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sábado, 3 de janeiro de 2015

GUARUJÁ COM SEU PLANO HABITACIONAL, CAUSA BOLHA IMOBILIÁRIA NO LITORAL!

MERCADO IMOBILIÁRIO EM GUARUJÁ ESTÁ SUPER AQUECIDO!
A CIDADE COM O MAIOR PROGRAMA HABITACIONAL DA BAIXADA SANTISTA, CONFORME AS PROPAGANDAS DO GOVERNO DO PMDB (HA!HA!HA!), CAUSA UMA BOLHA IMOBILIÁRIA NAS MAIS DE 40 COMUNIDADES POBRES DA CIDADE. AS OFERTAS JÁ INVADEM A INTERNET E COMEÇAM A PREOCUPAR A NOVA EQUIPE ECONÔMICA DO GOVERNO DA PRESIDENTE DILMA DO PT.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O TRISTE FIM DO GUARUJÁ


O TRISTE FIM DO GUARUJÁ
O GUARUJÁ, ANTIGA "PÉROLA DO ATLÂNTICO", SUCUMBIU À VIOLÊNCIA E À CRIMINALIDADE
Por Antonio Fernando Pinheiro Pedro

Segundo dados estatísticos publicados pela Folha de São Paulo e Tribuna de Santos, em 2013, o Guarujá atingiu a maior taxa de roubos por cem mil habitantes do estado de São Paulo - 1.342. A média estadual foi de 589, considerados apenas os municípios com mais de cem mil habitantes.

No ano de 2014, o município do Guarujá suporta uma média de 20 ocorrências de roubo por dia, uma média de pouco menos de um delito por hora. 

Casos escabrosos como o linchamento da dona de casa por milhares de celerados morais e mentais, numa das inúmeras "comunidades" inseridas no município, a "execução sumária" de alguns dos responsáveis pelo ato covarde (determinada pelo "tribunal do crime"), ameaças de morte á prefeita (cujo secretário de obras já havia sido liquidado em plena audiência pública por matadores contratados, em passado recente),  revelam um quadro de miséria e banalização do mal sem precedentes.

O processo de degradação, no entanto, é longo. Vem ocorrendo de forma lenta, impulsionado pela incúria, a incompetência e a irresponsabilidade.

O Poder Público, com os dois "Pês" maíusculos, sem distinção de poderes e jurisdições, é o grande responsável pelo desastre. A chamada Administração Pública desgovernou o Guarujá, desta forma conduzindo o município e seus habitantes para uma espécie de triângulo das bermudas, no qual a sustentabilidade desapareceu. 

Os três vértices desse triângulo de sumidouros têm identidade:

  • a corrupção histórica inoculada na prefeitura (seja qual for a gestão), que transformou o controle do uso do solo da cidade num leilão de interesses e compadrios;
  • a perseguição sistemática patrocinada pelo Ministério Público contra QUALQUER iniciativa urbanística ou imobiliária de revitalização da cidade, mistura de aparelhamento ideológico e xiitismo ambiental abominável que judicializou empreendimentos, desmoralizou a segurança jurídica e desestimulou qualquer investimento;
  • a política "criminosa" de segurança pública do estado na região.
  • Esses fatores se inter-relacionaram de tal forma que contribuíram decisivamente para a favelização da cidade. 

ROUBO DE CARROS NO GUARUJÁ - CENA BANAL E COTIDIANA

O destaque fica para o judiciário local, refém das indecisões administrativas, destinatário dos conflitos resultantes da falta de diálogo dos atores responsáveis pelas instituições em crise. Sem comprometimento com planos, programas, atitudes e vontades políticas, a Justiça abraçou a causa da judicialização sem causa... e sem decisão eficaz em qualquer sentido.

A insensibilidade olímpica do judiciário paulista em relação às questões econômicas e sociais não é isolada. Integra o rol de impassibilidades  pétreas que contaminam a elite paulista.

De fato, burgueses, pequenos burgueses, pretensos burgueses e funcionários que aspiram parecer ser burgueses, seguem para a baixada santista, litoral norte e litoral sul, mentalmente programados para enxergar apenas o que lhes interessa: o mar, a praia bacaninha e os locais onde se divertir.

