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segunda-feira, 26 de maio de 2014

CARROS CAEM EM BURACOS EM SÃO VICENTE!

CARROS CAEM EM BURACO EM MENOS DE 24 HORAS EM RUA DE SÃO VICENTE
SEGUNDO OS MORADORES, BURACO FOI ABERTO APÓS UMA OBRA DA PREFEITURA.


Pela manhã, o carro de uma operadora telefônica estava passando pela rua Goiás, que já estava alagada por causa da chuva, e caiu dentro do buraco. O veículo ficou inclinado e com a parte da frente dentro da cratera da rua, que não era visível por causa da grande quantidade de água.

Na parte da tarde, outro carro caiu no mesmo buraco. Assim como o outro carro, a parte da frente caiu no grande vão. O motorista saiu do carro e colocou o pé na rua, que estava cheia de lama, para amarrar uma corda no carro e tentar retirá-lo do buraco. 

A aposentada Audinelia Silva de Paiva, de 54 anos, contou que o problema apareceu há cerca de quatro meses depois que a prefeitura trocou as manilhas da rua mas deixou o buraco aberto. A moradora disse ainda que não é a primeira vez que vê aquela cena. 

Segundo ela, este é o quarto veículo que cai naquele buraco e o buraco também atrapalha os pedestres. "Não tem por onde ir. Tem que passar pelo buraco. Meu filho teve que tirar o sapato para ir comprar pão. Minha vizinha veio do serviço e também caiu dentro do buraco", reclama.

O G1 entrou em contato com a Prefeitura de São Vicente duas vezes mas, até a publicação desta reportagem, não houve retorno.

Fonte: G1 Santos

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

MOTORISTAS DA TRANSLITORAL PROTESTAM PELA MANUTENÇÃO DOS VEÍCULOS!

MOTORISTAS DA TRANSLITORAL RECLAMAM DA FALTA DE MANUTENÇÃO DA FROTA!
 MOTORISTAS DA EMPRESA, EM ASSEMBLEIA DO SINDICATO DOS TRABALHADORES EM TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE SANTOS, REIVINDICAM MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO EM RELAÇÃO AOS VEÍCULOS.


A maioria dos 160 ônibus da Translitoral, que faz o transporte coletivo em Guarujá, tem problemas de manutenção. Mesmo assim, a frota sai diariamente às ruas, comprometendo a segurança no trânsito.

A revelação foi feita e confirmada por vários motoristas da empresa, em assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Santos e região, na noite de sexta-feira (21).

Eles se reuniram para acertar as reivindicações da campanha salarial da data-base de maio, mas a falta de condições dos veículos foi o assunto preferido pelos oradores.

Os profissionais reclamam que são punidos ao recusarem o trabalho nos carros com falta de buzina e, mais grave, com o ‘espigão corrido’, que é o veículo torto, por defeitos nos feixes de mola da suspensão.

Esse problema tira a perspectiva de manobra do motorista, possibilitando que o ônibus bata involuntariamente nos veículos e pessoas à sua volta, na parte traseira.

Outros problemas são campainhas quebradas para solicitação de parada pelos usuários e luzes externas, de pisca e de painel queimadas. Segundo eles, há demora nos reparos.

A categoria pondera que técnicos da diretoria de trânsito da prefeitura de Guarujá, teoricamente responsáveis por fiscalizar as condições dos coletivos, sequer aparecem na garagem.

Acidentes
Os motoristas reclamam ainda que são obrigados a pagar prejuízos causados nos ônibus e em veículos de terceiros, por acidentes, mesmo não sendo culpados.

Isso, segundo eles, acontece porque a Translitoral prefere acionar o seguro, em vez de responsabilizar os causadores das batidas provocadas não pelos motoristas da empresa.

O seguro, por sua vez, também acha mais cômodo que a empresa desconte dos trabalhadores os danos por avarias do que processar judicialmente as questões.

