GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!
quinta-feira, 13 de março de 2014
OS MISTÉRIOS DA TERRACOM!
GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
OPERAÇÃO CERTA, CIDADE ERRADA!
Parobé é um município do estado do Rio Grande do Sul, banhado pelas águas dos rios dos Sinos e Paranhana, e distante 75 km da cidade de Porto Alegre.
Paranhana vem do guarani e significa “rio que corre ligeiro”, através da junção de pará (“mar”) e nhana (“correr”).
O Vale do Paranhana é formado pelas cidades próximas ao Rio Paranhana, afluente do Rio dos Sinos que abrange áreas dos municípios gaúchos de Igrejinha, Parobé, Riozinho, Rolante, Taquara e Três Coroas.
Com uma população de 52.518 habitantes, conforme a estimativa de 1º. de julho de 2012 do IBGE, Parobé se viu envolvido, nessa segunda-feira (03/08), na Operação Guarujá.
Ao todo, mais de R$ 7 milhões teriam sido pagos pela Prefeitura de Parobé às empresas de lixo, sendo que R$ 3 milhões foram desviados em beneficio da quadrilha, aproximadamente 40% dos valores dos contratos relativos à coleta, transporte e destinação final de resíduos do município gaúcho.
Os crimes investigados são lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, crime licitatório, concussão, bem como corrupção ativa e passiva.
Os integrantes da Operação Guarujá apreenderam R$ 46 mil em residências e sedes de empresas onde foram cumpridos parte dos 29 mandados de busca e apreensão.
Em novembro do ano passado, o Promotor de Justiça de Parobé, Fernando Cesar Sgarbossa, iniciou investigações sobre o não cumprimento dos contratos de lixo do município gaúcho.
Por ser identificado envolvimento da prefeita da cidade de Parobé, o inquérito passou a ser presidido pela Procuradoria de Prefeitos do Rio Grande do Sul.
Investigação revela que a Executiva Municipal de Parobé, prefeita Gilda Maria Kirsch foi supostamente beneficiada com parte dos R$ 3 milhões que, segundo o MPERS, foram desviados do município gaúcho desde 2009, por meio de contratos relativos à coleta, transporte e destinação final de lixo.
A promotora Josiene de Menezes Paim explicou que a fraude consistia no superfaturamento de contratos e no repasse de dinheiro a agentes públicos, inclusive para a prefeita Gilda.
Além de Parobé, a busca por documentações e demais provas foi realizada nas cidades de Porto Alegre, Taquara, Xangri-Lá, Torres, Alvorada e Santo Antônio da Patrulha, locais em que há desdobramentos do caso.
Participaram da “Operação Guarujá” no cumprimento de 29 mandados de busca e apreensão, os promotores de Justiça, Fernando Cesar Sgarbossa, Josiene de Menezes Paim, Luiz Eduardo de Menezes, André Ricardo Colpo Marchesan, José Eduardo Coelho Corsini, Diane Cristina Manente Tagliari e Jaqueline Marques da Luz.
A “Força-tarefa” contou ainda com 145 policiais em 58 viaturas.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
LIXO DO GUARUJÁ CAUSA ESTRAGOS NO PAÍS.....
Ao firmar contrato emergencial para a coleta de lixo na cidade com a Vital, do grupo Queiroz Galvão, a Prefeitura do Recife passou por cima de decisão judicial da comarca de Guarujá, em São Paulo, que proíbe a empresa de manter vínculo com o poder público por um período de cinco anos. A denúncia é da Qualix, que vem realizando a coleta de lixo no Recife há 24 anos.
Em conversa há pouco com o Blog de Jamildo, o advogado da Qualix, Guilherme Guerra, apresentou a decisão da Segunda Vara Cível, que questiona os aditamentos de contrato entre a empresa do grupo Queiroz Galvão e a Prefeitura do Guarujá. O valor do contrato, para 180 dias de prestação de serviços ainda no ano de 2006, começou em R$ 8.212.181,70, sendo aditado por duas vezes em quase R$ 550 mil (no total).
Novamente sob fundamento de prestação de serviço emergencial, a Vital firmou novo contrato com o Guarujá, por R$ 11.908.256,82, que sofreu três aditamentos. Na decisão, o juiz Rodrigo Barbosa Sales pede o ressarcimento de dano causado ao erário e pagamento de multa, entre outras determinações. Escreve ainda sobre a "proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais" por prazo de cinco anos.
Conheça alguns preços praticados em municípios brasileiros para destinar os resíduos sólidos urbanos em aterro sanitário:
Cidades Preço por tonelada
Belo Horizonte (MG) R$ 33,00
São Luis (MA) R$ 38,00
Juiz de Fora (MG) R$ 38,50
Natal (RN) R$ 41,20
Macéio (AL) R$ 58,40
Guarujá (SP) R$ 66,70
Como vocês podem notar o preço mais cara pago à Vital Engenharia e no Municipio do Guarujá, conforme informações do Site MAFIA DO LIXO.
Com a palavra nossa Prefeita Maria Antonieta de Brito (PPL-MR8), com a sua fantástica administração "Coragem para Mudar".





