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terça-feira, 17 de junho de 2014

SINDICATO DE CAMINHONEIROS É ACUSADO PELO MP DE LIGAÇÕES COM O PCC

SINDICATO DE CAMINHONEIROS É SUSPEITO DE AMEAÇAS EM NOME DO PCC
SEGUNDO O MINISTÉRIO PÚBLICO, O SINDCON,"INVOCA O APOIO DA FACÇÃO CRIMINOSA CONHECIDA COMO PCC PARA AMEAÇAR AS VÍTIMAS, INVADINDO COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES DE CAMINHONEIROS, EXIGINDO QUE TAIS ENTIDADES CESSEM SUAS ATIVIDADES.


Um sindicato de caminhoneiros do Guarujá, no litoral paulista, é acusado pelo Ministério Público do Estado de ameaçar trabalhadores e empresas do porto de Santos citando ligações com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com investigações da Promotoria, o grupo fixa fretes acima do valor de mercado e pressiona companhias para garantir uma carga diária mínima para o sindicato. As empresas que não atendem às demandas têm seus terminais fechados por protestos e concorrentes são agredidos. Em alguns casos, caminhões são danificados ou incendiados, conforme a acusação. As informações foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo. 

Promotores paulistas descrevem o grupo como "assombroso, assustador, incontrolável, devastador". Segundo o Ministério Público, ele "invoca o apoio da facção criminosa conhecida como PCC para ameaçar as vítimas, invadindo cooperativas e associações de caminhoneiros, exigindo que tais entidades cessem suas atividades para que o Sindcon (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Contêineres do Litoral Paulista) possa manipular as empresas transportadoras". O ex-vereador do Guarujá José Nilton de Oliveira (PP), o Doidão, é quem lidera o grupo, diz o Ministério Público. A prisão dele e de outras seis pessoas ligadas ao Sindcon é pedida por procuradores desde 2011. Procurados pela Folha, Doidão e Sindcon não responderam até a conclusão da edição.

A ação ainda não foi julgada. A Justiça de São Paulo diz que a ação deve ser federal, por envolver crimes federais, mas a Justiça Federal contesta. Caberá ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir sobre a competência

Fonte: Terra Notícias

quinta-feira, 12 de junho de 2014

GAECO E RECEITA FEDERAL DESARTICULAM FRAUDE MILIONÁRIA COM RAMIFICAÇÕES NO GUARUJÁ!

GAECO/MP E RECEITA FEDERAL DESARTICULAM FRAUDE FISCAL MILIONÁRIA COM RAMIFICAÇÕES NO GUARUJÁ
OPERAÇÃO FOI DEFLAGRADA NA QUARTA-FEIRA NO GUARUJÁ E NO ABC. O CENTRO DA FRAUDE ESTÁ UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE ATUAVA EM TODO O PAÍS E PROMETIA UMA ESPÉCIE DE ASSESSORIA FINANCEIRA.


O Ministério Público de São Paulo informou ter desarticulado uma organização criminosa que vendia títulos da dívida pública sem valor a empresas interessadas em quitar dívidas com a Receita Federal.

Quatro pessoas foram presas em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, e em Guarujá, no litoral, na manhã desta quarta-feira (11).

As prisões são temporárias valem por cinco dias, prorrogáveis por mais cinco. De acordo com o Gaeco (grupo especializado em crime organizado) do ABC Paulista, a organização criminosa operava o esquema havia ao menos cinco anos e causou prejuízo aos cofres públicos, pelo não recolhimento dos tributos, de até R$ 300 milhões.

A OPERAÇÃO
Uma empresa procurava clientes –empresas de médio e grande porte– com dívidas tributárias com a Receita, segundo os promotores, e lhes oferecia títulos da dívida pública por valores muito abaixo dos de face.

Títulos da dívida pública podem ser usados para compensação tributária junto à Receita, mas os títulos em questão não tinham valor.

Haviam sido emitidos, por exemplo, por diversos Estados brasileiros nas décadas de 1910 e 1920, e já haviam sido declarados inexequíveis pelos órgãos que os emitiram ou haviam prescrito.

A empresa –na verdade, uma organização criminosa, de acordo com o Gaeco – apresentava esses títulos à Receita, como se fossem quitar as dívidas.

Enquanto os processos de compensação tributária eram analisados, o grupo ganhava tempo para arrancar mais dinheiro de empresas vítimas e captar mais clientes.

Ao final, a Receita negava as compensações, as empresas vítimas perdiam o dinheiro que haviam investido nos títulos e ainda viam sua dívida com o Fisco aumentar, devido aos juros.

"SEM MILAGRE"
"Esta é a mensagem: não existem milagres. Não dá para quitar uma dívida de R$ 100 por R$ 30", disse o superintendente-adjunto da Receita Federal, Fábio Ejchel.

"Acaba acontecendo de o empresário ter que pagar duas vezes, para o estelionatário e para o Fisco também."

Caíram na fraude indústrias, transportadoras, hospitais e até clubes de futebol.

Segundo o Gaeco, uma decisão judicial proibiu a divulgação dos nomes das empresas e das pessoas suspeitas de envolvimento na organização criminosa.

De acordo com a promotora Mylene Comploier, uma empresa do Rio Grande do Sul, por exemplo, pagou R$ 20 milhões por créditos que não existiam.

O caso começou a ser investigado pelos promotores em outubro do ano passado, após denúncia de um empresário vítima da fraude. A Receita e a Polícia Civil também investigavam o esquema.

Como o Ministério Público não informou os nomes dos suspeitos, não foi possível localizar seus advogados.

A operação deflagrada nesta quarta-feira, que, além de efetuar as prisões, cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, foi batizada de "O Alquimista", em alusão à tentativa de transformar metais inferiores em ouro.

Fonte: Folhapress

GAECO RECEBE ESTA SEMANA MAIS UMA DENUNCIA DA MERENDA ESCOLAR DE GUARUJÁ!

