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sábado, 14 de dezembro de 2013

GREVE DE RECEBIMENTO, TERRACOM?

A TERRACOM ESTÁ DE GREVE OU NÃO ESTÃO PAGANDO A COLETA DE LIXO?
LIXO ACUMULA PRÓXIMO A UNAERP ESPERANDO A CHUVA PARA CAUSAR ALAGAMENTOS A POPULAÇÃO PRÓXIMA AO BAIRRO. A ZELADORIA DO GOVERNO MARIA DE BRITO DO PMDB É COISA INIGUALÁVEL NO PAÍS.


GOVERNO MARIA DE BRITO: QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O MANÉZÃO DA ENSEADA QUER SABER!

PERGUNTA DO MANÉZÃO DA ENSEADA AOS QUERIDOS AMIGOS DO CANTA GALO:
COMO UMA ÁREA PÚBLICA É DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, CONFORME DIVULGADO NA IMPRENSA, SE NESTA ÁREA SERÃO CONSTRUÍDAS RESIDÊNCIAS, CONFORME O ETERNO SECRETÁRIO DE OBRAS DUÍNO VERRI FERNANDES, RESPONDAM POR FAVOR.


REGIÃO CONHECIDA COMO "CANTAGALO" FICA NO BAIRRO ENSEADA. SEGUNDO A PREFEITURA, LOTES ESTÃO SENDO DEMARCADOS NO LOCAL.
Fonte: G1 Santos

Uma área pública municipal e de preservação ambiental conhecida como "Cantagalo", em Guarujá, no litoral de São Paulo, foi invadida durante este fim de semana. Segundo a prefeitura, lotes estão sendo demarcados e barracos de madeira construídos sem autorização.

A região fica no encontro das avenidas Atlântica e Dom Pedro I, no bairro Enseada. De acordo com a prefeitura, nessa área serão iniciadas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II), que incluem urbanização e construção de habitações, recém-contratadas, que devem beneficiar mais de 2.500 famílias da região.

Um ofício foi encaminhado nesta segunda-feira (28) para os comandos das polícias Militar e Ambiental, solicitando providências quanto à ação organizada de invasão. Ainda segundo a prefeitura, estão sendo demarcados lotes, suprimindo a vegetação nativa através de queimadas.

Nesta terça-feira (29) acontece uma reunião no gabinete do Paço Municipal, às 10h, entre o vice-prefeito Duíno Verri Fernandes, o secretariado municipal, os comandos das polícias Militar e Ambiental e o delegado titular de Guarujá, com objetivo de definir que ações podem ser tomadas.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

PALESTRA SOBRE AUTISMO COM O MÉDICO SALOMÃO SCHWARTZMAN LOTA AUDITÓRIO.

POR QUE O MILIONÁRIO SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO NÃO DISPONIBILIZOU GRATUITAMENTE, ESTA PALESTRA AOS EDUCADORES SECRETÁRIA BONINI?
PALESTRA SOBRE AUTISMO COM O MÉDICO SALOMÃO SCHWARTZMAN LOTA AUDITÓRIO DA UNAERP


Com objetivo de ampliar o conhecimento sobre o Autismo, que afeta milhões de pessoas no Brasil e também orientar pais e educadores, a Associação de Pais e Amigos dos Autistas do Guarujá (Apaag) realizou, na última quinta-feira (12), no auditório da Unaerp, a palestra com o médico neuropediatra José Salomão Schartzman. O encontrou reuniu mais de 300 pessoas e lotou o auditório da universidade.

“O autismo é uma condição de origem neurológica e tem como característica comportamentos muito peculiares, que tem um diagnóstico, basicamente, comportamental. Não é uma doença. É um espectro de doenças extremamente variável e com múltiplas causas”, afirmou o médico, que tem restrições à inclusão, em escolas comuns, dos portadores de autismo e outras deficiências.

Segundo ele as leis brasileiras não tipificam de que tipo de deficiência está se falando. “Este é o grande problema. É preciso se definir o grau de comprometimento antes de se definir políticas públicas educacionais, o que vale para um, não vale, necessariamente, para outro. Este cuidado habitualmente as pessoas não tem”, concluiu Schartzman.

O autista parece não aprender os códigos que regem a comunicação humana. Alheios à presença de outros, se encerram em um universo próprio e inatingível para todos que a cercam, apresentando padrões restritos e repetitivos de comportamento. A dificuldade do autista varia em grau e intensidade e o comprometimento pode ser muito grave e estar associado à deficiência mental, ou tão leve que o portador pode levar uma vida próxima do normal, ou normal. Também existem indivíduos com a Síndrome de Asperger, que são autistas com a linguagem e o intelecto preservados.

