Mostrando postagens com marcador CING. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CING. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

DUINO, EU NÃO CONFIO!

VOCÊ CONTRATARIA O ENGENHEIRO DUÍNO VERRI FERNANDES, SECRETÁRIO DE OBRAS E VICE-PREFEITO DO GUARUJÁ PARA REFORMAR O BANHEIRO DA SUA CASA?
ELE SE AUTO-INTITULA O MAIOR REALIZADOR DE OBRAS PÚBLICAS, MAS NÃO FALA DAS SUAS FANTÁSTICAS OBRAS COMO EXEMPLO: A QUEBRA DO EMURG, ATERRAR O CING, DEVASTAR O MORRO DO PITIÚ, DESMORONAMENTO DO ATERRO SANITÁRIO DOS MORRINHOS, O M&M NA ENTRADA DA CIDADE, ESTÁDIO SUCATÃO, PÍER DO PEREQUÊ, ATERRO DO PARQUE DA MONTANHA, ESCOLA DA CIDADE ATLÂNTICA, AVENIDA OSVALDO CRUZ, ETC...




SERÁ QUE O PRÓXIMO VÍDEO ELE HOMENAGEARÁ O TONINHO DA TERRACOM? PORQUE O QUE ELE LAMBEU AS BOTAS DA PREFEITA, BABOU O OVO E PUXO O SACO DA GESTORA MAIS INCOMPETENTE NA HISTÓRIA DA CIDADE, FOI FANTÁSTICO!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

TRINTA ANOS DE PREJUÍZOS!

MINISTÉRIO PÚBLICO, OS INCONFIDENTES NÃO ACREDITAM EM MÁS COINCIDÊNCIAS, PRINCIPALMENTE EM GUARUJÁ!
 CONSTRUTORA CONTINENTAL, TETO ENGENHARIA E CONSTRUTORA MATISSE, TODAS CONTRATADAS, RECEBERAM E AS OBRAS FICARAM PARADAS, OU SEJA, O MESMO MODUS OPERANDI NÃO É O MESMO?


ABREM-SE OS ARQUIVOS DO EMURG, ONDE MOSTRAREMOS COMO PESSOAS SUGAM ESTA CIDADE À MAIS DE 30 ANOS!

domingo, 4 de agosto de 2013

UM RISCO CHAMADO SAIPEM!

EMPREENDIMENTO DA SAIPEM OFERECE RISCOS CONFIRMA OCEANÓGRAFO

COM IMPLANTAÇÃO, A EMPRESA TAMBÉM ESTÁ SENDO DENUNCIADA POR CRIME ECOLÓGICO E CONTRA O PATRIMÔNIO ARQUITETÔNICO DE GUARUJÁ.


A população de Guarujá pode se preparar para ver a Avenida dos Caiçaras – principal via de acesso às praias do Astúrias, Tombo e Guaiúba – reconhecida como uma segunda Rua do Adubo (via do distrito de Vicente de Carvalho problemática em função do excesso de caminhões). Tudo por conta da instalação da primeira base paulista de apoio logístico à exploração da camada pré-sal na Bacia de Santos, sob a responsabilidade da empresa italiana Saipem.

A previsão é do oceanógrafo Fabrício Gandini, do Instituto Maramar para a Gestão Responsável dos Ambientes Costeiros e Marinhos. Gandini, que inclusive é conselheiro municipal de Meio Ambiente de Guarujá, é mais dramático. Ele afirma que bairros do entorno da avenida - Santa Rosa, Santo Antônio, Vila Ligia, La Palmas, Astúrias e Guaiuba – além das comunidades da praia do Góes e Santa Cruz dos Navegantes – serão diretamente impactados pela desvalorização imobiliária.


“Lembro que a Saipem apresentou um projeto pequeno, com um relatório ambiental preliminar, ao conselho, sem mostrar a verdadeira dimensão do empreendimento. O conselho aprovou à revelia da nossa posição e, hoje, esse terminal tem a possibilidade de trabalhar com carga terceirizada. Na prática, a Saipem pode fazer o que quiser sem que fosse atentado para os limites do porto para dentro da cidade”, explica o oceanógrafo.

Gandini revela que a área do entorno do empreendimento não tem estrutura para abrigar um complexo portuário, que está sendo alinhavado de forma equivocada na revisão do Plano Diretor de Guarujá. Para ele, a Saipem irá abrir as portas para a criação de uma Rua do Adubo 2 numa área totalmente residencial e com outra vocação. “Não precisa ser técnico para entender que as avenidas Adhemar de Barros e Caiçaras, além das ruas adjacentes, não têm condições alguma de receber caminhões”.

