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sábado, 28 de março de 2015

PREFEITA DECLARA QUE PREFEITURA DE GUARUJÁ NÃO PODE PAGAR 6 MILHÕES DE PRECATÓRIOS!


PREFEITA DE GUARUJÁ EM ENTREVISTA À TRIBUNA, MOSTRA SUA VEIA DE COMEDIANTE PÚBLICA!
por Manoel Inconfidente Vergara

Olá amigos Inconfidentes, inicialmente gostaria de nos desculpar por estar falhando com nossos leitores, mas infelizmente acometido da famosa "doença silenciosa", não é sempre que consigo atualizar nossas tribunas, mas vamos lá.

Falar o que penso desta senhora, infelizmente as leis e seus advogados pagos com nossos impostos não me permite, afinal a Prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB), saberá quando sair ou for expulsa do governo quanto custa pagar um advogado, no momento ela vem trocando serviços, mas o tempo mostrará.

A Rede Bandeirantes de Televisão sem duvida alguma já tem um substituto ao comediante Rafinha Bastos (Agora é Tarde), que vem anunciando que foi demitido da rede, afinal a Prefeita de Guarujá que nunca teve e não terá um voto da minha família é uma comediante nata.

Declarar ao jornal A Tribuna que a nossa prefeitura não pode pagar cerca de 6 milhões por mês de Precatórios é uma verdadeira piada, de mal gosto por sinal.

Com um orçamento anual de quase 1,3 Bilhões, esta senhora vem mantendo uma IMUNDA folha de comissionados, gafanhotos, que ninguém sabe absolutamente o que fazem realizam, além de defender o governo mais corrupto na história desta cidade pelas Redes Sociais.

Com mais de 570 comissionados, uma folha de pagamentos desta turma estimada em mais de 150 milhões ao ano, a Prefeita de Guarujá deve estar zombando novamente da população e do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Juntando os contratos absurdos da G.P Segurança, Terracom, Stratégia Consultores e alguns da Merenda Escolar, certamente a divida de mais de 500 milhões de Precatórios já estariam pagas há muito tempo.

Nossa sugestão é que a Prefeita de Guarujá administre melhor as multas e fique de olho no seu quintal, afinal comenta-se pelas esquinas da cidade que pessoas próximas a prefeita, estão ganhando muito dinheiro com as irregularidades das Torres de Telefonia Celular na cidade, será verdade?

domingo, 1 de março de 2015

PRECATÓRIOS: A BENGALA DE UM GOVERNO IMORAL E CORRUPTO EM GUARUJÁ!

PRECATÓRIOS MUNICIPAIS: A DESCULPA DA PREFEITA PARA UM GOVERNO IMORAL E CORRUPTO EM GUARUJÁ!
QUANTO REPRESENTA O PAGAMENTO DE 4,5 MILHÕES EM UM ORÇAMENTO DE 1,26 BILHÕES? O PAGAMENTO DOS PRECATÓRIOS SERIAM O VERDADEIRO MOTIVO DA NÃO COMPRA DE MEDICAMENTOS À CIDADE, BEM COMO A ZELADORIA? POR QUE A PREFEITA NÃO FALA SOBRE A MILIONÁRIA FOLHA DE PAGAMENTO DOS COMISSIONADOS DO PMDB OU DOS CONTRATOS SUPERFATURADOS DA PREFEITURA DE GUARUJÁ QUE PAGARIAM TRANQUILAMENTE OS PRECATÓRIOS? O GOVERNO DOS PINÓQUIOS CONTINUA TENTANDO ENGANAR O POVO.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

sábado, 20 de setembro de 2014

VEGA ENGENHARIA GANHA AÇÃO DE PRECATÓRIO QUE ENVOLVE R$ 150 MILHÕES.

TRIBUNAL MANTÉM PROCESSO DE PRECATÓRIO EM GUARUJÁ

RECURSO DE VEGA ENGENHARIA CONTRA A PREFEITURA ENVOLVE R$ 150 MILHÕES.


A 6ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) acatou recurso interposto pela empresa Vega Engenharia Ambiental S/A contra a Prefeitura de Guarujá, dando prosseguimento ao processo que objetiva o pagamento do maior precatório devido pelo Município, na ordem de R$ 150 milhões. A Administração Municipal vai recorrer à sentença em instância superior.

