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quarta-feira, 6 de agosto de 2014
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
VALE A PENA VER DE NOVO: A FUGA DA PREFEITA II!
VALE A PENA VER DE NOVO:
"A FUGA DA PREFEITA MARIA DE BRITO!"
"A FUGA DA PREFEITA MARIA DE BRITO!"
EDUCADORES, PROFESSORES, MANIFESTANTES, VAIAM A PREFEITA MARIA DE BRITO NA VISITA DO GOVERNADOR DO ESTADO GERALDO ALCKMIN. COM UM ESQUEMA DE SEGURANÇA PRESIDENCIAL, GCM, PMs, SEGURANÇAS A PAISANA, PREFEITA BATE EM RETIRADA VAIADA!
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
quinta-feira, 31 de julho de 2014
PROFESSORA DULCE CENEVIVA ATUA EM FAVOR DOS PROFESSORES DE GUARUJÁ!
COMISSÃO, LIDERADA POR MÁRCIA RUTE, ACEITA 0,5% E AINDA PROPÕE ENVIO DE ANTIGO PROJETO
SINDSERV ACEITA 0,5% DE REAJUSTE
COMISSÃO, LIDERADA POR MÁRCIA RUTE, ACEITA 0,5% E AINDA
PROPÕE ENVIO DE ANTIGO PROJETO, QUE INCLUI ABONO NÃO ACEITO PELOS PROFESSORES.
PROPOSTA NÃO VAI À ASSEMBLEIA.
Ontem, em reunião envolvendo a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Guarujá (Sindserv), Márcia Rute Daniel, e a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB), ficou acordado o encaminhamento, na próxima terça-feira (5), à Câmara, o mesmo projeto de lei anterior - que propõe R$ 200,00 de abono (sem incorporação salarial), 0,5% de reajuste e a correção das tabelas salariais do funcionalismo público municipal.
Diferente do que havia anunciado no estacionamento do Paço esta semana para dezenas de professores, Márcia Rute não vai submeter a proposta à assembleia, que seria realizada amanhã, com previsão de participação de grande parte dos educadores contrários aos 0,5% e o abono - que não incorpora aos salários e nem aos benefícios trabalhistas, “porque a comissão representativa das principais categorias defendeu a proposta que será encaminhada ao Legislativo”, afirma nota do Sindserv.
Vale a pena lembrar que a Câmara, por unanimidade, rejeitou a proposta de apenas 0,5 de reajuste e abono, pelo simples fato dela não ser pactuada com os professores, liderados pelo Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Município (Siproem). Na próxima terça-feira, os educadores devem, novamente, interromper a primeira sessão ordinária pós-recesso, mesmo com a greve suspensa pela Justiça.
Recurso
Ainda ontem, a direção do Siproem informou que entrará com recursos para tentar mudar a decisão do desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), Antônio Carlos Malheiros, concedendo liminar favorável à Prefeitura determinando a suspensão da greve dos professores da rede municipal de ensino com o retorno imediato às salas de aula. A decisão estabelece ainda multa diária no valor de R$ 100 mil ao Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Município (Siproem), em caso de descumprimento.
“Lamentamos pela atitude da atual administração que obrigará os professores a retornarem para às salas de aula magoados, feridos, insatisfeitos e acima de tudo desmotivados. Não consigo compreender qual será o ganho para a Educação Municipal neste momento”, afirma a presidente do Siproem, Joanice Gonçalves.
A sindicalista afirma que a luta dos professores por um reajuste digno não acaba. “Continuamos orgulhosos por sermos uma categoria guerreira, unida e fortalecida a cada dia. Nosso jurídico já está entrando com todas as medidas judiciais cabíveis neste momento. Desejamos agora que o judiciário use a mesma rapidez e medida para julgar o nosso reajuste, pois mais do que nunca estamos convictos que não merecemos 0,5% de reajuste anual. Voltaremos as nossas escolas vencedoras, de cabeça erguida por não termos desistido da nossa luta”, completa Joanice.