O oceanógrafo, que há anos estuda a região do Guarujá, disse que o estudo de impacto de vizinhança realizado para respaldar o empreendimento é fraco, de baixo valor técnico, que não apresenta soluções para conter o impacto viário que está ocorrendo e que vai ocorrer. “Mas o pior está por vir, que é a mudança completa do Plano Diretor da Cidade e alteração de todas as áreas rurais do entorno de Santa Cruz dos Navegantes, para áreas portuárias. Isso vai condenar tudo e todos.

É preciso impor limites. Há outros locais para abrigar a Saipem, que escolheu uma área completamente isolada dos pontos de vista viário e logístico. Precisamos nos debruçar com seriedade na relação porto cidade”, finaliza.

Arqueologia
As declarações de Gandini vão ao encontro da denúncia veiculada com exclusividade, na última segunda-feira (29), no Diário do Litoral, do arqueólogo professor- doutor Manoel Mateus Bueno Gonzalez, diretor do Centro Regional de Pesquisas Arqueológicas.

Ele revelou que a empresa seria responsável pela possível extinção de sítios arqueológicos do canal do estuário santista. Com farta documentação em mãos, baseada em anos de pesquisa, Manoel Gonzalez garante que a Saipem estaria operando de forma irregular do lado esquerdo do Porto de Santos e ainda cometendo crime ambiental, destruindo parte da fauna e flora do entorno do empreendimento.

No último dia 11, o arqueólogo protocolou ofício apontando as irregularidades ao 16º promotor de Meio Ambiente de Santos, Daury de Paula Júnior. No documento, Manoel Gonzalez salienta a gravidade da situação, alertando que a Saipem nunca fez o estudo e que o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que deveria fiscalizar e exigir o documento, não toma qualquer atitude, apesar dos técnicos terem sido avisados por sucessivas vezes.

Gonzalez explica também que as obras de construção e dragagem do empreendimento foram iniciadas em junho do ano passado, antes da publicação da portaria de pesquisa no Diário Oficial da União (DOU) que autoriza o início dos trabalhos, o que ocorreu somente em 29 de novembro do ano passado. Portanto, a Saipem teria começado as obras sem o devido consentimento, burlando as leis ambientais.

Segundo Manoel Gonzalez, além dos vários sítios arqueológicos no entorno do empreendimento, existe um sambaqui (montanhas erguidas em baías, praias ou na foz de grandes rios por povos que habitaram o litoral do Brasil na Pré-História) a 900 metros (que foi registrado em 2005 pelo próprio IPHAN): a Fortaleza da Barra (um patrimônio histórico e arqueológico tombado) e o próprio Porto de Santos, que possui um amplo potencial arqueológico debaixo da água. Gonzalez revela que a empresa revirou o fundo do canal danificando o mangue, a fauna e todo o ecossistema.

Ele também alertou que a empresa vai fabricar dutos que vão produzir barulho e metal pesado e que as comunidades de Guarujá e moradores da Ponta da Praia, em Santos, vão ser diretamente afetados. “Quem consumir peixe do local, se banhar, respirar próximo ao empreendimento vai morrer aos poucos”, alertou. O arqueólogo só vê uma maneira de reverter toda a situação: “parar a obra imediatamente e providenciar todos os estudos para impactar o menos possível.

Além disso, a empresa terá que criar bolsões para armazenar e processar os metais pesados, sem que o produto atinja o mar ou as vias públicas, visto que as únicas maneiras de levar matéria-prima à empresa são por mar ou por terra”, disse Gonzalez, que pretende ingressar com uma ação contra a empresa assim que voltar da França, onde ministra um curso. Ele revela que irá recorrer também a outros órgãos ambientais no Brasil e no Mundo. “Além das esferas estadual e federal, vou buscar apoio nos Estados Unidos (EUA) e Europa, onde tenho amplo relacionamento”.

Fonte: Diário do Litoral - Carlos Ratton

terça-feira, 30 de julho de 2013

OS CAMINHÕES DO CING!

ÔNIBUS DA TRANSLITORAL SOFRE COLISÃO DE CAMINHÃO BASCULANTE PRÓXIMO AO GINÁSIO DO GUAIBÊ.
POPULARES AFIRMAM QUE O BASCULANTE É UM DOS VÁRIOS CAMINHÕES QUE ESTÃO ENVOLVIDOS NA OBRA DA SAIPEM NO CING, TRAFEGANDO DENTRO DA CIDADE E CAUSANDO DIVERSOS TRANSTORNOS À POPULAÇÃO E AS VIAS PÚBLICAS POR ONDE PASSAM.


TRÂNSITO PREOCUPA MORADORES DE GUARUJÁ
OS PREJUÍZOS AO LEITO CARROÇÁVEL E OS ENCONTROS POUCO DIVULGADOS PELA EMPRESA LOGO CHAMARAM A ATENÇÃO DOS VEREADORES, QUE CHEGARAM A PRESSIONAR A EMPRESA, VIA PLENÁRIO DA CÂMARA.
Fonte: Diário do Litoral

Antes de se instalar, a Saipem já causava transtornos em Guarujá e Santos. No lado esquerdo, ao invés de realizar audiências públicas com apoio da Prefeitura (que só foi comunicada após o processo de instalação estar em andamento), fez reuniões fechadas com a comunidade com objetivo de preparar os moradores do entorno da Avenida dos Caiçaras — principal via de acesso à empresa em Guarujá — que estaria sofrendo danos pelo excesso de caminhões pesados, bem como os bairros das imediações.  

