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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

MÉDICOS NÃO QUEREM TRABALHAR NA UPA PEREQUÊ.

MÉDICOS NÃO QUEREM TRABALHAR NO PEREQUÊ, EM GUARUJÁ.
COMUNIDADE QUE UTILIZA A UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA) SOFRE COM A FALTA DE MÉDICOS, ESPECIALMENTE PEDIATRAS.


Apesar de estar bem equipada – uma sala de emergência completa e demais dependências adequadas ao atendimento de urgência – a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Perequê “Anibal Arden dos Reis”, cuja placa na fachada aponta atendimento 24 horas, sofre de um mal que não há remédio que cure: a falta de médicos, especialmente pediatras.

Localizada na região Rabo do Dragão, a UPA é fundamental para o atendimento de centenas de famílias caiçaras, que vivem às margens da Rodovia Ariovaldo de Almeida Viana (SP61), conhecida como Estrada Guarujá-Bertioga. A última delas, por exemplo, a comunidade da Prainha Branca, cujo único acesso é um caminho de pedras ao lado da balsa, possui 560 moradores.

No entanto, o grande número de crianças não vem sendo suficiente para vencer a distância e sensibilizar médicos e autoridades de que saúde é fundamental. Quem confirma é uma das responsáveis pela Pastoral da Saúde da Baixada Santista, Durvalina Pinheiro dos Santos, moradoras no Sítio Pedrinhas (quilômetro 18 da estrada) que há meses vem lutando por dias melhores no lado leste da Cidade.

“Há boletins de ocorrência e até denúncia no Ministério Público. As nossas crianças, quando doentes, têm que ser levadas à UPA da Enseada e até ao Pronto-Socorro da Rodoviária. Muitas vezes os pais não têm dinheiro da passagem para o transporte público que, durante a madrugada, praticamente não existe”, afirma Durvalina.

A representante da Pastoral reclama, ainda, da falta de ambulância e de remédios, inclusive os básicos. “Os agentes que atuam no Programa de Saúde da Família (PSF) também não têm condução. Nosso receio é que a saúde de Guarujá seja privatizada, o que não é bom para a comunidade. Se a situação não mudar, vamos promover um grande manifesto na estrada. Quantas vidas mais serão perdidas por falta de profissionais?”.

A representante da Central de Movimentos Populares (CMP) Marie Murakame afirma que o Ministério Público vem se posicionando sobre a falta de pediatras (ver nessa reportagem). Ela também não vê a privatização como alternativa. “Serviço público é voltado à população carente e o privado é voltado à classe média-alta, que não é o caso dos moradores do Rabo do Dragão”.

Ao lado da UPA do Perequê, Francisco Borba de Moura, pai de três filhos, confirma a falta de médicos. “Aos sábados e domingos, por exemplo, não adianta passar por aqui. Aqui não tem também aparelho de Raio X”, disse.

A falta do equipamento e a de profissionais foi confirmada pela reportagem junto aos funcionários da UPA do Perequê, que pediram para não se identificar. Eles revelaram que os médicos se negam a fazer horas extras e reclamam da distância. “Muitos moradores não entendem a situação e ameaçam nos agredir. Já comunicamos a situação para a Prefeitura. A UPA teria que ter 38 funcionários e só tem 13 para cobrir todos os períodos”, revela uma funcionária.

Em janeiro deste ano, a falta de pediatras não só no Perequê, mas em outros pontos da Cidade, foi objeto de ação do MP. O promotor Osmair Chamma Júnior encaminhou ofício à Secretaria de Saúde do Município, solicitando as seguintes informações: quais as providências diante do problema, qual a quantidade de profissionais, nome dos pediatras, dia e horário de atendimento.

Prefeitura

A Secretaria de Saúde informa que as unidades de urgência e emergência têm enfrentado a falta de profissionais, principalmente pediatras devido à falta desses profissionais em todo o País.

Com relação à falta de aparelho de Raio X, a UPA do Perequê não contempla tal aparelho devido ao baixo número de atendimentos e duas unidades dão suporte quando necessário – UPA Enseada e UPA Matheus Santamaria.