Na última terça-feira (29), cerca de 800 professores, na quadra do Grêmio Recreativo Escola de Samba Amazonense, em Vicente de Carvalho, haviam decidido manter a greve e apresentar uma proposta englobada à Administração: a reposição da inflação (5,82%), manter a correção das tabelas salarias e definir a reposição das aulas. Os educadores já voltaram para as escolas.
Fonte: Carlos Ratton/Diário do Litoral
quarta-feira, 30 de julho de 2014
SINDICATO DOS PROFESSORES GARANTE PARALISAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA.
SINDICATO DOS PROFESSORES NÃO RECEBE NOTIFICAÇÃO E GARANTE
PARALISAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA.
APESAR DA NOTÍCIA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DA TV TRIBUNA (REDE GLOBO), DIRIGENTES AGUARDAM MANDATO JÁ QUE A LEI DE GREVE OBRIGA APENAS 30% DO RETORNO DOS PROFESSORES AO TRABALHO. SERÁ QUE A LEI DE GREVE NÃO VALE NA ILHA DE SANTO AMARO?
A greve dos professores, iniciada no último dia 18, deve continuar nesta quarta-feira. Apesar de o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ter determinado o retorno imediato às atividades, a presidente do Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Município (Siproem), Joanice Gonçalves Santos Bapstista, informou que, até as 20h30 de hoje, não havia recebido notificação judicial alguma sobre a liminar do TJ-SP. Dessa forma, segundo ela, a greve terá prosseguimento.
“O que eu soube foi pelo Facebook da Prefeitura de Guarujá. Nenhum secretário de lá me ligou. Como fiquei sabendo apenas pelas redes sociais e não fui notificada de nada de maneira oficial, vamos manter a greve, conforme desejo expresso da categoria na assembleia de hoje”.
Desta forma, fica igualmente mantida a programação original de protestos do Siproem. Nesta quarta-feira, a partir das 9 horas, os professores estarão em frente à escola Gladson Jafet, localizada na Vila Lígia. De lá, eles deverão fazer a quarta passeata dos últimos seis dias, percorrendo as ruas de Guarujá até o Ferry Boat.
O Siproem também não confirmou a participação na reunião anunciada pela Prefeitura de Guarujá, nesta quarta-feira. “Ficou bem claro no encontro de segunda-feira que a reunião ocorreria apenas se a categoria concordasse em suspender a greve e iniciar do zero uma negociação salarial. Não foi isso o que ocorreu”.
ENTENDA A NOTÍCIA
Justiça determina fim da greve e retorno imediato de professores às salas de aula
Professores da rede municipal de Guarujá terão que retornar imediatamente às salas de aula. A determinação é do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que concedeu liminar favorável à Prefeitura, determinando a suspensão da greve que completou 12 nesta terça-feira.
A decisão estabelece ainda multa diária no valor de R$ 100 mil ao Sindicato dos Professores de Escolas Públicas do Município (Siproem), em caso de descumprimento.
Na decisão, o desembargador do TJ, Antônio Carlos Malheiros, entendeu que “uma vez que a essencialidade do serviço é indiscutível, a medida busca reconhecer a ilegalidade do movimento paredista diante da abusividade e ilegalidade dos motivos”.
Assembleia
No início da tarde desta terça-feira, os professores da rede pública decidiram, em assembleia, manter a greve iniciada no último dia 18. O retorno às salas de aula voltou a ser discutido porque a Prefeitura havia informado, na segunda-feira, que só retomaria as negociações sobre o reajuste salarial da categoria caso a paralisação fosse encerrada.
A proposta foi apresentada durante reunião com a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB), secretários e representantes da categoria e dos servidores públicos no Paço Municipal.
Apesar de a Administração Municipal não oferecer um repasse aos trabalhadores superior a 0,5%, sugeriu a criação de uma comissão para estudar uma nova reivindicação salarial e, com isso, começar uma nova negociação.
A mesma proposta será avaliada pelos trabalhadores representados pelo Sindicato dos Servidores Públicos (Sindserv), em assembleia, na próxima sexta-feira.
Em nota, a Prefeitura de Guarujá informou que mantém o que foi acordado na reunião de segunda-feira e realizará nesta quarta-feira uma reunião com o Siproem e Sindserv para formar uma comissão que tratará da proposta de reajuste salarial que beneficie todo o funcionalismo municipal.