A indiferença abissal de nossa "elite" para com o próximo, a faz ignorar solenemente o rosto de quem lhe serve o aperitivo, abre a porta do edifício ou a cancela do condomínio, lhe serve o café ou limpa suas latrinas. Esses serviçais, no entanto, fossem minimamente consultados (ainda que para responder a um "bom dia" ou a um "como vai"), contariam aos patrões, madames e filhinhos paparicados sobre a situação de absoluta miséria vivida por mais de 80% da população litorânea paulista.

Não se tem notícia de qualquer política pública decente, plano diretor, operação urbana, obras civis, regularização fundiária ou programa de crédito que vise retirar essa camada cada vez mais esquecida de "caiçaras", do "mangue social" em que se encontra...

Destarte, tudo segue orquestrado e em harmonia,  em simbiose, interligado, entremeado de conflitos os mais variados,  por um período que já ultrapassa 20 anos. 

O resultado é o que se vê: a cidadania no Guarujá, hoje, é pura miragem.

No Guarujá, portanto, prosperam sem conflitos legais e ambientais a favela, o tráfico e a violência.

Antonio Fernando Pinheiro Pedro  é  advogado (USP), jornalista e consultor ambiental. Integrante  do Green Economy   Task   Force   da  Câmara  de  Comércio   Internacional,  membro  da   Comissão  de Direito Ambiental  do   Instituto dos Advogados Brasileiros - IAB, da Comissão Nacional de Direito Ambiental do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB. Jornalista,  é Editor- Chefe  do   Portal   Ambiente Legal, Editor da Revista Eletrônica DAZIBAO e editor do Blog The Eagle View.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

domingo, 3 de novembro de 2013

AS INVASÕES EM GUARUJÁ SÃO POLÍTICAS?

GUARUJÁ, A CIDADE QUE SOFRE COM AS INVASÕES DE ÁREAS DESDE 1950!
OCUPAÇÃO DO CANTAGALO DEMONSTRA QUE A POPULAÇÃO CARENTE NÃO SUPORTA MAIS AS PROMESSAS E O USO DA MISÉRIA COMO MOEDA NAS ELEIÇÕES.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

DECLARAÇÕES DO COMENDADOR ARMÊNIO MENDES!

FAVELAS EM GUARUJÁ
...E O QUE TERIA DITO O STAFF DA PREFEITA DE GUARUJÁ, MARIA ANTONIETA DE BRITO (PMDB), AO OUVIR A DECLARAÇÃO DE ARMÊNIO SOBRE A DIFICULDADE DE VINGAR UM SHOPPING CENTER NA PÉROLA DO ATLÂNTICO DEVIDO AO NÚMERO EXCESSIVO DE FAVELAS?


FONTE: COLUNA CONTRAPONTO POR LUIGI DI VAIO

domingo, 10 de julho de 2011

PÉS NAS ÁGUAS!

O GUARUJÁ QUE A PREFEITA ANTONIETA DE BRITO NÃO MOSTRA A NINGUÉM!
300 MILHÕES DE REAIS GASTOS COM AS EMPREITEIRAS TERRACOM, MONTE AZUL, TUMI E VEJAM A SITUAÇÃO DO POVO E ELEITOR DE GUARUJÁ NA ALDEIA!


O GUARUJÁ COLOCOU A CASA EM ORDEM SIM! A CASA DA PREFEITA E DOS SECRETÁRIOS QUE ESTÃO COM CASA NOVA OU REFORMADA, MAS O POVO, ESTÁ É COM OS PÉS NA MERDA E NAS ÁGUAS!

MOVIMENTO ANTONIETA NUNCA MAIS!!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

MENTIROSOS INTERNACIONAIS?

THE LIES!
AGORA ELES SÃO MENTIROSOS INTERNACIONAIS, MENTEM EM INGLÊS TAMBÉM....


