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segunda-feira, 27 de outubro de 2014
sábado, 30 de agosto de 2014
O CORONELISMO PRAIANO!
ENQUANTO ISSO NAQUELA "PEQUENA" DITADURA NUMA ILHA DO ATLÂNTICO....
A "PEQUENA DITADORA" MANDA AVISAR OS COMISSIONADOS: "QUEM NÃO COMPARECER NO COMÍCIO DA DILMA E DO SKAF, ESTÁ AUTOMATICAMENTE EXONERADO!"
SERÁ QUE VÃO OFERECER TRANSPORTE GRATUITO TAMBÉM?
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
DR. MICHEL TEMER, OS TUCANOS AGRADECEM!
VICE-PRESIDENTE DR. MICHEL TEMER, OS TUCANOS AGRADECEM!
COM A POPULARIDADE DA PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO, PRINCIPALMENTE COM OS PROFESSORES, TEM TUCANO RINDO À TOA PELA BAIXADA SANTISTA.
GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA, SÓ O DOUTÔ MICHEL TEMER É CLARO!"
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
MÉDICOS CUBANOS DESCOBREM O BRASIL!
O TRÁFICO DE MÉDICOS FOI DESCOBERTO!
GOVERNO DO PT NO BRASIL REINVENTA O TRÁFICO DE ESCRAVOS, DESTA VEZ BRANCOS E CUBANOS!
DESERÇÃO DE MÉDICA CUBANA, PROTEGIDA NO GABINETE DO DEPUTO RONALDO CAIADO, MOSTRA OS BASTIDORES DA OPERAÇÃO MAIS MÉDICOS DA PRESIDENTE DILMA E ALEXANDRE PADILHA.
MÉDICA CUBANA NA CÂMARA EXIBE CONTRATO COM UMA TAL
“SOCIEDADE MERCANTIL CUBANA”, QUE NINGUÉM SABE O QUE É?
Que título forte, não é, colegas? Será que exagero? Acho que não. O caso é complicado mesmo. Vou lhes contar uma história que envolve trabalho escravo, tirania política e, não sei não, podemos estar diante de um caso monumental de tráfico de divisas, lavagem de dinheiro e financiamento irregular de campanha eleitoral no Brasil. Vamos com calma.
O busílis é o seguinte. Ramona Matos Rodríguez, de 51 anos, é uma médica cubana, que está em Banânia por causa do tal programa “Mais Médicos” — aquele que levou Alexandre Padilha a mandar a ética às favas ao transmitir o cargo a Arthur Chioro. Ela atuava em Pacajá, no Pará. Como sabemos, cada médico estrangeiro custa ao Brasil R$ 10 mil. Ocorre que, no caso dos cubanos, esse dinheiro é repassado a uma entidade, que o transfere para o governo ditatorial da ilha, e os tiranos passam aos doutores apenas uma parcela do valor — cerca de 30%. Os outros 70%, na melhor das hipóteses, ficam com a ditadura. Na pior, nós já vamos ver.
Pois bem. No caso de Ramona, ela disse receber o correspondente a apenas US$ 400 (mais ou menos R$ 968). Outros US$ 600 (R$ 1.452) seriam depositados em Cuba e só poderiam ser sacados no seu retorno ao país. O restante — R$ 7.580 — engordam o caixa dos tiranos (e pode não ser só isso…). Devem atuar hoje no Brasil 4 mil cubanos. Mantida essa proporção, a ilha lucra por mês, depois de pagar os médicos, R$ 30,320 milhões — ou R$ 363,840 milhões por ano. Como o governo Dilma pretende ter 6 mil cubanos no país, essa conta salta para R$ 545,760 milhões por ano — ou US$ 225,520 milhões. Convenham: não é qualquer país que amealha tudo isso traficando gente. É preciso ser comuna! Mas vamos ao caso.
Ramona fugiu, resolveu desertar. Não consegue viver no Brasil com os US$ 400. Sente-se ludibriada. Ocorre que os cubanos que estão por aqui, o que é um escárnio, obedecem às leis de Cuba. Eles assinam um contrato de trabalho em que se obrigam a não pedir asilo ao país — o que viola leis nacionais e internacionais. Caso queiram deixar o programa, não podem atuar como médicos no Brasil — já que estão proibidos de fazer o Revalida e só podem atuar no Mais Médicos — e são obrigados a cair nos braços dos irmãos Castro. A deportação — é esse o nome — é automática.
