segunda-feira, 4 de agosto de 2014
OS HOTÉIS MAIS CAROS DO MUNDO!
domingo, 15 de setembro de 2013
TRANSPORTE SEM QUALIDADE É COM O PMDB!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
A POLÍTICA PROFISSIONAL!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
REVOLTANTE TRANSPORTE DE GUARUJÁ!
sábado, 12 de setembro de 2009
A TARIFA FEDE!!!!

Mais uma vez a polêmica envolvendo a tarifa de ônibus de Guarujá poderá pesar no bolso dos usuários e reavivar a discussão sobre a qualidade do transporte coletivo oferecido pela TRANSLITORAL e fiscalizado pela Prefeitura.
Com valor de R$ 2,10 desde fevereiro de 2007, a empresa solicita reajuste da tarifa para R$ 2,62, com compromisso de renovar a frota até dezembro deste ano, substituindo os velhinhos, 25 ônibus que ainda circulam pela cidade.
O contrato de concessão do transporte coletivo de Guarujá, firmado pela Prefeitura no ano de 2000 e reprovado pelo Tribunal de Contas, permite 15 anos de exploração com prorrogação por mais 15 anos; ou seja, até o ano de 2030, o que representaria uma verdadeira PENA MAXIMA de 30 anos aplicada ao sofrido povo de Guarujá e Vicente de Carvalho que necessita diariamente pegar o ônibus.
A redução da tarifa de ônibus de R$ 1,80 para R$ 1,65 no ano de 2005, representou o inicio do processo de abertura dessa verdadeira caixa preta que é o transporte coletivo de Guarujá, pois, possibilitou a descoberta e divulgação das várias incoerências na análise da evolução dos dados técnicos das planilhas de custos da empresa desde o início do contrato.
O retorno por via judicial à tarifa de R$ 1,80, depois, os reajustes das tarifas para R$ 1,90 em 2006 e R$ 2,10 em 2007; alem da redução, também por via judicial, para R$ 1,80 em 2007, situação revertida também por via judicial para R$ 2,10 no mesmo ano de 2007, mantendo-se até os dias de hoje; demonstram a histórica polêmica existente onde os dados técnicos, operacionais, administrativos e contábeis da empresa, repletos de divergências e incoerências inaceitáveis, sempre foram fatores de embasamento nas iniciativas do Ministério Publico e nas decisões judiciais .
As justificativas para as reduções das tarifas, tanto administrativamente quanto judicialmente, sempre destacaram as divergências e incoerências entre os dados técnicos sobre a quantidades de usuários, as quilometragens percorridas, os custos operacionais fixos e variáveis, suas evoluções e a incompatibilidade com as tarifas praticadas, as arrecadações com os TERMINAIS e a má qualidade dos serviços prestados pela empresa, tantos no Sistema de Transporte Coletivo Regular contratado no ano de 2000, quanto no S.I.T./ Sistema Integrado de Transporte (2006), quanto na atual R.T.G. / Rede de Transportes de Guarujá (2009).
Se por um lado a atual R.T.G. criada pelo decreto municipal 8633/2009, representa uma evolução, pois, mantém a Integração, a baldeação tornou-se uma opção para o usuário e não mais uma obrigatoriedade necessária para a locomoção de um ponto a outro da Ilha de Santo Amaro, elevando de 21 linhas do antigo S.I.T. para 31 linhas na R.T.G.; por outro lado, o desrespeito por parte da empresa na oferta de viagens (veículos) em períodos (tempo de espera) satisfatórios, ainda continua a atormentar e atrasar a vida dos usuários de ônibus.
A simples análise dos dados técnicos das planilhas da empresa desde o início do contrato, até os dias de hoje, permite a identificação de vários aspectos altamente discutíveis e sujeitos a fundamentados questionamentos; como a questão da Idade Média da frota de veículos da empresa que não poderia exceder a 04 anos e da Idade Máxima permitida para cada veiculo que não poderia exceder a 07 anos, conforme clausula 12.14 do contrato de concessão 1.109 / 2000.