A Administração Municipal informa ainda que retoma o diálogo para chegar a uma proposta que seja boa para todos os servidores. O objetivo, segundo a Prefeitura, é avançar atendendo e contemplando os anseios de todas as categorias.
Fonte: A Tribuna Digital
terça-feira, 29 de julho de 2014
SHOW DOS PROFESSORES!!!!
SHOW DOS PROFESSORES, CABE COMO UMA LUVA EM GUARUJÁ!
TRILHA SONORA DO MOVIMENTOS DOS PROFESSORES NO RIO DE JANEIRO, PODERIA SER UTILIZADA AQUI SEM NENHUMA ADAPTAÇÃO, SOMENTE A TROCA DOS ESCÂNDALOS NO VÍDEO.
OS SERVIDORES NÃO AGUENTAM MAIS!
PREFEITURA NÃO ANUNCIA NOVO REAJUSTE, MAS PROPÕE CRIAÇÃO DE
COMISSÃO.
“OS SERVIDORES JÁ NÃO AQUENTAM MAIS ESSA SITUAÇÃO, QUE SE
ARRASTA DESDE ABRIL. JÁ ESTAMOS, QUASE, EM AGOSTO E ATÉ AGORA NADA”, DECLAROU
MÁRCIA RUTE DANIEL PRESIDENTE DO SINDSERV.
Após quatro horas reunidos com a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB) e secretários, representantes dos servidores públicos e professores municipais se mostraram insatisfeitos com a proposta apresentada pela Administração Municipal, para resolver o impasse salarial das duas categorias. Após oferecer um reajuste de 0,5% à categoria, a Prefeitura sugeriu a criação de uma comissão para estudar uma nova reivindicação salarial e, com isso, começar uma nova negociação.
Entretanto, para que o aumento nos salários volte a ser discutido, os professores da rede pública devem retornar às salas de aula nesta terça-feira, quando a paralisação atinge 12 dias.
A proposta, de acordo com a presidente do Sindicato dos Professores em Escolas Públicas Municipais (Siproem), Joanice Gonçalves Santos Baptista, será discutida em assembléia, às 14 horas, na quadra da Escola de Samba Amazonense, na Rua Francisco Alves, 72, Vicente de Carvalho, em Guarujá.
É nesse encontro que serão definidos os rumos da negociação. “Vamos apresentar a situação para toda categoria e eles é que vão decidir se aceitam a proposta da Prefeitura ou continuam em greve”.
Joanice definiu a reunião como positiva. Para ela, mesmo sem ter sido apresentada uma nova oferta salarial, a prefeita aceitou começar uma nova negociação. “Depois de muita discussão acredito que isso (criação da comissão) tenha sido um avanço. Pelo menos mostraram estar abertos para conversar”.
Já a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos (Sindserv), Márcia Rute Augusto, não demonstrou a mesma satisfação com o posicionamento da Prefeitura. “Os servidores já não aquentam mais essa situação, que se arrasta desde abril. Já estamos, quase, em agosto e até agora nada”.
De acordo com ela, que representa trabalhadores de 104 funções, os servidores não podem ser punidos com a criação de uma nova comissão.
“Já havíamos conseguido a correção da tabela do quadro funcional, mas com a mudança de emendas na Câmara Municipal – retirou do projeto de lei termo “anual” para o reajuste dos profissionais – perdemos esse direito”, diz Márcia, que vai realizar uma assembleia com a categoria na sexta-feira, às 19 horas.
Resposta
Assim que terminou a reunião, a prefeita Maria Antonieta de Brito exaltou o respeito entre as partes participantes da reunião durante todo o encontro. Ela também explicou o que motivou o convite aos sindicatos para uma conversa.
“Com as emendas que o projeto recebeu (na Câmara) a lei se tornou inconstitucional. Nós teríamos uma grande discussão jurídica se fossemos pelo caminho legislativo”
A prefeita diz que devido à demora nesse processo e por entender a urgência do assunto foi decidido de forma consensual a criação de uma comissão nessa quarta-feira para reiniciar as discussões pelo reajuste salarial.