A decisão ocorreu na última quinta-feira (15) e já foi publicada ontem (19). Dela participaram os desembargadores Reinaldo Miluzzi (presidente); Sidney Romano dos Reis e Leme de Campos (relator). O processo vinha sendo reanalisado até a recente decisão do TJ-SP.

A Advocacia Geral do Município, por intermédio de um agravo de instrumento, havia ingressado com pedido de nulidade do processo por ter encontrado irregularidades, o que acabou resultando na suspensão temporária da execução pela 1ª Vara Cível de Guarujá.

O contrato com a empresa ocorreu no início da década de 90, com a então empresa de limpeza urbana Vega Sopave. O contrato foi pago parcialmente pela municipalidade. Os R$ 150 milhões representam, na verdade, um terço da dívida com a empresa, que totalizaria R$ 450 milhões, conforme listagem da Diretoria de Execuções de Precatórios e Cálculos (Depre) do TJ-SP.

A Vega Engenharia já havia entrado com uma ação de cobrança contra a Prefeitura, na ordem de R$ 13 milhões, somente para pagamento da atualização monetária, dos juros, além das parcelas não pagas de contratos de prestação do serviço.

Em 1996, a Prefeitura e a empresa celebraram um acordo, mas ele não foi cumprido porque a Administração alegou que haviam valores considerados abusivos, por conta de encargos não previstos na legislação, mas mesmo assim o acordo foi homologado pelo TJ-SP.

Prefeitura

Procurada, a Advocacia Geral do Município, por intermédio da Assessoria de Imprensa, disse que vai buscar no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) a reforma do acórdão proferido. Ressalta ainda que o pagamento de todos os precatórios devidos é realizado conforme as regras do Regime Especial de Pagamentos instituído pela Emenda Constitucional 62/2009.

A Prefeitura disponibiliza mensalmente um percentual de sua receita corrente líquida e deposita, rigorosamente em dia, o valor em conta gerida pelo TJ-SP, a quem cabe direcionar os recursos para quitação das dívidas de precatório.

A Administração Municipal explica que o precatório questionado tem como origem um acordo celebrado no ano de 1996, entre a empresa Vega Sopave S.A. e o Município, sendo que o referido ajuste, extremamente lesivo ao erário, fora homologado judicialmente, sem que os autos fossem remetidos ao crivo do TJ-SP, em reexame necessário.

No entender do Município, com amparo em precedentes do STJ e de vários tribunais do País, a ausência de reexame necessário da sentença homologatória do acordo implica a nulidade do precatório.

Embora a decisão tenha sido desfavorável ao Município, o Ministério Público (MP) requereu cópias do processo para apurar eventual ato de improbidade decorrente do acordo celebrado em 1996, a fim de verificar a possibilidade de resguardo do erário.

Fonte: Diário do Litoral

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONDENA NOVAMENTE PREFEITA DO GUARUJÁ!

EXCLUSIVO NOS INCONFIDENTES!
PRECATÓRIO DA VEGA SOPAVE ESTÁ EM 150 MILHÕES
TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONDENA NOVAMENTE E RECOMENDA À PROCURADORIA DE JUSTIÇA EVENTUAL ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA A PREFEITA DE GUARUJÁ. CADÊ A EXCEPCIONAL COMISSÃO MONTADA PELA DUPLA ANTONIETA/GUERATO QUE IRIAM DIMINUIR OS VALORES DO ESTOQUE DE PRECATÓRIOS?








terça-feira, 26 de agosto de 2014

VOCÊ JÁ DEU RISADA DA PREFEITA HOJE?

COMPETÊNCIA, EM GUARUJÁ ISSO NON ECXISTE!
NOS BASTIDORES DA CÂMARA MUNICIPAL O ASSUNTO É UM SUPOSTO PROJETO DE LEI ENVIADO PELO EXECUTIVO, QUE ALTERA A ORDEM CRONOLÓGICA DE PAGAMENTOS DOS PRECATÓRIOS EM GUARUJÁ. NOSSO EX-MINISTRO JOAQUIM BARBOSA, O BATMAN BRASILEIRO, JÁ CONFIRMOU PRESENÇA PARA ASSISTIR A VOTAÇÃO DE UMA LEI MUNICIPAL QUE SUPLANTA UMA FEDERAL.