Pois bem. Ramona quis cair fora do programa. Imediatamente, segundo ela, passou a ser procurada pela Polícia Federal do Brasil. Acabou conseguindo contato com o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO), que é médico, e está agora refugiada em seu gabinete — na verdade, no gabinete da Liderança do DEM. Ali, ela está a salvo da ação da Polícia Federal. Não poderão fazer com ela o que fizeram com os pugilistas cubanos quando Tarso Genro era ministro. Eles foram metidos num avião cedido por Hugo Chávez e devolvidos a Cuba.
Vejam que coisa… Ramona sabia, sim, que receberia apenas US$ 1 mil pelo serviço — só US$ 400 aqui. Até achou bom, coitada! Afinal, naquele paraíso de onde ela veio, cantado em prosa e verso pelo petismo, um médico recebe US$ 25 por mês. A economia, como se sabe, se movimenta no mercado negro. Ocorre que a médica, que é clínica geral, disse não saber que o custo de vida no Brasil era tão alto.
A contratante
O dado que mais chama a atenção nessa história toda, no entanto, é outro. Até esta terça-feira, todos achávamos que os médicos cubanos eram contratados pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), que é um órgão ligado à OMS (Organização Mundial de Saúde), da ONU. Sim, a Opas é uma das subordinadas ideológicas do regime dos Castro. Está lotada de comunistas, da portaria à diretoria. De todo modo, é obrigada a prestar contas a uma divisão das Nações Unidas. Ocorre que o contrato da médica que desertou é celebrado com uma tal “Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Cubanos”.
Que estrovenga é essa, de que nunca ninguém ouviu falar? Olhem aqui: como Cuba é uma tirania, a entrada e a saída de dinheiro são atos de arbítrio; dependem da vontade do mandatário. Quem controla a não ser o ditador, com a colaboração de sua corriola? Assim, é muito fácil entrar no país um dinheiro como investimento do BNDES — em porto, por exemplo —, e uma parcela voltar ao Brasil na forma, deixem-me ver, de doação eleitoral irregular. E o mesmo vale para o Mais Médicos. Nesse caso, a tal Opas podia atrapalhar um pouco, não é? Mas eis que entra em cena essa tal “Sociedade Mercantil Cubana”, seja lá o que isso signifique.
A Polícia Federal não poderá entrar na Câmara para tirar Ramona de lá. O contrato com os cubanos — e, reitero, é ilegal — não prevê asilo político. A Mesa da Câmara também não pode fazer nada porque o espaço da liderança pertence ao partido.
Vamos ver no que vai dar. O primeiro fio que tem de ser puxado nessa meada é essa tal “Sociedade Mercantil”, que não havia aparecido na história até agora. Quantos médicos vieram por intermédio dela? O que isso significa em valores? Quem tem o controle sobre esse dinheiro?
Fonte: Blog Reinaldo Azevedo - Revista Veja
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
ENQUANTO DILMA INVESTE EM CUBA, NOSSOS PORTOS ESTÃO ABANDONADOS!
TERMINAL ABANDONADO É EXEMPLO DO DESCASO NO MAIOR PORTO DO
BRASIL
LOCAL OPERADO PELA MULTINACIONAL VOPAK POR 20 ANOS NA ÁREA
MAIS NOBRE NA MARGEM ESQUERDA DO PORTO, PRÓXIMO AO GUARUJÁ, ESTÁ INATIVO PORQUE OS ÓRGÃOS GESTORES NÃO QUEREM
FAZER, POR ENQUANTO, UMA NOVA LICITAÇÃO.
O pacote de privatização dos portos brasileiros ainda não saiu do papel. O primeiro edital deveria ter sido publicado em 2013, mas foi adiado devido a falhas apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Ele foi formulado com base na nova Lei dos Portos, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em junho do ano passado. Ainda que o pacote portuário seja considerado uma bagunça completa por grande parte dos especialistas do setor de infraestrutura, a presidente acertou ao sancionar a nova lei, que traz mais eficiência e dinamismo a esse ator vital do crescimento do país. Contudo, um terminal abandonado há um ano e meio e escondido na ilha de Barnabé, em Santos, é exemplo de como a burocracia e a incompetência que imperam no setor podem contaminar as novas privatizações.
