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segunda-feira, 12 de maio de 2014

REVISTA VEJA VENHA CONHECER A SAÚDE PÚBLICA DE GUARUJÁ!

REVISTA VEJA: A POPULAÇÃO DO GUARUJÁ SOLICITA DIREITO DE RESPOSTA!
PREFEITA DE GUARUJÁ ACUSOU A FAN PAGE GUARUJÁ ALERTA DE PROPAGAR NOTICIAS MENTIROSAS. A DENUNCIA DAS UPAs FECHADAS IRRITOU A BURGOMESTRE GUARUJAENSE. UMA VOLTINHA NAS REDES SOCIAIS MOSTRAM A VERDADEIRA SITUAÇÃO DA SAÚDE EM GUARUJÁ E QUEM REALMENTE PROPAGA MENTIRAS NA MÍDIA.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

quarta-feira, 26 de março de 2014

PADILHA COMPRA 150 MILHÕES DE VIAGRA DE EMPRESA INEXISTENTE!

“PADILHA, A PÍLULA AZUL E UM CONTRATO INVESTIGADO PELA POLÍCIA FEDERAL”
LABOGEN ASSINOU COM O MINISTÉRIO DA SAÚDE UM CONTRATO DE R$ 150 MILHÕES PARA O FORNECIMENTO DE CITRATO DE SILDENAFILA, O PRINCÍPIO ATIVO DO VIAGRA.A PF DESCOBRIU QUE ESSA “EMPRESA” NÃO TEM PLANTA INDUSTRIAL E QUE O REMÉDIO SERIA FABRICADO POR OUTRO LABORATÓRIO.


Guardem este nome: Labogen Química Fina e Biotecnologia. Segundo a Polícia Federal, trata-se de um dos braços do esquema de lavagem de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, o mesmo que levou à prisão o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que colaborou com o rolo da refinaria de Pasadena.

Pois bem: essa tal Labogen assinou com o Ministério da Saúde um contrato de R$ 150 milhões para o fornecimento de citrato de sildenafila, o princípio ativo do Viagra. A PF descobriu que essa “empresa” não tem planta industrial e que o remédio seria fabricado por outro laboratório, ao qual a Lobogen repassaria 40% do contrato. Ou por outra: segundo a Polícia, a turma pagaria R$ 60 milhões pelo remédio e embolsaria nada menos de R$ 90 milhões. Uma  beleza!“Eles” estão começando a perder qualquer modéstia, né? 

Os escândalos subiram de patamar. Já começam na casa dos R$ 100 milhões. Leiam reportagem publicada na VEJA desta semana. Pré-candidato petista ao governo de São Paulo nas eleições deste ano, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha é citado nominalmente no inquérito da Polícia Federal que investiga a rede de lavagem de dinheiro comandada pelo doleiro Alberto Youssef. 

Em um dos relatórios da Operação Lava-Jato, há ainda uma foto de Padilha ao lado de um homem que os investigadores apontam como laranja de Alberto Youssef, no ato de assinatura de um contrato que levou a investigação para dentro do Ministério da Saúde.

A imagem foi interceptada pelos agentes na caixa de e-mails de um dos investigados. O contrato foi assinado por Padilha com a Labogen Química Fina e Biotecnologia, uma empresa que, segundo a Polícia Federal, é tudo menos um laboratório farmacêutico, e ainda assim foi contemplada com uma parceria em que planejava receber 150 milhões de reais em vendas de remédios para o ministério. Um grande — e suspeitíssimo — negócio.

Pelo modelo de contratação adotado, o Ministério da Saúde escolhe empresas privadas dispostas a fazer parceria com laboratórios públicos para a produção de remédios. A Labogen, com sede em São Paulo, foi uma das escolhidas no ano passado para fornecer citrato de sildenafila, medicamento com o mesmo princípio ativo do famoso comprimido azul para disfunção erétil. 

O ministério informou que as empresas interessadas em firmar parcerias passam por um rigoroso processo de seleção e análise de capacidade técnica que envolve vários órgãos públicos. No papel, segundo o ministério, a situação da Labogen estava o.k.