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

quarta-feira, 23 de abril de 2014

PRECATÓRIOS: A VERDADE SOBRE OS JUROS

PRECATÓRIOS: A VERDADE SOBRE OS JUROS
LEIAM O QUE A PROFESSORA DE QUÍMICA NÃO SABE E A PREFEITA DE GUARUJÁ NÃO QUER CONTAR!


Como nossa "querida" Prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB), nesta semana mais uma vez gastou nosso suado dinheirinho dos impostos, para distribuir os seus releases pela imprensa, leiam mais falácias da nossa prefeita no link do jornal Diário do Litoral (clique aqui), nos resta mais uma vez, desmascarar o mantra que vem sendo cantado pela Alcaide sobre os famigerados Juros dos Precatórios. A matéria é muito interessante, principalmente as pessoas que tem Precatórios alimentares à receber da prefeitura de Guarujá, a qual nossa prefeita "prega o calote" e vem com manobras políticas, dificultando o pagamento.

Quando o assunto é ‘Precatórios’, especialmente os provenientes de ações de desapropriação, é inacreditável a semelhança entre as declarações dos chefes do poder executivo nas esferas Federal, Estadual e, principalmente, Municipal. Todos, sem exceção, culpam os juros incidentes sobre os mesmos, como o único responsável pelos valores absurdos devidos pelos entes governamentais. Dessa forma, tentam se eximir da parcela de culpa que lhes cabe.

Convém lembrar que os precatórios de “Outras Espécies” são constituídos basicamente por valores decorrentes de desapropriações compulsórias de imóveis, efetuadas pelo poder público por necessidade, utilidade pública ou interesse social. E que deveriam ser feitas mediante prévia e justa indenização, paga em dinheiro. (Dec. Lei 3.365 de 21/06/41, Art. 5º inciso XXIV; artigo 182, III e artigo 184 da CF). É bom lembrar, também, que se as normas acima citadas fossem cumpridas, na íntegra, não haveria a figura do precatório decorrente de desapropriações, cujos valores, sem dúvida, compõem a maior parte das dividas de precatórios.

Isso porque, nas ações de desapropriação, normalmente as fazendas públicas são condenadas ao pagamento do principal, devidamente corrigido, acrescido de juros compensatórios de 12% ao ano, destinados a compensar a perda do bem e a renda proveniente dele, quer pela atividade econômica como a exploração como estacionamento, por exemplo; quer pela perda do aluguel de imóvel residencial e ou comercial. Incidem, ainda, juros moratórios de 6% aa., pelo atraso da liquidação do debito, além de honorários advocatícios e despesas judiciais de reembolso.

É necessário registrar, ainda, que pelo Brasil afora, existem inúmeras áreas desapropriadas, cujos projetos não foram executados, e, portanto, geraram uma despesa desnecessária e às vezes absurda aos cofres públicos. E que o vultoso montante devido pelos entes governamentais em precatórios de desapropriação vem sendo acumulado há décadas, em decorrência tanto de parte do executivo como de parte do judiciário.

Ora, o executivo quando efetuava as desapropriações, solicitava ao judiciário a imissão provisória da posse do imóvel, sem que o valor justo fosse pago, previamente e em espécie, como previsto na legislação. Normalmente, efetuava-se o depósito do pífio valor venal atribuído ao imóvel a ser desapropriado e a solicitação, atendida pelo judiciário, dava início ao ciclo dos precatórios.

Também vale lembrar que normalmente, a sentença final de uma ação de desapropriação previa a atualização monetária do valor atribuído ao imóvel pelo perito judicial, desde a data do laudo apresentado até a data da conta homologada. Portanto, sobre o valor atualizado, deveriam ser acrescidos: juros compensatórios de 12% ao ano contado da data da imissão na posse (Súmulas 618 do STF e Súmulas 69; 113 e 114 do STJ); juros moratórios de 6% ao ano, contados do transito em julgado (Súmula 70 do STJ), além da cumulatividade dos juros moratórios sobre os juros compensatórios, sem que esse procedimento caracterizasse “anatocismo” (Súmula 102 do STJ) ou em bom português, incidência de juros sobre juros.

