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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

MAIS UMA MULTA?

PREFEITA COLABORA MAIS UMA VEZ COM O PROCESSO DE PREVARICAÇÃO EM ANDAMENTO NA PGJ DA SUA BANCADA DE 12 VEREADORES NA CÂMARA MUNICIPAL DE GUARUJÁ!

MAIS UMA MULTA DE PROCESSO DE 1997!



...E MAIS UMA DURA DO TCE...



VEREADORES VÃO MORRER ABRAÇADOS OU ALGEMADOS JUNTINHO COM A INCOMPETÊNCIA DE GUARUJÁ!

OBRIGADO MARIA ANTONIETA BRITO.


terça-feira, 14 de junho de 2011

ASFALTO EM PROMOÇÃO!

PEQUENAS OBRAS & GRANDES NEGÓCIOS
DUÍNO "TERRACOM" FERNANDES, EXPLICA PARA NÓS ESSA MASSA ASFÁLTICA EM PROMOÇÃO APLICADA:

A TERRACOM APLICA 755,35 TON., MAS RECEBE 7.553,55 TON., DE EMULSÃO ASFÁLTICA PMF....

ALGUÉM DENUNCIOU, ADIVINHEM QUEM FOI? E RAPIDINHO FOI UM ERRINHO DE DIGITAÇÃO NA USINA....

A TERRACOM TEM QUE DEVOLVER 265 MIL REIS, O EQUIVALENTE A R$ 38,97 A TONELADA DE EMULSÃO ASFÁLTICA (PMF) OU A APLICAÇÃO DA MASSA...

clique na foto p/ ampliar

BEM DUÍNO VERRI, COMO NÓS NÃO ENTENDEMOS NADA DE MASSA ASFÁLTICA PMF OU PMQ, NOS FIZEMOS O SEGUINTE SECRETÁRIO DA TERRACOM:

ENVIAMOS AS PLANILHAS AO Dr. CÁSSIO CONSERINO (GAECO), PARA TER O PRIVILÉGIO DE TER UMA AULA DE PAVIMENTAÇÃO URBANA!

sábado, 11 de junho de 2011

JUIZ CORRUPTO É AFASTADO!

QUEM É O ADVOGADO DO GUARUJÁ?
EMPRESÁRIO AFIRMA TER PAGO R$ 500 MIL A JUIZ, SENDO COAGIDO POR ADVOGADO DE GUARUJÁ...

clique na foto ampliar

Sábado, 11 de junho de 2011 7:35
Empresário afirma ter pago R$ 500 mil a juiz
André Vieira

Se o esquema de coação e corrupção do juiz Gersino Donizete do Prado continuasse, o empresário que o denunciou ao Conselho Nacional de Justiça iria levar a companhia que representa à falência. Em três anos, o magistrado recebeu cerca de R$ 500 mil em propinas e multiplicou por cinco suas exigências de pagamentos mensais, de R$ 4.000 para R$ 20 mil.

Os nomes do denunciante e da empresa que oficiaram a reclamação disciplinar contra Donizete do Prado serão mantidos em sigilo. Ex-titular da 7ª Vara Cível de São Bernardo, o juiz está sendo investigado pela corregedoria e foi afastado em 2 de junho de suas funções por decisão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça.

As relações entre o magistrado e o denunciante começaram em jantar realizado em condomínio de luxo de São Bernardo, em que o empresário falou sobre os problemas da companhia. Em dívidas, teria o futuro decidido em duas assembleias de credores.

As assembleias deliberaram pela continuidade das atividades e a decisão sobre a recuperação judicial da empresa foi homologada pelo juiz. Depois de nove meses com as portas fechadas, com máquinas paradas e protestos de trabalhadores cobrando atrasados, a empresa voltou a operar.

Era 23 de novembro de 2007 quando a companhia, que já empregou até 2.500 funcionários, recomeçou com apenas oito empregados e realizando somente duas das muitas etapas industriais que tinha capacidade.

Dois meses depois, com a ameaça de que poderia quebrar a empresa, o juiz teria, segundo o denunciante, dado início ao esquema de coação e corrupção, denunciado ao CNJ em abril e revelado pelo Diário há uma semana.

Os pedidos começaram em janeiro de 2008 com retiradas semanais de R$ 1.000. Os pagamentos foram feitos até o mês passado, já multiplicados por cinco. No início, a entrega era feita em hotel no Centro de Santo André, depois passou para uma cafeteria, até que, em 2009, começou ser feita direta no Fórum.

A proprina era entregue antes do almoço, às 11h30, e o magistrado ligava cobrando sempre que havia qualquer atraso, mesmo que fosse de poucas horas, afirma o empresário denunciante.

No gabinete, o pagamento era feito em mãos, com dinheiro, transportado dentro de envelope. Em sua mesa, o juiz levantava alguns livros, e o envelope era colocado embaixo, explica o denunciante.

Mas as propinas semanais se expandiram e o empresário passou a ser obrigado a custear despesas pessoais do juiz em grifes de roupas e joias, pagar por festa de aniversário e até um 13° de propina - R$ 52 mil em dezembro de 2010.

A senha para os pedidos era o chamado do juiz para uma reunião. Sem cerimônia, explica o denunciante, Donizete do Prado dizia o queria.

Segundo o denunciante, a empresa tirava dinheiro da folha dos funcionários, que recebiam na sexta-feira, mas acabavam só sendo pagos na segunda, porque o juiz precisava receber primeiro.

O empresário também será cobrado na Justiça pela participação no esquema e sustenta em denúncia que não havia mais condições financeiras, pois a extorsão aumentava. As provas, contundentes e materiais, na avaliação do denunciante, estão com o CNJ.

Empresa teve de contratar advogados por imposição

A defesa da empresa na Justiça, antes feita por representação de sua escolha, teve de ser substituída por escritórios impostos pelo juiz Gersino Donizete do Prado. Dessa forma, sustenta o empresário, o magistrado mantinha “o controle total do processo e o sigilo de seus pedidos de pagamentos.”

A primeira indicação foi de advogado de Marília, no Interior, que pressionava o denunciante para que firmasse contrato de R$ 250 mil mensais pelos serviços.

Afastado, o primeiro indicou um parente, advogado no Guarujá, no Litoral, que negligenciou a defesa da empresa, perdendo prazos de recursos. Ele também levava para os sócios as ameaças de coação do juiz.

A empresa já não trabalhava mais com nenhum desses advogados.