No mundo real, a polícia concluiu que a Labogen não tem uma planta industrial e passa longe de ser uma companhia de porte, compatível com os valores milionários a ser recebidos do governo. Documentos juntados no inquérito mostram que, na verdade, os remédios seriam fabricados por um outro laboratório, de Goiás, ao qual a Labogen repassaria 40% do valor do contrato. 

Sem produzir um único comprimido, a empresa do doleiro pretendia faturar 90 milhões de reais. Os sócios da Labogen figuram como titulares de remessas milionárias para contas no exterior, operações que os investigadores dizem ser simuladas. A empresa tinha planos de ampliar a lista de remédios a ser fornecidos ao governo. Diz a PF: Pode-se estar diante, portanto, de mais uma ferramenta para sangria dos cofres públicos;.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

SANATÓRIO GERAL!

PREFEITA DE GUARUJÁ NÃO GANHOU NENHUM PRÊMIO EXPRESSIVO EM 2013, MAS UMA GRANDE MENÇÃO HONROSA ELA RECEBEU DO COLUNISTA DA VEJA!
AUGUSTO NUNES EM SUA COLUNA, PREMIA A PREFEITA DE GUARUJÁ MARIA ANTONIETA DE BRITO (PMDB), COM "O ANO EM FRASES". MENÇÃO MERECIDA PARA NOSSA PREFEITA DISTRAÍDA OU QUE NUNCA SABE DE NADA!


A SECÇÃO DA VEJA SANATÓRIO GERAL, CAI COMO UMA LUVA A NOSSA PREFEITA! 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

VEJINHA!

MARIA ANTONIETA DE BRITO
PREFEITA É DESMASCARADA POR LEITOR-MORADOR NA VEJINHA, AI MEU DEUS!



A OPINIÃO DO LEITOR

Cartas sobre a edição 2188


Como morador do Guarujá, quero informar que a maioria das câmeras de monitoramento de praias e ruas não funciona. Prova disso é que, nesta semana, vi pessoas da empresa responsável pela manutenção de tais equipamentos consertando diversos deles na Praia da Enseada. Ou seja, depois de publicada a reportagem por VEJA SÃO PAULO. A situação da cidade é precária em todos os aspectos: saúde, segurança, educação, trânsito, ruas e calçadas cheias de buraco, sujeira, esgotos entupidos, entre outros graves problemas.

HYRTACIDES CAMPOS

segunda-feira, 21 de junho de 2010

COQUETEL EXPLOSIVO!!!

MARTA SUPLICY+MARIA ANTONIETA+CONSLADEL = COQUETEL EXPLOSIVO
CANDIDATA AO SENADO VISITA GUARUJÁ E GARANTE APOIO DA PREFEITA DA INCOMPETÊNCIA....

O MENSALÃO DA PERUA
A denúncia de suborno a vereadores paulistanos, durante a gestão de Marta Suplicy, resulta em pedido de instauração de CPI.
Revista Veja - Edição 1909 . 15 de junho de 2005
Marcelo Carneiro - Paulo Pinto/AE

Uma irresistível força gravitacional arrasta governos do PT em direção a suspeitas da prática do mensalão, o pagamento de propina a parlamentares em troca de votos. No início de maio deste ano, VEJA tornou pública uma grave denúncia: vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, na legislatura de 2001 a 2004, recebiam uma mesada de até 120.000 reais mensais para aprovar projetos de interesse da então prefeita Marta Suplicy.

O esquema de corrupção foi relatado a dois ocupantes de altos postos na administração tucana do recém-eleito prefeito José Serra, que sucedeu Marta. Em conversas com o presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego, Roberto Scaringella, e com o secretário municipal de governo, Aloysio Nunes Ferreira, o empresário Jorge Moura, dono da empresa Consladel, disse ser o responsável pela manutenção da caixinha para os parlamentares.

