sábado, 17 de janeiro de 2015
DESPESAS IMPRÓPRIAS DO GOVERNO DO GUARUJÁ, SÃO FLAGRADAS PELO TCE!
sexta-feira, 21 de junho de 2013
A MASCARA DA PREFEITA CAIU!!!!
domingo, 14 de outubro de 2012
AEROPORTO INVISÍVEL?
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
PEGA NO FLAGRA!!!!
Segundo o órgão, o primeiro decreto, que majorou a tarifa para R$ 2,40, ignorou parecer técnico de uma consultoria contratada pela própria Prefeitura. Já o segundo, que autorizou aumento para R$ 2,60, se baseou em parecer de outra empresa que a Promotoria suspeita ser fantasma.
Segundo os promotores André Luiz dos Santos e Renata Cristina de Oliveira, que assinam a ação proposta na última quarta-feira, em março de 2009 a Translitoral fez requerimento à Administração Municipal pedindo que a tarifa passasse para R$2,54. Em julho do mesmo ano,alegando aumento dos insumos, apresentou nova planilha, desta vez para R$2,62. "Em nenhuma planilha a empresa computou como ganhos, para fins de modicidade das tarifas,o que arrecada com aluguéis dos terminais e propagandas nestes e nos coletivos", informaram os promotores.
Segundo eles, as construções dos terminais, em locais públicos, estão previstas como obrigação da empresa e condição paraa concretização do negócio. "Nesse contexto, não se cabe aceitar que essas omissões de receitas apresentem-se aceitáveis e se perpetuem em benefício da Translitoral e em prejuízo da população". A empresa chegou a ser questionada em agosto de 2009, pelo então presidente da Comissão de Fiscalização e Controle de Tarifa da Rede de Transporte do Guarujá, João Moya Varjão.
Ele indagou a justificativa pelo não cumprimento do contrato de concessão, por parte da empresa. "Tal correspondência foi respondida pela Translitoral com a apresentação de um novo valor de tarifa, no importe de R$ 2,49", afirmam os promotores.
CONSULTORIAS
Em seguida, a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB) contratou a consultoria I.N.A. para avaliação econômica e financeira do transporte coletivo na Cidade. Segundo o Ministério Público Estadual,o relatório da empresa sugeriu que o valor fosse de R$ 2,05, mas recomendando que os R$ 2,10 fossem mantidos até a melhoria do serviço. Já o estudo completo apontou um valor variável, dependendo dos incrementos do serviço.
E levando em conta a situação da época,sem a implantação dos programas de qualidade, a inclusão de cobradores e regularização da frota, mas já incluídos eventuais aumentos de custos com combustível e mão de obra, a tarifa poderia alcançar, no máximo, R$ 2,24, segundo a análise técnica. "Ocorre que em 12 de fevereiro, com mero compromisso da empresa para melhoria do serviço,sobrevei o aumento da tarifa para R$ 2,40, ignorando-se os estudos da empresa que a Administração contratou para se balizar quanto ao aumento", afirmam os promotores.
Já para majorar a tarifa para R$ 2,60, a Prefeitura se baseou em parecer da consultoria Autobus, que recomendou realmente este valor. Porém, a Promotoria diz que a empresa não existe no endereço que anuncia como sede. "Há documentos que comprovam que no endereço constante no parecer há uma residência, indicando se cuidar de mais uma farsa em prejuízo do interesse público e em benefício dos cofres da Translitoral",consta na ação.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
A POLÍTICA PROFISSIONAL!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
ME DE MOTIVOS!!!!
PROCESSO REQUERIDO DE OUTORGA DE AUMENTO DE TARIFA Nº 37.904/52644/2010
PROTOCOLADO DIA 29/12/10
GABINETE DA PREFEITA DIA 18/01/11
NOVO PROCESSO DE OUTORGA DE AUMENTO COM A PLANILHA GEIPOT PROTOCOLADO DIA 12/01/11
Nº 1508/52644/2011
NOVO PRESIDENTE DA COMISSÃO DE TRANSPORTES PÚBLICOS DE GUARUJÁ
Dr. WILSON CARUSO
sábado, 12 de setembro de 2009
A TARIFA FEDE!!!!

Mais uma vez a polêmica envolvendo a tarifa de ônibus de Guarujá poderá pesar no bolso dos usuários e reavivar a discussão sobre a qualidade do transporte coletivo oferecido pela TRANSLITORAL e fiscalizado pela Prefeitura.
Com valor de R$ 2,10 desde fevereiro de 2007, a empresa solicita reajuste da tarifa para R$ 2,62, com compromisso de renovar a frota até dezembro deste ano, substituindo os velhinhos, 25 ônibus que ainda circulam pela cidade.
O contrato de concessão do transporte coletivo de Guarujá, firmado pela Prefeitura no ano de 2000 e reprovado pelo Tribunal de Contas, permite 15 anos de exploração com prorrogação por mais 15 anos; ou seja, até o ano de 2030, o que representaria uma verdadeira PENA MAXIMA de 30 anos aplicada ao sofrido povo de Guarujá e Vicente de Carvalho que necessita diariamente pegar o ônibus.
A redução da tarifa de ônibus de R$ 1,80 para R$ 1,65 no ano de 2005, representou o inicio do processo de abertura dessa verdadeira caixa preta que é o transporte coletivo de Guarujá, pois, possibilitou a descoberta e divulgação das várias incoerências na análise da evolução dos dados técnicos das planilhas de custos da empresa desde o início do contrato.