O autismo tem origem genética, mas fatores ambientais também são determinantes para o surgimento do transtorno de desenvolvimento e, apesar de não ter cura, quanto antes for diagnosticado melhor.

A entidade – A Apaag é uma entidade de suma importância para o atendimento adequado para os autistas no Guarujá. Os atendidos participam da entidade permanentemente, pois mesmo após deixarem de frequentar algum tratamento clínico, quando não há mais a necessidade devido ao êxito no desenvolvimento, eles permanecem nas oficinas. Há a preocupação por parte da Associação que o autista não tenha um período ocioso em casa, participando assim continuamente do serviço oferecido.

A entidade recebeu recentemente da Prefeitura e do Fundo Social do Estado, três máquinas (bordadeira, flocagem e transfer) para confecção de camisetas, produzidas com desenhos dos alunos da Apaag, além de 200 molduras de madeira, 20 latas de tinta, flocos, espátulas, pincéis, entre outros utensílios. A renda dos produtos será dividida entre a entidade e os alunos.

A instituição recebe a ajuda de voluntários com doações de material escolar para as oficinas, material de manutenção e material para os eventos que promovem, como jantares. Além de receber subvenção da Prefeitura, a Associação também tem como parceira a Petrobras.

A Apaag é presidida por Silene Cavalcanti Duo e está localizada na Rua Álvaro Nunes da Silva, 110, no Jardim Conceiçãozinha. Para informações e doações, o telefone de contato é 3383-1179 e 3355-4717.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

SECRETÁRIA PRISCILA: "VÁ SE CATAR!"

FESSORA PRISCILA BONINI, EXPRICA AI PRA NÓIS: "OS ELEITOTÁRIOS DE GUARUJÁ"
COMENTA-SE NAS REDES SOCIAIS QUE A SECRETÁRIA GASTOU MAIS DE 3 MILHÕES PARA REALIZAR UM SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO NÃO PROGRAMADO, DE APENAS TRÊS DIAS, LÁ NA UNIVERSIDADE DA SUA FAMÍLIA, AQUELA QUE OCUPA UM PRÉDIO PÚBLICO MUNICIPAL, A MESMA QUE EMPREGA UMA PORÇÃO DE AUTORIDADES DO JUDICIÁRIO DO GUARUJÁ, ENTÃO....


A SECRETÁRIA VAI OFERECER AOS NOBRES PROFESSORES DA REDE PÚBLICA, UM FAMIGERADO X-MISÉRIA, DENOMINADO KIT LANCHE? SECRETÁRIA: "VÁ SE CATAR!"

terça-feira, 2 de julho de 2013

ASSALTOS AOS VEÍCULOS DE AUTO-ESCOLAS!

AGORA É MODA EM GUARUJÁ.
 APÓS OS ASSALTOS NAS PORTAS DAS ESCOLAS, AGORA A MODA É ASSALTAR OS VEÍCULOS DE AUTO-ESCOLAS!



COMANDANTE DA POLÍCIA MILITAR, TENENTE-CORONEL CLÁUDIO DE OLIVEIRA, AJUDA AI, PELO AMOR DOS MEUS FILHINHOS E DOS OUTROS TAMBÉM!

terça-feira, 14 de maio de 2013

A ADMINISTRAÇÃO MEGALOMANÍACA!

A PREFEITA DE GUARUJÁ QUE GASTARÁ ALGUNS MILHÕES NA REFORMA DO ESTÁDIO MUNICIPAL SUCATÃO PARA A COPA 2014, NÃO CONSEGUE OFERECER NADA AS CRIANÇAS DE GUARUJÁ!
UMA ADMINISTRAÇÃO MEGALOMANÍACA QUE PENSA EM AEROPORTO (80 MILHÕES), ESTÁDIO MUNICIPAL (23 MILHÕES) E CHEGANDO AS FÉRIAS DO MEIO DO ANO NÃO TEMOS UNIFORMES ESCOLARES E MATERIAL ESCOLAR PARA AS CRIANÇAS DA REDE PÚBLICA.


ADMINISTRAÇÃO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE NÃO CONFIA!"

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

LOUSAS DIGITAIS "O ENGODO"!