Os prejuízos ao leito carroçável e os encontros pouco divulgados pela empresa logo chamaram a atenção dos vereadores, que chegaram a pressionar a empresa, via plenário da Câmara.

Em reunião, semana passada, na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), representantes da Saipem justificaram que o dano ao leito carroçável por caminhões das ruas dos bairros Santa Rosa, Santo Antonio, Vila Ligia, La Palmas, Astúrias e Guaiuba se deve ao aterramento da área e que irá somente acabar quando a empresa estiver em plena operação — prevista para outubro deste ano.


Barulho na Ponta da Praia
Em Santos — Margem Direita do Porto — a Saipem chegou a realizar audiências públicas em função da reclamação dos moradores da Ponta da Praia, preocupados com a possibilidade da orla ser ocupada por filas de caminhões e pelo barulho produzido durante a instalação do terminal.

Recentemente, em uma reunião realizada em Guarujá em função da quantidade de reclamações oriundas da cidade vizinha, o secretário de Meio Ambiente Élio Lopes e os representantes da Saipem decidiram que o estaqueamento seria feito com um método de vibração em substituição ao processo de bate-estacas. Tudo para acabar com o barulho.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

CREDIBILIDADE É TUDO, MAS NO GOVERNO ANTONIETA.....

VEJAM O QUE O NOSSO ATUAL SECRETÁRIO DE MEIO-AMBIENTE PROFESSOR ÉLIO LOPES FALAVA DA INSTALAÇÃO DAS EMPRESAS NO CING EM 2007 NO GUARUJÁ!
QUAIS SERIAM OS MOTIVOS QUE LEVARAM O PROFESSOR-SECRETÁRIO A MUDAR DE OPINIÃO SOBRE O NEFASTO EMPREENDIMENTO NO CING EM APENAS TRÊS ANOS?



A COERÊNCIA DO GOVERNO MARIA ANTONIETA É ADMIRÁVEL, DE UMA CREDIBILIDADE FANTÁSTICA. SECRETÁRIO ÉLIO LOPES E A WILSON SONS, QUE BELEZA DE VISTA NOTURNA NÃO?

segunda-feira, 15 de julho de 2013

TERMINAL MISTO DE CARGA E A DESTRUIÇÃO DO GUARUJÁ

SOMOS MAIS UMA VEZ TRAÍDOS PELO GOVERNO E PELA POLÍTICA MARIA ANTONIETA DE BRITO DO PMDB!
PROLIFERAM NA INTERNET CRÔNICAS DE ESPECIALISTAS SOBRE A INSTALAÇÃO NO CING DA SAIPEM.


TERMINAL MISTO DE CARGA E A DESTRUIÇÃO DO GUARUJÁ
Fonte: Dr. Richard Geraldo Dias de Oliveira  - Advogado e ambientalista 

Inicio com uma indagação a população, veranistas, turistas e principalmente Aos Governantes da nossa querida Pérola do Atlântico – “Guarujá”. 

Os projetos da Área do CING, com carretas e barulho intensivo dos contêineres, não prejudica a integridade física dos moradores dos Bairros do entorno do Projeto? O trafego intenso de veículos pesados não abalaria as residências, haja vista que os Bairros Santa Rosa, Vila Ligia e outros eram mangues aterrados? O Aterro de mais áreas mangue não prejudicaria a pesca artesanal, principalmente do camarão, que é um dos meios de sustentos da população do Bairro de Santa Cruz dos Navegantes? Com um terminal de contêineres ou um Distrito Industrial Naval próximo aos Bairros Astúrias, Tombo, etc., não haveria uma desvalorização dos imóveis e uma fuga de turistas para outras Cidades do Litoral? Os nossos Governantes não acham que em termos de geração de empregos, impactos ambientais, saúde da população e valorização dos Bairros do entorno, seriam muito melhor se a área do CING fosse transformada em Zona de Interesse Turístico?

A SAIPEM empresa de origem Siciliana – Região da Itália . "Dona da concessão junto ao SPU contestada na justiça federal e diga de passagem como derrotada em 1.º Instancia e com perda da autorização pela ANTAQ " do Lote nº 42, com área total de 350 mil metros quadrados, local onde pretende-se construir o mega porto de contêineres, um dos locais mais privilegiados e cobiçados do Estuário, abrigado do Porto de Santos. 