“Nosso desejo é avançar para poder dar o reajuste aos servidores. Esperamos que os professores, a partir dessa proposta, voltem imediatamente às aulas. Nesta comissão também estaremos discutindo a reposição dos professores”.
Fonte: A Tribuna Digital
segunda-feira, 28 de julho de 2014
ARROGÂNCIA: A MARCA DO GOVERNO MARIA DE BRITO EM GUARUJÁ!
ARROGÂNCIA: A MARCA DO GOVERNO MARIA DE BRITO EM GUARUJÁ!
APÓS AS DECLARAÇÕES DO PROFESSOR-SECRETÁRIO CÂNDIDO GARCIA NA REDE GLOBO, A PANFLETAGEM ILUSÓRIA SOBRE OS SALÁRIOS E A PRESSÃO DA GCM NAS ASSEMBLÉIAS, AGORA A ESTRATÉGIA E USAR AS CRIANÇAS PAR ESVAZIAR A JUSTA GREVE DOS PROFESSORES.
GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"
sábado, 26 de julho de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
0,5% NÃO COBRE A INFLAÇÃO E MOSTRA O DESCASO DA PREFEITURA.
GREVE DOS PROFESSORES: 0,5% NÃO COBRE A INFLAÇÃO E MOSTRA O DESCASO DA
PREFEITURA DO GUARUJÁ
O DESCONTENTAMENTO DA CATEGORIA SE DÁ PORQUE O ABONO NÃO
INCORPORA AOS SALÁRIOS, NÃO INCIDE SOBRE OS DIREITOS TRABALHISTAS COMO FÉRIAS
OU 13º SALÁRIO, ALÉM DE SER UM BENEFÍCIO INSTÁVEL, POIS PODERÁ SER SUSPENSO A
QUALQUER MOMENTO.
Na última sexta-feira (18), o Sindicato dos Professores em Escola Públicas Municipais de Guarujá, Bertioga, São Sebastião, Ilhabela, Caraguatatuba e Ubatuba (Siproem), entidade filiada à União Geral dos Trabalhadores (UGT) entrou em greve, por tempo indeterminado, visando evitar que o projeto de lei apresentado pela prefeitura do Guarujá, que prevê a correção das tabelas de remuneração do funcionalismo, seja votado.
Na proposta da prefeitura, o reajuste para os professores representa 0,5% para o PBI; 1,0% PBII e 2,5% PBIII, o que é muito abaixo dos 8% exigidos pela categoria, que correspondem ao reajuste da inflação, baseado no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), mais ganho real.
Segundo a professora Joanice Gonçalves (Nice), presidente do Siproem, a prefeitura vinha mantendo diálogo com o Sindicato para a elaboração do projeto, mas diante da rejeição da categoria em relação ao percentual apresentado, o texto foi mandado para votação na Câmara mesmo com a rejeição unânime dos professores.
Ontem de manhã, cerca de 800 educadores fizeram assembleia em frente ao Paço Municipal e foram recebidos por vereadores que afirmaram que irão votar a proposta, para não atrapalhar o restante do funcionalismo, por conta da proposta de correção das tabelas salariais dos servidores do município (PLC 007/2014) e de reajuste anual (PL 076/2014), mas, quanto ao abono oferecido pelo Executivo aos professores, na semana passada, este não será apreciado, em razão da rejeição da proposta por parte dos servidores.
O descontentamento da categoria se dá porque o abono não incorpora aos salários, não incide sobre os direitos trabalhistas como férias ou 13º salário, além de ser um benefício instável, pois poderá ser suspenso a qualquer momento, isso é um descaso para com a categoria.
Na rede pública do Guarujá, 1.800 professores trabalham nas 26 escolas da região, tendo sete fechadas completamente e 19 atendendo parcialmente.
Fonte: Imprensa/UGT
quinta-feira, 24 de julho de 2014
APRESENTADOR IRRITADO COM O COMUNICADO CALA A BOCA DA PREFEITURA DE GUARUJÁ!
CUMI QI É? COMUNICADO CALA A BOCA? EXPRICA AI PRA NÓIS, PREFEITA ANTONIETA....