Previa também a inclusão dos juros compensatórios e moratórios no cômputo da base de cálculo dos honorários advocatícios (Súmula 131 do STJ). Considerando que o valor da oferta inicial era insignificante, é óbvio que o saldo devido a pagar já era significativo. Além disso, os juros compensatórios iriam ser contados por vezes sobre décadas, desde a imissão da posse até a data da homologação dos cálculos. Some-se a isto os juros moratórios, contados desde o trânsito em julgado até a data da homologação dos cálculos. Sucumbência em honorários advocatícios, devidos ao advogado, engorda o já astronômico valor devido ao credor do precatório.

E ainda tem mais. Some-se a isso, a atualização dos valores homologados e a aplicação em continuidade dos juros determinados em sentença, contados desde a data da homologação dos cálculos, até a data efetiva do pagamento, que na maioria das vezes nunca aconteceu.
Somente para se ter uma idéia, vejamos um exemplo. Uma desapropriação cujo depósito inicial foi de Cr$ 12.300.000,00, efetuado em 21/04/93; valor do imóvel fixado em acórdão para 20/08/95 – R$ 2.416.288,02; data da imissão da posse: 30/04/93; data do transito em julgado 30/11/96 e honorários advocatícios fixados em 10% sobre o valor da condenação. Nesse caso, o valor do imóvel corrigido até 31/05/07 é de R$ 5.556.555,41; o valor da oferta inicial corrigido para 31/05/07 monta em R$ 556.555,41. Deduzindo-se o valor corrigido da oferta inicial do valor corrigido do bem desapropriado, temos como devido o valor remanescente de R$ 5.000.000,00, válido para 31/05/07.

Após a elaboração dos cálculos, chega-se aos seguintes valores: juros compensatórios R$ 8.450.000,00; juros moratórios cumulativos R$ 8.473.500,00. Já o valor devido em honorários advocatícios é de R$ 2.192.350,00. Ora, o valor total devido na data de 31/05/07, acreditem, é de R$ 24.115.850,00. Note-se que o total dos juros correspondem a 70,18% de R$ 24.115.850,00, ou seja, R$ 16.923.500,00. O valor de R$ 24.115.850,00 parece a primeira vista um montante absurdo, porém, é necessário enfatizar que se o valor justo tivesse sido pago, não haveria dívida.

Em diversos processos, há juízes que não se limitam apenas a negar a imissão da posse ao executivo, como também exigem, uma avaliação pericial previa do valor real e o correspondente depósito, para somente depois, deferir a imissão solicitada. Nesses casos, normalmente não há emissão de precatórios, por não haver saldo a favor do desapropriado, ou se houver, o valor devido é mínimo. Também, não há incidência de juros de nenhuma natureza. Esse procedimento correto põe por terra a idéia de que os juros é que originam a maior parte da dívida de precatórios.

A verdade é que a falta de planejamento do executivo e principalmente, a falta de uma ação mais austera por parte do judiciário é que geram os valores tidos como absurdos pelo executivo. Se o judiciário exigisse do ente governamental, o pagamento do valor devido de acordo com as normas legais para conceder a “imissão na posse”, com certeza essa situação não existiria.

Infelizmente, ainda se insiste na tese de que o povo é que é o maior prejudicado por arcar com os juros exorbitantes das ações de desapropriações e se tenta-se passar a impressão de que os desapropriados são os culpados pelas dívidas de precatórios dos governos que os mesmos são beneficiários das desapropriações feitas pelos chefes do poder executivo, que no afã de construir, muitas vezes, obras totalmente desnecessárias em detrimento de ações mais benéficas para a população, empurram a responsabilidade para os credores.

Fonte: Juarez Lopes dos Santos
Perito em cálculos judiciais, especializado em precatórios

terça-feira, 25 de março de 2014

PROBLEMA RESOLVIDO AGM?


AGM ACUSA PRESIDENTE DA OAB DE INSUBORDINAÇÃO!

PREFEITURA DE GUARUJÁ INSTAURA PROCESSO CONTRA PRESIDENTE DA OAB
ADVOGADO GERAL DA CIDADE ACUSA Dr. FREDERICO GRACIA, PROCURADOR MUNICIPAL, DE INSUBORDINAÇÃO E OMISSÃO.