A Prefeitura salienta que seis ambulâncias estão disponíveis nas unidades de urgência emergência, porém, frequentemente, devido ao uso ininterrupto, há necessidade de manutenção tendo baixas provisórias.

Por fim, a Secretaria de Saúde confirma o recebimento do oficio por parte do Ministério Público e estão em busca de contratar pediatras. Importante ressaltar que a rede mantém duas unidades centralizadas no atendimento de pediatria - Anexo a UPA Matheus Santamaria e na UPA São João, ambas com atendimento 24 horas.

Além disso, a comunidade das unidades, a comunidade tem a disposição os atendimentos nas unidades de saúde da família que atualmente contam com nove unidades em diversos bairros.

Carlos Ratton - Diário do Litoral



CÂMARA DE GUARUJÁ INSTAURA CEI DA SAÚDE, PARA QUE VEREADORES?

CÂMARA DE GUARUJÁ INSTAURA CEI DA SAÚDE, PARA QUE VEREADORES?
RELATÓRIO DA TRANSLITORAL NÃO PODE SER LIDO. CEI DA MERENDA ESCOLAR, COM CARNE SUPERFATURADA E VENCIDA, NÃO CHEGOU AO FINAL. CEI DA LOCAÇÃO DE VEÍCULOS PRESCREVEU POR DECURSO DE PRAZO. VAMOS FECHAR A CÂMARA DE GUARUJÁ E ECONOMIZAR NO PRÓXIMO ANO CERCA DE 50 MILHÕES.


...E A SAÚDE CONTINUA CAÓTICA, SEM MÉDICOS, AMBULÂNCIAS E MEDICAMENTOS. VIVA A PREFEITA ANTONIETA E O GOVERNO IMORAL E CORRUPTO DE GUARUJÁ!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

PREFEITA DE GUARUJÁ É RIDICULARIZADA EM RESPOSTA DO SINDIMED!

INEPTA, INCOMPETENTE E OMISSA, OS TRIBUNAIS À CHAMARAM, AGORA DE RIDÍCULA, FICOU POR CONTA DOS MÉDICOS
SINDICATO DOS MÉDICOS ENQUADRA TEXTO PUBLICADO DA PREFEITA DE GUARUJÁ NO JORNAL A TRIBUNA. A VERDADE É QUE FALTA DIGNIDADE E CONDIÇÕES DE TRABALHO AOS PROFISSIONAIS NA CIDADE.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

domingo, 29 de junho de 2014

MULHER ACUSA MÉDICO DE AGRESSÃO NO PAM-RODOVIÁRIA.

MULHER ACUSA MÉDICO DE AGRESSÃO DENTRO DE POSTO DE SAÚDE EM GUARUJÁ
SEGUNDO A EMPREGADA DOMÉSTICA LUMARA SOUZA SANTOS, A AGRESSÃO OCORREU DEPOIS DE UMA DISCUSSÃO POR CONTA DO ATENDIMENTO AO SEU PAI.


Uma mulher acusa um médico de tê-la agredido na noite de sexta-feira (27) dentro da Unidade de Pronto Atendimento (PAM) Rodoviária de Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo a empregada doméstica Lumara Souza Santos, de 22 anos, a agressão ocorreu depois de uma discussão por conta do atendimento ao seu pai, que passou mal e teve que ser encaminhado ao posto médico.
Lumara relata que implorou ao profissional para que seu pai, que sofria com dores causadas por uma hérnia, fosse atendido. O médico teria negado o socorro, o que acirrou os ânimos e teria resultado na agressão. “Meu pai tem problema de hérnia, mas ele não estava sendo atendido. Então, perguntei se ele não ia atendê-lo, e ele respondeu que queria que ele morresse. Eu dei uma ‘banana’ para ele. Daí, ele foi atrás de mim, fechou a porta, deu um tapa na minha cara e me pegou pelo pescoço. Consegui pegar o estetoscópio e bater nele, para que me soltasse. Foi quando consegui pedir socorro”, afirma.