MAIS DE 17 MILHÕES DE REAIS GASTOS DE FORMA MAIS QUE SUSPEITA!
DENUNCIAMOS DEZENAS DE VEZES, APÓS TRÊS ANOS PARECE QUE ESTÃO ENXERGANDO QUE A GRANDE MAIORIA DOS ALUNOS DA REDE PÚBLICA NÃO CONSEGUEM SE BENEFICIAR DA FAMOSA LOUSA DIGITAL POR PROBLEMAS TÉCNICOS.


...MAS COMO NESTA CIDADE NINGUÉM TEM "CORAGEM" DE FISCALIZAR A DONA DA UNAERP, DESCULPEM, A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO PRISCILA BONINI, ENTÃO A SECRETÁRIA ESTE ANO VAI RENOVAR A CONCESSÃO DO NOSSO PRÉDIO PÚBLICO, DESCULPEM NOVAMENTE, A DONA DA UNAERP, VAI RENOVAR A CONCESSÃO, MAS SEMPRE PRECISA-SE DE NOVOS "BONS" PROFESSORES NA UNIVERSIDADE, NÃO É MESMO MINISTRO JOAQUIM BARBOSA?

sábado, 14 de julho de 2012

LOROTAS DECENAIS!!!!

ADMINISTRAÇÃO DO GUARUJÁ CONTINUA A TENTAR ENGANAR A POPULAÇÃO COM A IMPRENSA COMPRADA!
PLANO DECENAL DE EDUCAÇÃO FOI INSTITUÍDO PELO MEC EM 1993 E UTILIZADO POR VÁRIAS CIDADES NO PAÍS COMO NOS ESTADOS DE TERESINA, RONDÔNIA, MINAS GERAIS...


CONHEÇA A VERDADE:




A VERDADE É QUE FORAM GASTOS QUASE 1 BILHÃO DA VERBA DA EDUCAÇÃO EM LOUSAS DIGITAIS, UNIFORMES, KITS ESCOLARES, BUCAIS E REFORMAS QUE NINGUÉM VIU, ESSE FOI O PLANO DA FANTÁSTICA ADMINISTRAÇÃO DO GUARUJÁ QUE TODOS SABEM QUEM SÃO!!!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O BUFÃO!

AVERALDO MENEZES, O BUFÃO!
EM REUNIÃO COM OS FEIRANTES NA UNAERP, O BUFÃO ESNOBOU A ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA ATLÂNTICA, DISSE QUE SÃO BOBOS E PROMETEU AOS FEIRANTES DESMATAR O CANTEIRO CENTRAL!!!



SEM AUTORIZAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, QUEM PRECISA?
O BUFÃO BAFOU NA PRESENÇA DOS REPRESENTANTES DA FAMIGERADA UPP, PROCON E OS BABA-OVOS DO JOCA.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

LOUSAS APAGADAS!

AÊÊÊ MEU POVO DO GUARUJÁ, ME AJUDA AI, PELO AMOR DOS MEUS FILHINHOS!
PRISCILINHA "UNAERP" BONINI ATACA OUTRA VEZ, EM ENTREVISTA DECLARA QUE O GUARUJÁ TEM 4 NOVAS UNIDADES DE EDUCAÇÃO IMPLANTADAS...

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O DESAFIO DE 17 MILHÕES DOS INCONFIDENTES:
VOCÊ MÃE, PAI VÁ ATÉ A CLASSE DE SEU FILHO ASSISTIR A UMA AULA COMPLETA NA LOUSA DIGITAL, NA SALA DO SEU FILHO, NÃO EM OUTRA SALA!

TOPAS PRISCILA "DIGITAL" BONINI!

sábado, 16 de abril de 2011

120 LOUSAS?

ATENÇÃO ELEITOTÁRIOS DE GUARUJÁ...
SERÁ QUE A ANTONIETA DE BRITO E A SECRETÁRIA SUPER-FATURADA DE EDUCAÇÃO INSTALARAM TUDO ISSO?




PORQUE NOSSOS VEREADORES ALÉM DE NADA FISCALIZAREM, SÃO PROIBIDOS DE ENTRAR NAS ESCOLAS POR DECRETO DA MARIA DE BRITO!


GUARUJÁ, A CIDADE DOS ENGANADOS!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O TITANIC DA EDUCAÇÃO!

NOSSAS TAINHAS ESPIÃS DESCOBREM PORQUE ESTÃO FALTANDO PROFESSORES DE MATEMÁTICA, LÍNGUA PORTUGUESA E INGLÊS NAS ESCOLAS DE GUARUJÁ...

GÊNIOS DO SEDUC NÃO PERMITEM NOVOS CONCURSADOS ATRIBUIR SUAS AULAS!!!

