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segunda-feira, 12 de maio de 2014

REVISTA VEJA VENHA CONHECER A SAÚDE PÚBLICA DE GUARUJÁ!

REVISTA VEJA: A POPULAÇÃO DO GUARUJÁ SOLICITA DIREITO DE RESPOSTA!
PREFEITA DE GUARUJÁ ACUSOU A FAN PAGE GUARUJÁ ALERTA DE PROPAGAR NOTICIAS MENTIROSAS. A DENUNCIA DAS UPAs FECHADAS IRRITOU A BURGOMESTRE GUARUJAENSE. UMA VOLTINHA NAS REDES SOCIAIS MOSTRAM A VERDADEIRA SITUAÇÃO DA SAÚDE EM GUARUJÁ E QUEM REALMENTE PROPAGA MENTIRAS NA MÍDIA.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

domingo, 11 de maio de 2014

GUARUJÁ: MEDO E VERGONHA APÓS O CRIME!

"ME REVOLTA OUVIR QUE A CULPA FOI DA INTERNET. FOI CULPA DE TODO MUNDO, DE QUEM BATEU, GRITOU, PRESENCIOU". "E SE FOSSE UMA CRIMINOSA, FARIA DIFERENÇA?"
LINCHADORES FORAM AO ENTERRO, AFIRMA TESTEMUNHA; SOBRINHA DE MULHER ASSASSINADA CONTA QUE A FILHA DA VÍTIMA VIVE EM SILÊNCIO.


O linchamento da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, é o mais desagradável assunto do qual os moradores do bairro Morrinhos, no Guarujá, não têm como fugir. Digerir uma cena de espancamento na porta de casa não é fácil em nenhuma circunstância, muito menos entender como tantos parentes, amigos e até mesmo crianças participaram da morte de uma vizinha inocente, mãe de duas filhas. Agora, a comunidade transformada tenta seguir a vida.

"A cidade está estranha", diz em voz baixa a cabeleireira Maria Aparecida Oliveira, de 38 anos, dona de um salão a poucos metros de onde a agressão começou, no dia 3, um sábado. "Ficou uma imagem muito feia do bairro, tenho até vergonha de dizer onde moro", diz ela, que sempre achou o lugar sossegado. Localidade pobre do Guarujá, com cerca de 20 mil habitantes, Morrinhos tem parte das ruas de terra e alguns prédios de habitação popular.

O clima entre a maioria dos moradores é um misto de medo, revolta e, para alguns, vergonha. Fabiane foi vítima de uma multidão que a agrediu, filmou e tirou fotos. Ela havia sido confundida com uma sequestradora de crianças - que, segundo a polícia, nem existe. Um fim trágico de um boato amplificado pelo Facebook.

Poucos moradores que presenciaram ou participaram do espancamento se dispõem a falar abertamente sobre o assunto. Há medo de represálias de criminosos. A polícia também procura responsáveis, o que colabora com o silêncio. "É hipócrita quem diz que não viu nada. No enterro dela, havia muita gente que antes estava batendo e gritando 'mata, mata!'", diz uma comerciante, que pediu anonimato. "Eu não durmo direito desde aquele dia."

A chance de encontrar pelas ruas da comunidade conhecidos que participaram do linchamento de sua tia tem feito a dona de casa Andressa Oliveira Gino das Neves, de 23 anos, evitar sair de casa - principalmente ir aos lotes 3 e 4 do bairro, onde os ataques ocorreram. "Me revolta ouvir que a culpa foi da internet. Foi culpa de todo mundo, de quem bateu, gritou, presenciou", afirma. "E se fosse uma criminosa, faria diferença?"

Pelos vídeos, Andressa já reconheceu três pessoas, informação repassada a seu advogado. Mãe de duas filhas, ela tem cuidado das duas crianças de Fabiane - uma de 1 ano e outra de 12. "A mais velha chorou, chorou, mas agora está quietinha no canto dela", conta.

Para a vendedora Maria de Lourdes, de 49 anos, a violência e a dinâmica do ataque lembraram cenas bíblicas. "Eu vi de longe a multidão, ela foi apedrejada como Maria Madalena, morreu com as mãos amarradas", diz. "E o povo em fúria, endemoniado, falando que tinham achado brinquedo na bolsa, peruca, tudo mentira. Muita gente gritou, mas ninguém impediu."

Segundo familiares e amigos, Fabiane voltava da Igreja São João Batista, ali em Morrinhos, quando foi confundida com a suposta sequestradora. O padre Felipe Gonzalez, de 30 anos, conhecia a dona de casa. "Agora é buscar reconciliação, até mesmo com quem participou. Sem ser omissos, precisamos fomentar ainda mais a misericórdia na comunidade."