Após o episódio, um tumulto se formou dentro da unidade de saúde e a polícia foi acionada. O caso foi registrado na Delegacia Sede de Guarujá. “Depois dele ter me agredido e eu pedido socorro, veio um monte de gente. Ele tentou negar, disse que eu estava armando um escândalo. Mais tarde, quando chamei a polícia, ele perguntou se eu acreditava mesmo que as enfermeiras iriam testemunhar a meu favor. Fui registrar o boletim de ocorrência e ele deu a versão dele, negou tudo”, afirma a empregada doméstica.

Para confirmar que houve a agressão, Lumara irá ao Instituto Médico Legal (IML) de Santos para fazer exame de corpo de delito. “Quero que ele responda pelo que fez. Primeiro, não queria atender o meu pai e, depois, aconteceu tudo aquilo. Vou ao IML na segunda-feira (30) para fazer o exame”, conclui.

O G1 entrou em contato com a Prefeitura de Guarujá, mas até a publicação desta reportagem não recebeu um posicionamento sobre o caso.
Fonte: PGN9 - Portal geral de Notícias

sábado, 26 de abril de 2014

O MISTÉRIO DO ACIDO ACÉTICO DO GUARUJÁ.

DR. FÉLIX, OS ELEITOTÁRIOS QUEREM SABER E QUEM SABE, O MINISTÉRIO PÚBLICO FUTURAMENTE TAMBÉM!
POR QUE PAGAREMOS EM GUARUJÁ APENAS "100ml" DE ACIDO ACÉTICO 2% R$ 8,82, ENQUANTO EM BOTUCATU, O HOSPITAL DAS CLINICAS PAGA "1.000ML", DEZ VEZES MAIS PRODUTO PELO VALOR DE R$ 14,20? 


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE NÃO CONFIA E QUEM NÃO CONHECE TAMBÉM!"

sexta-feira, 11 de abril de 2014

O SAMU FANTASMA!

MINISTÉRIO PÚBLICO A DENUNCIA É GRAVE, CRIMINOSA E DEVE SER INVESTIGADA IMEDIATAMENTE EM GUARUJÁ!
TIVEMOS A MORTE DO SR. BIRIBA, QUE AGONIZOU MAIS DE DUAS HORAS NO SOL A POUCOS METROS DA BASE DO SAMU EM VICENTE DE CARVALHO. AGORA UMA DENUNCIA GRAVE, TAMBÉM A POUCOS METROS DA BASE DO SAMU NA ENSEADA. O DESGOVERNO TOTAL, PESSOAS MORREM E NINGUÉM É RESPONSABILIZADO NA "TERRA SEM LEI"!


segunda-feira, 24 de março de 2014

A IMUNDICE DOS POSTOS DE SAÚDE EM GUARUJÁ!

QUEM DEFENDERÁ A POPULAÇÃO CONTRA ESTAS AGRESSÕES DIÁRIAS NOS POSTOS DE SAÚDE DO GUARUJÁ?
FALTA DE HIGIENE, SERINGAS JOGADAS NO CHÃO, FALTA PAPEL-HIGIÊNICO, MATERIAL BÁSICO DE LIMPEZA. LIVROS MOSTRAM CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO MAIS LIMPOS QUE NOSSAS UNIDADES DE SAÚDE, POR ISSO, NOSSOS POLÍTICOS QUANDO PRECISAM DELAS, DIRIGEM-SE A HOSPITAIS PARTICULARES E FECHAM ALAS INTEIRAS PARA SER BEM TRATADOS, JÁ A POPULAÇÃO PAGADORA DE IMPOSTOS, MORRE NOS POSTOS!







quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

OBRAS RECENTES DE UPAS APRESENTAM PROBLEMAS GRAVES!

QUEM DEVERIA SER NOTIFICADA E PROCESSADA É A PREFEITA DE GUARUJÁ!
DENUNCIAMOS EM 2010 A METALÚRGICA VALENCIA E OS PROBLEMAS DAS UPAS DE LATA EM TODO PAÍS. A REDE GLOBO MOSTRA A SITUAÇÃO ATUAL, APÓS 4 ANOS DE UPAS MILIONÁRIAS DE LATA, UMA VERGONHA.