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NOVOS CONCURSADOS RECLAMAM, INVADEM SALA E "ESFREGAM" O EDITAL NOS GÊNIOS DA INCOMPETÊNCIA.  ENQUANTO ISSO NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE GUARUJÁ..
CRIANÇAS VOLTAM SEM AULA PARA CASA!

PARABÉNS PRISCILA "UNAERP" BONINI, 
O TITANIC DA EDUCAÇÃO PÚBLICA!!


quinta-feira, 7 de abril de 2011

sábado, 12 de março de 2011

VALE TUDO!

SECRETÁRIA PRISCILA BONINI DECLARA NO PROGRAMA DO TUCA JR NA TV GUARUJÁ:

"NÃO IMPORTA COMO O COLÉGIO DOMINGOS DE MORAES FOI COMPRADO, O QUE IMPORTA É QUE TEMOS 2.000 CRIANÇAS ESTUDANDO NO COLÉGIO"

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Após um longo inverno a Secretária de Educação Priscila Bonini reaparece na televisão, entoando o velho mantra: - Somos sempre acusados injustamente!

A Secretária de Educação, herdeira da Unaerp, que se vitimizou deveria se lembrar, aliás muito dificil para uma pobre menina rica, que antes de mais nada ela é uma funcionária pública, paga com dinheiro de impostos e, sua secretária vem fazendo compras absurdas e não tem prestado contas aos seus patrões: A Sociedade Civil de Guarujá!

Mas por que a Secretária Priscila "Unaerp" Bonini vem sendo alvo de acusações constantes? Simples, são as milionárias compras de uma secretária que dispõe de quase 250 milhões de Orçamento Público, sim, os numeros estão corretos. Vamos lembrar algumas das maravilhosas compras da Secretária Priscila "Unaerp" Bonini:

- 14 Milhões de Registro de Preços de Uniformes Escolares.
- 370 Mil de Kits Bucais
- 5,5 Milhões de Kits Escolares
- 1,6 Milhões do Projeto Lego Zoom
- 8,8 Milhões de Lousas Digitais
- Mochilas Escolares ao custo de R$ 34,80 à Unidade.
- Mais de 30 Milhões em Reformas nas Escolas Públicas
- Diminuição de Cursos para distribuição de Bolsas.
- Abandono e perda de verbas dos CAECs
- Transporte Escolar
- Diversos Funcionário em desvio de Função.
- Merenda Escolar.

A vitimização da secretária é risível! Os numeros não mentem, a Prefeita Maria Incompetência de Brito já chegou a declaram em programas que a rede pública possui até 40.000 alunos, a secretária declara em algumas entrevistas 34.000, 36.000. Bem, uma administração que não tem os numeros de alunos, administra o que amigos?

A secretária reclama das "falsas" acusações, mas ela não falou absolutamente nada sobre os cancelamentos do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo à algumas compras por vícios nas licitações. Tampouco ela comentou sobre a oitiva no Tribunal de Contas da União sobre desvios no Programa Nacional de Alimentação Escolar, que foram denunciados diversas pessoas da Administração Pública por desvio de verbas!

Não vai parar por ai não, esta semana uma Procuradora da República deverá receber todas as acusações formalizadas no Ministério Público Federal, bem como um escabroso caso de desvio de bolsas destinadas a especialização de professores da rede pública.


OS MEIOS JUSTIFICAM OS FINS SECRETÁRIA PRISCILA?

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A declaração da Secretária durante a entrevista no Programa Tuca Jr. no mínimo foi infeliz. A secretária tentou por diversas vezes esvaziar as denuncias da compra do Colégio Domingos de Moraes, imputando toda responsabilidade ao Departamento Jurídico. Mas a pergunta é a seguinte: - Sairá de qual secretária os recursos para pagar a compra da escola?

A colocação da Secretária é ridícula. Vamos partir do pensamento exposto. Vamos reunir todos os moradores de comunidades carentes e invadir grandes redes de supermercados para saciar a fome do povo, afinal, se podemos cometer fraude na compra de uma escola, podemos saquear supermercados!

Vamos invadir as concessionárias de motocicletas e veiculos para dar transporte a população escrava do transporte público? Afinal, se podemos cometer fraude com o dinheiro público, também podemos furtar veiculos!

Essa é a comparação, simples e objetiva! A secretária está indignada com as acusações, que prestem contas, ou processe os acusadores, afinal ela dispõe na Prefeitura e na Unaerp um corpo jurídico invejável, composto de Advogados, Promotores e Juízes. Forneçam cópias dos contratos. Publiquem no Diário Oficial planilhas com preços unitários, quantidades consumidas e uso final do material. Escondendo as informações e cometendo irregularidades, nenhum funcionário público chegará ao céu, no mínimo as barras da justiça, promovidas pelo Ministério Público, Policia Federal e Justiça Federal, afinal a verba da educação é federal!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

ZEROS A MAIS!