Outra questão discutível refere-se a vida útil dos pneus dos veículos em torno de apenas 85.000 km com cerca de apenas 03 recapagens; dados que elevariam os custos operacionais da empresa com a Rodagem.
Também os investimentos da empresa com bilhetagem eletrônica e segurança de R$15.000,00 por veiculo, considerando a frota de 150 veículos; observamos que esses valores incidiriam sobre os custo operacionais e o conseqüente repasse ao valor das tarifas que são pagas pelos usuário.
As Receitas aferidas pela empresa com a exploração dos Terminais do Ferry-Boat e de Vicente de Carvalho, como aluguéis das lojas, faturamento dos cinemas, arrendamentos, estacionamento de veículos, publicidade nos terminais e nos veículos, etc.; não estariam sendo somadas a arrecadação da empresa com as tarifas (passagens), apesar de que as despesas com a manutenção civil e condominial dos Terminais estariam embutidas nas despesas administrativas planilhadas; situação que incidiria diretamente sobre o valor das tarifas.
A constante redução do numero de passageiros, situação incompatível com a evolução e o crescimento espacial da cidade e de suas relações comerciais e de serviços, ocasionaria uma considerável redução do I.P.K. (índice de passageiros por quilômetros) e conseqüente elevação da tarifa a ser praticada; situação também observada e contestada nos procedimentos judiciais que determinaram a redução da tarifa.
A pena de ADVERTÊNCIA aplicada à empresa Translitoral em abril de 2009, por descumprimento do contrato que obriga a prestação de serviços adequados aos usuários; por si só, sugere a não concessão de qualquer reajuste das tarifas; na medida em que a situação de má qualidade dos serviços ainda persiste e com a agravante da necessidade de aplicação das penalidades contratuais subseqüentes.
A participação de representante da empresa na Comissão de Transporte, com funções de fiscalização da R.T.G., do contrato, de analise e deliberação sobre a concessão de reajuste tarifário, é no mínimo preocupante; na medida em que poderia representar voto decisivo pró–empresa nas deliberações da Comissão.
Uma análise comparativa da evolução dos custos da empresa e tarifas praticadas entre os anos de 2000 e 2009 permite observar que enquanto o custo total da empresa subira cerca de 57,6%, a tarifa solicitada de R$2,62 ( p/Dez./2009)representaria um reajuste de 118,3%.
Desta forma, a tarifa a ser praticada em Dez/2009 não poderia exceder a R$1,90, considerando-se o acréscimo de 57,6% nos custos operacionais; já a tarifa a ser praticada hoje não poderia exceder a R$1, 75, considerando o acréscimo de 45,6% nos custos operacionais desde o ano de 2000 , quando a empresa apresentaria um custo operacional de R$2,616, plenamente coberto com uma tarifa de R$1,20.
Assim, alem dos parâmetros técnicos, alem dos dispositivos legais disponíveis, alem da inegável má qualidade dos serviços prestados pela empresa, considerando tratar-se de uma concessão de serviços públicos, não podemos submeter à população usuária de ônibus a arcar com um custo financeiro acima de sua capacidade e de sua renda; não podemos onerar ainda mais a população com qualquer reajuste; já que a situação sugere a REDUÇÃO da tarifa, a FISCALIZAÇÃO efetiva dos serviços, a aplicação das PENALIDADES contratuais a empresa, a concretização de uma POLITICA PUBLICA para o transporte coletivo com ATITUDES de quem realmente tem CORAGEM para MUDAR.
CLAUDIO PAES RODRIGUES
ex-Secretário da Prefeitura do Guarujá
Arquiteto
sexta-feira, 10 de julho de 2009
PROMESSA É DIVIDA!!!
NÓS VAMOS COBRAR AS PROMESSAS DE CAMPANHA!!!

