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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

ONDE ANDAM OS ÔNIBUS DA TRANSLIXORAL?

UMA SINGELA HOMENAGEM DA SOFRIDA POPULAÇÃO DO GUARUJÁ À TRANSLIXORAL E O TRANSPORTE PÚBLICO!
ONDE SERÃO QUE ESTÃO OS ÔNIBUS? DESAPARECERAM? FORAM SEQUESTRADOS? SERÁ QUE POLÍTICOS E AGENTES PÚBLICOS DEPENDEM DO TRANSPORTE PÚBLICO DA CIDADE? A POPULAÇÃO GRITA E PEDE SOCORRO!


NO PERÍODO ELEITORAL SOBRAVAM ÔNIBUS NA CIDADE, POR QUE SERÁ?

domingo, 15 de dezembro de 2013

DOIS NOVOS TERMINAIS NA REGIÃO.

SECRETARIA DE PORTOS AUTORIZA DOIS TERMINAIS NA REGIÃO.
AS INSTALAÇÕES VÃO MOVIMENTAR CARGA GERAL, PASSAGEIROS, GRANÉIS SÓLIDOS, GRANÉIS LÍQUIDOS E CARGA GERAL CONTEINEIRIZADA.


A Secretaria de Portos (SEP) autorizou a implantação de dois novos Terminais de Uso Privativo (TUPs) na região. Um deles, em Guarujá, com investimentos de R$ 17 milhões, é um empreendimento da unidade brasileira da multinacional italiana Saipem. O outro, em Santos, será responsável pela movimentação de 16 milhões de toneladas por ano de granéis sólidos, líquidos e fertilizantes.

O Terminal Integrador Portuário de Santos (TIP-Santos), da Vale Fertilizantes, custará cerca de R$ 2,2 bilhões. A pasta responsável pelos portos brasileiros autorizou ontem a implantação de cinco novos TUPs no País. Eles são os primeiros concedidos após a entrada em vigor do novo marco regulatório do setor portuário, a Lei nº 12.815.

Além de Santos e Guarujá, as cidades Niterói (RJ), Porto Belo (SC), e São João da Barra (RJ) terão novos empreendimentos portuários.

As instalações vão movimentar carga geral, passageiros, granéis sólidos, granéis líquidos e carga geral conteineirizada. A estimativa é de que os empreendimentos gerem investimentos aproximados de R$ 6,4 bilhões. Cerca de 30% deste valor ficará na região.

O TIP Santos, antigo Terminal Marítimo da Ultrafértil, está localizado no final do Canal de Piaçaguera, ao lado da Usina de Cubatão. No ano passado, foram descarregadas mais de 2,6 milhões toneladas de matérias primas para o segmento de fertilizantes.

Atualmente, há apenas um ponto de atracação na instalação, que ganhará quatro berços. Dois deles serão utilizados para o desembarque dos insumos dos fertilizantes. Os outros dois, para embarcar cargas agrícolas e granéis líquidos.

Segundo a Vale, a unidade, após a ampliação, poderá operar 16 milhões de toneladas por ano. Mas o aumento está atrelado a investimentos em infraestrutura. O projeto da Vale prevê a compra de locomotivas e vagões, além da obra civil.


Saipem

Conforme o projeto encaminhado à SEP, a Saipem implantará seu TUP no mesmo terreno onde está construindo suas instalações na região, uma área de 354 mil metros quadrados no Complexo Industrial e Naval de Guarujá (Cing), em frente à Ponta da Praia (Santos), às margens do estuário.

O TUP terá três berços de atracação e atuará como base de apoio às plataformas de petróleo da Bacia de Santos. Até o momento, a Saipem é o maior investimento privado da cadeia de petróleo na Baixada Santista. Por este motivo, as operações do novo TUP serão direcionadas ao setor petrolífero.

Os novos TUPs, primeiros concedidos após a entrada em vigor do novo marco regultatório do setor portuário (Lei 12.815, de junho de 2013), vão movimentar carga geral, passageiros, graneis sólidos, granéis líquidos e carga geral conteineirizada. A estimativa é de que os 15 empreendimentos gerem investimentos aproximados de R$ 6,4 bilhões.

O ministro-chefe da SEP, Antonio Henrique Silveira, esclareceu que a partir de agora o fluxo de concessão de terminais será contínuo, a partir da manifestação do interesse privado e da disponibilidade de área.

Entenda o processo de autorização de TUPs a partir da nova Lei dos Portos:

O marco regulatório do setor portuário (Lei 12.815/2013 e Decreto 8.033/2013) definiu novos termos para exploração de Terminais de Uso Privado (TUP), Estação de Transbordo de Carga (ETC), Instalação Portuária de Turismo (IPT) e Instalação Portuária de Pequeno Porte (IP4).