ESTA DENUNCIA É UMA HOMENAGEM AO FAKE ABAIXO JOÃO GERALDO QUE NOS ACUSA DE QUERER "EXTORQUIR" UMA BOLSINHA DE ESTUDOS NA UNAERP OU EMPRESÁRIOS COMO ELE DENUNCIA, MAS COMO BOM FAKE ELE NÃO MOSTRA A CARA. E TEM MUITO MAIS AINDA!

NOSSA PERGUNTA A PREFEITA DE GUARUJÁ, SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO E PROMOTORES DO MINISTÉRIO PUBLICO:

POR QUE A DIFERENÇA É GRITANTE:
KIT ESCOLAR DE GUARUJÁ: R$ 162,67*
KIT ESCOLAR DO GOVERNO: R$ 16,82
*base de calculo p/ 34000 Kits

 NÃO ESTÁ FALTANDO ZERO NENHUM NO KIT ESCOLAR DO GOVERNO DO ALCKMIN!

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ENQUANTO NO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, NOSSO GOVERNADOR GERALDINHO COMPRA:

Alckmin entrega 4,5 milhões de kits escolares
Kit é composto por caderno, caneta, lápis, lápis de cor, apontador, borracha, régua e mochila

Milton Michida


Desde 2007, o Governo do Estado já distribuiu mais de 24 milhões de kits e mais de 14 milhões de mochilas

O governador Geraldo Alckmin e o secretário da Educação, Herman Voorwald, participaram nesta quarta-feira, 2, do evento de entrega simbólica dos 4,5 milhões de kits escolares aos alunos da rede estadual de ensino. Foram investidos R$ 117 milhões na aquisição de materiais de uso pessoal diário e mochilas.

O kit escolar é composto por caderno, caneta, lápis, lápis de cor, apontador, borracha, régua e mochila. Cada kit custou R$ 16,82 ao governo. Para comprar o mesmo conjunto de materiais, os pais teriam um gasto individual de R$ 115. Desde 2007, o governo investiu R$ 444,8 milhões no programa, que já distribuiu mais de 24 milhões de kits e mais de 14 milhões de mochilas. 

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"Nós estamos entregando para 4,5 milhões de alunos, uma população do tamanho do Uruguai. Cinco mil e duzentas escolas no estado de São Paulo. É uma boa economia para os pais e ao mesmo tempo é importante para os alunos ter o seu material escolar. O caderno novo tem uma motivação, como é gostoso a gente começar um caderno novo", disse Alckmin no evento.

Neste ano serão encaminhados três kits diferentes às escolas, de acordo com o ciclo em que o aluno está matriculado: 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental (Ciclo I); 6º a 9º série do Ensino Fundamental (Ciclo II); 1º ao 3º ano do Ensino Médio, incluindo estudantes matriculados nos programas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Indígena e Educação Especial. Os materiais ficarão armazenados nas unidades até o início do ano letivo, quando serão repassados aos estudantes da rede.

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"Priorizar a Educação envolve muitas ações e, entre elas, está a distribuição de material escolar de qualidade para os alunos da rede",  disse o secretário Herman Voorwald.

São Paulo Faz Escola e Trato na Escola

Voltado aos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, o programa São Paulo Faz Escola é responsável pela produção do Caderno do Professor e do Aluno, material didático distribuído pela Secretaria às escolas da rede.

Pelo Trato na Escola, no início do ano, todas as escolas da rede estadual de ensino receberam verba do governo do Estado para preparar as unidades para a volta às aulas. O investimento de R$ 127,3 milhões possibilitou que os estudantes comecem o ano letivo em ambientes organizados, limpos e revitalizados.

As obras do programa envolvem desde a pintura dos prédios, projetos paisagísticos e pequenos reparos até a higienização das unidades. Cada escola, de acordo com seu tamanho, ganhou kits de pintura compostos por tinta esmalte para ferros, alambrados e barrados; tinta acrílica para alvenaria, piso de quadra e quadro negro; tinta para azulejo; massa corrida e aguarrás.

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O investimento nos kits chegou a R$ 33,5 milhões para atender 4.069 escolas. Também foram instalados 86.783 ventiladores em 4.699 unidades de ensino e cortinas nas salas de aula para diminuir a claridade excessiva dos ambientes de 2.008 escolas. Juntas, as ações tiveram custo de R$ 52,5 milhões.