NÚMEROS DA MERENDA ESCOLAR DECLARADOS, NÃO FECHAM A CONTA!
CHEGA ESTA SEMANA AO GAECO/MP MAIS UMA DENUNCIA CONTRA OS ESTRANHOS NÚMEROS DA MERENDA ESCOLAR MILIONÁRIA DE GUARUJÁ. PREFEITURA DECLARA QUE EM 2013 INVESTIU R$ 19.318.967,87 NA MERENDA, MAS PARECE QUE OS NÚMEROS OFICIAIS NÃO FECHAM.....


SOMENTE O CONTRATO DA CONVIDA, CUSTA ANUALMENTE R$ 7.691.992,56...


...MAIS O CONTRATO DA ERJ, CUSTA ANUALMENTE R$ 7.546.436,64...



...MAIS O "ADITAMENTO" DO CONTRATO DA J.COAN, QUE NÃO SABEMOS QUANTO CUSTA DESDE 2007, MAIS O ADITIVO FOI DE R$ 1.000.000,00...


...MAIS O CONTRATO DO ARMAZÉM 972, CUSTA ANUALMENTE R$ 20.829.312,20...


...MAIS O PREGÃO DA JADE AZ, CUSTA ANUALMENTE R$ 3.289.954,00...




...MAIS O FRIGORIFICO GUEPARDO, CUSTA ANUALMENTE R$ 9.139.120,00...


...MAIS A DNA ALIMENTOS, CUSTA ANUALMENTE R$ 1.259.819,50...


...MAIS OS PÃEZINHOS, CUSTAM ANUALMENTE R$ 932.780,01...


...MAIS OS CONTRATOS COM AS COOPERATIVAS DE AGRICULTURA FAMILIAR, QUE "CUSTARIAM" ANUALMENTE R$ 1.558.600,00...


...MAIS O MINEIRÃO SANTISTA, QUE "CUSTARIA" ANUALMENTE R$ 2.799.000,00...


E TEM MAIS, MUITO MAIS TORCIDA BRASILEIRA!!!!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

GAECO FAZ OPERAÇÃO NO GUARUJÁ!

GAECO/MP FAZ OPERAÇÃO EM GUARUJÁ!
INFORMAÇÕES EXTRA-OFICIAIS, DÃO CONTA QUE AGENTES DO MP, RECEITA FEDERAL, POLICIAIS CIVIS DE GUARUJÁ VISITARAM UMA CLINICA, DIVERSOS APARTAMENTOS, PARA CUMPRIR MANDATOS DE BUSCA E APREENSÃO E TAMBÉM ALGUNS MANDATOS DE PRISÃO.


ELES ESTÃO CHEGANDO MINHA GENTE, ELES ESTÃO CHEGANDO!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

PROMOTORIA PEDE PRISÃO DE SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO POR COMPRA DE TÊNIS E MOCHILAS!

PROMOTORIA PEDE PRISÃO DE SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE LUIZ MARINHO.
CLEUZA REPULHO, DA PREFEITURA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, É ACUSADA DE QUADRILHA E SUPERFATURAMENTO NA COMPRA DE TÊNIS ESCOLARES; DEFESA DIZ QUE ACUSAÇÃO "É ABSURDA".


O Ministério Público do Estado pediu pela segunda vez, em 45 dias, a prisão preventiva da secretária de Educação do governo Luiz Marinho (PT), prefeito de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. A promotoria acusa a pedagoga Cleuza Repulho de integrar organização criminosa para fraude em licitação, peculato e superfaturamento na compra de 169,3 mil pares de tênis para os alunos da rede municipal de ensino.

O primeiro pedido de prisão foi apresentado dia 3 de abril. A Justiça negou. No dia 15 de maio, a promotoria entrou com recurso no Tribunal de Justiça insistindo no decreto de prisão contra a secretária de Educação de São Bernardo do Campo.

Segundo a promotoria, a custódia de Cleuza “mostra-se imprescindível para a garantia da ordem pública, da ordem econômica, para a conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal”. 

Foi requerido também o imediato afastamento da secretária.

É a segunda investida do Ministério Público contra a aliada de Marinho, que vai coordenar em São Paulo a campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) à reeleição – o convite a ele será formalizado por Lula quando o ex-presidente voltar de viagem a Santa Cruz de La Sierra (Bolívia).

Cleuza acompanha Marinho desde seu primeiro mandato (2009/2012) na gestão municipal. A promotoria afirma que naquele período “no âmbito da Secretaria de Educação de São Bernardo do Campo, formou-se uma quadrilha, integrada por particulares e funcionários públicos, com o objetivo de fraudar as licitações daquela pasta”.

“Esta quadrilha estruturou-se ordenadamente, mantendo uma divisão de tarefas, visando obter diretamente vantagem pecuniária”, diz a acusação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), braço do Ministério Público.

Ao todo, a promotoria imputa crimes a 20 denunciados – além de Cleuza, um ex-assessor dela, Sérgio Moreira, três procuradores municipais, empresários e lobistas.

“Não se trata de uma quadrilha qualquer. Muito mais do que isso, o caso é de flagrante atuação de facção incrustrada na administração pública, estendendo seus tentáculos para proteger interesses particulares, utilizando, para tanto, da máquina pública para lograrem êxito nos seus objetivos.”

O primeiro pedido da promotoria, apresentado no dia 3 de abril, foi indeferido pela Justiça. A 2.ª Vara Criminal de São Bernardo entendeu pela inexistência de indícios de que “a ordem pública e econômica serão prejudicadas caso os réus respondam o processo em liberdade, tampouco suas condutas ofereçam risco à correta aplicação da lei penal ou coloquem em risco a instrução processual”.