APRESENTADOR DO BALANÇO GERAL NA REDE RECORD SE INDIGNA COM O COMUNICADO OFICIAL DA PREFEITURA DE GUARUJÁ E SOLTA O VERBO E AINDA DECLARA AOS PROFESSORES #TamoJuntosProfessores
PROFESSORES FAZEM PASSEATA PELA CIDADE E CANTAM!
PREFEITA ANTONIETA, ESTÁ FICANDO MUITO FEIO....
APÓS A PUBLICAÇÃO NO DIÁRIO OFICIAL, PANFLETAGEM NA CIDADE E ANUNCIO NO HORÁRIO NOBRE NA REDE GLOBO, PARECE QUE O VELHO APELIDO DA PREFEITA VAI PEGAR MESMO. VAMOS CANTAR COM OS NOSSOS GLORIOSOS PROFESSORES, RESPONSÁVEIS PELO FUTURO DOS NOSSOS FILHOS E AS CRIANÇAS DESTE PAÍS:
Antonieta, cadê você...
Eu aqui pra receber...
Esse salário de ar$4.000,00...
Na minha conta não caiu....
0,5% não vou aceitar...
O professor na rua vai continuar....
Antonieta a culpa é sua....
Enquanto não nos valorizar, a greve não vai parar....
Meio por cento não dá....
quarta-feira, 23 de julho de 2014
UM MOMENTO HISTÓRICO NO GUARUJÁ!
MOMENTO HISTÓRICO NO GUARUJÁ!
por Solange Rua da Silva - Facebook
Hoje, testemunhei e participei de um momento histórico na cidade do Guarujá.
Nós professores, fomos à Câmara Municipal do Guarujá para evitar a votação de um projeto inaceitável: correção da tabela e reajuste de 0,5%, e que se tornou motivo de desavença entre as categorias. Conseguimos o apoio de todos os vereadores, TODOS MESMO, que decidiram votar, aprovando a correção da tabela, mas não o reajuste! Questão, como coloquei acima: estava dividindo as classes trabalhistas.
A Guarda Municipal, uma dessas categorias, que chegou à Câmara hostilizando os professores e querendo que os vereadores votassem o projeto, já que a promessa de correção das tabelas se estendia por mais de um ano e meio, depois de muitas agressões verbais(claro que sempre há exceções) contra os professores, ao final uniram-se a nós num só grito: 'O servidor unido jamais será vencido!' Já não era mais professor X guarda municipal ou qualquer outra categoria, tornamo-nos um só. Foi um momento emocionante, pois nós professores lavamos a alma, já que estávamos sendo apontados como vilões, e finalmente passávamos a ser compreendidos.
Os vereadores ficaram ainda mais convictos de sua decisão, de não votar o projeto como estava: tabela mais reajuste(0,5%), após telefonema da nossa prefeita, que em tom ameaçador lhes disse que se não votassem o projeto, ela nem teria o trabalho de olhar a 'folha'. O vereador disse ao microfone, para nós que ocupávamos todo o plenário, que foi uma ameaça velada... Não foi velada não, foi bem direta e claríssima!
Então, é essa a nossa prefeita, que de forma autoritária, arbitrária, ameaça os vereadores e tem ameaçado a nós professores. Os vereadores, por unanimidade, votaram apenas a correção das tabelas e irão abrir discussão para o índice de reajuste, a partir de amanhã. E deixaram mais do que claro, falando abertamente sobre a conduta ditatorial da prefeita, que eles não mais aprovarão, ou se intimidarão, com tal comportamento.
Eles também destacaram o momento como histórico, em que a força da união do povo foi decisiva para a convicção de seus votos. Foi curioso ver a oposição e a situação lado a lado, numa só voz. À parte todos os possíveis interesses políticos envolvidos, o que venceu foi a vontade do POVO!
