EX-SECRETÁRIA DE ASSUNTOS JURÍDICOS E APERTA A PREFEITA IMPOTENTE....

MAS NOS JORNAIS DO FINAL DE SEMANA A CULPA É SEMPRE REPETENTE...

FARID O BODE EXPIATÓRIO!


SERÁ QUE O EX-PREFEITO TAMBÉM É RESPONSÁVEL PELOS R$ 2.500.000,00 GASTOS DE PUBLICIDADE NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2011 PARA DAR UM "CALA BOCA" NA IMPRENSA LOCAL?


DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO DE GUARUJÁ:
TRABALHANDO DIARIAMENTE PARA A VOLTA DO FARID!

"PERIQUITO COME MILHO, MAS O LIBANÊS LEVA A FAMA"!

quarta-feira, 2 de março de 2011

TERROR NA COMUNICAÇÃO!

O PESADELO DA COMUNICAÇÃO NA PREFEITURA DE GUARUJÁ...


Nós cidadãos do Guarujá


Publicado no site www.sosguaruja.com

Nós moradores do Guarujá, assim como comunidades de cidadãos em todo o mundo, tem usado as redes sociais como meio de mobilização de massas para demonstrar que os cidadão que reclamam da administração precária, ineficiente e corrupta conseguem resultados.

Atentos a essas mobilizações a administração do Guarujá tem infiltrado no Facebook funcionários, na maioria das vezes contratados sem concurso, para tentar neutralizar essas mobilizações.

Salvo melhor juízo, essas pessoas que conseguiram cargos na administração por conta de verdadeiras chantagens de políticos, da imprensa marrom e da imprensa chapa branca, estão se expondo e expondo seu interesse na difícil defesa de quem sujeita a nossa cidade, em especial a orla da praia, aos vexames que todos nós podemos presenciar diariamente e que não conseguimos entender e muito menos explicar, para nossos amigos e familiares que não moram na cidade e nos cobram situações, como os mendigos que infestam os calçadões, os buracos das ruas e calçadas, a má conservação de rampas e escadas de acesso às praias, o lixo mal colocado por comerciantes inescrupulosos, ambulantes ilegais e espalhado pelas ruas pelo mau recolhimento da empresa encarregada da coleta, principalmente por não ter horário certo para passar nas ruas.

Detectadas essas pessoas e esse interesse escuso, é preciso desmascará-las e denunciá-las nesta rede social.
Não é porque essa pessoa é seu vizinho, é ou foi seu amigo ou conhecido que você deve poupá-lo. Aceitar nessa comunidade esses amigos dos maus administradores será aceitar a falsidade de quem por salário vem aqui elogiar uns poucos feitos dessa administração que não passam de obrigação e que não atendem às nossas reivindicações.

As primeiras palavras dessa administração foram de que faltava tempo para qualquer resultado. Hoje podemos ver que faltam resultados para todo esse tempo.
Mais de metade do mandato da atual prefeita já foi exercido e essas pequenas obras que podem mudar as feições da orla da praia, sala de visitas da cidade permanece a mesma. Cheia de buracos nas calçadas, falta de tampas nos escoadouros de águas pluviais, etc. como se comprovam as denuncias de vários blogs que colocam a prova fotográfica desse desprezo pela orla da praia.

Não deixe de exercer seu mais novo e atual direito de protestar nas redes sociais.
Essa modernidade aliada ao sofrimento que temos tido por tanto tempo será sim uma mistura explosiva para acabar com a perpetuação de poder no legislativo e o apeio do poder como já aconteceu com a administração anterior.

É hora de união em torno de idéias e ideais. Temos de ser um grupo onde a política deve nos servir e não sermos reféns e escravos de administradores ineficientes que se tornam políticos corruptos.
Veja bem quem está defendendo a administração e saiba que esses não são amigos da cidade. São amigos do salário que recebem e de possíveis vantagens outras.

Deixo nessa oportunidade de citar nomes para ver a quem a carapuça pode vestir.
Muitos de nós já sabem quem eles são.

terça-feira, 1 de março de 2011

IMPRENSA MARROM OFICIAL!