O vice-presidente José Alberto Torres Simões ‘Betinho’ recomenda aos motoristas que procurem o jurídico do sindicato quando se sentirem prejudicados.

Segundo ele, a situação é mais grave quando os acidentes envolvem táxis, peruas escolares e veículos utilizados comercialmente, pois seus proprietários reclamam lucros cessantes.

Trânsito
Os motoristas reclamam ainda do que classificam de ‘trânsito caótico’ na cidade, causador de seguidos atrasos e infrações que a categoria acaba pagando por meio de multas e sanções administrativas.

Ao parar fora das pequenas bailas de pontos de passageiros, onde só cabe um ônibus, os motoristas recebem até suspensão. Da mesma forma, quando se atrasam diante de congestionamentos.

Reivindicações
Entre as reivindicações aprovadas na assembleia, estão a manutenção das cláusulas do acordo vigente, reposição salarial conforme a inflação dos 12 meses anteriores à data-base e aumento real no mesmo índice.

A incorporação do valor da dupla função de motorista e cobrador ao salário, correspondente a 15% do vencimento mensal, é outra reivindicação.

Mais: aumento do vale-refeição de R$ 13 para R$ 20 cada, da cesta básica de R$ 82 para R$ 150, participação nos lucros ou resultados (plr) de 26% para 50% do salário-base e convênio médico familiar.

A jornada de trabalho de seis horas e o adicional por tempo de serviço também fazem parte da lista de reivindicações. A Translitoral tem cerca de 750 empregados e 160 ônibus.

Seletivos
Em assembleia na tarde de sábado (22), os empregados da viação Guaiúba, que opera os ônibus seletivos de Santos, também aprovaram as reivindicações para a mesma data-base.

A lista é igual à dos colegas da Translitoral, que pertence ao mesmo grupo Sobral, com destaque para mais duas camisas nos uniformes, além de uma já fornecida junto com uma calça.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sindicato 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

GUARUJÁ SOFRE COM "ESPERTEZA" DE TURISTAS PARA EVITAR FISCALIZAÇÃO

DOIS ANOS APÓS PROIBIR ALUGUEL DE JET SKI, GUARUJÁ SOFRE COM "ESPERTEZA" DE TURISTAS PARA EVITAR FISCALIZAÇÃO
O MUNICÍPIO NÃO CONSEGUE EVITAR QUE A ATIVIDADE OCORRA EM LOCAIS COMO A PRAIA DA ENSEADA


Situado em um trecho dos mais procurados na costa paulista para atividades náuticas de lazer, a cidade do Guarujá, na Baixada Santista, cassou há dois anos todos os alvarás que permitiam aos donos de motos aquáticas (ou jet-skis) alugar seus equipamentos.

Na prática, o município não consegue evitar que a atividade ocorra em locais como a praia da Enseada, de onde é possível acessar o mar com embarcações na região do Morro da Península.

Os fiscais que monitoram a área do Morro da Península (dois pela manhã e um à tarde) só podem agir contra as locações clandestinas se houver flagrante ou denúncia comprovando uma transação comercial.


No entanto, como não podem exigir a apresentação de documentos do veículo --atribuição que é da Capitania dos Portos, um órgão da Marinha Brasileira--, o máximo que os agentes podem fazer durante a abordagem  --que deve ser feita fora d'água--, é perguntar se a moto aquática foi alugada e de quem ela é, assim que o turista sai da água.

Dessa maneira, é fácil transformar o esforço de fiscalização em alvo da "esperteza" dos turistas que usam o jet ski.

"Se eu não tiver a prova, fica difícil", diz Armando Luís Palmieri, secretário municipal de Finanças do Guarujá, sobre os resultados da fiscalização realizada na temporada de verão.



Muitas pessoas seriam "instruídas a dizer que são amigas" dos proprietários dos jet skis, com quem, na realidade, podem ter acertado o aluguel do equipamento antes de entrar no mar, segundo o secretário de Finanças.