Na vizinhança encontra-se a comunidade de Santa Cruz dos Navegantes, datada de mais de 100 anos de existência, que passa por um importante processo de reconhecimento legal, com a regularização fundiária promovida pela Secretaria do Patrimônio da União e a Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande patrimônio historio e cultural erguida em 1584 tombados respectivamente O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e pelo CONDEPHAAT . 

Alerto para o fato de que a comunidade será exposta aos impactos diretos de um grande porto de contêineres, com todos os ruídos, fuligens, assim como as vibrações intermitentes geradas pela atividade portuária 24 horas por dia, poluição visual e impactos também presumíveis na charmosa Ponta da Praia, da vizinha Santos.

No início dos anos 80 foram aterrados 1,5 milhões de metros quadrados de manguezais, com saibro retirado do Morro Pitiú, este conjunto de destruição possivelmente seja um dos maiores crimes desta natureza no Estado de São Paulo. 

Entretanto, neste momento mais um passo se dará para legitimar os interesses daqueles que defendem um Porto de Contêineres no local.

O Poder Público tem o dever de proteger e defender a cidade desta agressão, a SAIPEM tem pretensões de instalar uma industria naval e o terminal de contêineres naquela região ou Porto Misto de Carga. 

A Indústria Naval polui como chumbo, cromo, níquel e mercúrio, e substâncias orgânicas persistentes, especialmente TBT.

O chumbo, mercúrio, cromo e níquel são elementos químicos encontrados na natureza em proporções muito pequenas. Através de processos industriais, são concentrados e liberados para o meio ambiente em níveis não-naturais. A contaminação de animais e seres humanos ocorre principalmente com a ingestão de alimentos contaminados. Chumbo e mercúrio causam problemas no sistema nervoso central; o cromo é cancerígeno e o níquel causa problemas de pele. Estes elementos são inorgânicos, bioacumulativos e persistentes.

Tributyltina ou TBT é sigla de substâncias químicas artificialmente produzidas pelo homem, ou seja, não existem na natureza. É por isso que não há, nos seres vivos, reações químicas que permitam a degradação destas substâncias. Uma vez em organismos humanos, elas não podem ser destruídas, acumulam-se nos tecidos adiposos e atuam principalmente sobre o sistema hormonal. Podem, inclusive, causar diversos tipos de câncer no indivíduo adulto.

Tributyltina ou TBT ou Tributilestanho ou Trifenilestanho é considerado por cientistas como um dos mais venenosos produtos químicos que o homem criou. Utilizado contra deterioramento e como estabilizador em diversas aplicações industriais, a indústria naval, por exemplo, mistura a substância à tinta para navios e embarcações com o objetivo de evitar a ação de algas.
Alterações hormonais descobertas em ostras e outros animais marinhos, aliadas à morte em massa deles provocaram um movimento que fez com que a Organização Marítima Internacional (IMO) proibisse seu uso a partir de 2006.

A Organização Mundial de Saúde (WHO) recomenda um limite para o TBT, mas levou em conta para isso o poder venenoso do mesmo. O perigoso efeito hormonal, ativo já em pequeníssimas quantidades, era desconhecido até então. Com a catástrofe causada no mar, estudos aprofundados acusaram que o contato com Tributyltina provoca, além da ação tóxica, a masculinização das mulheres e nos homens destrói a fertilidade. Um dos principais efeitos do uso de tais substâncias é o envenenamento do sistema biológico, principalmente de moluscos e ostras, originando mutações e condenando espécies à extinção.

No Brasil, no entanto o uso do veneno não possui nenhuma restrição legal no país, sendo seu poder nocivo desconhecido por muitos.

Outro problema sério e o de veículos pesados que ira acontecer junto à área do entorno do CING, sem falar nas interseções pelos Bairros. O entorno da Av. Caiçara e Av. Adhemar de Barros são formadas por mangues aterrados, ou seja, um terreno instável e com a presença constante de caminhões de carga, poderá provocar em muitas casas rachaduras estruturais.

Pela própria estrutura da contaminação de indústria de siderurgia seja como base Off-Shore para Petrobrás ou indústria naval afetara gravemente todo ecossistema local, inclusive a indústria pesqueira e o turismo.

O Terminal de Contêineres ou terminal de cargas misto em conjunto piora ainda mais a qualidade de vida de todos os moradores, com todos os ruídos, fuligens, assim como as vibrações intermitentes geradas pela atividade portuária 24 horas por dia, poluição visual, que afetarão no só a cabeça do dragão Astúrias, Tombo, Guaiúba, Santa Rosa, Santo Antonio etc., além do Guarujá dá um passo para trás na mobilidade urbana que tantos brasileiros saíram nas Ruas pelo Brasil inteiro, imagine o que será no Guarujá o transtorno de centenas de caminhões dias em vias de acesso importante e interligadas ao ferry boat, um prejuízo sem igual não só para a cabeça do dragão, mas para a Ilha de Santo Amaro inteira. 