No dia 15 de maio, o Ministério Público recorreu ao Tribunal de Justiça insistindo no decreto de prisão de Cleuza, do ex-assessor Sérgio Moreira e de Marcos Ribeiro Ramos, que seria o controlador da empresa G8, contratada para fornecimento do calçado. O TJ ainda não decidiu.

O processo de concorrência para aquisição de tênis foi aberto por ata de registro de preços em 2009 e a compra fechada em 2010 por R$ 5,1 milhões, em valor daquele ano. Laudo pericial aponta sobrepreço de R$ 3,028 milhões (atualizados para março de 2013).

A denúncia criminal, em 22 páginas, atribui a Cleuza direcionamento do certame. O promotor de Justiça Lafaiete Ramos Pires, que subscreve a acusação com os promotores Mylene Comploier e Rafael Ribeiro do Val, sustenta que houve uma “fraude complexa, bem engendrada”. Eles investigam, ainda, a compra de mochilas.

O Ministério Público comparou preços. “Em Santos, a prefeitura pagou metade do preço de São Bernardo por um calçado mais resistente, com solado de borracha mais grosso”, anota Lafaiete Pires. Ele afirma que o verdadeiro fabricante de tênis não foi a G8, mas uma outra empresa que “falsamente participou da licitação”.

“A G8 entregava por R$ 30,25 o par à prefeitura, mas pagava R$ 18 para o fornecedor”, relata o promotor. “Esse fornecedor participou da concorrência e perdeu. Se o preço dele era R$ 18 como conseguiu perder a licitação?”

Segundo o Ministério Público, a contratada “mantinha um anormal costume de operações financeiras em dinheiro vivo.”

“A fraude foi consumada com a participação direta de Sérgio Moreira, então assessor comissionado da secretária”, acusa a promotoria. “Ele foi o responsável pelas cotações dos orçamentos iniciais, para subsidiar os gastos da Secretaria de Educação. Estes orçamentos, no entanto, são das empresas do grupo criminoso ou são falsos. A licitação já nasce fraudada e superfaturada, uma vez que os preços não são os praticados pelo mercado.”

A promotoria acusa Moreira – atualmente na rede hospitalar do município – de ter atuado em conluio com o empresário Marcos Divino Ramos, suposto operador do esquema e sócio de direito da G8 e outras empresas que teriam participado da fraude. “(Ramos) constituiu pessoas jurídicas, utilizava-as para simular concorrências em procedimentos licitatórios, os quais tiveram as vitórias endereçadas a este empresário, que fornecia itens produzidos por industriais comparsas, tendo o processo administrativo sido manipulado por assessor (Moreira) diretamente e especialmente nomeado pela Secretária de Educação, para este fim.”

“O desarranjo da quadrilha só ocorrerá quando todos os denunciados estiverem presos cautelarmente”, enfatiza a promotoria. Ao insistir no afastamento formal da secretária e de procuradores municipais supostamente envolvidos, o Ministério Público adverte. “Podem voltar aos quadros da administração acaso soltos. A medida aplicável e justa é o deferimento de prisão preventiva e o afastamento ou suspensão da função pública atualmente desempenhada por Cleuza Repulho e Sérgio Moreira.”

A promotoria acrescenta que em Santo André Cleuza também foi secretária municipal e responde a ação civil pública “justamente por ter sido corresponsável pela contratação de uma organização civil (ONG) fundada pelo seu ex-namorado e ainda ligada a pessoas de sua relação, para desenvolver e executar projetos de proteção e guarda de crianças e adolescentes, além do chamado "projeto escola’”.

Segundo o Ministério Público, a ação contra Cleuza “aponta fraudes e pede ressarcimento aos cofres públicos e anulação dos contratos, estes na ordem de R$ 48,8 milhões”.

Com a palavra, a defesa. Os advogados da secretária Cleuza Repulho afirmam que “a acusação é completamente absurda e sem fundamento”. Os criminalistas Rodrigo Dall’Acqua e Verônica Carvalho Rahal destacam que “o Ministério Público não cita em nenhum momento, com prova ou sem prova, qualquer menção de envolvimento de Cleuza com os empresários contratados”.

“Os promotores não fazem menção a uma única ligação telefônica ou e-mail entre a secretária e o fornecedor, muito menos a qualquer pagamento que ela tenha recebido”, reage Dall’Acqua.
“A denúncia é muito confusa. Fica na tese de que Cleuza deveria exercer um dever de vigilância e fiscalização sobre a licitação. Este é o ponto central da acusação. O Ministério Público não tem uma prova de participação da secretária e cria tese de omissão. Na verdade, basta ler a lei que disciplina a organização do município de São Bernardo. A secretária só pede para comprar, quem vai fiscalizar é o departamento de licitações da Secretaria de Administração.”

Dall’Acqua se insurge contra outro ponto da investigação, que se ampara em uma carta endereçada à Secretaria de Educação com denúncia de “irregularidades” na concorrência. “O grande absurdo da acusação é esta carta. Ela é de 2012, mas a licitação é de 2009 e 2010. Fala em mochilas, o denunciante não mencionada a palavra tênis e não aponta nenhum nome, nada. Diz que em 6 de janeiro de 2009 protocolou documentos no gabinete de Cleuza. Uma carta de 2012 que não fala sobre o objeto da denúncia (compra de tênis).”

O criminalista também rebate o superfaturamento. “É algo escandaloso a alEgação de superfaturamento. O Brasil tem mais de 5.500 municípios. O Ministério Público escolhe uma prefeitura, a de Santos, para fazer comparação e conclui que houve superfaturamento. Eu observo apenas o preço unitário dos tênis e não diversas outras questões do contrato, como a entrega do material escola por escola. São vários aspectos. O que mais chama a atenção é o promotor comparar a compra de outro tipo de tênis por outro município para concluir que houve superfaturamento. Eu mesmo pesquisei e achei licitações de tênis na mesma época. Muitas prefeituras compraram a preços mais caros que os praticados em São Bernardo.”