Vale também destacar um momento em que um dos vereadores lê um discurso da nossa prefeita, quando ainda era vereadora, em que ela defende fervorosamente um aumento decente para os servidores. Que só com uma boa remuneração conseguiríamos profissionais de qualidade; que os salários estavam defasados e 'correção das tabelas' era algo que não se discutia, Se FAZIA. Dizendo ainda que só... 7% de aumento era um absurdo! Que o aumento deveria ser muito maior!... Isso, naquela época. Agora, 2014, nós professores estamos pedindo 8%, que nada mais é que o índice da inflação. Nem dá para considerar aumento, pois nem é, apenas evita o achatamento do nosso salário. Onde foi parar todo esse idealismo, esse discurso em favor do trabalhador, toda essa disposição para caminhar ao lado dos direitos do povo, defendendo seus interesses? Se perdeu na poeira da síndrome do poder?
Ainda na câmara, ficamos sabendo que panfletos eram distribuídos à população, caluniando os professores e tentando acabar com a legitimidade da greve. Então, agora será a nossa vez de panfletar, explicando à população exatamente quem são os vilões desta triste história; esclarecendo reportagens tendenciosas, desfazendo calúnias sobre o nosso real salário, desmascarando a prefeita e aqueles que a apoiam, como o chefe de gabinete que se prestou a um papel ridículo, fazendo pressão psicológica em cima da categoria. "Professor" Cândido... agora SÃO 83% DE PROFESSORES parados. Que tal? Agora a insatisfação ficou mais clara?! Se considerarmos o caso daqueles professores que só não estão parados por não terem estabilidade, mas apoiam a greve, subimos o número para 93%!!!
Fazia tempo que não sentia orgulho em ser professora, orgulho da minha classe, orgulho da força do povo, que quando se une em direção a um objetivo comum torna-se imbatível!
Estou cansada, já que desde segunda feira saio de casa às 6 e volta às 17(certamente dar aula é menos cansativo e mais prazeroso) mas o cansaço é só físico, pois a alma está jubilosa!
Claro que ainda temos que esperar a palavra da nossa excelentíssima prefeita, mas já temos a união das categorias, o apoio de TODOS os vereadores, e uma adesão incrível de professores.
A greve continua, pois ainda temos uma longa jornada. Não podemos retroceder agora.
terça-feira, 22 de julho de 2014
...E A PROFESSORA PERDEU O TITULO E A MASCARA CAIU NOVAMENTE!
segunda-feira, 21 de julho de 2014
PROFESSORES REJEITAM DIZEM NÃO AO MÍSERO ABONO!
"SER CONTRA A GREVE, É O MESMO QUE ACEITAR SER EDUCADO PELOS NOSSOS POLÍTICOS E NÃO PELOS VERDADEIROS BONS EDUCADORES."
SEM ACORDO, PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE GUARUJÁ SEGUEM EM
GREVE.
Os docentes da rede pública de Guarujá rejeitaram a proposta da Prefeitura, que mantinha o reajuste e previa um abono salarial de R$ 200,00, na folha de julho, extensivo até junho de 2015. A decisão ocorreu em assembleia da categoria realizada nesta segunda-feira.
De acordo com Joanice Gonçalves, presidente do Sindicato dos Professores de Escolas Públicas Municipais de Guarujá (Siproem), até o momento não existe nenhum acordo previsto para ser realizado com a Prefeitura. Diante disso, a categoria segue em greve.
Os professores reivindicam 8% de reajuste salarial, sendo 6% de reposição da inflação – baseada no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – e 2% de ganho real.
Votação na Câmara
De acordo com a Câmara Municipal de Guarujá, nesta terça e quarta-feira, haverá a votação das propostas de correção das tabelas salariais dos servidores do Município e de reajuste anual da categoria.
As sessões serão realizadas às 10 horas, em ambos os dias. O edital de convocação foi assinado nesta segunda-feira, pelo presidente do Legislativo, Marcelo Squassoni (PRB), e será publicado no Diário Oficial desta terça-feira. No caso da tabela salarial dos servidores, a matéria terá que ser analisada em dois turnos, pelo fato de interferir no Estatuto do Servidor. Já o reajuste anual depende apenas de uma única votação para ser promulgado.
Ainda de acordo com informações da Câmara, quanto ao abono linear, de R$ 200,00, oferecido pelo Executivo na semana passada, este não será apreciado, em razão da rejeição da proposta por parte dos servidores, em assembleia realizada na última sexta-feira.