 O setor jurídico da Prefeitura de Guarujá investiga mais um caso na Procuradoria da cidade. Na última quinta-feira, dia 20, o Diário Oficial do Município publicou portaria assinada pelo advogado geral de Guarujá, André Figueiras Noschese Guerato, instaurando processo administrativo disciplinar contra o procurador municipal Frederico Antonio Gracia, que também é presidente da subseção de Guarujá da Ordem Advogados do Brasil (OAB). 

“Constam dos documentos que instruem o Processo Administrativo Disciplinar em epígrafe que, no dia 7 de dezembro de 2011, nos autos do Processo Administrativo nº 23.332/2011, o processado F.A.G., na condição de Procurador do Município, cometeu ato de insubordinação”, conforme informa a portaria nº 157/2014.

A acusação de insubordinação e omissão do atual presidente da OAB tem como base uma ação de cobrança judicial, movida pelo Banco Pactual contra a Prefeitura, onde a instituição financeira cobra cerca de R$ 100 milhões, com valores atualizados. A dívida é referente à desapropriação de área ocorrida na década de 90. 

Guerato acredita que a insubordinação e a omissão deliberada, do qual acusa Gracia, provocou prejuízos à Cidade, por conta da perda de prazos para recurso ou manifestação. “A potencial possibilidade de prejuízos ao erário, a violação aos princípios constitucionais da administração pública, notadamente, o princípio da hierarquia, é dever da Administração Pública Municipal apurar os atos lesivos ao patrimônio público, buscando a punição disciplinar dos responsáveis”, informa pela portaria.

Fonte: Diário do Litoral

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

sábado, 25 de janeiro de 2014

A INCOMPETÊNCIA NÃO TEM DESCULPAS!

A PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO (PMDB), QUE AMEAÇA PARAR OS SERVIÇOS PÚBLICOS DA CIDADE, A COMPRA DE MEDICAMENTOS, PODERIA RESPONDER UMA QUESTÃO SOBRE OS FAMIGERADOS PRECATÓRIOS...
POR QUE NENHUMA ADMINISTRAÇÃO ANTERIOR, MESMO SOFRENDO SEQUESTROS MILIONÁRIOS, PAROU OS SERVIÇOS PÚBLICOS, ZELADORIA E TRANSFORMOU-SE NUMA ADMINISTRAÇÃO CAÓTICA, DEVIDO AOS SEQUESTROS DOS PRECATÓRIOS?


PRIMEIRO A DIVIDA IMPAGÁVEL DE 1 BILHÃO, DESMISTIFICADO POR UM BALANÇO, DEPOIS A DONA MARIA PÔS A CASA EM ORDEM, AGORA OS FAMIGERADOS PRECATÓRIOS, PREFEITA MARIA ANTONIETA, NÃO NOS FAÇA RIR!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

ANGRA DOS REIS: PREFEITA TÁ MAL NA FOTO!

O ESPUMANTE NO REVEILLON COM O COMODORO CUSTOU CARO AO GUARUJÁ!
APESAR DA PREFEITA ESTAR DECLARANDO QUE NÃO TEM RECURSOS PARA PAGAR OS SERVIÇOS BÁSICOS NA CIDADE, BEM COMO COMPRAR MEDICAMENTOS, DEVIDO AOS FAMIGERADOS PRECATÓRIOS, NOSSA PREFEITA CARREGADA DE UM ESPIRITO NATALINO PAGOU EM APENAS UM MÊS MAIS DE QUATRO MILHÕES A EMPRESA DO COMODORO DO IATE CLUBE!


ENQUANTO ISSO, MILHARES DE MORADORES CONTINUAM SEM MEDICAMENTOS NA CIDADE. MAS O IMPORTANTE É AGREGAR VALOR, NÃO EXISTE NADA MAIS IMPORTANTE QUE PASSAR O REVEILLON EM ANGRA DOS REIS!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

REZEM PARA SANTO AMARO, POVO DE GUARUJÁ!

GENTE, TEM QUE DAR O REMEDINHO DA PREFEITA NA HORA CERTA, SENÃO ACONTECEM ESSAS DECLARAÇÕES!
EM ENTREVISTA, PREFEITA DECLARA QUE A "PRECARIZAÇÃO" DOS SERVIÇOS PÚBLICOS É DEVIDO AOS INVESTIMENTOS EM SAÚDE E EDUCAÇÃO NO GUARUJÁ!