Trata-se do antigo terminal da Vopak, uma multinacional holandesa de transporte de cargas químicas e petróleo. A empresa construiu o terminal em 1986 após vencer uma licitação cujo contrato previa a operação do terminal por uma década. Hoje, o local está às moscas. Mato cresce em todo o entorno e a ferrugem corrói os tanques onde cargas outrora eram armazenadas. O site de VEJA esteve no local para entender por que, num país onde filas quilométricas de caminhões se formam nos arredores do porto esperando pelo embarque, um terminal com infraestrutura, acessos rodoviários e ferroviários, manutenção e dragagem periódicas está ocioso e abandonado.
Histórico - O terreno de pouco mais de 38 mil metros quadrados fica na margem esquerda do porto de Santos, próximo ao Guarujá — e é uma das áreas mais nobres do cais. Os terminais da ilha são predominantemente de granéis líquidos. A Vopak construiu toda a estrutura do terminal na década de 1980, quando ganhou o direito de explorá-lo. À época, a lei vigente ainda permitia que a empresa arrendatária de um terreno dentro do porto organizado tivesse o direito de pedir a renovação do contrato sempre que o mesmo atingisse o prazo final, que era 10 anos.
Com o vencimento do primeiro período, em 1996, uma nova Lei dos Portos (nº 8.630/93) já estava vigente. Mas, em vez de adaptar o contrato da companhia à nova legislação, que permitia a concessão por mais 25 anos, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) manteve o texto antigo, prorrogando por mais 10 anos. Em 2006, ano em que venceria a segunda permissão da Vopak, a Codesp se deu conta de que não sabia muito bem o que fazer com a área: se renovaria o contrato ou faria outra licitação já no âmbito da nova lei. A gestora estadual dos portos, então, prorrogou a operação da multinacional por mais três anos, para que tivesse o tempo necessário para preparar a nova licitação.
Burocracia - O prazo venceu e, novamente, não havia um edital no forno. A Codesp só conseguiu realizar o leilão da área em outubro de 2010. Na ocasião, o próprio consórcio cuja Vopak era sócia venceu o pleito ao oferecer um ágio de aproximadamente 52,7 milhões de reais ao órgão estadual. Mas, a segunda colocada, a Deicmar, que havia ofertado 16,1 milhões de reais, entrou com recurso administrativo solicitando a desclassificação da vencedora. A concorrente alegava que o consórcio vencedor não havia apresentado os documentos exigidos pelo edital. O caso foi levado ao Tribunal de Contas da União (TCU) que, em maio de 2011, determinou a anulação da concorrência devido a irregularidades no edital.
A extinção do leilão foi feita oficialmente em outubro do mesmo ano. Enquanto isso, a Vopak continuou na área, em caráter de urgência, para impedir justamente que o terminal se deteriorasse, por ser um bem público. Feitas as devidas mudanças no edital, o novo processo de licitação só veio em maio de 2012 e a vencedora foi a paraense Cattalini, com uma proposta de 80,7 milhões de reais pela área de quase 39 mil metros quadrados. Em segundo lugar, ficou o Grupo Ultra, que já havia participado da primeira tentativa de leilão, com a proposta de 78 milhões de reais. A Vopak deu o terceiro maior lance - 39,8 milhões de reais – menor que o de 2010.
Contudo, a segunda tentativa tampouco foi bem-sucedida porque, desta vez, o consórcio da Vopak entrou com pedido de impugnação da vencedora, apontando erros no projeto básico. A briga foi parar na Justiça e a vencedora, Cattalini, desistiu do terminal. Foi dada a possibilidade, então, para a segunda colocada, Grupo Ultra, levar a empreitada, mas não houve interesse por parte da empresa devido às complicações jurídicas que cercavam o terminal. Abriu-se, assim, o caminho para a Vopak, em terceiro lugar, assumir a área (que estava abandonada desde agosto de 2012). Para aceitar a volta da holandesa, a Codesp exigiu que a companhia pagasse o valor ofertado pela primeira colocada — mais que o dobro da oferta da Vopak. A empresa não aceitou — e a licitação, até hoje, está em aberto.