O retorno por via judicial à tarifa de R$ 1,80, depois, os reajustes das tarifas para R$ 1,90 em 2006 e R$ 2,10 em 2007; alem da redução, também por via judicial, para R$ 1,80 em 2007, situação revertida também por via judicial para R$ 2,10 no mesmo ano de 2007, mantendo-se até os dias de hoje; demonstram a histórica polêmica existente onde os dados técnicos, operacionais, administrativos e contábeis da empresa, repletos de divergências e incoerências inaceitáveis, sempre foram fatores de embasamento nas iniciativas do Ministério Publico e nas decisões judiciais .
As justificativas para as reduções das tarifas, tanto administrativamente quanto judicialmente, sempre destacaram as divergências e incoerências entre os dados técnicos sobre a quantidades de usuários, as quilometragens percorridas, os custos operacionais fixos e variáveis, suas evoluções e a incompatibilidade com as tarifas praticadas, as arrecadações com os TERMINAIS e a má qualidade dos serviços prestados pela empresa, tantos no Sistema de Transporte Coletivo Regular contratado no ano de 2000, quanto no S.I.T./ Sistema Integrado de Transporte (2006), quanto na atual R.T.G. / Rede de Transportes de Guarujá (2009).
Se por um lado a atual R.T.G. criada pelo decreto municipal 8633/2009, representa uma evolução, pois, mantém a Integração, a baldeação tornou-se uma opção para o usuário e não mais uma obrigatoriedade necessária para a locomoção de um ponto a outro da Ilha de Santo Amaro, elevando de 21 linhas do antigo S.I.T. para 31 linhas na R.T.G.; por outro lado, o desrespeito por parte da empresa na oferta de viagens (veículos) em períodos (tempo de espera) satisfatórios, ainda continua a atormentar e atrasar a vida dos usuários de ônibus.
A simples análise dos dados técnicos das planilhas da empresa desde o início do contrato, até os dias de hoje, permite a identificação de vários aspectos altamente discutíveis e sujeitos a fundamentados questionamentos; como a questão da Idade Média da frota de veículos da empresa que não poderia exceder a 04 anos e da Idade Máxima permitida para cada veiculo que não poderia exceder a 07 anos, conforme clausula 12.14 do contrato de concessão 1.109 / 2000.
Outra questão discutível refere-se a vida útil dos pneus dos veículos em torno de apenas 85.000 km com cerca de apenas 03 recapagens; dados que elevariam os custos operacionais da empresa com a Rodagem.
Também os investimentos da empresa com bilhetagem eletrônica e segurança de R$15.000,00 por veiculo, considerando a frota de 150 veículos; observamos que esses valores incidiriam sobre os custo operacionais e o conseqüente repasse ao valor das tarifas que são pagas pelos usuário.
As Receitas aferidas pela empresa com a exploração dos Terminais do Ferry-Boat e de Vicente de Carvalho, como aluguéis das lojas, faturamento dos cinemas, arrendamentos, estacionamento de veículos, publicidade nos terminais e nos veículos, etc.; não estariam sendo somadas a arrecadação da empresa com as tarifas (passagens), apesar de que as despesas com a manutenção civil e condominial dos Terminais estariam embutidas nas despesas administrativas planilhadas; situação que incidiria diretamente sobre o valor das tarifas.
A constante redução do numero de passageiros, situação incompatível com a evolução e o crescimento espacial da cidade e de suas relações comerciais e de serviços, ocasionaria uma considerável redução do I.P.K. (índice de passageiros por quilômetros) e conseqüente elevação da tarifa a ser praticada; situação também observada e contestada nos procedimentos judiciais que determinaram a redução da tarifa.
A pena de ADVERTÊNCIA aplicada à empresa Translitoral em abril de 2009, por descumprimento do contrato que obriga a prestação de serviços adequados aos usuários; por si só, sugere a não concessão de qualquer reajuste das tarifas; na medida em que a situação de má qualidade dos serviços ainda persiste e com a agravante da necessidade de aplicação das penalidades contratuais subseqüentes.
A participação de representante da empresa na Comissão de Transporte, com funções de fiscalização da R.T.G., do contrato, de analise e deliberação sobre a concessão de reajuste tarifário, é no mínimo preocupante; na medida em que poderia representar voto decisivo pró–empresa nas deliberações da Comissão.
Uma análise comparativa da evolução dos custos da empresa e tarifas praticadas entre os anos de 2000 e 2009 permite observar que enquanto o custo total da empresa subira cerca de 57,6%, a tarifa solicitada de R$2,62 ( p/Dez./2009)representaria um reajuste de 118,3%.
Desta forma, a tarifa a ser praticada em Dez/2009 não poderia exceder a R$1,90, considerando-se o acréscimo de 57,6% nos custos operacionais; já a tarifa a ser praticada hoje não poderia exceder a R$1, 75, considerando o acréscimo de 45,6% nos custos operacionais desde o ano de 2000 , quando a empresa apresentaria um custo operacional de R$2,616, plenamente coberto com uma tarifa de R$1,20.
Assim, alem dos parâmetros técnicos, alem dos dispositivos legais disponíveis, alem da inegável má qualidade dos serviços prestados pela empresa, considerando tratar-se de uma concessão de serviços públicos, não podemos submeter à população usuária de ônibus a arcar com um custo financeiro acima de sua capacidade e de sua renda; não podemos onerar ainda mais a população com qualquer reajuste; já que a situação sugere a REDUÇÃO da tarifa, a FISCALIZAÇÃO efetiva dos serviços, a aplicação das PENALIDADES contratuais a empresa, a concretização de uma POLITICA PUBLICA para o transporte coletivo com ATITUDES de quem realmente tem CORAGEM para MUDAR.
CLAUDIO PAES RODRIGUES
ex-Secretário da Prefeitura do Guarujá
Arquiteto
sábado, 1 de agosto de 2009
MARIA VIAJANDO DE BRITO, NOSSA PREFEITA...