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

PREFEITA DE GUARUJÁ NÃO DESCE DO PALANQUE!

"QUEM LEU A ENTREVISTA NO G1 SANTOS DA PREFEITA COITADINHA?
PREFEITA MARIA ANTONIETA NÃO DESCE DO PALANQUE. PRIMEIRO ERA A DIVIDA DE 1 BILHÃO DEIXADA PELO EX-PREFEITO, QUE FOI DESMASCARADA. APÓS UM ACORDO COM O TJ, A BOMBA DOS PRECATÓRIOS EXPLODIU, JÁ AVISADA POR DEZENAS DE ADVOGADOS. AGORA É TUDO CULPA DOS PRECATÓRIOS, QUE NÃO REPRESENTAM NEM 10% DO ORÇAMENTO ANUAL.


QUEM ACREDITA NA HISTÓRIA DOS PRECATÓRIOS DA PREFEITA DE GUARUJÁ?


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A PREFEITA ARROZ DE FESTA ATACA OUTRA VEZ

MAIS UM LUXUOSO EVENTO NO CASA GRANDE HOTEL E A PREFEITA DE GUARUJÁ O ARROZ DE FESTA DA BAIXADA SANTISTA!
SEMPRE O VELHO MANTRA, LENGA-LENGA, OS PRECATÓRIOS ATRAPALHAM O DESEMPENHO DO SEU GOVERNO, MAS NÃO ATRAPALHOU OS GOVERNOS ANTERIORES, ALIAS ELA COM SEU ARTIGO 190 DO PLANO DIRETOR NÃO VAI CRIAR NENHUM PRECATÓRIO...



A CABECINHA BRANCA É DO GERENTE DO ESTACIONAMENTO DAS PITANGUEIRAS, AFINAL GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

OS PRECATÓRIOS NÃO SÃO OS CULPADOS!

E A PREFEITA DECLAROU QUE NÃO TEREMOS DINHEIRO PARA OS SERVIÇOS BÁSICOS NO PRÓXIMO ANO, MAS......
A ADMINISTRAÇÃO DA AUSTERIDADE (HA!HA!HA!), GASTA MAIS DE 77 MIL NUM EVENTO DE ENTREGA DE CERTIFICADOS DO CURSINHO DE BORDADO &CROCHÊ.


VOCÊS VOTARAM NA PROFESSORINHA, ENTÃO AGORA CHOREM, ELEITOTÁRIOS DE GUARUJÁ, QUE ACREDITARAM NA HISTORINHA DOS PRECATÓRIOS!

domingo, 15 de dezembro de 2013

PRECATÓRIOS DO GUARUJÁ, A BOMBA EXPLODIU!

PREFEITA DE GUARUJÁ EM MAIS UMA LAMBANÇA ANUNCIA QUE OS PRECATÓRIOS VÃO INVIABILIZAR OS SERVIÇOS ESSENCIAIS EM GUARUJÁ.
MAIS UMA VEZ A PREFEITA COITADINHA, COM UM ORÇAMENTO ANUAL DE 1,2 BILHÕES, NAO PODE PAGAR 15 MILHÕES DE PRECATÓRIOS, O VALOR DE ALGUNS CONTRATOS ABSURDOS EM GUARUJÁ COMO O DA GP. NA PRÓXIMA SEMANA MOSTRAREMOS COM DOCUMENTOS, COMO A PREFEITA MARIA DE BRITO ARMOU UMA BOMBA-RELÓGIO NUM ACORDO COM UM ACORDO COM TRIBUNAL DE JUSTIÇA, UM "EMPURRA COM A BARRIGA" E EXPLODIU NA SUA MÃO. O QUE VEM SENDO VEICULADO PELA IMPRENSA AMIGA DA PREFEITA DE GUARUJÁ, NÃO MOSTRA A JOGADA QUE NÃO DEU CERTO DA PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO (PMDB).


PRECATÓRIOS PODEM INVIABILIZAR SERVIÇOS DE GUARUJÁ. MUNICÍPIO PODE FICAR ATÉ SEM SERVIÇOS ESSENCIAIS EM 2014.

Guarujá corre o risco de ficar até sem serviços essenciais em 2014. O alerta vem da própria prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB). A culpa é pelo possível aumento do percentual que a Administração Municipal terá de pagar de precatórios (obrigações de pagamento) herdados de governos anteriores.