A única solução viável para área do CING é uma vocação turística, terminal de passageiros, marinas, “resort”, centro de convenções etc. O Turismo gera muitos empregos, se for feito adequadamente e planejamento não afetara o meio ambiente pelo contrario recuperara áreas degradadas. E termino com uma célebre frase do Greenpeace “quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come”.

sábado, 13 de julho de 2013

UM INFERNO CHAMADO SAIPEM!

A SAIPEM JÁ SE TRANSFORMOU NO INFERNO DOS MORADORES NAS PROXIMIDADES DA EMPRESA!
A MAIOR CAIXA PRETA DE GUARUJÁ, NINGUÉM SABE DIZER O QUE REALMENTE ELA FARÁ NO CING. GASODUTO? TERMINAL PORTUÁRIO? INDUSTRIA DE TUBOS? A VERDADE QUE SEUS CAMINHÕES COM MILHARES DE TONELADAS DE TERRA RETIRADA E DEPOSITADA EM ÁREA DE MANGUE, ESTÁ FAZENDO A FELICIDADE E INFELICIDADE DE MUITA GENTE EM GUARUJÁ E SANTOS.


ASSISTIREMOS AGORA O MAIOR UFC MUNDIAL: MORADORES x PODER ECONÔMICO  NÃO É MESMO DOUTORES OPERADORES DE DIREITO EM GUARUJÁ?

segunda-feira, 8 de julho de 2013

MOVIMENTO DEFENDA MEU RABO!

MOVIMENTO "DEFENDA SEU LAR" VIROU O "MOVIMENTO DEFENDA MEU RABO"!
ONDE ANDARÁ OS MANIFESTANTES QUE ERAM CONTRÁRIOS A INSTALAÇÃO DE UM TERMINAL NO CING E AGORA DEZENAS DE CAMINHÕES TRAFEGAM NO MESMO CING, AV. DOS CAIÇARAS, SANTA ROSA, ONDE ESTÃO INSTALANDO UM GASODUTO, TERMINAL PORTUÁRIO E TUDO DE BOM PARA QUEM ESTÁ NO GOVERNO, MAS TUDO DE RUIM PARA A POPULAÇÃO.



COMO É GOSTOSO SER OPOSIÇÃO NÃO É MESMO PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO DO PMDB?

domingo, 16 de junho de 2013

MORADORES SANTISTAS RECLAMAM DE OBRA EM GUARUJÁ.

MORADORES DA PONTA DA PRAIA RECLAMAM DE OBRA EM GUARUJÁ. PODEM CHORAR BURGUESADA SANTISTA, AQUI QUEM MANDA É A ANTONIETA!
....E ELES NÃO VIRAM A QUANTIDADE DE CAMINHÕES TRANSITANDO NO CING A SERVIÇO DA SAIPEM, A MESMA QUANTIDADE QUE O "MOVIMENTO DEFENDA SEU LAR", IMPEDIU NO PROJETO NOBARA-CING NÃO É MESMO PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO DO PMDB?


Moradores da Ponta da Praia queixam-se do bate-estaca em uma obra no Guarujá nas últimas semanas. “Tenho que fechar tudo por conta do barulho, para poder ouvir a TV ou falar ao telefone”, conta Ricardo Bagby Costa, que, há cerca de um mês, sofre com o ruído várias vezes por dia. 

Segundo Costa, o barulho é decorrente da construção de um estaleiro no antigo terreno da Nobara, que dará apoio às atividades de petróleo e gás na Baixada Santista. Esta obra é um empreendimento da empresa italiana Saipem, do Centro Industrial e Naval do Guarujá (CING).

Desde o fim de semana passado, o barulho é mais intenso e começa muito cedo. “Hoje (ontem), eles começaram às 7h40, Na sexta, o barulho começou às 7h24 e seguiu até às 19h15. No domingo passado, foi o dia inteiro de trabalho”, relata.

Costa já fez reclamação na Ouvidoria da Prefeitura de Guarujá na última quarta-feira. Não teve nenhum retorno e o ruído continua. “A atendente me disse que tem muita gente reclamando deste barulho”.

Nem polícia resolve
Incomodados, outros moradores chegaram até a telefonar para a polícia para reclamar do som da obra do outro lado do canal do Porto de Santos. Foi o que fez Hygino Pellachin, que mora no Canal 7. “Cheguei a ligar para eles, mas informaram que não podem fazer nada neste caso, a não ser um Boletim de Ocorrência”, reclama.

O descontentamento é ainda maior porque a maioria desconhece as leis de Guarujá. “Em Santos, as obras têm que respeitar horário e o bate-estaca é proibido, mas não sei como funciona lá”, indigna-se Pellachin. Como só está em casa aos finais de semana, ele não conseguiu acionar os órgãos públicos.

Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura, na segunda-feira, técnicos serão enviados à sede da Saipem para avaliar se os possíveis ruídos e problemas relatados pelos santistas são mesmo oriundos do canteiro de obras montado para a construção do estaleiro.

domingo, 14 de abril de 2013

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

OPERAÇÃO PORTO SEGURO!

SERÁ QUE A POLÍCIA FEDERAL NAS BUSCAS DA OPERAÇÃO PORTO SEGURO NÃO ENCONTROU NENHUM ENVELOPE OU PARECER COM O NOME SAIPEM?
AMBIENTALISTAS, JORNALISTAS E POLÍTICOS REALIZAM UMA INVESTIGAÇÃO PARALELA, PARA APURAR DETALHES DA INSTALAÇÃO E LICENÇAS DA EMPRESA NO CING. PERGUNTAS COMO CONCESSÃO PERPÉTUA E "SUPOSTAMENTE"; UM EX-SECRETÁRIO PODERIA TER SIDO EXECUTADO POR DOIS MILHÕES OU 60 MILHÕES?"


MAS ESSA TURMA QUE ESTÁ NO GOVERNO PREGAVA OUTRA COISA, A HISTÓRIA DE SEMPRE, OUTRA MENTIRA!


VAMOS VER COMO FICARÁ O CING, O MANGUE E O GUARUJÁ...


ONDE ESTARÁ O MOVIMENTO DEFENDA SEU LAR? PROVAVELMENTE EM SANTOS!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

SECRETÁRIO GAFANHOTO!

ATENÇÃO BURGUESADA DA PONTA DA PRAIA EM SANTOS PREOCUPADA COM O CING DE GUARUJÁ!
INFORMAMOS QUE NOSSO ILUSTRE SECRETÁRIO DO MEIO-AMBIENTE, RESIDE  NO BAIRRO DA APARECIDA EM SANTOS.


...ENTÃO BATAM NA PORTA DA CASA DO SECRETÁRIO E PEÇAM O EIA/RIMA!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

SAIPEM NO CING, MAIS UM MISTÉRIO?

QUAL AUTORIDADE MUNICIPAL AUTORIZOU A SAIPEM A COMPRAR UMA CESSÃO E INSTALAR UMA UNIDADE DE FABRICAÇÃO DE TUBOS NO CING EM GUARUJÁ?

A POPULAÇÃO AGUARDA A RESPOSTA PREFEITA E VEREADORES!


Lei 1557/81 | Lei nº 1557 de 01 de julho de 1981 de Guarujá.;
   
"AUTORIZA A CESSÃO DE DOMÍNIO GERAL ÚTIL A PESSOA JURÍDICAS DE DIREITO PRIVADO DE ÁREA DO TERRENO QUE MENCIONA, SITUADO NO MUNICÍPIO DE GUARUJÁ - ESTADO DE SÃO PAULO, E DA OUTRA PROVIDENCIAS."

JAYME DAIGE, PREFEITO MUNICIPAL DE GUARUJÁ, faço saber que a Câmara Municipal decretou em sessão extraordinária realizada no dia 25 de junho de 1981, e eu sanciono e promulgo a seguinte:LEI Nº 1557.

Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a promover cessão a pessoa jurídica de direito privado, da área de marinha e mangues situada na parte sudoeste da Ilha de Santo Amaro, entre o Estuário de Santos e os rios Icanhema e do Meio, deste Município, com metros quadrados, conforme planta e memorial descritivo elaborados pelo Setor de Planejamento da Prefeitura, a esta transferida mediante contrato de cessão, sob o regime de aforamento, pela União Federal, em 22 de outubro de 1980, através do contrato lavrado as folhas 01 a 06, do livro de notas nº 06 da Delegacia do Serviço do Patrimônio da União do Estado de São Paulo, devidamente protocolado sob nº 34.812, em 17 de novembro de 1980, RI/1/22354, de 17 de novembro de 1980, no Cartório de Registro de Imóveis de Guarujá.

Art. 2º - A área descrita no artigo anterior é destinada a instalação de um Parque de Industrias Navais e afins, de atividades não poluentes.

Art. 3º - O Poder Executivo fica autorizado a contratar empresa de consultoria para elaboração do Plano Diretor de Urbanização, de distribuição de áreas e de paisagismo do Distrito Industrial e para administrar a execução das obras respectivas obedecendo às obrigações impostas pela União Federal, no respectivo contrato de cessão mencionado no artigo 1º desta lei.

Art. 4º - A cessão dos direitos relativos as áreas do Parque Industrial será onerosa. O cessionário pagará o preço correspondente a área que lhe houver sido referido.

§ 1º - O preço do metro quadrado do terreno resultará da distribuição proporcional para toda a área do custo das despesas necessárias a implantação do Parque Industrial.

§ 2º - Essas despesas corresponderão ao custo da elaboração do Plano Diretor de distribuição de áreas, de Urbanismo e Paisagismo, da administração e da execução das obras respectivas.