O terminal está desativado, mas poderia estar em funcionamento caso a Codesp tivesse imediatamente formulado um novo pleito. Contudo, fontes do setor afirmam que a nova lei dos portos, sancionada no ano passado, mas discutida desde 2012, deixou o Estado paralisado — e os investidores, ressabiados. Diante da aprovação de uma nova regulação, ninguém se mostrou disposto a assumir um investimento tão grande e correr o risco de ter seu contrato rompido ou modificado pouco tempo depois. “Não se sabia como a seriam feitas as novas licitações e nem se o governo iria querer adaptar os contratos”, afirmou um executivo do setor que preferiu ter seu nome mantido em sigilo.
Investimentos - No pacote de portos, em que o governo prevê licitar 159 áreas, o terminal da Vopak tampouco consta na lista de privatizações. Como seu último pleito não foi oficialmente cancelado pela Codesp, um novo leilão não pode ser feito. Procurada pelo site de VEJA, a Codesp, juntamente com a Secretaria dos Portos, respondeu que enviou, no ano passado, à Brasília uma carta pedindo a extinção da licitação. Contudo, o ministro recém-empossado da SEP, Antônio Henrique da Silveira, resolveu priorizar as licitações das áreas que contemplam o primeiro lote de concessões dos portos sob a nova lei. O ministro disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que a previsão é que no final de fevereiro haja "alguma definição" sobre o assunto e o processo licitatório volte aos trilhos.
Segundo especialistas ouvidos pelo site de VEJA, o abandono do local por tanto tempo pode inutilizar todos os investimentos feitos ao longo das últimas décadas. “Locais como aquele, que movimentam químicos e estão recebendo diretamente a umidade e a salinidade do mar. precisam de manutenção semanal”, diz Marcos Vendramini, diretor de infraestrutura de transporte da consultoria AECom. Ele explica que o ideal seria manter, pelo menos, os tanques cheios de nitrogênio ou de água doce para evitar a corrosão excessiva.
Judicialização - O caso da Vopak apavora os investidores do setor — não por acreditarem que a empresa tenha sido injustiçada, mas pela lentidão que com que os órgãos gestores atuam para levar adiante os processos licitatórios e, sobretudo, as dificuldades em adaptar contratos antigos à nova legislação. A lei de 2013 prevê que as prorrogações automáticas de contratos de terminais sejam extintas, caso o governo assim o queira. “Nos contratos constam a opção de renovação e o governo não tem obrigação legal de acatá-la. Mas, há casos que podem ser questionados judicialmente, como os que envolvem investimentos físicos ainda não amortizados”, explicou o advogado Mauro Penteado, do escritório de advocacia Machado Meyer.
Fontes do setor afirmaram ao site de VEJA que algumas empresas já estão se preparando para recorrer judicialmente da decisão da presidente de relicitar algumas áreas. Em Santos, há quatro terminais cujos contratos já venceram, mas as empresas arrendatárias – Granel Química, Ficher S.A., Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e Pool do Corredor de Exportação – continuam operando. A Codesp informou ao site de VEJA que eles operam por meio de liminar de mandado de segurança contra a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Procurada, a Antaq não havia respondido até o fechamento da reportagem.
FONTE: VEJA DIGITAL
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
O QUE É CUMPRIR AS LEIS PARA OS PETISTAS?
O BRASIL DA VERGONHA, O BRASIL DO PARTIDO DOS TRABALHADORES, COMETERÁ MAIS UMA ILEGALIDADE?
LEI FEDERAL PROÍBE A NOMEAÇÃO DO SANTISTA ARTHUR CHIORO COMO MINISTRO DA SAÚDE, MAS O QUE É CUMPRIR AS LEIS PARA OS PETISTAS DO GOVERNO?
ESTATUTO DOS SERVIDORES VETA A POSSE DE CHIORO
A lei federal número 8.112/1990, conhecida como Estatuto dos Servidores Públicos da União, proíbe que o secretário de Saúde de São Bernardo, Arthur Chioro (PT), assuma função de ministro da Saúde se mantiver sua atuação como sócio majoritário da Consaúde Consultoria, Auditoria e Planejamento Ltda, empresa privada que possui contrato com diversas administrações públicas, muitas petistas.
O artigo 117 do dispositivo, em seu inciso décimo, veda a qualquer servidor público “participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário”. Segundo dados cadastrais da Consaúde na Junta Comercial, Chioro é administrador e sócio com 99% de participação da consultoria.