ESQUECERAM DE COLOCAR NAS MOEDINHAS A VILA ZILDA, CACHOEIRA, VILA BAIANA, AREIÃO, MORRO DO MACACO, VILA DA NOITE, PRAINHA, VILA RÃ, BECO DAS ALMAS, CONCEIÇÃOZINHA, FAVELA DO CAIXÃO, MORRO DO ENGENHO, MORRINHOS, PEDREIRA, BARREIRA, MARÉ MANSA, VILA LIGIA, CHAPARRAL, VILA MAURICI E O TUNEL DA VILA JÚLIA QUE LIGA OS TURISTAS COM O CEMITÉRIO..

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Guarujaenses, somos todos Favelados!!!!!!!

45% da População do Guarujá mora em Favelas. Município paulista é o 14º em casos de Aids no Brasil


No Guarujá 45% da população do Guarujá mora em favelas. “E 55% dessa população que mora nas favelas são mulheres”, disse, na manhã desta terça-feira (17/02), Luiz Eduardo dos Santos, coordenador do Programa Municipal de DST/Aids e Hepatites da cidade do litoral sul de São Paulo. De acordo com o Luiz Eduardo dos Santos, o município tem cerca de 305 mil habitantes.


O gestor público, formado em administração de empresas, participa do 1º Encontro Estadual de Lideranças em Prevenção de DST/Aids.


Ainda de acordo com o gestor Luiz Eduardo dos Santos, que fez uma apresentação no evento mostrando como se estrutura o Programa de combate ao HIV do Guarujá, a cidade do litoral paulista é o 14º município do país em casos de Aids.


Como a Pérola do Atlântico tranformou-se na Favela do Atlântico???? Muito simples no final da década de 70 o Prefeito Jaime Daige com o auxilio do escritório de arquitetura de Jaime Lemer reurbanizou toda a cidade, se proibiu o trafego de onibus na orla marítima e foram construídos os calçadões da Praia das Pitangueiras.


Devido ao investimento e a parceria entre o Município do Guarujá com o Governo do Estado, o Secretário de Cultura Estadual na época Deputado Cunha Bueno da gestão Paulo Maluf patrocinou eventos culturais como Show de Verão, Califórnia Circus, Circo Voador e diversos shows, e houve uma explosão da construção civil no Guarujá, trazendo para a Ilha de Santo Amaro milhares de migrantes para trabalhar na Construção Civil.


Como é de praxe na política, o Prefeito Jaime Daige foi “rotulado como o administrador que não gostava dos pobres....”, e nessa onda aparecia “Maurici Mariano, o amigo dos pobres”.


Títulos de posse começaram a ser distribuídos, invasões iniciaram-se como a extensa Favela do Areião que se estende hoje até os fundos do Jardim Acapulco, Pedreira, Canta-Galo, Caixão, Rã, Sapo, Edna, e dezenas de Favelas, os políticos locais assistiam impassíveis e a administração pública nada fazia, apenas colhiam os votos.


Hoje não existe mais a Pérola do Atlântico, os investimentos nos bairros como Astúrias, Pitangueiras, Enseada, Pernambuco não existem, embora passados 30 anos o Guarujá continua como um dos maiores IPTU do Brasil, apesar de uma cidade decadente.


Agravando o problema, criou-se um curral eleitoral nas favelas, investimentos públicos são realizados somente nas áreas de carência social, moradores e turistas que residem nos bairros supracitados são cidadãos de 2ª Categoria, afinal é muito mais fácil colher votos nas favelas, carentes de tudo.


Esta semana assistindo a TV local um competente Vereador sendo entrevistado, Educador, Diretor de Escola, explicava tranqüilamente a qualidade de ensino na Coréia do Sul, as ações publicas necessárias, excelência e competência.


A tiracolo a antítese do competente edil, um Vereador em seu primeiro mandado, mal conseguia falar o português correto, não conseguia responder as perguntas do entrevistador, apenas ratificava as palavras do mestre que antecedia as respostas e pasmem, o nobre novato é um dos cinco mais votados, constatamos o nivel está muito baixo, tanto de eleitores como dos eleitos.

Infelizmente temos que nivelar por baixo, somos atualmente uma ilha de favelados e dezenas de anos serão necessários para consertar o estrago político, a falta de urbanismo, a catástrofe ocorrida pelo oportunismo político e devido a favorável Geografia do Guarujá nem mesmo uma Tsunami resolveria.