Dall’Aqua assinala, ainda, que o próprio Ministério Público pediu à 2.ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, em 16 de maio, a revogação do recebimento da denúncia.

O criminalista Luiz Fernando Pacheco, que defende Sérgio Moreira, ex-assessor da secretária de Educação, destacou que o juiz da 2.ª Vara Criminal de São Bernardo rejeitou o pedido de prisão sob o argumento de que “não há sequer indícios de que a ordem pública e econômica serão prejudicadas caso os réus respondam o processo em liberdade, tampouco suas condutas ofereçam risco à correta aplicação da lei penal ou coloquem em risco a instrução processual”.

“A Justiça de primeiro grau considera que não há qualquer motivo que possa ensejar a prisão preventiva. Quanto ao mérito, vamos nos pronunciar assim que Sérgio Moreira for intimado para apresentar sua resposta à acusação. As acusações são absolutamente infundadas e isso vai ficar demonstrado de maneira cabal.”Marcos Ramos não foi localizado.

Fonte: O Estado de São Paulo

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A FORÇA-TAREFA DO ASFALTO!

UMA FORÇA TAREFA MUITO ESPECIAL!
A OAB SUBSEÇÃO-GUARUJÁ, ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS, ASSOCIAÇÃO DOS ARQUITETOS E O GAECO/MP, APÓS A BRILHANTE SENTENÇA DO DESEMBARGADOR NO CASO DA TERRACOM EM CUBATÃO, DEVERIAM CRIAR UMA FORÇA-TAREFA E INVESTIGAR VÁRIAS DENUNCIAS COMO OS CONTRATOS E MEDIÇÕES DA TERRACOM EM GUARUJÁ, COM UMA AJUDA DO EX-SECRETÁRIO E ARQUITETO CLÁUDIO PAES RODRIGUES, AUTOR DE VÁRIAS NO MINISTÉRIO PÚBLICO.







quinta-feira, 10 de abril de 2014

A GUERRA DOS BATE-ESTACAS COMEÇOU!

"DOAR DINHEIRO À POLÍTICOS, NÃO É SUFICIENTE PARA ESCONDER A SUJEIRA PARA BAIXO DO TAPETE"
GABRIEL GANANIAN, CONHECIDO NA CIDADE PELA ALCUNHA DE ARMÊNIO, PROPRIETÁRIO DA STECO CONSTRUTORA, PROCESSA OS INCONFIDENTES. A GUERRA COMEÇOU, ESCOLHAM O LADO DOS BATE-ESTACAS, NÃO É MESMO PROFESSOR ÉLIO LOPES?


PLANO DIRETOR APROVADO EM GUARUJÁ ESTÁ SENDO INVESTIGADO POR VÁRIAS AUTORIDADES!

quarta-feira, 26 de março de 2014

MAIS UM ANO SEM UNIFORMES PREFEITA E SECRETÁRIA BONINI?

NÃO VAI TER UNIFORMES!
COMO NO CASO DO PIER DO PEREQUÊ, SITE OS INCONFIDENTES AVISOU QUE A EMPRESA VENCEDORA DO CERTAME TINHA PROBLEMAS EM VÁRIAS CIDADES. PREFEITURA DE GUARUJÁ NÃO RESPEITA CLAUSULAS BÁSICAS DA QUALIFICAÇÃO-ECONÔMICA FINANCEIRA DA LEI DE LICITAÇÕES 8.666/93. E AGORA PREFEITA, SECRETÁRIA E INCOMPETENTES DE PLANTÃO?


UNIFORMES R$ 11.884.861,00
ALGUÉM TEM QUE TOMAR VERGONHA NA CARA E ACABAR COM OS REGISTROS E COMPRAS SUSPEITAS DA EDUCAÇÃO. REFORMAS EM ESCOLAS, HORTIFRUTIGRANJEIROS, MERENDA ESCOLAR, UNIFORMES ESCOLARES, KIT ESCOLARES, KITS BUCAIS, SEMINÁRIOS MILIONÁRIOS, ATÉ QUANDO VAMOS ASSISTIR AO DESCALABRO AOS COFRES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DOUTORES?


COMO UMA EMPRESA COM 1% DE CAPITAL DO REGISTRO DE PREÇOS CONSEGUIRÁ FORNECER?


A EMPRESA BEBÊ É UMA VELHA CONHECIDA NO MERCADO PÚBLICO!

"EMPRESA-BEBÊ’ FORNECERÁ R$ 580 MIL EM UNIFORMES.
A IVANI PEDRO SORIA-EPP FUNCIONAVA ANTES EM SÃO CAETANO DO SUL, FOI DESATIVADA DUAS VEZES E AGORA ESTÁ EM GUAPIAÇU.

A prefeitura de Olímpia irá comprar os uniformes para o ano letivo de 2012, de uma empresa que tem registro de apenas três meses na Junta Comercial do Estado de São Paulo-Jucesp. A “empresa-bebê” acaba de firmar um contrato de R$ 580 mil com o município, para fornecer kit-uniforme composto de bermuda, camiseta e abrigo de inverno para mais de 4,8 mil alunos da rede municipal. Esta empresa, que iniciou atividades em Guapiaçu no dia 22 de agosto de 2011, foi desativada duas vezes, na cidade de São Caetano do Sul.

Segundo o Planeta apurou junto àquele órgão do Estado, a Ivani Pedro Soria-EPP teve seu endereço mudado para Guapiaçu em 17 de outubro do ano passado. Com esta denominação e objeto social de “confecção de peças de vestuário, comércio varejista de tecidos, artigos de armarinho, cama, mesa, banho, calçados, bolsas, papelaria, equipamentos de informática, móveis, peças e acessórios para eletroeletrônicos” iniciou atividades em 22 de agosto e foi constituída, ou seja, registrada legalmente, em 13 de setembro do ano passado. Tem capital social declarado de R$ 50 mil.