As denúncias feitas aos fiscais ou recebidas pela ouvidoria do município, que seriam outra maneira de chegar aos locadores das motos aquáticas, são geralmente anônimas e, assim, insuficientes para confirmar uma prática ilegal.

"As pessoas não se identificam, a gente não consegue uma testemunha", justifica Palmieri. O fiscal pode até saber de quem se trata, mas não pode comprovar, diz a prefeitura.

A proibição do aluguel de motos aquáticas foi adotada pela Prefeitura do Guarujá em janeiro de 2012 após uma série de acidentes envolvendo jet skis, entre eles o que provocou a morte de Grazielly Almeida Lames, 3, atropelada na água, em uma praia de Bertioga, cidade vizinha.


A Capitania dos Portos foi procurada para enviar um posicionamento sobre a ação de fiscalização dentro d'água no Guarujá, mas não respondeu à solicitação até a conclusão desta reportagem.

Praia tem fila de jet skis à espera de pilotos, mas funcionários negam prática de aluguel
Quem chega à praia da Enseada só precisa pisar na areia para ver uma fila de motos aquáticas à espera de seus pilotos, todos proprietários, de acordo com os rapazes que levaram os veículos até ali. Funcionários de uma marina onde os jet skis ficam guardados, eles são incisivos ao afirmar que a locação não é praticada há dois anos.

A reportagem do UOL conversou com uma moça de 22 anos, que não quis se identificar, e disse, ao sair da água, que acabara de pilotar um jet ski pela primeira vez. Ela não tinha nenhum tipo de habilitação exigida pela Capitania dos Portos, e disse que o veículo pertencia a um amigo do namorado, na casa de quem estavam hospedados.

Se teve medo de pilotar? Um pouco, mas estava acompanhada do namorado e do amigo, que seriam devidamente credenciados para a atividade, de acordo com ela.



Temporada tem aumento de pilotos "abusados"
Praticantes de outras modalidades esportivas devem ficar em área afastada do ponto de entrada e saída dos pilotos de motos náuticas, mas uma vez dentro d'água, vai do bom senso de cada um seguir as regras de segurança da Marinha. Uma delas limita a distância entre o jet ski e a arrebentação -- 200 metros--, o que nem sempre é respeitado.

"Às vezes eles acabam abusando, chegam muito perto da gente", diz o estudante Carlos Eduardo do Prado, que mora no Guarujá e pratica stand-up paddle há seis meses. "Já vi gente pedindo para eles se afastarem".

Apesar de a quantidade de jet skis no mar aumentar bastante na temporada, o estudante diz que não viu fiscalização nos finais de semana em que esteve na praia, e afirma que a prática de aluguel é frequente.

Um rapaz que trabalha há cerca de um ano na região das motos aquáticas, mas não quer ser identificado, também relata que continua sendo oferecida aos turistas a locação de jet ski, e se incomoda com as manobras ousadas de alguns pilotos, perto demais dos banhistas.

Facebook: Gabriela Fujita - Uol

domingo, 10 de novembro de 2013

OS QUATRO MELHORES ANOS!

PARABÉNS PREFEITA MARIA DE BRITO!
SÃO OS QUATRO MELHORES ANOS PARA OS FABRICANTES DE AMORTECEDORES, MOLAS, RODAS, PNEUS E OFICINAS MECÂNICAS GRAÇAS A SUA GRANDE INCOMPETÊNCIA.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

AS CALÇADAS DO GUARUJÁ!

GUGU LIBERATO, DÁ UMA ESPIADA NAS CALÇADAS DO GUARUJÁ QUERIDO!
VERGONHA É A PALAVRA CERTA, PARA IDOSOS E PESSOAS QUE VIVEM ACIDENTANDO-SE NO QUE NOSSOS ADMINISTRADORES PÚBLICOS CHAMAM DE CALÇADAS. A PREFEITURA DECLARA QUE VAI RESOLVER, SÓ NÃO SABE QUANDO. PROVAVELMENTE EM 2030!