Em setembro, quando o Diário revelou com exclusividade que o secretário do governo de Luiz Marinho (PT) continuava à frente de companhia com contratos públicos em vigor, Chioro garantiu que não tinha funções administrativas na Consaúde. Até ontem, às 20h22, ele continuava como proprietário do local (veja fac-símile ao lado), com capital de R$ 39,6 mil.
Especialista em Direito Público, o ex-prefeito de São Bernardo Tito Costa avaliou que o desrespeito ao Estatuto dos Servidores Públicos da União pode resultar em ação por improbidade administrativa. “Se esse rapaz assumir, ele não pode participar dessa empresa que tem contratos com o poder público. Mesmo sendo secretário aqui (São Bernardo) não poderia ser.”
O Ministério Público abriu inquérito civil, com base em reportagem do Diário de 18 de setembro, para apurar irregularidade na manutenção de Chioro como líder da Consaúde. Em âmbito municipal, a continuidade do petista em sua consultoria pública fere os artigos 24 e 84 da LOM (Lei Orgânica do Município), que dizem que secretários são impedidos de “firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público.”
Segundo informações extraoficiais, a presidente Dilma Rousseff (PT) colocou o assunto em pauta durante reunião de terça-feira com Chioro para substituir Alexandre Padilha (PT) no Ministério da Saúde. O futuro ministro teria afiançado à chefe da Nação que se desligaria da empresa antes da publicação de sua nomeação – prevista para fevereiro. Ontem, o petista não quis responder questões sobre a investigação e convocou para hoje, às 11h, entrevista coletiva para explicar o caso.
Secretário faz planos na União, mas se cala sobre investigação
Depois de vistoriar a UTI do recém-inaugurado Hospital de Clínicas ao lado do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), o secretário de Saúde, Arthur Chioro (PT), fez breve comentário sobre planos para o começo de sua gestão à frente do Ministério da Saúde, porém, se calou sobre a proibição em lei federal de assumir cargo caso se mantenha como sócio majoritário da empresa Consaúde, Consultoria, Auditoria e Planejamento Ltda.
Questionado se pretendia continuar no comando da Consaúde, Chioro foi taxativo. “Vou falar tudo isso amanhã (hoje, em entrevista coletiva de imprensa), às 11h. Isso não é assunto de São Bernardo, está bom?”, declarou o petista, ao ressaltar que ontem estava exclusivamente falando como secretário de Saúde sobre o Hospital de Clínicas.
Apalavrado com a presidente Dilma Rousseff (PT) para chefiar o Ministério da Saúde, Chioro destacou que fará viagem internacional na companhia da petista. “Ela vai anunciar os novos ministros no dia 1º de fevereiro, quando retorna de Cuba. A viagem será dia 26. Vou com ela e com o ministro Alexandre Padilha (da Saúde, PT)”, afirmou o ainda secretário.
A transição entre Padilha e Chioro começará justamente nessa viagem, que servirá para Dilma agradecer o governo cubano por ter cedido profissionais do país ao programa federal Mais Médicos. O projeto que trouxe especialistas estrangeiros para suprir a carência da rede nacional é uma das principais bandeiras da administração de Dilma na área da Saúde. “Estou aguardando manifestação da presidente”, disse Chioro, evitando entrar em detalhes de planos para a Pasta Federal.
Fonte: Diário do Grande ABC
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
CALA A BOCA PREFEITA DOS EMPRESÁRIOS!
OBRIGADO PRESIDENTE DILMA! VICENTE DE CARVALHO CONTINUARÁ ABANDONADA!
MAIS UMA VEZ A PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO PERDEU A CHANCE DE FICAR CALADA, JÁ QUE NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS ELA É A PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELA SITUAÇÃO CALAMITOSA DO DISTRITO ITAPEMENSE.
GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
sábado, 20 de outubro de 2012
PÃO & CIRCO DILMA?
AS OMISSÕES DE MICHEL TEMER!
Detalhes interessantes sobre o Dilma Rousseff (PT) e seu vice Michel Temer (PMDB), que eles preferem não comentar.
EXECUTIVA DE FRONTEIRA DO PANAMÁ É BACANA MESMO, COM UMA LOJA CHAMADA PÃO & CIRCO, NÓS MERECEMOS!
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
AMIGOS DA DILMA
CONHEÇAM OS AMIGOS DA DILMA!
ASSISTAM O VÍDEO E PENSE BEM ANTES DE VOTAR NO PRÓXIMO DOMINGO!
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