De acordo com a nova legislação, os interessados em obter a autorização para instalação portuária fora da área do porto organizado podem apresentar requerimento à Agência Nacional de Transporte Aquaviário (ANTAQ) a qualquer tempo.

A proposta deverá conter o memorial descritivo das instalações e instrumento jurídico que assegure o direito de uso e usufruto da área (terreno), entre outros documentos que poderão ser exigidos pela ANTAQ.

A partir do recebimento da solicitação, a ANTAQ deverá publicar em seu sítio eletrônico, em até cinco dias, a íntegra do conteúdo da solicitação e seus anexos e promover, em até 10 dias, a abertura do Anúncio Público, com prazo de 30 dias para identificar a existência de outros interessados na instalação portuária na mesma região e com características semelhantes.

A abertura do Anúncio Público atende à exigência legal (parágrafo 1º do artigo 9º da Lei 12.815) que determina a verificação da existência de outros interessados - além dos que já possuem autorização.

Poderão participar empresas ou entidades constituídas sob as leis brasileiras, com sede e administração no País, isoladamente ou em Consórcio, devendo manifestar formalmente seu interesse no prazo citado acima. Os novos interessados terão prazo de 90 dias para apresentar e/ou ratificar à ANTAQ a documentação complementar prevista no Decreto 8.033 (artigo 33).

No prazo de 15 dias, contado da data do recebimento da documentação da ANTAQ, a Secretaria de Portos (SEP), que é o poder concedente, irá analisar a viabilidade locacional (possibilidade da implantação física de duas ou mais instalações portuárias na mesma região geográfica que não gere impedimento operacional a qualquer uma delas) do empreendimento.

Também analisará a adequação às diretrizes do planejamento e das políticas do setor portuário, conforme determina a Lei 12.815, em seu artigo 15. Após análise dos documentos e deliberação, a SEP então celebrará os contratos de adesão.

A transferência de titularidade da autorização, desde que preservadas as condições estabelecidas no contrato original, não vão depender de novo contrato de adesão, basta que a SEP aprove, conforme Portaria SEP 249, publicada no dia 05/12/2013.

Também fica dispensado de novo contrato de adesão o aumento da capacidade de movimentação ou de armazenagem da instalação portuária, desde que não haja expansão de área original. A medida consta do artigo 35 do Decreto n.º 8.033/2013 e portaria retromencionada.

A SEP poderá dispensar a emissão de uma nova autorização nas hipóteses de alteração do tipo de carga movimentada ou de ampliação da área de instalação portuária - localizada fora do porto organizado-, que não exceda a 25% da área original, desde que haja viabilidade vocacional, conforme Portaria SEP 110/2013.

Atualmente, existem 128 TUPs e seis ETCs autorizados a atuar no País. Até 05/06/2014, as autorizações vigentes deverão ser adaptadas pela ANTAQ e um novo contrato será assinado entre a interessada e a SEP. Os novos terminais privados devem estar fora da poligonal dos portos organizados.

Cenário - Os terminais privados representaram 65% da movimentação de cargas em 2012. O sistema portuário (portos organizados e TUP) permitiu a movimentação de 904 milhões de toneladas (granel sólido, líquido e carga geral) no ano passado, ante 886 milhões de toneladas em 2011, um incremento de 2,07%.

A entrada em operação dos terminais em processo de autorização pela SEP vão promover um aumento estimando de aproximadamente 18% na movimentação no âmbito dos TUPs.

A estimativa do Governo Federal, considerando os atuais 59 empreendimentos em processo de autorização, é de um potencial de investimento do setor privado da ordem de R$ 11,4 bilhões.

O acréscimo de movimentação de cargas, nesse cenário, é  distribuído conforme a seguir: carga geral: 57,1 milhões de toneladas/ano; granel sólido 109,4 milhões de toneladas/ano; granel líquido: 25,3  metros cúbicos/ano; e passageiros: 0,5 milhões/ano.

Novos TUPs pós Lei 12.815 – Entre julho e agosto, foram realizados 37 anúncios públicos, sendo 29 solicitações em 04/07/2013 e oito em 07/08/2013, totalizando 67 empreendimentos. De setembro a novembro de 2013, foram realizados mais 10 anúncios públicos.

Considerando todos os anúncios feitos até novembro, há 77 empreendimentos anunciados, que totalizam aproximadamente R$ 16,3 bilhões em investimentos. No entanto, apenas 59 empreendimentos estão em condições de serem autorizados neste momento, uma vez que para 18 empreendimentos não há mais possibilidade de recurso interposição de recurso.