OS GRANDES MENTIROSOS!
PREFEITURA ANUNCIA ENTREGA DE KIT'S NO DIÁRIO OFICIAL E COMUNICA A ENTREGA DOS KIT'S ESCOLARES AO JORNAL A TRIBUNA CONFORME "CRONOGRAMA".

clique na foto p/ ampliar

Crianças que estudam na Escola Municipal Catarina Salgado de Oliveira, no Bairro Enseada, Guarujá, ainda não receberam uniformes e materiais escolares. Por isso, desde que as aulas tiveram início, em 14 de fevereiro, elas voltam para casa duas horas mais cedo. "As professoras tiveram que comprar parte do material por conta própria para não deixar as crianças sem ter o que fazer", conta Ana da Silva, mãe de uma aluna de 5 anos que estuda no Infantil 5. 

A unidade é apenas para crianças que ainda não ingressaram no Ensino Fundamental. Outra mãe, Vanessa Soares de Souza Castro, reclama que os ventiladores estão quebrados. "O que eles estão fazendo para espantar o calor é levar as crianças para tomar um ventinho fora da sala de aula. Mas não tem condições delas ficarem lá daquele jeito". 

Há ainda outra situação que está tirando o sono das mães: a falta de vigia no portão. "Já teve pai que foi buscar a criança e encontrou ela na metade do caminho, pois saiu da escola e ninguém viu, já que não tem guarda", afirma Vanessa. Isso, sem contar os problemas estruturais. "O mato cresceu e ninguém cortou, o parquinho está interditado e o portão grande de saída não abre porque está quebrado. E se acontecer alguma coisa e todo mundo tiver que sair correndo de lá? Vai dar para sair rápido só com o portão pequeno? Essa escola era modelo e agora está nesse estado. É um absurdo", reclama Fabiana Velez Rodrigues, mãe de uma aluna. 

clique na foto p/ ampliar


PREFEITURA 

A Prefeitura emitiu uma nota no início da noite dizendo que a "aquisição dos kits de materiais escolares foi feita por meio de certame licitatório, com publicação ampla na imprensa oficial do Estado de São Paulo e jornais de grandes circulações do Estado. A licitação foi concluída sem contestação". A entrega dos kits será feita nos primeiros dias deste mês, seguindo cronograma que será divulgado em breve. A Prefeitura nega que os ventiladores estejam quebrados.

 SERÁ QUE A PREFEITA ANTONIETA CRIOU A IMPRENSA MARROM OFICIAL, PUBLICANDO INVERDADES? AS AULAS JÁ COMEÇARAM SENHORES JORNALISTAS DO D.O.

AI..AI..AI..UI..UI..UI..
VIVA O PRAVDA DO GUARUJÁ!


domingo, 16 de janeiro de 2011

BOM DE LIVROS!

O CARA BOM DE LIVROS.
AS DICAS DE LUIZ AUGUSTO SÃO ÓTIMAS E A CIDADE AGRADECERIA MUITO OS GESTORES PÚBLICOS PERMITISSEM QUE PROFISSIONAIS PUDESSEM EXECUTAR ALGUMAS DE SUAS BOAS IDÉIAS!

clique p/ ampliar

LEIA O LIVRO E CONHEÇA O TAMANHO DO PROBLEMA!

clique p/ ampliar

Um mundo dominado pelas favelas

Planeta Favela oferece contribuição ímpar para desvendar a desconhecida e gigantesca escala de favelização e de empobrecimento das cidades do chamado Terceiro Mundo. 

Considerando-se que a população das favelas cresce na base de 25 milhões de pessoas a cada ano – conforme lembra Mike Davis ao citar os dados da UN-Habitat – e que as mais altas taxas de urbanização são observadas nos países pobres, que eram, ou ainda são, predominantemente rurais, esse processo diz respeito à maioria da população do planeta. 

Contribuições como a deste livro tornam cada vez mais difícil ignorar a dimensão do fato e tentar dar a ele tratamento pontual, com enfoque em best practices (boas práticas) como tem tentado o establishment das agências internacionais de desenvolvimento. Davis revela que, ao contrário de aliviar o problema, essas instituições, especialmente o Fundo Monetário Internacional (FMI), que impôs os Planos de Ajuste Estrutural (PAEs) aos países do Terceiro Mundo, foram cruciais na explosão da pobreza responsável pelo desemprego de 1 bilhão de pessoas, ou um terço da mão-de-obra dos países do Sul no final dos anos 1990, segundo dados da CIA, citados pelo autor.

Em vez das cidades de ferro e vidro, sonhadas pelos arquitetos, o mundo está, na verdade, sendo dominado pelas favelas. Os números que abundam ao longo da obra não são novos, embora nunca tenham sido apresentados juntos e com tal ênfase. A tendência ao empobrecimento urbano vem sendo alertada por numerosos autores e instituições, muitos dos quais presentes na extensa bibliografia final.