OBRAS RECENTES DE UPAS APRESENTAM PROBLEMAS GRAVES EM TODO O PAÍS


INVESTIGAÇÃO DO TCU VISITOU 26 UNIDADES E ENCONTROU DIVERSAS FALHAS. ENTRE PROBLEMAS ESTÃO RACHADURAS EM PISOS E TETO E PAREDES DANIFICADAS.

O Bom Dia Brasil encontrou Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs, em péssimo estado por todo o país, com rachaduras, vidros quebrados, infiltrações. Os problemas foram levantados pelo Tribunal de Contas da União.

O surpreendente é que muitas unidades têm pouco tempo de construção, custaram milhões de reais e já estão cheias de problemas.
Os auditores visitaram 26 Unidades de Pronto Atendimento. Elas foram criadas para desafogar as emergências dos hospitais, mas os problemas surgem antes mesmo do início das obras, com a falta de projeto.

Em Porto Alegre, circular pela UPA só sobre rachaduras, que se espalham pelos corredores, salas de atendimento e consultórios. Problemas também nos rodapés, sem falar nas paredes danificadas e descascadas.

“É uma pena, por causa que poderia estar melhor, entendeu? Pelo pouco tempo que está, poderia estar bem melhor”, afirma o paciente Alexsandro Lencina.
A UPA tem pouco mais de um ano. Custou mais de R$ 4 milhões e, apesar da auditoria do Tribunal de Contas da União no ano passado, as falhas não foram resolvidas.

“Podia se ter cuidado um pouco mais, porque é saúde. Saúde não é só atender e pronto, largar assim que nem um chiqueiro”, lamenta a paciente Gabriela Barone.

Do outro lado do país, em Icoaraci, no Pará, o piso e o teto racharam. Os consultórios têm ralos, proibidos onde pacientes são examinados ou tratados.

Na UPA de Teresina faltaram instalações para gases medicinais, essenciais no atendimento de uma Unidade de Pronto Atendimento. A obra atrasou, ficou quase 30% mais cara e ainda não recebeu um paciente sequer.

No Núcleo Bandeirante, Distrito Federal, logo na entrada a calçada toda rachada, e um vidro está quebrado e remendando com papelão e fita adesiva. A auditoria havia encontrado painéis metálicos amassados e estruturas quebradas.

A UPA de Samambaia tem um problema comum nas UPAs de todo o Brasil: a falta de janela e exaustores. Sem isso não há circulação de ar, o que, segundo os auditores, favorece a proliferação de doenças.

O piso está bom, mas a entrada um caos. Rampa de acesso só do outro lado do portão.

“É um desrespeito às pessoas”, afirma um líder comunitário.

E há ainda infiltrações, como no caso da UPA de Formosa, em Goiás. No total foram analisadas 26 Unidades de Pronto Atendimento em todo o país.

Além de materiais inadequados, outro grande problema foram os projetos. Para o TCU, as obras são recentes demais para apresentarem tantos problemas. O relatório foi enviado ao Ministério da Saúde.

“Que o ministério adote alguma medida não só para corrigir os problemas detectados nessas 26 obras, como para evitar ocorrências futuras em novas construções”, afirma o gerente de fiscalização de obras do TCU, José Ulisses Vasconcelos.

O Ministério da Saúde não quis gravar entrevista. Disse que se forem confirmadas as irregularidades que aparecem no relatório do TCU vai suspender o repasse de recursos.

Fonte: G1/Bom Dia Brasil

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O PAM SÃO JOÃO, VENHA CONHECER! - PARTE II

QUEM QUER CONHECER O PAM SÃO JOÃO?
INCONFIDENTES TURISMO CONTINUA TRAZENDO A VOCÊ, MORADOR DE GUARUJÁ, IMAGENS DA SAÚDE DE GUARUJÁ. APENAS 5 ANOS, O QUE A ADMINISTRAÇÃO MARIA DE BRITO (PMDB), NÃO DEMOLIU, DOOU, ELA ARRASOU! VEJAM A SITUAÇÃO DO PAM, UPA, PS SEI LÁ O NOME DISSO, SÃO JOÃO EM VICENTE DE CARVALHO...