O governo ainda repassou em dezembro de 2010 o valor de R$ 7.900 a cada uma das Associações de Pais e Mestres (APMs), que ficaram encarregadas de contratar serviços de pintura interna, externa, de quadra e de lousa, podendo também adquirir materiais adicionais necessários para realização das obras. O repasse total chegou a R$ 41,3 milhões em todas as 5.217 escolas do Estado.

ISSO É QUE É GOVERNO, GERALDINHO VEM SER PREFEITO AQUI NO GUARUJÁ!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

FARTA CIDADANIA!

CIDADANIA...
O EXEMPLO NÃO DEVERIA VIR DE CASA, PRINCIPALMENTE DE UMA UNIVERSIDADE?

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A VERDADE É QUE CONTINUANDO A MATÉRIA DAS BOLSAS DE ESTUDO, SABEM O QUE REALMENTE FARTA?

FARTA VERGONHA NA CARA!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

UNIVERSIDADE FARTA!

EI VOCÊ AI...DEVOLVE MEU PRÉDIO AI...DEVOLVE MEU PRÉDIO AI....
FARTA CURSOS, FARTA ALUNOS, FARTA UNIVERSIDADE!

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NÃO VAI DAR....NÃO VAI DAR NÃO....E AS BOLSAS NÃO VÃO PARA O POVÃO!!!

domingo, 16 de janeiro de 2011

BOM DE LIVROS!

O CARA BOM DE LIVROS.
AS DICAS DE LUIZ AUGUSTO SÃO ÓTIMAS E A CIDADE AGRADECERIA MUITO OS GESTORES PÚBLICOS PERMITISSEM QUE PROFISSIONAIS PUDESSEM EXECUTAR ALGUMAS DE SUAS BOAS IDÉIAS!

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LEIA O LIVRO E CONHEÇA O TAMANHO DO PROBLEMA!

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Um mundo dominado pelas favelas

Planeta Favela oferece contribuição ímpar para desvendar a desconhecida e gigantesca escala de favelização e de empobrecimento das cidades do chamado Terceiro Mundo. 

Considerando-se que a população das favelas cresce na base de 25 milhões de pessoas a cada ano – conforme lembra Mike Davis ao citar os dados da UN-Habitat – e que as mais altas taxas de urbanização são observadas nos países pobres, que eram, ou ainda são, predominantemente rurais, esse processo diz respeito à maioria da população do planeta. 

Contribuições como a deste livro tornam cada vez mais difícil ignorar a dimensão do fato e tentar dar a ele tratamento pontual, com enfoque em best practices (boas práticas) como tem tentado o establishment das agências internacionais de desenvolvimento. Davis revela que, ao contrário de aliviar o problema, essas instituições, especialmente o Fundo Monetário Internacional (FMI), que impôs os Planos de Ajuste Estrutural (PAEs) aos países do Terceiro Mundo, foram cruciais na explosão da pobreza responsável pelo desemprego de 1 bilhão de pessoas, ou um terço da mão-de-obra dos países do Sul no final dos anos 1990, segundo dados da CIA, citados pelo autor.

Em vez das cidades de ferro e vidro, sonhadas pelos arquitetos, o mundo está, na verdade, sendo dominado pelas favelas. Os números que abundam ao longo da obra não são novos, embora nunca tenham sido apresentados juntos e com tal ênfase. A tendência ao empobrecimento urbano vem sendo alertada por numerosos autores e instituições, muitos dos quais presentes na extensa bibliografia final.

Por que reconhecer que este livro é forte instrumento para derrubar essa barreira e iluminar os problemas urbanos e grande parte de suas causas? O primeiro motivo está na abrangência ampla do diagnóstico. O autor tenta mostrar que há tendências, no processo de urbanização recente, que são universais, apesar de se tratar de diferentes países. Em um estilo direto e, por vezes, chocante, Davis valoriza o conhecimento empírico e é pouco dado a longas abstrações ou desenvolvimento conceitual, o que revela sua origem proletária e de militante de esquerda. Seu trabalho tem finalidade militante, e o estilo contraria a abstração e o distanciamento usuais na maior parte dos trabalhos acadêmicos.