Por que reconhecer que este livro é forte instrumento para derrubar essa barreira e iluminar os problemas urbanos e grande parte de suas causas? O primeiro motivo está na abrangência ampla do diagnóstico. O autor tenta mostrar que há tendências, no processo de urbanização recente, que são universais, apesar de se tratar de diferentes países. Em um estilo direto e, por vezes, chocante, Davis valoriza o conhecimento empírico e é pouco dado a longas abstrações ou desenvolvimento conceitual, o que revela sua origem proletária e de militante de esquerda. Seu trabalho tem finalidade militante, e o estilo contraria a abstração e o distanciamento usuais na maior parte dos trabalhos acadêmicos.

Como já foi mencionado, uma sucessão de dados numéricos e de informações qualitativas flui como uma torrente a tirar o fôlego do leitor. O tema do crescimento e do empobrecimento das cidades do Terceiro Mundo é cercado e abordado por meio de inúmeras entradas. A formação de “superurbanizações” e “megacidades” – que podem merecer a alcunha de “leviatã”, como a região que engloba São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas– abre uma longa lista de temas como por exemplo o crescimento de favelas provocado por guerras, expulsões catástrofes, recessão econômica (como no caso da América Latina), alto crescimento econômico e urbano (como nos casos da Índia e da China), segregação, racismo; tragédias decorrentes de desmoronamentos, enchentes, incêndios, terremotos (que vitimam sobretudo os pobres); áreas contaminadas, explosões tóxicas; os males do transporte rodoviarista como a poluição do ar e os acidentes de trânsito, entre outros.

A “crise sanitária” – tratada na seção “Viver na merda” – mereceu uma descrição dramática ilustrada por dados sobre centenas ou milhares de habitantes de favelas que disputam apenas uma latrina em algumas cidades da África ou da Ásia. Aborda-se ainda o impacto da carência de água, ou o altíssimo preço que os pobres pagam por ela. Davis lembra que, mesmo em circunstâncias trágicas como as mencionadas, a orientação implementada pelo FMI e pelo Banco Mundial foi a da privatização do saneamento. A água, assim como a “defecação humana”, foi transformada em negócio global, inclusive em cidades nas quais a população mal tem recursos sequer para comer.

O “big bang da pobreza” tem suas raízes quando, entre 1974 e 1975, o FMI e o Banco Mundial reorientam as políticas econômicas do Terceiro Mundo, abalado pelos preços do petróleo. A orientação aos países devedores para abandonar suas estratégias de desenvolvimento foram claramente explicitadas no Plano Backer, em 1985. Davis classifica o impacto dessa direção na América Latina como “maior e mais longo do que a Grande Depressão” e, considerando-se a realidade das décadas que ficaram conhecidas como décadas perdidas, ele sem dúvida não está exagerando.

O Brasil, por exemplo, cresceu 7% ao ano de 1940 a 1970. Na década de 1980, cresceu 1,3%, e na década de 1990, 2,1%, segundo o IBGE. Ou seja, o crescimento econômico do país, nas duas últimas décadas do século XX, não conseguiu incorporar nem mesmo os ingressantes da População Economicamente Ativa (PEA) no mercado de trabalho, o que acarretou conseqüências dramáticas para a precarização do trabalho e, conseqüentemente, também para a crise urbana (1).

Quem acompanha a vida de qualquer grande cidade no Brasil é testemunha do crescimento explosivo das periferias abandonadas ou da favelização a partir do início dos anos 1980. Não que o ovo da serpente não estivesse lá antes disso. As favelas do Rio de Janeiro e de Recife surgiram no final do século XIX e começo do século XX, quando uma parte da mão-de-obra escrava libertada ficou sem alternativa de moradia (o restante passou a viver de favor). Décadas se passaram, e nem o trabalho passou à condição absoluta e geral de mercadoria, nem a moradia, como acontecera no capitalismo central.

Entretanto, o aumento do desemprego e da pobreza urbana a partir dos anos 1980 contribuiu para mudar a imagem das cidades no Brasil: de centros de modernização que se destinavam a superar o atraso e a violência localizados no campo, passaram a representar crianças abandonadas, epidemias, enchentes, desmoronamentos, tráfego infernal, poluição do ar, poluição dos rios, favelas e...violência. Há trinta anos, o que não constitui período muito longo, não se temia a violência urbana; as cidades eram relativamente pacíficas. Para quem viveu apenas na cidade formal e evitou perceber o que estava acontecendo, a violência serviu de alerta, como a ponta do gigantesco iceberg. As taxas de homicídio no Brasil, segundo o IBGE, passaram de 17,2 mortos para cada 100 mil habitantes, em 1980, para 35,9 mortos em 1989, e, finalmente, para 48,5 em 1999.