Outros projetos, como os apresentados pela KPMG e pelo consórcio Renova (formado por seis empresas), também preveem a oferta de serviços como recarga de veículos elétricos, monitoramento de tráfego e Wi-Fi grátis em locais públicos por meio dos postes.
A Secretaria de Serviços encerrou a análise das 11 propostas na semana passada e encaminhou a cinco secretários municipais. Após o parecer deles, a Prefeitura vai lançar o edital para a licitação. Aí a disputa pelo contrato começará de fato.
Fonte: A Tribuna On-line
sábado, 19 de julho de 2014
PROFESSOR NA RUA, ANTONIETA A CULPA É TUA!
PROFESSOR NA RUA, ANTONIETA A CULPA É TUA!!!!
COM A EDUCAÇÃO ATOLADA EM ESCÂNDALOS COMO A "SUPOSTA" FRAUDE NA MERENDA ESCOLAR, UNIFORMES ESCOLARES E KITS ESCOLARES ATRASADOS, COMPRA DO COLÉGIO DOMINGOS DE MORAES DE UM MORTO, PROFESSORES INDIGNADOS COM UM REAJUSTE DE 0,5% ENTRAM EM GREVE EM GUARUJÁ!
GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA, PRINCIPALMENTE OS EDUCADORES!"
sexta-feira, 18 de julho de 2014
PREFEITURA CEDE ABONO DE R$ 200,00 AOS SERVIDORES. VEM AI O BOLSA ESMOLA DO GUARUJÁ!
A VALORIZAÇÃO DO SERVIDOR PÚBLICO ESTA AQUI, PELO MENOS NA VISÃO DA PREFEITA MARIA DE BRITO DO PMDB!
PREFEITURA CEDE ABONO DE R$ 200,00 AOS SERVIDORES. VEM AI O BOLSA ESMOLA DO GUARUJÁ!
A prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito (PMDB), enviou à câmara municipal e aos sindicatos dos servidores e dos professores, no inicio da tarde desta sexta-feira (18), proposta de abono salarial de R$ 200, na folha de julho, extensivo até junho de 2015.
A matéria será votada no começo da próxima semana, em sessão extraordinária no legislativo, e é resultante de reunião de quase quatro horas, na tarde de ontem, quinta-feira (17), entre a prefeita a maioria dos vereadores da cidade e dos dois sindicatos.
A presidenta do sindicato dos servidores (Sindserv), Márcia Rute Daniel Augusto, recebeu bem o ofício: “Apesar de não considerar o abono uma grande vitória, tenho de reconhecer que é um avanço, pois atenua um pouco a corrosão dos salários pela alta inflacionária”.
A sindicalista entende que, na campanha salarial de 2015, para a data-base de abril, o funcionalismo “poderá lutar pela incorporação do abono aos salários, a fim de incidir sobre férias, 13º, e horas extras, além da reposição correspondente ao custo de vida de 12 meses”.
Márcia destaca que o abono não compromete a correção das grades salariais definida pela prefeitura, aprovada em assembleia dos servidores e que consta do projeto de lei já enviado à Câmara para votação: “Isso já é nosso e não permitiríamos que fosse revogado de jeito nenhum”.
Ontem, após a reunião, a prefeita anunciou que apresentaria uma proposta que contemplasse a perda inflacionária de um ano e que não extrapolasse a capacidade orçamentária, ainda que tivesse de diminuir algum programa ou projeto administrativo em estudo ou andamento.
“Preponderou o diálogo e o bom senso entre a prefeitura, o legislativo e os sindicatos”, disse Maria Antonieta, ladeada pelos secretários municipais de administração e finanças, Flávio Poli e Armando Palmieri, além do presidente da Câmara, Marcelo Squassoni (PRB) e das sindicalistas Márcia Rute Daniel Augusto e Joanice Gonçalves.
Márcia ressalta que o abono é extensivo aos 6.178 servidores, e não apenas aos que tiveram 0,5% de reajuste salarial, conforme desfecho da campanha de data-base em abril.
Squassoni declarou-se “satisfeito” com o resultado da reunião: “Acredito que o desfecho será positivo, resultado de esforço conjunto do executivo, legislativo e sindical”.
Fonte: Release Sindserv
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