Moura revelou ainda, de acordo com um relato feito a VEJA por um dos tucanos mais próximos a Serra, que o esquema de suborno também chegava ao Executivo e irrigava o bolso de dois secretários da gestão Marta. Nos quatro anos de governo petista, a Consladel manteve com a prefeitura diversos contratos.

Dois deles estão sob investigação do Ministério Público, que também instaurou inquérito para apurar as denúncias publicadas em VEJA. Na semana passada, a situação ficou ainda mais complicada para a turma do mensalão municipal. O vereador Dalton Silvano, do PSDB, recolheu 21 assinaturas e protocolou um requerimento com o pedido de instalação de uma CPI para apurar as suspeitas de pagamento de propina.

O pedido deve ir à votação em plenário. São necessários 28 votos para que a CPI seja instalada. Nos corredores da Câmara, comenta-se que parlamentares da legislatura anterior e servidores da casa só estão esperando a instalação da CPI para apresentar-se espontaneamente e contar o que viram nos quatro anos da gestão Marta. "Nunca houve uma prefeita com tanta maioria na casa como ela. Havia vereadores que só apareciam lá para apertar o botão de sim ou não, de acordo com o que determinava o líder do governo", diz o vereador Dalton Silvano.

Não é de hoje que os petistas convivem com acusações contra o mensalão da perua – a propósito, VEJA usa essa expressão para referir-se a Marta Suplicy na mais elegante das acepções, e amparada em decisão proferida pelo juiz Airton Pinheiro de Castro, da Justiça de São Paulo, que em maio deste ano julgou improcedente uma ação por danos morais, pela publicação da reportagem "Perua na lama", afirmando que a revista se manteve "nos limites da crítica jornalística perfeitamente legitimada pelo sistema jurídico como alicerce da democracia". Pois bem: em novembro de 2003, surgiu o primeiro indício de existência de um mensalão da perua.

Em reunião com lideranças da região de São Miguel Paulista, o então vereador tucano Gilberto Natalini, hoje secretário municipal de Participação e Parceria, declarou ser um dos poucos parlamentares que não aceitavam o mensalão, que era conhecido pelo nome-código de "cesta básica". "Não pego 500.000, 1 milhão, para aprovar projetos da prefeitura, embora quarenta dos 55 vereadores façam", disse Natalini, na ocasião.

Sua fala foi gravada e divulgada na imprensa. A prefeita Marta processou o vereador, que foi condenado, em primeira instância, ao pagamento de 25.000 reais. Agora, com o pedido de CPI, histórias como essa podem finalmente ser passadas a limpo.

domingo, 18 de abril de 2010

SERVIÇOS CONVIDATIVOS!

177 REAIS POR TONELADA DE ASFALTO.
TEMOS QUE MUDAR OS MODELOS DE CONTRATO DE SÃO PAULO, DECLARA O ENG° PAULO DEL FIORE, DIRETOR DA CTP A REVISTA VEJA SP.


Modificar o modelo de contrato de licitação das empresas de Recapeamento!

Todo o revestimento asfáltico utilizado no reparo das ruas da cidade sai das quatro usinas mantidas pela prefeitura e é aplicado por sete empresas contratadas por licitação. Cada uma recebe 177 reais por tonelada de material colocado nas vias.

Ou seja: quanto mais remendos, maior o ganho, o que acaba incentivando a repetição constante das operações tapa-buraco. “A margem de lucro é pequena, mas, como o serviço é feito em larga escala, os contratos acabam sendo tremendamente convidativos”, explica o engenheiro Paulo Del Fiore, diretor da CTP Construtora, que já prestou esse serviço. A solução seria mudar o modelo de contrato.

Assim como ocorre nas rodovias sob concessão, cada companhia vencedora ficaria responsável por manter as ruas de um ou vários bairros em perfeitas condições, sob pena de multa. Em Belo Horizonte, que tem 4 500 quilômetros de ruas, as empreiteiras recebem um valor fixo por mês, cerca de 140 000 reais, para deixar livre de buracos a área das nove regionais que administram a capital mineira.