Art. 5º - A receita será integralmente destinada a cobrir as despesas com a elaboração do Plano Diretor, a administração e a execução de todas as obras necessárias à implantação do Parque Industrial.

§ 1º - Os recebimentos e o preço das áreas relativas à implantação do Parque Industrial serão objeto de conta bancária especial, em nome da Prefeitura Municipal de Guarujá, vinculada ao empreendimento.

§ 2º - Os pagamentos e recebimentos serão devidamente contabilizados na Prefeitura Municipal, com observância dos preceitos legais, devendo a movimentação dos recursos ser disciplinada através de Decreto do Poder Executivo.

§ 3º - Fica o Poder Executivo autorizado a criar rubrica de receita e abrir os créditos adicionais necessários ao atendimento do disposto nos §§ 1º e 2º deste artigo.

Art. 6º - Para a seleção das empresas que se instalarão no parque Industrial serão adotados critérios a serem fixados mediante decreto pelo Poder Executivo, com parecer técnico da Empresa Consultora e da Comissão referida no § Único deste artigo.

Parágrafo Único - Será nomeada, pelo Poder Executivo, Comissão para o fim de acompanhar e fiscalizar os trabalhos relativos a implantação do Parque Industrial, emitindo parecer sobre o pedido das empresas que pretenderem nele instalar-se.

Art. 7º - A cessão e transferências do domínio útil das áreas desmembradas deverá atender a finalidade e condições impostas pela União Federal na escritura mencionada no artigo 1º desta lei, as disposições do Decreto nº 9.760, de 05 de setembro de 1946, e demais normas legais aplicáveis, ao parecer técnico da Empresa Consultora e da Comissão que acompanhara os trabalhos, com aprovação final do Chefe do poder Executivo.

Parágrafo Único - cada cessão e transferência de direitos sobre áreas desmembradas será objeto do processo especial, com a fundamentação que autorizar a instalação da industria.

Art. 8º - Nas escrituras de promessas de cessão e transferência de domínio útil deverá ser estabelecida cláusula penal, caso o cessionário deixe de executar as construções a que se propôs no prazo estabelecido no cronograma, ou em desacordo com o projeto.

Art. 9º - Os projetos de construções deverão ser aprovados pelo Departamento competente da Prefeitura, atendidas as obrigações e cláusulas que fundamentarem o deferimento do pedido.

Art. 10 - Fica o Poder Executivo autorizado a regulamentar, através de decreto, no prazo de 60 (sessenta) dias, a execução desta lei, fixando a forma de ser contratada a promessa de cessão e a cessão final de direitos sobre as áreas de cada industrias, os critérios para a admissão das atividades e seleção dos pretendentes a área industrial, a fiscalização da execução das obras públicas e a administração das mesmas, atendidos o interesse público e o contrato de cessão mencionados no artigo 1º desta lei, viabilizando e agilizando a consecução da finalidade visada pela União Federal e pela Municipalidade.

Art. 11 - Revogadas as disposições em contrario, esta lei entrara em vigor na data de sua publicação,.

Prefeitura Municipal de Guarujá, em 01 de julho de 1981.

JAYME DAIGE

Prefeito Municipal

domingo, 27 de fevereiro de 2011

ATERRANDO O GUARUJÁ!

APROVEITANDO QUE O SECRETÁRIO FORREST GUMP DE OBRAS PARTICIPARÁ DO PROGRAMA TUCA JR NESTA SEGUNDA-FEIRA, PERGUNTAMOS:

COMO SE ATERRA MILHÕES DE METROS QUADRADOS DE MANGUE, SEM UM RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL?

clique na foto p/ ampliar

DUÍNO "TERRACOM" FERNANDES, HÁ MAIS DE 30 ANOS ATERRANDO E ENTERRANDO A NOSSA GUARUJÁ!!!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

RAINHA ANTONIETA I e II

ESCÂNDALO NO CING!
WEBMASTER DOS INCONFIDENTES É FLAGRADO COMPRANDO EM CA$H DUAS LANCHAS PHANTOM 50"

clique na foto p/ ampliar

LANCHAS JÁ FORAM BATIZADAS E SERÃO EM BREVE COLOCADAS NO MAR!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

A Morte está chegando ao Guarujá!!!!!!!!!!!!!


Por Richard Geraldo Dias de Oliveira
Coordenador da Comissão do Meio Ambiente das OABs da Baixada Santista
Membro Efetivo da Comissão do Meio Ambiente da OAB/SP
Coordenador da Comissão do Meio Ambiente da OAB/SP junto ao IBAMA.

A novela do Complexo Industrial e Naval de Guarujá (CING) voltou com terminal Off-Shore da Petrobrás e Indústrias Naval. Lutamos tanto contra a idéia dos Terminais de Contêineres e estamos diante deste novo impasse Ambiental, contra a saúde da População e que poderá provocar mais um golpe para a qualidade de vida da Ilha de Santo Amaro com impactos em toda Baixada Santista. A Indústria Naval polui como chumbo, cromo, níquel e mercúrio, e substâncias orgânicas persistentes, especialmente TBT.

