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sábado, 30 de novembro de 2013

VAMOS INVESTIGAR TUDINHO, PRESIDENTE!

O POLÍTICO MARCELO SQUASSONI, PODERIA DE VEZ EM QUANDO OUVIR O ADVOGADO DR. MARCELO SQUASSONI.
PRESIDENTE DA CÂMARA DE GUARUJÁ FOI VEREADOR "COM DESTAQUE" NA GESTÃO RUY GONZALEZ E TEM CONHECIMENTO QUE OS PROCURADORES NÃO RECEBERAM OS VENCIMENTOS DE DIREITO, COMO O CASO DEVE ESTAR MAIS QUE PRESCRITO, O PRESIDENTE PERDEU UMA GRANDE CHANCE DE FICAR QUIETO. AGORA INVESTIGAR A OPERAÇÃO SCHAHIN CURY, NINGUÉM NA CÂMARA MUNICIPAL QUER, NÃO É MESMO PRESIDENTE? E A TERRACOM? OS CONTRATOS DA GP, HORTIFRUTIGRANJEIROS, REFORMAS NAS ESCOLAS DA MONTE AZUL, COMPRA DE COLETES, PENDRIVES?


PRESIDENTE DA CÂMARA VAI REQUERER À ADVOCACIA GERAL DO MUNICÍPIO INFORMAÇÕES SOBRE SUCUMBÊNCIAS. PROCURADORES TÊM ATÉ DIA 5 PARA DEVOLVER OU JUSTIFICAR HONORÁRIOS.

O presidente da Câmara de Guarujá, Marcelo Squassoni (PRB), vai solicitar à Advocacia Geral do Município (AGM) todos os documentos relativos aos supostos pagamentos irregulares de honorários de sucumbência, na ordem de R$ 1 milhão, aos 16 procuradores e ex-procuradores do Município.

“A Câmara tomou conhecimento dessa situação pelo jornal. Diante do que lemos, vamos solicitar documentos e informações do Executivo sobre essa questão. Depois, com tudo em mãos, caberá à Comissão de Fiscalização e Controle apresentar um parecer sobre o assunto, para que o Legislativo decida qual a providência será tomada”, afirma o presidente.

Conforme revelado ontem, os procuradores têm 10 dias — até 5 de dezembro — para devolver os valores ou apresentar justificativas que permitiram os recebimentos, que ocorreram em 2009.

A situação foi descoberta pela Reportagem por intermédio de uma fonte de dentro da Prefeitura e confirmada pela AGM, encabeçada pelo advogado André Figueiras Noschese Guerato, que já notificou todos os procuradores — alguns pessoalmente e outros pelo Diário Oficial, porque não mais estariam prestando serviços à Municipalidade.

O DL apurou que além dos procuradores, dois ex-secretários municipais teriam permitido o pagamento irregular de honorários de sucumbências: Fábia Margarido Daléssio (Assuntos Jurídicos) e José Luiz Pedro (Planejamento e Gestão Financeira).

No rol de procuradores está o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Guarujá, Frederico Gracia.

Sobre a questão, o procurador municipal e presidente da OAB de Guarujá, Frederico Gracia, resolveu se manifestar mais uma vez, garantindo que não foi o responsável pelo acompanhamento do processo e nem do procedimento que culminou com o pagamento supostamente irregular dos honorários de sucumbência.

“Venho tentando, inclusive, junto à Procuradoria de Guarujá, uma cópia capa-a-capa do processo para provar que outro procurador é que era o responsável pelo caso na Justiça. Eu não tenho nada com o ocorrido e tudo isso é uma injustiça”, e alega tratar-se de uma espécie de represália por recentes manifestações públicas contrárias a atual Administração Municipal.

Honorários de sucumbência
Honorários de sucumbência estão previstos no artigo 20 do Código de Processo Civil. Pela norma, os valores pagos a advogados devem ser fixados entre 10% e 20% do valor da condenação. Atualmente, a Justiça discute se procuradores municipais teriam direito a elas, já que possuem salários para defender o município.

As sucumbências seriam relativas ao período de 1994 a 1996, na gestão do falecido prefeito Ruy Gonzalez, que teria contratado um escritório particular para defender a Prefeitura. A iniciativa foi discutida e condenada pela Justiça em 2008, sendo que o dinheiro pago em honorários ao escritório se encontra em fase de devolução determinada pela Justiça.

Porém, em junho de 2009, contrariando parte da decisão, os honorários foram pagos aos procuradores após a abertura de um processo administrativo, sem o conhecimento da prefeita Maria Antonieta, que não assinou qualquer documento que os permitisse. Eles teriam sido fracionados propositadamente.  

Segundo informações, desrespeitando uma decisão judicial, Fábia Margarido teria assinado, enquanto secretária (2009), parecer favorável ao processo administrativo que permitiu os pagamentos. O também secretário José Luiz Pedro teria assinado os cheques (quatro de R$ 15 mil para cada procurador, que teria recebido um total de R$ 60 mil).

AGM informou que o caso está sendo encaminhado ao juiz Ricardo Fernandes Pimenta Justo, da 1ª Vara Cível Guarujá (responsável pela decisão de 2008), ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). do Ministério Público (MP), especificamente.

Fonte: Diário do Litoral

segunda-feira, 11 de julho de 2011

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O SHOW DA ILHA!

É FANTÁSTICO! O SHOW DA ILHA!
CONSLADEL CONTINUA A FATURAR À TODO VAPOR NA ILHA DE SANTO AMARO!

clique na foto p/ ampliar

ALGUÉM SABE QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS EM FISCALIZAR OS FANTÁ$TICO$ CONTRATOS DA PREFEITURA?