Desde 1999, cada área tem um técnico para fiscalizar o trabalho da empresa contratada. Segundo especialistas, esse modelo é utilizado com sucesso na Nova Zelândia, Holanda e Inglaterra. Apesar disso, São Paulo não tem intenção de copiá-lo. “Isso encareceria o serviço, e teríamos de repassar o acréscimo à população por meio de taxas”, afirma Eugênio Pavicic, superintendente das Usinas de Asfalto do Município.

Fonte: Revista Veja SP

domingo, 4 de abril de 2010

BOLETIM DE OCORRÊNCIA!

Boletim de Ocorrência
sexta-feira, 2 de abril de 2010 | 2:00


“A soldada Erika Canavezi tem dois filhos. Cuida deles sozinha. Seu soldo: 2 000 reais. Em catorze anos de trabalho na PM, ela nunca havia sido agredida. Isso só ocorreu agora porque os pelegos da Apeoesp decidiram sabotar as medidas de Serra”

O número do B.O. é 1591/2010.

Quando alguém quiser analisar o momento em que a candidatura presidencial de Dilma Rousseff ruiu, terá de mencionar o BO 1591/2010, do 34º Distrito Policial, no Morumbi.

O que há no B.O. 1591/2010?

Na semana passada, os professores da Apeoesp fizeram uma baderna na porta do Palácio dos Bandeirantes. O plano dos baderneiros era simples: sabotar José Serra e, com isso, ajudar Dilma Rousseff. A Apeoesp é um sindicato controlado pela CUT e pelo PT. Um dia antes que seus pelegos atacassem José Serra, Dilma Rousseff participou de um ato de campanha com a presidente da Apeoesp. Dilma Rousseff homenageou-a publicamente. A presidente da Apeoesp respondeu entoando:

– Dil-ma! Dil-ma!

Os pelegos da Apeoesp pretendiam ocupar o Palácio dos Bandeirantes. Quando a PM tentou impedi-los, eles reagiram arremessando paus e pedras contra os policiais. Segundo o relato da soldada Erika Cristina Moraes de Souza Canavezi, um desses paus atingiu-a. Ela desmaiou. Conduzida ao Hospital Albert Einstein, foi medicada por ferimentos no rosto, na boca e no ombro. A denúncia contra seus agressores está no B.O. 1591/2010.

A soldada Erika Canavezi tem dois filhos. Cuida deles sozinha. Seu soldo: 2 000 reais. Em catorze anos de trabalho na PM, ela nunca havia sido agredida. Isso só ocorreu agora, porque os pelegos da Apeoesp decidiram sabotar as medidas propostas por José Serra para punir os professores gazeteiros e para premiar com aumentos salariais aqueles que ensinam melhor. Os correligionários de Dilma Rousseff defendem com paus e pedras o direito a um ensino público de má qualidade.

Além de contar com seus milicianos nos sindicatos, Dilma Rousseff pode contar também com seus milicianos nos blogs. Depois de ser brutalizada pelo pelego da Apeoesp, a soldada Erika Canavezi foi fotografada sendo socorrida por um rapaz de barba. Os blogueiros de Dilma Rousseff trataram de espalhar que o rapaz de barba era um professor. O mais pobrezinho desses blogueiros, um repórter de Carta Capital, comentou a fotografia da seguinte maneira:Este professor que carrega o PM ferido é um mural multifacetado de significados, uma elegia à solidariedade humana e uma peça de campanha para Dilma Rousseff”. O menos pobrezinho desses blogueiros, Luiz Carlos Azenha, repercutiu o assunto. Luiz Carlos Azenha comanda um programa na TV Brasil. Soldo do programa: 2 594 734 reais.

No dia seguinte, a PM informou que o rapaz de barba que socorreu a soldada Erika Canavezi era um policial à paisana. Os professores da Apeoesp estavam do lado de lá da barricada, compondo uma elegia à solidariedade humana com o arremesso de paus e pedras e entoando:

– Dil-ma! Dil-ma!

Por Diogo Mainardi