Em algum momento, em meados dos anos 1990, a professora Maria da Conceição Tavares, ao participar de uma banca de doutorado na Unicamp, alimentou a idéia de que, para o capital, na era da globalização, havia gente sobrando, ou melhor, que parte da força de trabalho, em vez de exército industrial de reserva, seria “óleo queimado”. A lembrança desse debate veio a propósito de expressões usadas por Mike Davis que vão nessa linha: “fardo humano”, “humanidade excedente”, “massa permanentemente supérflua”. Até mesmo o acesso a essa terra gratuita, situada em meio adverso, obtida por meio das invasões, deverá acabar. Essa é, segundo Davis, a verdadeira crise do capitalismo, e nada, segundo o autor, parece apontar para a mudança desse quadro. O livro se conclui sem deixar resquício de esperança, sobretudo ao chamar a atenção para a criminalização das favelas, agora no foco dos estrategistas militares norte-americanos.

Essa falta de saída ou a ausência de qualquer proposta tem gerado críticas ao trabalho de Davis. Não é necessário que um texto que contenha denúncias apresente propostas. Como já enfatizamos, o pensamento crítico é indispensável para desmontar a falsa representação da realidade, que serve a determinados interesses. O texto, entretanto, pode alimentar uma atitude contrária àquela que pretende Davis e promover o medo em relação às cidades e às pessoas que moram nela. Essa crítica partiu de Tom Angotti quando se referiu ao artigo que deu origem a este livro (2). Angotti acusa Davis de promover uma visão antiurbanista ou anticidade, classificando-o no time dos TINA (There Is No Alternative; Não Há Alternativas, em português), expressão usada para se criticar uma atitude que é comum entre acadêmicos e ativistas. Ele questiona a falta de atenção para com os movimentos sociais em todo o mundo e a tendência de vê-los como “mero produto da informalidade urbana e do paroquialismo”.

De fato, em sua crítica demolidora, Davis inclui propostas de urbanização de favelas, de microcréditos, de regularização fundiária, de construção por conta própria, entre outras. As críticas são pertinentes, mas deixam de considerar especificidades históricas e geográficas que alimentam muitas lutas sociais.

Davis aponta corretamente o caráter reformista ou, não pouco freqüentemente regressivo, de muitas das propostas apontadas como soluções para os problemas habitacionais. Mas a busca de alternativas ou exemplos de soluções nem sempre leva à cooptação ou à acomodação. Muito freqüentemente, mostrar que esses problemas têm soluções que estariam à mão se houvesse mais justiça social é alimento fundamental para o avanço da luta democrática. Apesar de todos os revezes, o Brasil também apresenta muitos aspectos que alimentam a esperança de mudança.

O movimento pela reforma urbana, que reúne entidades profissionais, acadêmicas, de pesquisa, ONGs, funcionários públicos, além das entidades nacionais que lutam pela moradia, são uma das características positivas da sociedade brasileira na conjuntura atual. Esse movimento social conquistou a aprovação de leis importantes como o Estatuto da Cidade (lei n. 10.257, em 2000), a Lei do Fundo Nacional de Moradia Social (lei n. 11.124, em 2005), conquistou ainda a criação do Ministério das Cidades (ele era uma reivindicação que vinha sendo feita havia mais de dez anos). Com ele, o movimento acabou se fortalecendo, devido à promoção das Conferências Nacionais das Cidades, processo que teve início nos municípios, envolveu todos os estados da federação e culminou em Brasília com a participação de mais de 2500 delegados, dos quais 70% foram eleitos nas Conferências Estaduais e o restante indicados por entidades nacionais. A primeira conferência das cidades, em 2003, abrangeu a participação de mais de 300 mil pessoas para debater princípios, diretrizes e prioridades da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano. A segunda, em 2005, aprofundou as propostas.

Esses avanços são afetados mas sobrevivem à crise partidária eclodida em 2005 que evidenciou ter o Partido dos Trabalhadores lançado mão de expedientes condenáveis que fazem parte da política institucional no Brasil. Entretanto não podemos afirmar que existe uma clara reversão do processo de aprofundamento dos problemas urbanos. Essas conquistas são relativamente recentes e as mudanças são lentas, já que envolvem uma cultura histórica – ou de raízes escravistas – de exclusão social. A esperança está assentada em fatos concretos, mas Davis acerta quando remete a fonte principal das mazelas às forças globais dominadas por interesses financeiros e garantidas militarmente pelos Estados Unidos ou por aquilo que David Harvey denomina de Novo Imperialismo.
Erminia Maricato

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

NÓS SABEMOS!!!!

PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO
O QUE ACONTECEU COM O SLOGAN "O MINISTÉRIO PÚBLICO É NOSSO PARCEIRO!"


A RESPOSTA DE + 200 MILHÕES É:
O MP SABE QUEM É O VERDADEIRO PROPRIETÁRIO DA RP PROPAGANDA, E NÓS TAMBÉM, NÃO É PREFEITA?

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

CIDADE DA VERGONHA

COMPROMISSO COM A VERDADE
BURACOS, OMISSÃO MUNICIPAL, SABESP E SAENGE POLUINDO O BAIRRO DAS ASTÚRIAS COM LAMA NEGRA...


PASSOU DA HORA AS PROVIDÊNCIAS...
ATÉ QUANDO VAMOS AGUENTAR AS MENTIRAS PÚBLICAS?
SERÁ OUTRA TEMPORADA DE CAGÕES?
CONTINUAREMOS COM ATERRO NOS TERRENOS PÚBLICOS?
ÁGUA CONTAMINADA NAS TORNEIRAS?

TOMAR UMA DURA DOS ANCORAS DA REDE GLOBO FICOU FEIO PARA O DEPTO. DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE GUARUJÁ!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

HOMICÍDIO ELEITORAL!!!

HOMICÍDIO ELEITORAL
CANDIDATO EMITE COMUNICADO À IMPRENSA, ALFINETA APRESENTADOR DE TV E EXTERMINA COM ASSESSORES A SOFRIDA LÍNGUA PORTUGUESA!



Apto para a disputa, Gilberto Benzi critica adversários e foca eleitor jovem

Após uma semana, os rumores sobre a impugnação da candidatura do vereador de Guarujá, Gilberto Benzi (PDT), à Câmara Federal, tiveram fim. Na tarde de quinta-feira (26) a juíza relatora do processo de registro de candidatura de Benzi já havia acolhido o embargo de declaração que juntava ao processo a certidão de objeto e pé que faltava nos autos. “Em menos de 24 horas já havia atendido a solicitação do Tribunal”, destacou o candidato.

Desde o último dia 19, por conta da falta da certidão, o registro figurava como “apto – indeferido com recurso”. Esta nomenclatura é dada a todo candidato julgado não regular, por não terem sido atendidas todas as condições necessárias para obtenção do registro da candidatura e com recurso pendente de julgamento pela Instância Superior, que aconteceu na quinta-feira (26).

“Mesmo sendo um problema simples de ser resolvido, alguns adversários aproveitaram para difamar que eu estava fora da disputa. Chegaram a colocar cabos eleitorais nas ruas espalhando que o Benzi estava impugnado, tudo para desestabilizar minha campanha. Teve até apresentador de programa na TV aberta dizendo que minha candidatura havia batido "azas" e voado. Eleição se ganha na urna e não no tapetão”, desabafou.

Há pouco mais de um mês da eleição, Benzi não quer perder tempo com politicagem e foca os eleitores jovens e o segmento de transporte na qual é dirigente sindical. “Vivemos um momento de grandes expectativas para a Região. É hora de investirmos na qualificação dos jovens e trabalhadores ativos. Também precisamos de mais atenção quanto ao problema do transporte de cargas. Atender os interesses do caminhoneiro, com mais infraestrutura viária e logística, é atender o interesse de toda a comunidade da Baixada”, destaca.

Ainda de olho no segmento do transporte, Benzi estará no início do mês de setembro, visitando empresas, sindicatos e associações envolvidas com o transporte de cargas em diversas cidades de São Paulo. Para ele, este é um segmento que necessita de maior representação, não apenas na Baixada Santista, mas como em todo o Estado.

“Em apenas cinco anos, o Porto saltou de 55 milhões de toneladas, em 2003, para uma projeção de 92 milhões, em 2009. Estamos perto do caos logístico pela falta de planejamento e investimentos nas vias de acesso à Região”, ressaltou o candidato que também é vice-presidente da Associação Comercial dos Transportadores Autônomos (Acta), a maior do país em seu segmento, com matriz em Vicente de Carvalho e sub-sedes em Santos e Cubatão.

Assessoria de Comunicação
Gilberto Benzi - PDT - Deputado Federal
13.9714.1256