Precatórios são títulos de dívidas que uma prefeitura ou um estado emite para pagar quem ganha na Justiça processos contra o poder público. Em tom de desabafo, a chefe do Executivo explicou ao Diário do Litoral que havia se programado para reservar 1,5% da receita corrente líquida deste ano (R$ 15 milhões de cerca de R$ 1 bilhão) para pagar precatórios, mas acabou tendo que usar 2,27% da receita corrente líquida(R$ 22,7 milhões) somente para precatórios.

O pior cenário para os cofres de Guarujá — e de outras cidades e estados — será se o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar que cada município ou estado tenha de reservar 4,4% de sua receita corrente líquida somente para precatórios. A apreensão é grande porque o ministro Luís Roberto Barroso pediu mais tempo para analisar o caso. No caso de Guarujá, seriam cerca de R$ 44 milhões sem poder serem usados em obras e serviços.

A situação este ano só não foi pior porque a prefeita conseguiu reverter 23 sequestros de receita, pedidos pelo Tribunal de Justiça (TJ). Desde agosto, a Prefeitura não teve parte do dinheiro retirado (e encaminhado) para os credores. Caso não conseguisse suspender o sequestro de verba, ela ficaria sem R$ 60 milhões.
Alguns recursos nem chegaram a entrar nos cofres da Prefeitura. O Tribunal de Justiça (TJ) determinou, certa vez, que um dinheiro repassado do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) fosse direcionado diretamente para credores.

Visitando ministros

Maria Antonieta de Brito é vice-presidente da diretoria para Assuntos de Finanças Públicas da Frente Nacional de Prefeitos (que reúne mais de 500 municípios) e tem feito visitas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar sensibilizá-los a não permitir o sequestro de receitas.

“A situação é tão grave que, às vezes, a decisão de colocar asfalto tem de ser bem avaliada para ver se não vai faltar dinheiro para a compra de medicamento”, atesta a prefeita. Para exemplificar como está a situação, ela destaca que até as horas extras dos médicos estão sob controle. Só na Saúde houve o corte de 30 mil horas extras dos servidores.

“Até para questões de zeladoria, como capinação e asfalto, ficará complicado. Eu estou tendo que pedir ajuda aos empresários para que invistam na Cidade. Se eu não faço um serviço que tinha prometido, as pessoas me chamam de mentirosa”.

A prefeita faz questão de ressaltar que nenhum precatório surgiu em decorrência de alguma ação de seu governo. Todos vieram de administrações passadas.

Para evitar que o estoque de precatórios aumentasse, ela pagou, por exemplo, R$ 18 milhões em direitos trabalhistas aos servidores em seu primeiro ano de governo, em 2009.

Guarujá tem cerca de 20 grandes credores, segundo a prefeita. Outras cidades com sérios problemas devido ao grande estoque de precatório são São Paulo, Santo André e Ribeirão Preto.

“Precatórios surgem em casos de desapropriações de áreas, empréstimos não pagos, serviços formalizados e não pagos. E tem a questão que recaem juros sobre juros”, destacou a prefeita.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A MUSICA CONTINUA A MESMA!

EM 5 ANOS, FOI-SE 5 BILHÕES, NÃO ASSISTIMOS A CONSTRUÇÃO DE APENAS 5 PRAÇAS, 5 CASAS, 5 UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE, 5 ESCOLAS, 5 CRECHES!
A PREFEITA MAIS INCOMPETENTE DO PAÍS, CONTINUA COLOCANDO A CULPA NOS OUTROS, A MUSICA NÃO MUDA, ELA NÃO ASSUME QUE NÃO REALIZA E NÃO DESCE DO PALANQUE ELEITORAL. PREFEITA, VAI PARA O DUBAI COMER DOCINHOS E FIQUE POR LÁ MINHA FILHA!


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

CONSEGUIMOS PAGAR OS PRECATÓRIOS!

PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO (PMDB), AFIRMA QUE REDUZIU O NUMERO DE PRECATÓRIOS EM GUARUJÁ!
A PREFEITA PRECISA PARAR DE SE CONTRADIZER, NAS RÁDIOS, TELEVISÃO, ELA DECLARA QUE OS PRECATÓRIOS ESTÃO ACABANDO COM A CIDADE, SAQUEANDO OS COFRES PÚBLICOS DO GUARUJÁ. JÁ A FOLHA DO SERVIDOR PÚBLICO A HISTÓRIA É QUE ESTÁ TUDO BEM.