A informação sobre o contrato assinado com a empresa está publicada no Diário Oficial do Estado-DOE, caderno “Poder Executivo - Seção I - Diário dos Municípios”, de 5 de janeiro, ontem, quinta-feira. A Ivani Pedro Soria foi a vencedora do Pregão nº 94/2011 e já foi adjudicada como proponente, pelo valor total de R$ 580 mil relativo à “contratação de empresa, com fornecimento de material e mão-de-obra, para a confecção de kits de uniformes escolares (camisetas, bermudas, e agasalhos) para a rede de ensino de responsabilidade do Município de Olímpia/SP para o ano letivo de 2012”. A data da decisão é de 30 de dezembro.

Na mesma edição de quinta-feira do DOE, veio publicada, também, a homologação e adjudicação do total de R$ 580 mil com a Ivani Pedro Sória-EPP, com CNPJ sob nº 14.308.487/0001-89, também com data de 30 de dezembro.

TRAUMA
A secretária municipal de Educação, Eliana Bertoncelo Monteiro, demonstrou estar bastante preocupada em como as coisas vão se dar este ano, já que a operação de entrega dos uniformes no ano passado foi traumatizante. Começou em abril e só terminou após o recesso do meio de ano. “A Educação apresentou somente o número de alunos e suas medidas. A licitação e a logística será com a prefeitura”, disse ela na tarde de ontem ao Planeta.

Este ano serão distribuídos aos alunos somente bermudas, camisetas e abrigos de inverno. Não será fornecido tênis, como no ano passado. “Acho que ao atender 4,8 mil alunos vamos ter desencontros. Mas esperamos que os problemas sejam menores que no ano passado”, observou Eliana. A secretária disse esperar ainda que a entrega “não se arraste por tanto tempo”. “Foi uma lição, espero que tenhamos aprendido”, lembrou.

ANO PASSADO
No ano passado a prefeitura comprou um kit mais completo de uniformes, composto por bermudas, camisetas e meias, além de um par de tênis. O investimento nos uniformes foi de R$ 710 mil, e nos tênis, R$ 170 mil. Isso significa que cada aluno custou cerca de R$ 150 no caso dos uniformes, e R$ 36 no caso do tênis.

Este ano, cada aluno vai custar R$ 120, valor 25% abaixo daquele pago em 2011, lembrando que meias faziam parte do “pacote”. Foram atendidos 4.750 alunos. Este ano serão 4.866. Em valores globais, estes kits custarão 22.4% menos – de R$ 710 mil para R$ 580 mil. Em 2011 a empresa fornecedora dos kits e causadora de toda confusão foi a E.J.V. de Moura Uniformes-ME.

Os tênis comprados no ano passado foram fornecidos pela empresa Leandro de Souza Soria-ME, que tudo indica ser da mesma família de Ivani, que da mesma forma tinha sede em São Caetano do Sul e no dia 16 de março de 2011 mudou-se para Guapiaçu. Consta ainda estar em atividade.

AINDA NÃO HÁ DATA PARA ENTREGAR UNIFORMES
EMPRESA RESPONSÁVEL, DE GUAPIAÇU, ESTARIA TERCEIRIZANDO SERVIÇOS; ORÇAMENTO É DE R$ 580 MIL
Fonte: Planeta News   

Ainda não há data definida para o início da entrega dos uniformes para os alunos da rede municipal de Ensino. A empresa responsável, Ivani Pedro Soria-EPP, que funcionava antes em São Caetano do Sul, foi desativada duas vezes e agora está em Guapiaçu, foi contratada no dia 30 de dezembro, por R$ 580 mil, para fornecer um kit com camiseta, bermuda e agasalho. “Não demora a ficar pronto”, foi a informação que a secretária municipal de Educação, Eliana Bertoncelo Monteiro, disse dispor no momento.

Ela disse que isso “nem é uma informação”, mas acredita que não deve mesmo demorar, “porque no ano passado o problema foi muito sério”. Em 2011 os uniformes só terminaram de ser entregues em agosto. “Quem está fazendo agora deve ter sido melhor orientado”, observou.

A prefeitura de Olímpia irá comprar os uniformes para o ano letivo de 2012, de uma empresa que tem registro de apenas três meses na Junta Comercial do Estado de São Paulo-Jucesp. A “empresa-bebê” firmou em dezembro um contrato de R$ 580 mil com o município, para fornecer kit-uniforme composto de bermuda, camiseta e abrigo de inverno para mais de 4,8 mil alunos da rede municipal. Esta empresa, que iniciou atividades em Guapiaçu no dia 22 de agosto de 2011, foi desativada duas vezes, na cidade de São Caetano do Sul.

A secretária Eliana demonstrou estar bastante preocupada em como as coisas vão se dar este ano, já que a operação de entrega dos uniformes no ano passado foi traumatizante. Começou em abril e só terminou após o recesso do meio de ano. “A Educação apresentou somente o número de alunos e suas medidas. A licitação e a logística será com a prefeitura”, disse ela.

Este ano, cada aluno vai custar R$ 120, valor 25% abaixo daquele pago em 2011, lembrando que meias faziam parte do “pacote”. Foram atendidos 4.750 alunos. Este ano serão 4.866. Em valores globais, estes kits custarão 22.4% menos – de R$ 710 mil para R$ 580 mil. Em 2011 a empresa fornecedora dos kits e causadora de toda confusão foi a E.J.V. de Moura Uniformes-ME.

Os tênis comprados no ano passado foram fornecidos pela empresa Leandro de Souza Soria-ME, que tudo indica ser da mesma família de Ivani, que da mesma forma tinha sede em São Caetano do Sul e no dia 16 de março de 2011 mudou-se para Guapiaçu. Consta ainda estar em atividade.

domingo, 23 de março de 2014

PREFEITURA DECLARA QUE NÃO COMPRA DAS EMPRESAS DO CARTEL, MAS......