Como já foi mencionado, uma sucessão de dados numéricos e de informações qualitativas flui como uma torrente a tirar o fôlego do leitor. O tema do crescimento e do empobrecimento das cidades do Terceiro Mundo é cercado e abordado por meio de inúmeras entradas. A formação de “superurbanizações” e “megacidades” – que podem merecer a alcunha de “leviatã”, como a região que engloba São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas– abre uma longa lista de temas como por exemplo o crescimento de favelas provocado por guerras, expulsões catástrofes, recessão econômica (como no caso da América Latina), alto crescimento econômico e urbano (como nos casos da Índia e da China), segregação, racismo; tragédias decorrentes de desmoronamentos, enchentes, incêndios, terremotos (que vitimam sobretudo os pobres); áreas contaminadas, explosões tóxicas; os males do transporte rodoviarista como a poluição do ar e os acidentes de trânsito, entre outros.

A “crise sanitária” – tratada na seção “Viver na merda” – mereceu uma descrição dramática ilustrada por dados sobre centenas ou milhares de habitantes de favelas que disputam apenas uma latrina em algumas cidades da África ou da Ásia. Aborda-se ainda o impacto da carência de água, ou o altíssimo preço que os pobres pagam por ela. Davis lembra que, mesmo em circunstâncias trágicas como as mencionadas, a orientação implementada pelo FMI e pelo Banco Mundial foi a da privatização do saneamento. A água, assim como a “defecação humana”, foi transformada em negócio global, inclusive em cidades nas quais a população mal tem recursos sequer para comer.

O “big bang da pobreza” tem suas raízes quando, entre 1974 e 1975, o FMI e o Banco Mundial reorientam as políticas econômicas do Terceiro Mundo, abalado pelos preços do petróleo. A orientação aos países devedores para abandonar suas estratégias de desenvolvimento foram claramente explicitadas no Plano Backer, em 1985. Davis classifica o impacto dessa direção na América Latina como “maior e mais longo do que a Grande Depressão” e, considerando-se a realidade das décadas que ficaram conhecidas como décadas perdidas, ele sem dúvida não está exagerando.

O Brasil, por exemplo, cresceu 7% ao ano de 1940 a 1970. Na década de 1980, cresceu 1,3%, e na década de 1990, 2,1%, segundo o IBGE. Ou seja, o crescimento econômico do país, nas duas últimas décadas do século XX, não conseguiu incorporar nem mesmo os ingressantes da População Economicamente Ativa (PEA) no mercado de trabalho, o que acarretou conseqüências dramáticas para a precarização do trabalho e, conseqüentemente, também para a crise urbana (1).

Quem acompanha a vida de qualquer grande cidade no Brasil é testemunha do crescimento explosivo das periferias abandonadas ou da favelização a partir do início dos anos 1980. Não que o ovo da serpente não estivesse lá antes disso. As favelas do Rio de Janeiro e de Recife surgiram no final do século XIX e começo do século XX, quando uma parte da mão-de-obra escrava libertada ficou sem alternativa de moradia (o restante passou a viver de favor). Décadas se passaram, e nem o trabalho passou à condição absoluta e geral de mercadoria, nem a moradia, como acontecera no capitalismo central.

Entretanto, o aumento do desemprego e da pobreza urbana a partir dos anos 1980 contribuiu para mudar a imagem das cidades no Brasil: de centros de modernização que se destinavam a superar o atraso e a violência localizados no campo, passaram a representar crianças abandonadas, epidemias, enchentes, desmoronamentos, tráfego infernal, poluição do ar, poluição dos rios, favelas e...violência. Há trinta anos, o que não constitui período muito longo, não se temia a violência urbana; as cidades eram relativamente pacíficas. Para quem viveu apenas na cidade formal e evitou perceber o que estava acontecendo, a violência serviu de alerta, como a ponta do gigantesco iceberg. As taxas de homicídio no Brasil, segundo o IBGE, passaram de 17,2 mortos para cada 100 mil habitantes, em 1980, para 35,9 mortos em 1989, e, finalmente, para 48,5 em 1999.

Em algum momento, em meados dos anos 1990, a professora Maria da Conceição Tavares, ao participar de uma banca de doutorado na Unicamp, alimentou a idéia de que, para o capital, na era da globalização, havia gente sobrando, ou melhor, que parte da força de trabalho, em vez de exército industrial de reserva, seria “óleo queimado”. A lembrança desse debate veio a propósito de expressões usadas por Mike Davis que vão nessa linha: “fardo humano”, “humanidade excedente”, “massa permanentemente supérflua”. Até mesmo o acesso a essa terra gratuita, situada em meio adverso, obtida por meio das invasões, deverá acabar. Essa é, segundo Davis, a verdadeira crise do capitalismo, e nada, segundo o autor, parece apontar para a mudança desse quadro. O livro se conclui sem deixar resquício de esperança, sobretudo ao chamar a atenção para a criminalização das favelas, agora no foco dos estrategistas militares norte-americanos.