VAMOS IMPLANTAR UMA OPERAÇÃO CASSA-SECRETÁRIOS, PREFEITA, ENFIM TODOS OS INCOMPETENTES!

terça-feira, 20 de março de 2012

QUADRICICLOS DA IMPRUDÊNCIA!

JARDIM ACAPULCO, TERRA SEM LEI!!!


Vidas em risco pela imprudência
Carlos Ratton - Jornal Diário do Litoral


Um mês após a morte da pequena Grazielly Almeida Lames, de apenas três anos, na Praia de Guaratuba, em Bertioga, atropelada por um jet-ski descontrolado e ligado por um adolescente, uma nova ou mais tragédias podem ocorrer envolvendo menores. Só que, desta vez, não será no mar, mas em terra firme, porém, sem lei.

Trata-se dos abusos cometidos por adolescentes no Jardim Acapulco, loteamento de classe alta, em Guarujá, que agrega residências de veraneio de centenas de endinheirados da Capital e muitos personagens famosos, como os jogadores Neymar, do Santos Futebol Clube (SFC), e Robinho, do Milan da Itália.

Sem qualquer tipo de restrição por parte dos pais ou fiscalização de autoridades de trânsito, dezenas de adolescentes dirigem motocicletas, automóveis e veículos motorizados, em alta velocidade, sem serem habilitados.

A moda da molecada é os quadriciclos. Sozinho ou com outros menores na garupa (chega a ser mais de um, segundo relatos), os adolescentes usam as ruas do loteamento como se fossem pistas de corrida. E a brincadeira já é responsável, em média, por três acidentes por final de semana. Tudo acobertado pelos pais ou responsáveis pelos menores.

O Diário do Litoral conseguiu, com exclusividade, o depoimento de um morador que pediu para ter sua identidade preservada. Ele testemunhou vários acidentes e garante que os adolescentes colocam não só a própria vida em risco, como a de dezenas de funcionários que trabalham no loteamento, além dos outros proprietários.

Nos finais de semana e feriados prolongados a situação é insustentável, pois os adolescentes disputam as ruas com os adultos. Para se ter uma ideia, segundo levantamento, no Carnaval, em um único dia, o posto médico que existe dentro do loteamento atendeu nove adolescentes acidentados. 

Os casos vão desde quedas simples e queimaduras, até acidentes graves de politraumatismo – cortes e quebra de braços, pernas, cabeça e outras partes do corpo. “Os quadriciclos são os preferidos da molecada, que não tem regras. Já presenciei um quadriciclo com seis e até sete adolescentes. O loteamento tem se esforçado para tentar coibir, como campanhas educativas, mas não vem obtendo resultado, porque os pais não têm autoridade sobre os filhos. Na verdade, isso é caso de polícia”, disse o morador inconformado.

Conforme explica, os menores não poderiam conduzir quadriciclo, por se tratar de um veículo motorizado, com mais de 50 cilindradas. Portanto, é necessário ser maior de idade e possuir carteira de habilitação. “Mas os quadriciclos não possuem, sequer, placas. Ou seja, não dá nem para identificar o proprietário do veículo em caso de acidente”, afirma.

Polícia não entra
Conforme o morador, as irregularidades envolvendo adolescentes na direção de veículos será muito difícil de ser combatida porque os moradores tratam o local como se fosse um condomínio fechado, com leis próprias e sem fiscalização. 

“O Acapulco é uma ilha dentro de Guarujá. O imposto lá é altíssimo, porém, o poder público praticamente não presta serviços nem de varrição de ruas. A segurança e toda a estrutura é bancada pelos moradores”. 

O morador finaliza com um agravante. Segundo ele, além de condução irregular de veículos, muitos adolescentes dirigem alcoolizados. “Como o acesso ao local é restrito aos veranistas, os adolescentes fazem as hoje conhecidas “baladas” na rua. Geralmente com muita bebida alcoólica”.