Crianças. Na Escola Municipal Professora Maria Aparecida de Araujo, onde Fabiane completou o ensino fundamental em 1996 em curso supletivo, a direção passou nas salas para falar do assunto. "As crianças só falavam disso, muitas tinham visto a cena. Precisamos fazer uma reflexão sobre justiça com as próprias mãos, o papel da internet e das redes sociais", diz a vice-diretora, Clara Miranda.

A escola tem mais de mil alunos do segundo ciclo do ensino fundamental (6.º ao 9.º ano). "Não sei se dá para reverter, mas temos de refletir e agir."

Fonte: O Estado de São Paulo

PREFEITA DECLARA A VEJA QUE PAGINA PROPAGA NOTICIAS MENTIROSAS!

PREFEITA MARIA DE BRITO EM ENTREVISTA A REVISTA VEJA, DECLARA QUE A PAGINA GUARUJÁ ALERTA "CONSTANTEMENTE  PROPAGA NOTÍCIAS MENTIROSAS!"
MOTIVO DA IRA DA PREFEITA É A CONSTANTE DENUNCIA DO FUNCIONAMENTO E ESTADO DAS UPAS, MAS COMO A VEJA NÃO VEM CONFERIR, A PREFEITA CONTINUA SENDO "A VOZ DA VERDADE", AFINAL QUANDO MORRE ALGUÉM NA UPA, A TERRA COBRE AS FALHAS!


PREFEITA MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

sábado, 10 de maio de 2014

quinta-feira, 8 de maio de 2014

BOECHAT, "FAÇAM O QUE EU FALO, MAS NÃO FAÇAM O QUE EU FAÇO!"

BOECHAT DÁ INDIRETA EM SHEHERAZADE E TENTA CULPÁ-LA PELA MORTE...
O ANCORA DA REDE BANDEIRANTES APLICOU O FAMOSO "FAÇAM O QUE EU FALO, MAS NÃO FAÇAM O QUE EU FAÇO!", NÃO É MESMO BOECHAT?



A VERDADE COMEÇA A APARECER NO CASO DO LINCHAMENTO DOS MORRINHOS!

DADOS RECUPERADOS DO ÚLTIMO DIA 29/04 DA FAN PAGE GUARUJÁ ALERTA, MOSTRAM QUE A PÁGINA ALERTAVA QUE OS SEQUESTROS ERAM BOATOS!
DR. DIEGO SCARPA, ADVOGADO DA FAN PAGE, ENTREGOU TODOS OS DADOS A POLÍCIA CIVIL PARA SEREM PERICIADOS E CONFIRMADOS PELA JUSTIÇA.



OS INCONFIDENTES NOVAMENTE FURAM OS PROFISSIONAIS COM DIPLOMAS!

DESCULPEM, MAS OS SITES "OS INCONFIDENTES", MAIS UMA VEZ INFORMARAM NA FRENTE A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS, TUDO ISSO SEM DIPLOMA DE JORNALISMO E CRÉDITOS!
NOTICIA PORTAL G1 PARANÁ 07/05 - RETRATO FALADO DE SUPOSTA ASSASSINA CRIANÇAS FOI DIVULGADO NO LITORAL DO PARANÁ. OS INCONFIDENTES DIVULGARAM A NOTÍCIA NO ÚLTIMO DIA 05/05


MP E POLÍCIA CIVIL AFIRMAM QUE NÃO HÁ CRIANÇAS DESAPARECIDAS NA REGIÃO. BOATO FALSO LEVOU MORADORES A LINCHAR E MATAR MULHER NO LITORAL PAULISTA.
G1 - PARANÁ

O Ministério Público do Paraná divulgou uma nota, nesta quarta-feira (7), em que desmente a informação de que exista uma mulher sendo procurada por assassinar crianças para fazer rituais de magia negra, em Matinhos, no litoral do estado. A história é semelhante à que culminou na morte da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, no Guarujá, em São Paulo.

No caso paulista, moradores de um bairro confundiram a mulher com a imagem de um retrato falado e a espancaram, no meio da rua. Dois dias depois, ela não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo. O retrato falado foi divulgado por uma página de notícias policiais da cidade.

Segundo a Delegacia de Matinhos, a foto também foi espalhada na cidade. Dias antes da morte de Fabiane, muitas pessoas ainda ligavam para a delegacia, pedindo informações sobre o caso. Porém, a polícia não registrou qualquer desaparecimento de crianças na região e não investigou o caso.

Conforme o Ministério Público, caso algum cidadão tenha informações sobre crimes ocorridos na cidade, ele deve procurar diretamente a polícia para registrar o caso. “Os cidadãos não devem adotar medidas extremas, como agressões a suspeitos, pois, além do risco de cometerem injustiças, podem ser responsabilizados criminalmente”, informa a nota do MP.

