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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

OS PORCOS DE HOJE, SERÃO OS NOSSOS POLÍTICOS DE AMANHÃ!

MAIS UM CONTRATO INÚTIL PREFEITA MARIA DE BRITO DO PMDB?
DINHEIRO JOGADO FORA, BASTA UMA VOLTA PELA ILHA DE SANTO AMARO. OS PORCOS QUE HOJE FREQUENTAM LIVREMENTE OS ARREDORES DO CARREFOUR, CERTAMENTE SERÃO OS NOSSOS POLÍTICOS DE AMANHÃ!


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

POLICIA FEDERAL APREENDE R$ 102 MIL COM APOIADOR DE BRUNO COVAS NO AEROPORTO!

SERÁ QUE A CASA CAIU NA SUPER CAMPANHA DE BRUNO COVAS?
POLICIA FEDERAL ACHA R$ 102 MIL COM APOIADOR DE DEPUTADO TUCANO NO AEROPORTO DE CONGONHAS COM SUPLENTE DE VEREADOR EM VOO DE SÃO JOSE DO RIO PRETO.



Em Congonhas, agentes descobrem dinheiro, além de 16 cheques da campanha de Bruno Covas com suplente de vereador do interior

Colaborador de campanha do deputado estadual Bruno Covas (PSDB), que concorre a uma cadeira na Câmara, o radialista e suplente de vereador tucano em São José do Rio Preto Mário Welber foi flagrado sábado no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, levando na pasta de mão R$ 102 mil em dinheiro vivo e um envelope com 16 cheques e um cartão de campanha do neto do ex-governador Mário Covas.

Welber foi interceptado pela Polícia Federal (PF) no aparelho de raio X que identificou o dinheiro. Ele não chegou a ser preso, mas a PF abriu inquérito para investigar a origem dos valores. 
Segundo a PF, o apoiador do tucano, que também é mestre de cerimônias da Câmara Municipal de Rio Preto, não explicou a procedência do dinheiro.

Nessa época de eleições a PF redobra a vigilância nos aeroportos porque políticos e assessores costumam circular com recursos em espécie. Welber foi barrado quando embarcava com destino a Rio Preto. "O dinheiro é meu, não tem nada com a campanha do Bruno. Esse dinheiro é de um trabalhador anônimo, uma pessoa que está na batalha. Eu não tenho como andar com meu imposto de renda debaixo do braço, mas afirmo que tenho como comprovar a origem do dinheiro, tenho renda e caixa. Sou um microempresário na área de mídia."

Ele disse que veio a São Paulo para "fazer um negócio", a compra de um carro, mas não deu certo e retornava a Rio Preto.

Sobre o material de campanha de Covas, ele afirmou. "Eu estava apenas transportando o envelope com os cheques, se eu soubesse que ia dar tudo isso não teria me comprometido a levar. Se não existissem algumas anotações pessoais e o cartão (de Bruno Covas) jamais iriam me parar. É uma leviandade até com ele (Covas), na véspera das eleições. Isso vai acabar com a minha vida. Vão achar que eu estava com dólares na cueca."

Covas, ex-presidente da Juventude do PSDB, atual secretário-geral estadual do partido, foi eleito deputado da Assembleia Legislativa paulista pela primeira vez em 2006. Em 2011, foi nomeado pelo governador Geraldo Alckmin para o cargo de secretário do Meio Ambiente. Em abril entrou em campanha por uma vaga na Câmara.

Welber disse que não é assessor do tucano, mas colabora com a campanha de Covas no interior. Em seu perfil nas redes sociais ele se identifica como "assessor da Secretaria do Meio Ambiente do Estado".

Despesas.
Ele afirma que ia entregar o envelope para um certo "sr. Ulisses". "Ele (Ulisses) mora em Severínia, trabalha diretamente com o Bruno na Assembleia. Eu sou apenas um colaborador da campanha. Eu também colaboro com outras campanhas. Foram apreendidos vários cartões lá. Não trabalho na assessoria dele (Covas), não sou coordenador, nem tesoureiro de campanha. Conheci o Bruno da política, todo mundo hoje conhece o Bruno. Essa história só está dando tudo isso porque ele é um político em ascensão."

Segundo ele, os cheques seriam destinados ao pagamento de despesas da campanha com fornecedores e "pessoas que trabalham na campanha". "Eu não sei exatamente quais despesas, me entregaram cheques num envelope, eu separei e guardei no compartimento da pasta."

Welber disse que vai justificar rapidamente à PF a procedência do dinheiro. "Vou me antecipar. O delegado deu 15 dias, mas na segunda-feira que vem eu já apresento a documentação, as notas todas. Se eu não comprovar essa renda no prazo legal podem acabar com a minha vida. Estamos a poucas horas das eleições. É muito fácil falar. Encontraram cartões de outros políticos!"


Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

segunda-feira, 23 de junho de 2014

A MILIONÁRIA FESTA DO MILHO EM GUARUJÁ!

AS "MILIONÁRIAS" ESQUINAS DO BAIRRO ENSEADA EM GUARUJÁ
ESQUINAS DA ENSEADA AMANHECEM CHEIAS DE SACOS DE ESPIGAS MILHO. CHEFIAS DE FISCAIS DO DEPARTAMENTO DE POSTURAS, NOSSOS Mr. MAGOO E STEVE WONDER, A MESMA DUPLA QUE TAMBÉM FISCALIZA A PROIBIDA LOCAÇÃO DE JETS-SKI NO FINAL DA ENSEADA, NADA VEEM! SERÁ QUE OS MEGA-EMPRESÁRIOS DO MILHO, COM SUAS DIVERSAS CAMINHONETES DISTRIBUINDO OS SACOS DE MILHÕES, DERAM MILHOS AOS POMBOS DA PREFEITURA DE GUARUJÁ?



.....EIS QUE DE REPENTE CHEGAM OS VALOROSOS FISCAIS DA PREFEITURA! SERÁ QUE A FESTA DO MILHO ACABARÁ?


QUE NADA, CHEGOU O DONO DO MILHO! O FISCAL LIGA PARA O CHEFE, LIGA PARA O DIRETOR, LIGA PARA O SECRETÁRIO, O VEREADOR VIAJOU E A FESTA DO MILHO NA QUERMESSE PERMANENTE DA CORRUPÇÃO NO GUARUJÁ, CONTINUARÁ ATÉ 2016, FAZENDO A FESTA DE ALGUMAS PAMONHAS NO GOVERNO DO PMDB EM GUARUJÁ!

domingo, 16 de março de 2014

A BICICLETA SUMIU!

GUARDA CIVIL DE GUARUJÁ APREENDE CERCA DE 100 BICICLETAS, MAS NA HORA DE DEVOLVER, CADÊ A BICICLETA?
ESTUDANTE VEM TENTANDO REAVER A BICICLETA NO PÁTIO DA PREFEITURA DE GUARUJÁ APREENDIDA ARBITRARIAMENTE PELA POLICIA MILITAR E GUARDA MUNICIPAL.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

ABUSOS DO IPVA PELO AGENTE ARRECADADOR

OS ABUSOS DO IPVA
INADIMPLÊNCIA NO PAGAMENTO DO IPVA NÃO PODE IMPLICAR EM APREENSÃO DO VEÍCULO E IMPEDIMENTO PARA EXPEDIÇÃO DE LICENCIAMENTO


O IPVA - Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores surgiu através da EC 27, de 28/11/85, que conferiu aos Estados competência para criar o imposto. É substituto da TRU, instituída em 1980, sofrendo substanciais alterações, pois passou de taxa para imposto, do âmbito federal para estadual, de taxa para imposto.

Apesar da expressiva significação desse tributo, vez que atinge grande número de brasileiros e de valor bastante elevado, segunda maior arrecadação dos Estados, R$ 26.910 bilhões em 2012, não se tem emprestado maior atenção à sua cobrança, motivando abusos por parte do agente arrecadador, responsável pela prática de ilegalidades, como ocorre no campo tributário de maneira geral.

A inadimplência no pagamento do IPVA não pode implicar em apreensão do veículo e impedimento para expedição de licenciamento, da mesma forma que a inadimplência no caso do IPTU não conduz a apreensão do imóvel ou obstáculo para deferimento do alvará de licença para construção.

Apesar disso, o CTB, § único, art. 271, estabelece que a restituição dos veículos removidos somente acontecerá depois do pagamento das multas, taxas e despesas, em colisão direta com a CF que veda a utilização do "tributo com efeito de confisco"; desrespeita o CTN (LC 5.172/66), que não previu a existência nem a possibilidade de ser instituído esse imposto. Com efeito, a Constituição atual, art. 146, III, a) determina expressamente que cabe à lei complementar "estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre" "a definição de tributos e de suas espécies, bem como em relação aos impostos discriminados nesta Constituição, a dos respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes;".

A ação abusiva do Estado ainda viola princípios como a razoabilidade, fundamentalmente o fato de conceder a executoriedade para a cobrança de eventual crédito não inscrito na dívida ativa, providência indispensável para gozar de validade prévia para a exigibilidade de seu pagamento, conforme prevê a lei 6.830/80; desrespeita decisões do STF que assegura ser "vedado ao poder público criar medidas alternativas de cobrança de crédito tributário, que, diante da inadimplência do contribuinte, impeçam de forma desarrazoada e desproporcional o exercício de sua atividade profissional lícita…".

Esse posicionamento dos agentes estatais de submeter o contribuinte ao constrangimento de apreensão do carro e liberação somente depois de pago o valor do IPVA, além de outros abusos é manifesta aplicação da justiça com as próprias mãos, prática corrente na Idade Média.