CANDIDATOS DE GUARUJÁ
MARIA ANTONIETA DE BRITO (PMDB)
A senhora fala muito em saúde, mas a antiga administração deixou uma dívida muito grande no Hospital Santo Amaro. Como reage a sua vice quando a senhora fala em mudanças na saúde, se o marido dela foi um dos principais causadores do caos da saúde em Guarujá? E como resolver o problema do transporte, se ele deu à Translitoral um contrato tão longo e como vantagens não ter qualquer tipo de lotação e a implantação do SIT?
Maria Pereira de Barros
Maria, tenho muita tranquilidade para comentar este assunto porque sempre tive conduta ética, transparente e postura firme enquanto vereadora. Durante meu mandato no Legislativo (2001 – 2004), defendi melhorias no transporte público e continuei com esta luta mesmo sem mandato. Nos últimos anos o serviço prestado piorou e foi alvo de diversas críticas e mobilizações populares. Sobre a questão do transporte, há dois anos meu grupo levou o caso ao Ministério Público, protocolando duas representações: a primeira foi quanto ao valor abusivo da tarifa e das exigências do contrato que não são cumpridas pela empresa.
Com a implantação do Sistema Integrado de Transporte (SIT), houve a redução de 29 para 20 linhas, ferindo o contrato licitado e prejudicando os usuários do serviço, já que, com menos linhas, as pessoas ficam mais tempo nos pontos e os ônibus estão superlotados. Foi então que protocolamos a segunda representação. Em setembro do ano passado conquistamos na Justiça uma ação civil pública e a tarifa foi reduzida para R$ 1,80. A empresa recorreu e o valor voltou a R$ 2,10.
Estamos recorrendo e temos subsídios suficientes para provar que é possível e viável que o preço seja menor, já que em sete o reajuste na tarifa foi de 75% enquanto o custo operacional da empresa foi de 40%. É por isso que, eleita, exigirei o cumprimento integral do contrato licitado adequando o SIT, cobrando o retorno das nove linhas, implantação de vans, adaptação da frota para pessoas portadoras de deficiência, gratuidade para idosos com 60 anos e revisão no valor da tarifa.
Já quanto ao Hospital Santo Amaro, o endividamento ocorreu durante os 14 anos de intervenção municipal, ao longo das administrações, sendo mais agravante nos últimos quatro anos. O parcelamento da dívida se fez necessário com o fim da intervenção, mas não exime a responsabilidade do município para garantir o atendimento de qualidade e no meu governo o Hospital contará com uma atenção especial do poder público, ao contrário do que ocorre hoje.
Como vereadora, conquistei o credenciamento dos leitos SUS do Hospital Santo Amaro junto ao Ministério da Saúde e sempre tive postura fiscalizadora e propositiva. Minha vice Regina Mariano era presidente do Fundo Social de Solidariedade e não participava da tomada de decisões. Ela nunca foi candidata. Eu a escolhi como minha vice por sempre exercer ao longo dos anos um trabalho voltado à população mais carente e por sempre ter conduta ética e passado limpo.
Minha experiência no Legislativo e de Dona Regina no Fundo Social de Solidariedade servem como alicerce para a nossa conduta política. Somos mulheres diferentes, com trajetórias distintas, mas com o mesmo foco: o olhar ao ser humano.
Sábado, 4 de Outubro de 2008, 13:31
De A Tribuna On-line
ADVINHEM QUEM VAI PAGAR A PIZZA???
Onde está a coragem do fantástico MR-8, que considera-se a esquerda da esquerda, por que não Municipalizamos o Transporte Público, afinal o que são 150 ônibus para o Municipio?Onde está a redução de passagens que a Candidata Maria Antonieta de Brito prometeu na campanha em torno de R$ 1,70 à população.Onde estão as linhas de Ônibus de Pernambuco ao Guaiuba?Onde estão as reformas e instalação da Coberturas nas Paradas de ônibus, fotografada pela equipe da Candidata Antonieta??