PREFEITURA DECLARA DE QUE NÃO TEM ENVOLVIMENTO COM AS EMPRESAS DO CARTEL DE UNIFORMES. 
PREFEITURA INFORMOU QUE A EMPRESA IVANI SORIA EPP., FORNECE OS UNIFORMES COM CONTRATO FIRMADO EM 2013 E QUE FORAM GASTOS 4,9 MILHÕES. GOSTARÍAMOS DE SABER ONDE FORAM GASTOS, JÁ QUE PAIS RECLAMAM DE NÃO TER RECEBIDO OS UNIFORMES NO ANO PASSADO E RECOMENDAMOS AO GAECO/MP OLHAR CUIDADOSAMENTE A EMPRESA FORNECEDORA, CONFORME DENUNCIADO NA IMPRENSA A EMPRESA TEM PROBLEMAS EM VÁRIAS CIDADES. 


UNIFORMES R$ 11.884.861,00
ALGUÉM TEM QUE TOMAR VERGONHA NA CARA E ACABAR COM OS REGISTROS E COMPRAS SUSPEITAS DA EDUCAÇÃO. REFORMAS EM ESCOLAS, HORTIFRUTIGRANJEIROS, MERENDA ESCOLAR, UNIFORMES ESCOLARES, KIT ESCOLARES, KITS BUCAIS, SEMINÁRIOS MILIONÁRIOS, ATÉ QUANDO VAMOS ASSISTIR AO DESCALABRO AOS COFRES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DOUTORES?


COMO UMA EMPRESA COM 1% DE CAPITAL DO REGISTRO DE PREÇOS CONSEGUIRÁ FORNECER?


A EMPRESA BEBÊ É UMA VELHA CONHECIDA NO MERCADO PÚBLICO!

"EMPRESA-BEBÊ’ FORNECERÁ R$ 580 MIL EM UNIFORMES.
A IVANI PEDRO SORIA-EPP FUNCIONAVA ANTES EM SÃO CAETANO DO SUL, FOI DESATIVADA DUAS VEZES E AGORA ESTÁ EM GUAPIAÇU.

A prefeitura de Olímpia irá comprar os uniformes para o ano letivo de 2012, de uma empresa que tem registro de apenas três meses na Junta Comercial do Estado de São Paulo-Jucesp. A “empresa-bebê” acaba de firmar um contrato de R$ 580 mil com o município, para fornecer kit-uniforme composto de bermuda, camiseta e abrigo de inverno para mais de 4,8 mil alunos da rede municipal. Esta empresa, que iniciou atividades em Guapiaçu no dia 22 de agosto de 2011, foi desativada duas vezes, na cidade de São Caetano do Sul.

Segundo o Planeta apurou junto àquele órgão do Estado, a Ivani Pedro Soria-EPP teve seu endereço mudado para Guapiaçu em 17 de outubro do ano passado. Com esta denominação e objeto social de “confecção de peças de vestuário, comércio varejista de tecidos, artigos de armarinho, cama, mesa, banho, calçados, bolsas, papelaria, equipamentos de informática, móveis, peças e acessórios para eletroeletrônicos” iniciou atividades em 22 de agosto e foi constituída, ou seja, registrada legalmente, em 13 de setembro do ano passado. Tem capital social declarado de R$ 50 mil.

A informação sobre o contrato assinado com a empresa está publicada no Diário Oficial do Estado-DOE, caderno “Poder Executivo - Seção I - Diário dos Municípios”, de 5 de janeiro, ontem, quinta-feira. A Ivani Pedro Soria foi a vencedora do Pregão nº 94/2011 e já foi adjudicada como proponente, pelo valor total de R$ 580 mil relativo à “contratação de empresa, com fornecimento de material e mão-de-obra, para a confecção de kits de uniformes escolares (camisetas, bermudas, e agasalhos) para a rede de ensino de responsabilidade do Município de Olímpia/SP para o ano letivo de 2012”. A data da decisão é de 30 de dezembro.

Na mesma edição de quinta-feira do DOE, veio publicada, também, a homologação e adjudicação do total de R$ 580 mil com a Ivani Pedro Sória-EPP, com CNPJ sob nº 14.308.487/0001-89, também com data de 30 de dezembro.

TRAUMA
A secretária municipal de Educação, Eliana Bertoncelo Monteiro, demonstrou estar bastante preocupada em como as coisas vão se dar este ano, já que a operação de entrega dos uniformes no ano passado foi traumatizante. Começou em abril e só terminou após o recesso do meio de ano. “A Educação apresentou somente o número de alunos e suas medidas. A licitação e a logística será com a prefeitura”, disse ela na tarde de ontem ao Planeta.

Este ano serão distribuídos aos alunos somente bermudas, camisetas e abrigos de inverno. Não será fornecido tênis, como no ano passado. “Acho que ao atender 4,8 mil alunos vamos ter desencontros. Mas esperamos que os problemas sejam menores que no ano passado”, observou Eliana. A secretária disse esperar ainda que a entrega “não se arraste por tanto tempo”. “Foi uma lição, espero que tenhamos aprendido”, lembrou.

ANO PASSADO
No ano passado a prefeitura comprou um kit mais completo de uniformes, composto por bermudas, camisetas e meias, além de um par de tênis. O investimento nos uniformes foi de R$ 710 mil, e nos tênis, R$ 170 mil. Isso significa que cada aluno custou cerca de R$ 150 no caso dos uniformes, e R$ 36 no caso do tênis.

Este ano, cada aluno vai custar R$ 120, valor 25% abaixo daquele pago em 2011, lembrando que meias faziam parte do “pacote”. Foram atendidos 4.750 alunos. Este ano serão 4.866. Em valores globais, estes kits custarão 22.4% menos – de R$ 710 mil para R$ 580 mil. Em 2011 a empresa fornecedora dos kits e causadora de toda confusão foi a E.J.V. de Moura Uniformes-ME.