A situação torna-se mais grave quando se sabe que alguns Estados chegam a inscrever o inadimplente no CADIN por dívidas, às vezes, prescritas ou inexistentes, a exemplo da cobrança do imposto sobre carro roubado. E o contribuinte, para evitar maiores dificuldades de contratação de advogado, morosidade da Justiça, prefere pagar, mesmo sabendo da arbitrariedade cometida.

A existência de dívida perante os órgãos públicos deve implicar no ajuizamento da ação cabível, através das procuradorias e departamentos jurídicos, mas nunca na apreensão arbitrária, na inscrição indevida em órgão de maus pagadores ou no impedimento da atividade do contribuinte.

O Estado, entretanto, através da arbitrariedade administrativa de seus governantes e sem que haja reação do contribuinte, que já se acostumou com tais abusos, autua, guincha, apreende, leiloa o veículo para apossar do valor da dívida.

Outra ilegalidade, que já se tornou comum, é o arbitramento aleatório do valor do veículo, obedecendo a tabela nacional que não representa a realidade do município e muito menos observa as peculiaridades de cada carro, a exemplo da depreciação, da desvalorização em virtude de batida para fixar o valor para efeito de cálculo; essa avaliação pode ser contestada, se o valor atribuído ao carro não condiz com o mercado, mas o cidadão também opta por pagar, porque sabe das dificuldades que terá no ajuizamento de ação judicial contra o Estado.

Outro questionamento reside na incidência do imposto somente sobre carros e motos, sem alcançar o bolso de todo cidadão que possui um veículo automotor, como é o caso da aeronave, do helicóptero, das lanchas e dos iates.

Sabe-se que o Brasil conta com a terceira maior frota de aviação do mundo, mas seus proprietários são beneficiados, porque não pagam IPVA. RJ, SP, AM e outros Estados obrigaram, através de leis, aos proprietários de aeronaves e embarcações, que, induvidosamente, são veículos automotores, a pagarem o IPVA, todavia, o STF entendeu ser inconstitucional as leis estaduais, sob o argumento de que esse imposto só é possível para quem possui veículos automotores terrestres, vinculando o imposto com a Taxa Rodoviária Única. Os doutrinadores entendem que houve confusão entre veículos terrestres e veículos automotores. Assim, até que haja definição sobre a PEC dos jatinhos o IPVA incide somente sobre carros e motos.

A PEC é de autoria do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, que muito apropriadamente e depois do pronunciamento do STF, tornou-se necessária para reparar a injusta isenção dos proprietários de aeronaves e embarcações. O Dieese - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos estima a arrecadação de R$ 2,5 bilhões ao ano, caso seja aprovada referida EC.

Fonte: Antonio Pessoa Cardoso é desembargador do TJ/BA 
e corregedor das comarcas do interior.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

FORÇA TAREFA APREENDE MERCADORIAS!

GUARUJÁ FAZ APREENSÃO DE MERCADORIAS EM COMÉRCIO IRREGULAR!
PREFEITO FERNANDO HADDAD (PT), APRENDA AI COMO UMA FORÇA TAREFA MORALIZA O COMÉRCIO. NÃO SABEMOS A LEGALIDADE DAS AÇÕES, MAS O DIA QUE ESTENDER PARA OS CARRINHOS DE ROUPAS NAS PRAIAS, VAI FICAR BOM PRA CARAMBA.


OPERAÇÃO FOI REALIZADA PELA FORÇA TAREFA DA CIDADE. 'FEIRINHA DA MADRUGADA' VENDIA PRODUTOS DO BRÁS E RUA 25 DE MARÇO.
Fonte: G1 Santos

A Força Tarefa de Guarujá, no litoral de São Paulo, realizou uma apreensão de mercadorias no Núcleo Chaparral. A ação visa combater o comércio irregular na cidade. No local, estava ocorrendo a venda de produtos vindos da região do Brás e da Rua 25 de Março, na capital paulista. A ação da Força Tarefa foi intermediada pelo Ministério Público.

O objetivo de ações em comércios irregulares como este, conhecido como "feirinha da madrugada", é evitar que vendedores de outras regiões se instalem no município e prejudiquem o comércio varejista da cidade, que possui, só na Avenida Thiago Ferreira, em Vicente de Carvalho, cerca de 250 lojas que compõem o maior comércio a céu aberto da Baixada Santista.

De acordo com informações da equipe da Força Tarefa, foi apurado que as pessoas que trabalham nos estandes montados nessa feira são bolivianos contratados por grandes empresários, que exploram essa mão de obra em São Paulo e se sujeitam a vender esse material em outras cidades, visando maior lucro. Além disso, as mercadorias não têm notas fiscais que apontem sua origem.