Confusão
De acordo com o inquérito que apura a morte de Fabiane, o retrato falado atribuído à dona de casa foi feito por policiais do Rio de Janeiro, da 21ª DP (Bonsucesso), em agosto de 2012. Na ocasião, uma mulher foi acusada de tentar roubar um bebê do colo da mãe em uma rua de Ramos, na Zona Norte da cidade.

Imagens de câmeras de segurança divulgadas na época mostraram uma mulher passando com a filha de 15 dias no colo e sendo seguida pela suspeita. A vítima estava levando o bebê para fazer o teste do pezinho em um posto de saúde. Ao sair da unidade, foi surpreendida pela mulher.

"Bruxas de Guaratuba"
Embora a história que tenha levado Fabiane à morte seja mentirosa, um caso semelhante aconteceu de fato em Guaratuba, cidade vizinha de Matinhos. No ano de 1992, Beatriz e Celina Abagge foram presas pela morte de um menino de seis anos em um ritual de magia negra, em Guaratuba, no litoral do Paraná, no caso que ficou conhecido como "As bruxas de Guaratuba".

Evandro Ramos Caetano desapareceu em 1992. A polícia encontrou um corpo desfigurado em um matagal da praia. Beatriz e a mãe dela, Celina Abagge, chegaram a confessar que mataram o menino num ritual de magia negra, mas elas dizem que foram torturadas para assumir o crime.

Mãe e filha ficaram presas por seis anos, foram julgadas e absolvidas. Mas, a pedido do Ministério Público, o Tribunal de Justiça anulou o julgamento. Apenas Beatriz foi julgada e acabou condenada a 21 anos de prisão. Para a mãe, Celina, o crime prescreveu porque ela tem mais de 70 anos. Em 2004, dois pais de santo e um ajudante também foram condenados pelo crime.

ACUSADO SE RECUSOU A REVELAR O NOME DE QUALQUER SUSPEITO.

HOMEM QUE CONFESSOU PARTICIPAR DE ESPANCAMENTO NÃO REVELOU NOMES DE SUSPEITOS NO CASO DOS MORRINHOS.
O ACUSADO SE RECUSOU A REVELAR O NOME DE QUALQUER SUSPEITO. “ELE SE MOSTROU TEMEROSO DE APONTAR OUTROS PARTICIPANTES EM RAZÃO DO MEDO DE SOFRER RETALIAÇÕES, JÁ QUE SE ENCONTRA PRESO NUMA UNIDADE CARCERÁRIA”


 O homem que confessou ter participado da agressão que resultou na morte da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, no último sábado, apontou a participação de outras cerca de 100 pessoas no crime.

Morador de Guarujá, ele foi preso na tarde da última terça-feira, depois de denúncias anônimas feitas por moradores do bairro Morrinhos, região onde a vítima foi espancada.

De acordo com informações do delegado titular do 1º DP de Guarujá, Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, durante o depoimento, o acusado se recusou a revelar o nome de qualquer suspeito. “Ele se mostrou temeroso de apontar outros participantes em razão do medo de sofrer retaliações, já que se encontra preso numa unidade carcerária”, disse Lara.

“Demos a oportunidade de ele permanecer numa cela de seguro (isolada) garantindo a sua integridade física, mas, ainda assim, ele prefere permanecer em silêncio e não apontar qualquer um dos outros responsáveis pela conduta criminosa que culminou com a morte de Fabiane”, emendou o delegado.

Dona de casa foi confundida com sequestradora

O acusado permanecerá preso temporariamente por 30 dias. Depois desse prazo a Polícia Civil tem oportunidade legal de prorrogar essa temporária pelo mesmo período. Ao final desse prazo o inquérito terá que ser concluído e encaminhado à Justiça.

Bermuda é mais uma prova

Na manhã desta quinta-feira, investigadores do 1º DP estiveram na casa do acusado preso e localizaram a bermuda usada por ele no dia das agressões.

A vestimenta foi apreendida e, segundo delegado titular do distrito, “somada à confissão e aos reconhecimentos que já foram feitos, a bermuda se torna mais uma prova inequívoca da sua participação no assassinato”.

Apesar dos trabalhos no bairro, por enquanto, a polícia não conseguiu a identificação de outros suspeitos. “Com o auxílio das imagens, temos, nitidamente, os rostos de mais três pessoas. O local é de uma geografia complexa e nós dependemos da ajuda da população local para que procure a polícia com o objetivo de colaborar na captura dos demais participantes”, concluiu Lara.

Outros depoimentos

Também nesta quarta-feira, como sequência das investigações sobre o linchamento da dona de casa, duas pessoas prestaram depoimentos. Sem revelar as respectivas identidades, as testemunhas afirmaram à imprensa que a vítima foi continuamente agredida por uma multidão, durante cerca de duas horas.