Os tênis comprados no ano passado foram fornecidos pela empresa Leandro de Souza Soria-ME, que tudo indica ser da mesma família de Ivani, que da mesma forma tinha sede em São Caetano do Sul e no dia 16 de março de 2011 mudou-se para Guapiaçu. Consta ainda estar em atividade.

AINDA NÃO HÁ DATA PARA ENTREGAR UNIFORMES
EMPRESA RESPONSÁVEL, DE GUAPIAÇU, ESTARIA TERCEIRIZANDO SERVIÇOS; ORÇAMENTO É DE R$ 580 MIL
Fonte: Planeta News   

Ainda não há data definida para o início da entrega dos uniformes para os alunos da rede municipal de Ensino. A empresa responsável, Ivani Pedro Soria-EPP, que funcionava antes em São Caetano do Sul, foi desativada duas vezes e agora está em Guapiaçu, foi contratada no dia 30 de dezembro, por R$ 580 mil, para fornecer um kit com camiseta, bermuda e agasalho. “Não demora a ficar pronto”, foi a informação que a secretária municipal de Educação, Eliana Bertoncelo Monteiro, disse dispor no momento.

Ela disse que isso “nem é uma informação”, mas acredita que não deve mesmo demorar, “porque no ano passado o problema foi muito sério”. Em 2011 os uniformes só terminaram de ser entregues em agosto. “Quem está fazendo agora deve ter sido melhor orientado”, observou.

A prefeitura de Olímpia irá comprar os uniformes para o ano letivo de 2012, de uma empresa que tem registro de apenas três meses na Junta Comercial do Estado de São Paulo-Jucesp. A “empresa-bebê” firmou em dezembro um contrato de R$ 580 mil com o município, para fornecer kit-uniforme composto de bermuda, camiseta e abrigo de inverno para mais de 4,8 mil alunos da rede municipal. Esta empresa, que iniciou atividades em Guapiaçu no dia 22 de agosto de 2011, foi desativada duas vezes, na cidade de São Caetano do Sul.

A secretária Eliana demonstrou estar bastante preocupada em como as coisas vão se dar este ano, já que a operação de entrega dos uniformes no ano passado foi traumatizante. Começou em abril e só terminou após o recesso do meio de ano. “A Educação apresentou somente o número de alunos e suas medidas. A licitação e a logística será com a prefeitura”, disse ela.

Este ano, cada aluno vai custar R$ 120, valor 25% abaixo daquele pago em 2011, lembrando que meias faziam parte do “pacote”. Foram atendidos 4.750 alunos. Este ano serão 4.866. Em valores globais, estes kits custarão 22.4% menos – de R$ 710 mil para R$ 580 mil. Em 2011 a empresa fornecedora dos kits e causadora de toda confusão foi a E.J.V. de Moura Uniformes-ME.

Os tênis comprados no ano passado foram fornecidos pela empresa Leandro de Souza Soria-ME, que tudo indica ser da mesma família de Ivani, que da mesma forma tinha sede em São Caetano do Sul e no dia 16 de março de 2011 mudou-se para Guapiaçu. Consta ainda estar em atividade.

sexta-feira, 21 de março de 2014

OS UNIFORMES ESCOLARES DO GUARUJÁ!

QUEM COMPROU OS UNIFORMES FOI O GOVERNO DO FARID!
PREFEITURA DE GUARUJÁ DECLARA QUE QUEM NEGOCIOU COM A EMPRESA 11A FOI O GOVERNO FARID MADI, NUMA COMPRA EM JANEIRO DE 2008 DE R$ 1.915.920,00 PARA MAIS DE 30 MIL ALUNOS. NOSSA MAS QUE COMPRA MAIS ABSURDA, NÃO É MESMO?


...MAS EM 2009, A GESTÃO DA PREFEITA MARIA DE BRITO, AQUELA QUE VARREU A CORRUPÇÃO DO GUARUJÁ, FEZ UM REGISTRO DE PREÇOS PARA COMPRA DE UNIFORMES, APENAS UM ANO DEPOIS...


NOSSA, SERÁ QUE A PROFESSORA-PREFEITA COLOCOU TODO MUNDO NA ESCOLA PÚBLICA?

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A MERENDA ESCOLAR E OS SUPERFATURAMENTOS!

MINISTÉRIO PÚBLICO  DE VINHEDO QUER PUNIÇÃO POR SUPERFATURAMENTO NA MERENDA ESCOLAR.
“A SITUAÇÃO DE ILEGALIDADE É TÃO EVIDENTE QUE OS PREÇOS DOS PRODUTOS ADQUIRIDOS EM TONELADAS PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA SUPLANTAM OS PRATICADOS NO VAREJO SOBRE ITENS DESTINADOS AO CONSUMIDOR FINAL, O QUE CONTRARIA REGRA ELEMENTAR DO MERCADO (QUANTO MAIOR A QUANTIDADE, MENOR O PREÇO).”


O promotor de Vinhedo Rogério Sanches protocolou, na última sexta-feira, uma ação cível pública contra vários representantes da Prefeitura de Vinhedo sob alegação de superfaturamento, cartelização e direcionamento na licitação da merenda escolar da Prefeitura de Vinhedo. Entre os citados pelas irregularidades está o prefeito Milton Serafim (PTB).

Segundo o promotor, as irregularidades atingem contratos que somam cerca de R$ 3 milhões entre  prefeitura e a empresa Cecapa Distribuidora e Alimentos Ltda.