PRINCIPALMENTE DA $ECRETARIA SCHAHIN CURY. O MISTÉRIO!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

OPERAÇÃO ESTRANHA!

OPERAÇÃO SCHAHIN CURY
SECRETÁRIO DE GOVERNO IRRITA-SE COM PERGUNTA NO PROGRAMA TUCA JR. SOBRE OPERAÇÃO "NO MINIMO ESTRANHA" DE RENUNCIA DE RECURSOS


Recentemente a Prefeitura de Guarujá fez um "acordo", no minimo estranho com o Banco Schahin Cury. Ontem no programa Tuca Jr. na TV o Super-Secretário, Prefeito e Censor da Ilha de Santo Amaro, Ricardo Joaquim Augusto de Oliveira se perdeu na pergunta sobre os mais de 70 milhões do acordo.

Para o leitor entender um pouco a estranha operação vamos republicar o comunicado da Secretária de Comunicação abaixo:

Guarujá reverte impedimento e empréstimos bancários são liberados

A Prefeitura Municipal de Guarujá, por meio da Secretaria dos Assuntos Jurídicos, comemora importante vitoria em relação ao resguardo do erário público. No dia 19 de maio, o Titular da 3ª Vara Cível de Guarujá, Juiz Gustavo Gonçalves Alvarez, acatou parecer favorável do Ministério Público e a Administração Municipal está novamente autorizada a contrair empréstimos com bancos públicos e privados.

A partir dessa decisão, Guarujá deixará de pagar cerca de R$ 43 milhões em dívidas contraídas na gestão do ex-Prefeito Ruy Gonzalez (1993-1996). O empréstimo em questão foi tomado em 1994, no início do Plano Real, para garantir o pagamento dos salários dos servidores municipais, dando como garantia de quitação - com o banco Schahin Cury e outras cinco instituições, uma delas já extinta - a Antecipação da Receita Orçamentária (ARO) do ano seguinte.

Porém, alvo de duas ações populares na Justiça, a Prefeitura de Guarujá ficou impedida de contrair empréstimos em bancos e passou a depositar os valores devidos em juízo, em torno de R$ 36 milhões acumulados.

Segundo a Secretária Municipal de Assuntos Jurídicos, Fábia Margarido Daléssio, se tivesse sido quitado integralmente, o valor do débito ultrapassaria R$ 79 milhões, em valores atualizados.

O Banco Schahin Cury e as outras instituições aceitaram a proposta da Prefeitura. As outras instituições com as quais a Administração Municipal havia contraído empréstimo foram: Alvorada, Bradesco Financiamentos, Brasil Capital Recovery, Companhia Securitária Banco Fibra e Banco Patente (representado, atualmente, por três sócios)

Rafael Cicconi - Secom Guarujá

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Caso nossa memória de milhões de Terabytes não se enganem, o ex-prefeito Maurici Mariano, através de uma brilhante ação, conseguiu sacar na época (2001), cerca de 15 milhões de reais do dinheiro supracitado.

Maurici Mariano conseguiu na época pagar a folha de pagamento atrasada, comprar alguns caminhões Ford que ainda circulam pelo Guarujá, e Maquinas da Fiat (Patrol e Tratores). O Banco Schahin após sofrer uma ação popular, capitaneada pelo ex-prefeito, vinham perdendo na justiça há mais de cinco anos as ações conforme documentos públicos acima e abaixo.


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Misteriosamente o Município fez um acordo, o Secretário de Governo informou no Programa de TV que a divida ultrapassava 200 milhões, nas contas do Secretário, e também informou que mais uma vez seu parceiro o Ministério Público e declarou que não houve nenhum ato "sorrateiro".

Acreditamos que não, afinal pelas publicações no Diário Oficial, e pela imobilidade da Câmara Municipal em fiscalizar o Poder Executivo, ninguém precisa fazer nada escondido, afinal ninguém faz nada para inibir ações desastrosas como as praticadas pela Administração Antonieta de Brito.

O Secretário também declarou que não houve escândalos nesta administração, Arena Skol (Contrapartida Social), Operação Verão (Comida e Alojamentos), Monopólio dos Eventos, Uniformes, Pavimentação, Dengue, Agua Contaminada, Virose, Saúde, Coleta de Lixo, Tumi Engenharia, Medicamentos, Lousas Digitais, Kits Bucais, etc... não seriam suficientes para manchar a administração Maria de Brito.

Infelizmente não podemos contar com o Ministério Público Estadual, afinal como o Secretário de Governo declarou, ele foi chamado para avalizar a operação e a Prefeita Antonieta declara diariamente "o Ministério Público é nosso parceiro".

Portanto a dura realidade é que estamos perdidos, a Justiça com mais de 100 dias de greve, resta a população a denunciar à Imprensa, que não punirá os culpados, mas terá um importante papel de mostrar como essa administração está levando a Prefeitura de Guarujá que não paga fornecedores desde dezembro/2009, à falência ou como diriam os mais velhos "a banca rota".

Eleições em breve, campanha, prestem atenção em candidatos que poderiam ter evitado escândalos como este de ter ocorrido, mas preferem acordos com empreiteiras, empresas, e até mesmo com o poder, se candidatando para nada fazer no Parlamento Estadual e Federal, o recado é claro, não temos candidatos no Guarujá, afinal em 20 meses ninguém fez nada por nossa terra e com "acordos", governam com essa "turma", que poderia ser chamada de várias coisas, menos uma Administração Austera!