Essa falta de saída ou a ausência de qualquer proposta tem gerado críticas ao trabalho de Davis. Não é necessário que um texto que contenha denúncias apresente propostas. Como já enfatizamos, o pensamento crítico é indispensável para desmontar a falsa representação da realidade, que serve a determinados interesses. O texto, entretanto, pode alimentar uma atitude contrária àquela que pretende Davis e promover o medo em relação às cidades e às pessoas que moram nela. Essa crítica partiu de Tom Angotti quando se referiu ao artigo que deu origem a este livro (2). Angotti acusa Davis de promover uma visão antiurbanista ou anticidade, classificando-o no time dos TINA (There Is No Alternative; Não Há Alternativas, em português), expressão usada para se criticar uma atitude que é comum entre acadêmicos e ativistas. Ele questiona a falta de atenção para com os movimentos sociais em todo o mundo e a tendência de vê-los como “mero produto da informalidade urbana e do paroquialismo”.

De fato, em sua crítica demolidora, Davis inclui propostas de urbanização de favelas, de microcréditos, de regularização fundiária, de construção por conta própria, entre outras. As críticas são pertinentes, mas deixam de considerar especificidades históricas e geográficas que alimentam muitas lutas sociais.

Davis aponta corretamente o caráter reformista ou, não pouco freqüentemente regressivo, de muitas das propostas apontadas como soluções para os problemas habitacionais. Mas a busca de alternativas ou exemplos de soluções nem sempre leva à cooptação ou à acomodação. Muito freqüentemente, mostrar que esses problemas têm soluções que estariam à mão se houvesse mais justiça social é alimento fundamental para o avanço da luta democrática. Apesar de todos os revezes, o Brasil também apresenta muitos aspectos que alimentam a esperança de mudança.

O movimento pela reforma urbana, que reúne entidades profissionais, acadêmicas, de pesquisa, ONGs, funcionários públicos, além das entidades nacionais que lutam pela moradia, são uma das características positivas da sociedade brasileira na conjuntura atual. Esse movimento social conquistou a aprovação de leis importantes como o Estatuto da Cidade (lei n. 10.257, em 2000), a Lei do Fundo Nacional de Moradia Social (lei n. 11.124, em 2005), conquistou ainda a criação do Ministério das Cidades (ele era uma reivindicação que vinha sendo feita havia mais de dez anos). Com ele, o movimento acabou se fortalecendo, devido à promoção das Conferências Nacionais das Cidades, processo que teve início nos municípios, envolveu todos os estados da federação e culminou em Brasília com a participação de mais de 2500 delegados, dos quais 70% foram eleitos nas Conferências Estaduais e o restante indicados por entidades nacionais. A primeira conferência das cidades, em 2003, abrangeu a participação de mais de 300 mil pessoas para debater princípios, diretrizes e prioridades da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano. A segunda, em 2005, aprofundou as propostas.

Esses avanços são afetados mas sobrevivem à crise partidária eclodida em 2005 que evidenciou ter o Partido dos Trabalhadores lançado mão de expedientes condenáveis que fazem parte da política institucional no Brasil. Entretanto não podemos afirmar que existe uma clara reversão do processo de aprofundamento dos problemas urbanos. Essas conquistas são relativamente recentes e as mudanças são lentas, já que envolvem uma cultura histórica – ou de raízes escravistas – de exclusão social. A esperança está assentada em fatos concretos, mas Davis acerta quando remete a fonte principal das mazelas às forças globais dominadas por interesses financeiros e garantidas militarmente pelos Estados Unidos ou por aquilo que David Harvey denomina de Novo Imperialismo.
Erminia Maricato

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

POBRE POPULAÇÃO!

PRISCILA "UNAERP" BONINI, DOIS ANOS DE TOTAL DESORGANIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO DO GUARUJÁ
Secretaria de Educação com verba de 244,6 milhões para 2011, ainda humilha pais e mães que residem na cidade de Guarujá


POPULAÇÃO COM CADEIRAS VEM DORMINDO NA FILA


BEBÊS, CRIANÇAS, GESTANTES DURANTE HORAS NAS FILAS


TUDO ISSO ACONTECENDO NA RUA 2 NA VILA ZILDA


PREFEITA INCOMPETENTE, SECRETÁRIOS INCOMPETENTES E O POVO SENDO TRATADO COMO GADO!!!