SERÁ QUE A PREFEITA ESTÁ BEM? LEMBRANDO QUE PRECATÓRIOS SEMPRE FORAM PROBLEMAS HÁ MAIS DE 30 ANOS E NUNCA ASSISTIMOS O GUARUJÁ TÃO ABANDONADO. SERÁ QUE INCOMPETÊNCIA MUDOU DE NOME PREFEITA?

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

OS PRECATÓRIOS DO GUARUJÁ!

DR. ANDRÉ GUERATO, ADVOGADO GERAL DO MUNICÍPIO, COMO O DOUTOR PEGOU O ÔNIBUS ANDANDO, PODERIA APURAR INICIALMENTE AS DENUNCIAS DOS PRECATÓRIOS NESTA ADMINISTRAÇÃO.
ADMINISTRAÇÃO MARIA DE BRITO SOFREU E SOFRE DIVERSAS DENUNCIAS DE IRREGULARIDADES NA ÁREA DE PRECATÓRIOS. QUEM INVESTIGARÁ? 


AS DENUNCIAS ESTÃO AI DOUTOR!


QUEM INVESTIGARÁ MESMO?


GOVERNO MARIA ANTONIETA: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

terça-feira, 16 de julho de 2013

TUDO PARA OS DEVEDORES, NADA PARA OS CREDORES.

NÃO QUEREMOS PAGAR OS PRECATÓRIOS, MAS QUEREMOS DESAPROPRIAR MAIS RÁPIDO EXCELÊNCIA!
PREFEITOS MARIA ANTONIETA DE BRITO (PMDB) & FERNANDO HADDAD (PT), REUNIRAM-SE COM O PRESIDENTE DO TJ PARA DISCUTIR TUDO PARA OS DEVEDORES, NADA PARA OS CREDORES.


Municípios discutem pagamento de precatórios com TJ-SP

Nesta segunda–feira (15/7), a prefeita de Guarujá (SP) Maria Antonieta de Brito (PMDB) e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), em nome da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), se reuniram com o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivan Sartori, para tratar da declaração de inconstitucionalidade por parte do Supremo Tribunal Federal da Emenda Constitucional 62/2009, que instituía um novo regime especial de pagamento de precatórios.



Guarujá, por exemplo, vem pagando 2,27% de sua receita em precatórios e o TJ-SP decidiu que a cidade deverá aumentar este índice para 3,67%, no próximo mês de agosto, o que inviabilizará as contas do município, já que não estava previsto em seu orçamento anual um reajuste no pagamento de suas dívidas.



“Estamos buscando uma modulação sem inviabilizar nossos orçamentos e nossos serviços, que atenda os municípios de pequeno, médio e grande porte, porque muitas vezes a realidade de um é diferente da do outro. Há algumas propostas como estabelecer um percentual mínimo; de se usar dívidas não tributáveis, mas estamos amadurecendo essas ideias”, declarou Antonieta, que é vice-presidente para Assuntos Financeiros da FNP. De acordo com ela, a Frente está buscando a conciliação levando em conta a realidade de cada município.



O presidente do TJ-SP, Ivan Sartori, abriu espaço para novas discussões. “Vamos marcar reuniões periódicas para ver o que o Tribunal de Justiça pode fazer pelas prefeituras. Já marcamos uma nova reunião com o Diretor do Departamento de Precatórios, desembargador Pedro Cauby Pires de Araújo, pois entendemos que as prefeituras estão numa situação muito difícil. Mas eu acredito que chegaremos a um índice e a uma solução favorável às prefeituras e aos credores também”, afirmou.



Outro ponto importante tratado na reunião foi a necessidade de se agilizar as desapropriações de interesse público. “Chegamos a perder seis a sete meses, para construir um hospital, uma creche e novas moradias. É muito tempo perdido”, explicou o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que também é vice-presidente nacional da Frente. Sobre este assunto Sartori disse que o TJ-SP também vai abrir novas reuniões para encontrar uma solução que venha ao encontro dos anseios dos prefeitos e da população.