GOVERNO MARIA DE BRITO: "UM GOVERNO COM A SAÚDE MUITO DOENTE!"

domingo, 9 de fevereiro de 2014

O PAM SÃO JOÃO, VENHA CONHECER!

QUEM QUER CONHECER O PAM SÃO JOÃO?
EM APENAS 5 ANOS, O QUE A ADMINISTRAÇÃO MARIA DE BRITO (PMDB), NÃO DEMOLIU, DOOU, ELA ARRASOU! VEJAM A SITUAÇÃO DO PAM, UPA, PS SEI LÁ O NOME DISSO, SÃO JOÃO EM VICENTE DE CARVALHO...



GOVERNO MARIA DE BRITO: "UM GOVERNO COM A SAÚDE MUITO DOENTE!"

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

E AGORA DR. FELIX DO GUARUJÁ?

OS INCONFIDENTES PUBLICARAM ONTEM NO FACEBOOK A VERSÃO DAS PESSOAS QUE ASSISTIRAM A CONFUSÃO NO PAM RODOVIÁRIA OU SERIA PÂNICO?
MÃE DE CRIANÇA REBATE ACUSAÇÕES DE ENFERMEIRA AGREDIDA EM GUARUJÁ.


CASO OCORREU EM UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO DA RODOVIÁRIA. ENFERMEIRA DIZ QUE FOI AGREDIDA COM CHUTES E SOCOS PELA FAMÍLIA DE BEBÊ.

A mãe de um bebê de um ano e meio, que se envolveu em uma briga com uma enfermeira em uma unidade médica em Guarujá, no litoral de São Paulo, neste sábado (25), rebateu as acusações da enfermeira e afirma que foi a profissional que começou a briga. Já a enfermeira, pour outro lado, afirma que foi agredida por cinco pessoas. O caso será investigado pela Delegacia da Mulher.

De acordo com a autônoma Juliane Riachão, mãe do bebê que estava sendo atendido pela enfermeira Maria Fernanda Marques, a confusão começou com um desentendimento entre as duas. “Meu filho estava chorando e eu comecei a cantar a música da 'Galinha Pintadinha' para acalmar ele. A enfermeira pediu para eu parar, dizendo que ela não era obrigada a estar lá atendendo enquanto eu cantava”, relata Juliane.

O bebê, que foi vítima de um atropelamento, estava com uma ferida na perna e um medicamento foi inserido pela mão dele. “Ela puxou o medicamento da mão do meu filho e começou a agressão. Eu falei para ela não machucar o meu filho. Acho que ela apertou com má intenção. Aí eu entrei na frente dela para pegar o meu filho e ela puxou o meu cabelo. Por isso eu revidei”, explica.

Juliane diz ainda que estava dentro da sala de medicação apenas com uma prima, não cinco pessoas, como foi dito pela enfermeira. “Me arrependo de ter revidado a agressão daquela senhora, mas qualquer um faria o que fiz por um filho que está sendo maltratado por um funcionário da saúde”, finaliza a mãe da criança.

A enfermeira registrou um boletim de ocorrência na delegacia sede de Guarujá. Segundo a polícia, ela foi encaminhada ao Instituto Médico Legal para realizar exame de corpo de delito e, em seguida, retornou à Delegacia da Mulher com o laudo. Ainda de acordo com a polícia, a família do bebê será intimada para prestar depoimentos.

Caso
A funcionária de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guarujá, no litoral de São Paulo, afirma ter sido agredida enquanto trabalhava na madrugada deste sábado (25). A auxiliar de enfermagem relata que sofreu a agressão da família de um bebê que chorou durante o atendimento. A vítima registrou boletim de ocorrência na delegacia da cidade.

Fonte: G1 Santos