Na ação, o promotor comparou os valores pagos pelo Executivo de Vinhedo com os preços praticados por outras prefeituras. A carne bovina, por exemplo, foi comprada pela prefeitura de Penápolis (SP) por R$ 13,90, enquanto que a prefeitura de Vinhedo, de acordo com Sanches, custou R$ 25,86. A almôndega de carne bovina foi adquirida pela Administração de Vinhedo por R$ 21,90 e Penápolis pagou R$ 9,90 pelo mesmo produto.

A Promotoria fez ainda uma série de comparação de outros ítens da merenda e todos demonstraram um valor muito maior pago pela prefeitura vinhedense. “Podemos notar que os produtos que compõem os lotes, apesar de adquiridos em toneladas (alguns em dezenas delas) têm preços estabelecidos que superam o varejo, o que se revela um absoluto contrassenso. Verifica-se, também, que os preços são inexplicavelmente maiores do que os praticados em certames ocorridas em outras cidades”, escreveu o promotor, que acrescentou: “A situação de ilegalidade é tão evidente que os preços dos produtos adquiridos em toneladas pela administração pública suplanta os praticados no varejo sobre itens destinados ao consumidor final, o que contraria regra elementar do mercado (quanto maior a quantidade, menor o preço).

Ele apontou ainda que o fato de o pregão ter sido realizado por meio de lotes restringiu a participação de outras empresas no certame. Sanches escreveu ainda que em outro pregão, desta vez por itens, reduziu drasticamente o preço.

O promotor lembrou ainda que a prefeitura de Vinhedo selecionou a sociedade comercial Inova Foods Distribuidora de Alimentos Ltda., que tem como sócios Cesar Imperato Iotti e Maria Helena Imperato Iotti, integrantes da Cecapa, vencedora dos lotes da merenda supostamente superfaturada. “(…) É certo que a sondagem de preços não vincula a empresa à licitação, mas, convenhamos, o procedimento é duvidoso, especialmente se considerarmos que a consulta prévia já registrou preços elevados.”

Ele escreveu ainda que Cesar é também sócio da Iotti Grife da Carne Ltda., que, como citado pelo relatório do Gaeco/Campinas, participou de licitação juntamente com a Cecapa. “Procedimento que revela indícios claríssimos de cartelização e de formação de empresas para a prática de fraude a licitações”, escreveu Sanches.

O promotor pede que a Justiça considere nulo o contrato; que obrigue a devolução do dinheiro aos cofres públicos.

Histórico
No final do ano passado, foram frustradas as tentativas de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de superfaturamento. Foram duas as tentativas, mas que não tiveram o número mínimo de assinaturas, que deveriam ser cinco.

Paralelamente, O Ministério Público do Estado de São Paulo, instaurou dois inquéritos que investigam os contratos suspeitos. No caso, as carnes para a merenda escolar (frango, carne moída, patinho em cubos, peixe mandirá) e os chamados produtos estocáveis.

Após a repercussão das denúncias na imprensa local e regional, a Prefeitura de Vinhedo realizou um pregão que teve como resultado a queda no valor dos produtos em até seis vezes. Essa redução de preços de diversos produtos economizará milhões para os cofres públicos.

Tabela com alguns exemplos da queda de preços:


Denúncia 
O MP passou a investigar o caso após a vereadora Vinhedo Marta Leão (PSD) ter denunciado o suposto superfaturamento na compra de frango para a merenda escolar na cidade.

Outro lado
A Prefeitura de Vinhedo se limitou a informar que não foi citada oficialmente em relação ao assunto. Já a empresa Cecapa Distribuidora de Alimentos não retornou as nossas ligações.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

CASO TELEXFREE NO ACRE CHEGA AO FINAL!

GAECO CONCLUI INVESTIGAÇÃO SOBRE VEICULAÇÃO DE FALSA NOTÍCIA SOBRE MORTE DE PROMOTORA DO CASO TELEXFREE NO ACRE.


O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) concluiu a investigação criminal que apurou a divulgação de uma falsa notícia da morte da Promotora de Justiça Alessandra Garcia Marques, titular da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Consumidor. 

No final do ano passado foi publicada na rede social Facebook a informação de que Alessandra Marques havia sido assassinada, após receber dezenas de ameaças de morte. A publicação continha ainda imagens da Promotora supostamente mutilada e associava o suposto crime ao bloqueio das atividades da Telexfree, que está sendo processada pelo MPAC por aplicar o golpe da pirâmide financeira. 

O Gaeco instaurou o procedimento para identificar a autoria da publicação. No decorrer das investigações, as pessoas que compartilharam a falsa notícia prestaram depoimento. 

Com a identificação de um suspeito, que mora em Rio Branco, um Tablet de sua propriedade foi submetido à perícia no Núcleo de Apoio Técnico (NAT). O resultado revelou que a publicação foi feita do aparelho. 

“Com a estrutura disponível no NAT, o Ministério Público do Acre tem como identificar, através de perícias, a autoria de crimes cibernéticos”, explicou o Promotor de Justiça Adenilson de Souza, membro do Gaeco.

A conclusão do inquérito será encaminhada à Promotoria que atua perante o Juizado Especial Criminal, a quem caberá oferecer a denúncia. O autor vai ser indiciado no crime de ameaça, cuja pena é de detenção de 1 a 6 meses ou multa.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

SOCORRO PROMOTORES DO GAECO!

ALÔÔ É DO GAECO? DOUTOR OS ELEITOTÁRIOS DO GUARUJÁ GOSTARIAM DE FAZER MAIS UMA DENUNCIA!
SANTOS INSTALARÁ MAIS DE 426 PONTOS DE MONITORAMENTO PELA FORTUNA DE 9,077 MILHÕES, ENQUANTO O GUARUJÁ PAGA A BAGATELA DE 31,9 MILHÕES DE ALUGUEL DE CÂMERAS E MONITORAMENTO.


SOCORRO PROMOTORES...


MAIS UM SUPER-CONTRATO DO "ILIBADO" GOVERNO DA PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO DO PMDB É CLARO!