O chumbo, mercúrio, cromo e níquel são elementos químicos encontrados na natureza em proporções muito pequenas. Através de processos industriais, são concentrados e liberados para o meio ambiente em níveis não-naturais. A contaminação de animais e seres humanos ocorre principalmente com a ingestão de alimentos contaminados. Chumbo e mercúrio causam problemas no sistema nervoso central; o cromo é cancerígeno e o níquel causa problemas de pele. Estes elementos são inorgânicos, bioacumulativos e persistentes.

Tributyltina ou TBT é sigla de substâncias químicas artificialmente produzidas pelo homem, ou seja, não existem na natureza. É por isso que não há, nos seres vivos, reações químicas que permitam a degradação destas substâncias. Uma vez em organismos humanos, elas não podem ser destruídas, acumulam-se nos tecidos adiposos e atuam principalmente sobre o sistema hormonal. Podem, inclusive, causar diversos tipos de câncer no indivíduo adulto.

Tributyltina ou TBT ou Tributilestanho ou Trifenilestanho é considerado por cientistas como um dos mais venenosos produtos químicos que o homem criou. Utilizado contra deterioramento e como estabilizador em diversas aplicações industriais, a indústria naval, por exemplo, mistura a substância à tinta para navios e embarcações com o objetivo de evitar a ação de algas.

Alterações hormonais descobertas em ostras e outros animais marinhos, aliadas à morte em massa deles provocaram um movimento que fez com que a Organização Marítima Internacional (IMO) proibisse seu uso a partir de 2006.

A Organização Mundial de Saúde (WHO) recomenda um limite para o TBT, mas levou em conta para isso o poder venenoso do mesmo. O perigoso efeito hormonal, ativo já em pequeníssimas quantidades, era desconhecido até então. Com a catástrofe causada no mar, estudos aprofundados acusaram que o contato com Tributyltina provoca, além da ação tóxica, a masculinização das mulheres e nos homens destrói a fertilidade.Um dos principais efeitos do uso de tais substâncias é o envenenamento do sistema biológico, principalmente de moluscos e ostras, originando mutações e condenando espécies à extinção.

No Brasil no entanto o uso do veneno não possui nenhuma restrição legal no país, sendo seu poder nocivo desconhecido por muitos.

Outro problema sério e o de veículos pesados que ira acontecer junto a área do entorno do CING, sem falar nas interseções pelos Bairros. O entorno da Av. Caiçara é formado por mangues aterrados, ou seja, um terreno instável e com a presença constante de caminhões de carga, poderá provocar em muitas casas rachaduras estruturais.

Pela própria estrutura da contaminação de indústria de siderurgia seja como base Off-Shore para Petrobrás ou indústria naval afetara gravemente todo ecossistema local, inclusive a indústria pesqueira e o turismo. Tirar o Terminal de Contêineres e permitir indústria naval ou siderurgia naquela região é trocar seis por meia dúzia.

A única solução viável para área do CING é uma vocação turística, terminal de passageiros, marinas, “resort”, centro de convenções etc. O Turismo gera muitos empregos, se for feito adequadamente e planejamento não afetara o meio ambiente pelo contrario recuperara áreas degradadas e o Meio Ambiente e a saúde da população agradece.

* Portanto amigos, recomendamos mais cautela principalmente a Prefeita Antonieta de Brito que em diversas aparições na TV e entrevistas a Jornais está destacando a instalação da Petrobrás no Guarujá como a 8a. Maravilha do Mundo, e todos sabemos que a maioria das empresas, entendam-se Marinas, não estão totalmente regulares perante ao IBAMA, que infelizmente faz o que pode.

Existem muitos atrativos para retomar o Guarujá a potência turistica que sempre foi, nenhum político ainda aproveitou o encurtamento da descida de São Paulo com a nova pista da imigrantes, não existem eventos culturais de porte no Guarujá, aliás não temos nem mesmo Secretário de Turismo.

Nos entristece ver cidades muito menores, com menos potencial turistico, receber milhões de reais de patrocinadores privados e ver a nossa realidade, uma cidade turistica que era conhecida como Pérola do Atlaântico abandonada, esperando ansiosa como uma criança no Natal a vinda de uma empresa Petrolífera para revolucionar uma cidade com plena vocação turistica, que dificilmente irá transformar-se em um Polo Naval, até devido a infraestrutura urbana.

Acordem políticos mediocres, trabalhem, pensem, aproximem-se de pessoas competentes e parem de agir como políticos ou seja, deixem de ser oportunistas de primeira hora......

* Notas pessoais e Titulo postado pelo administrador do Blog não fazem parte da excelente matéria publicada, obra do Dr. Richard Geraldo Dias de Oliveira.