Ressalta-se que os interessados que estão fora do processo de autorização poderão requerê-la a qualquer tempo, conforme estabelecido no novo marco regulatório. Logo, não necessariamente, estes terminais podem ser desconsiderados.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARUJÁ!

AEROPORTO DE GUARULHOS TEVE RECORDE DE PASSAGEIROS!
CONCESSIONÁRIA DIZ QUE 131.130 PESSOAS PASSARAM PELOS TRÊS TERMINAIS. ENTRE POUSOS E DECOLAGENS, FORAM 959 VOOS. VICE-PRESIDENTE MICHEL TEMER, MENOS DOUTOR,  MUITO MENOS!


SERÁ QUE OS 500.000 PASSAGEIROS ESTIMADOS ESTÃO CHEGANDO PARA ASSISTIR OS JOGOS NA ENORME ARENA MUNICIPAL OU SÃO EMPRESÁRIOS QUE VEM PARA OS EVENTOS NO CENTRO DE CONVENÇÕES DA PRAÇA HORÁCIO LAFER PREFEITA MARIA DE BRITO?

domingo, 15 de setembro de 2013

O TRANSPORTE DA COPA EM GUARUJÁ!

NA CIDADE DA COPA, O TRANSPORTE PÚBLICO DA PREFEITA ANTONIETA É LÍDER MUNDIAL EM BAIXA QUALIDADE!
MAS A PREFEITA DO GUARUJÁ DESFILAVA NOS MORRINHOS NO ÚLTIMO DOMINGO COM UM FORD FUSION RELUZENTE, ENTÃO O POVO QUE SE EXPLODA, NÃO É MESMO?


sábado, 14 de setembro de 2013

AS CATRAIAS FORAM A SALVAÇÃO DOS TRABALHADORES!

NEBLINA PARALISA TRAVESSIA DE BALSAS ENTRE SANTOS E GUARUJÁ.
BALSAS FICARAM PARALISADAS DAS 6H48 ÀS 8H20. MOTORISTAS ENFRENTARAM LONGAS FILAS DE ESPERA NAS DUAS CIDADES. AS CATRAIAS FORAM A SALVAÇÃO PARA QUEM PRECISOU IR TRABALHAR EM SANTOS.


A travessia de balsas entre Santos e Guarujá, no litoral de são Paulo, ficou parada na manhã desta sexta-feira (13). O serviço ficou paralisado por, aproximadamente 1h30, devido a forte neblina.

De acordo com informações da Dersa, a travessia entre Santos e Guarujá não funcionou entre 6h48 e 8h20. Por causa da paralisação, formou-se uma grande fila de veículos nas duas cidades.

Após a liberação das balsas, os motoristas tiveram que esperar cerca de 40 minutos do lado de Santos para realizar a travessia. Já em Guarujá, a situação ficou pior. Os motoristas precisaram esperar por 50 minutos para realizar a travessia. Oito balsas realizavam o transporte dos veículos.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

domingo, 9 de dezembro de 2012

PASSAGEIROS, UM GRANDE NEGÓCIO!

ENQUANTO NO GUARUJÁ ESTALEIROS, INDUSTRIAS, SÃO INSTALADAS NO CING, O TERMINAL DE PASSAGEIROS DE SANTOS FATURA UMA FORTUNA NA TEMPORADA DE CRUZEIROS COM SERVIÇOS MEDÍOCRES E CAROS!



09/12/2012 - 06h00
Embarque em cruzeiro marítimo tem 'corrida de obstáculo'
EDUARDO GERAQUE - ENVIADO ESPECIAL A SANTOS DA FOLHA


Fazer um cruzeiro marítimo num transatlântico está nos planos de muitos turistas neste verão. Se começar pelo porto de Santos, o maior terminal da América Latina, o sonho vai até ser realizado, mas ele pode ter uma certa pitada de pesadelo.

Estacionar o carro ou encontrar algo barato para comer são desafios para as 15 mil pessoas que passam em um dia comum da atual temporada de cruzeiros.

Brasil perde cruzeiros para 'rival' Argentina

Foi assim na quarta-feira passada quando a Folha esteve no terminal de Santos.

A estimativa do setor é que, entre novembro deste ano e março de 2013, cerca de 415 mil pessoas embarquem nos 192 cruzeiros que saem da cidade no período --ou mais da metade dos passageiros estimados para todo o país.

Um dos principais obstáculos aos navegantes são as opções de estacionamento. As vagas oficiais existentes dentro do terminal são caras e nem sempre suficientes.

Chegam a custar R$ 354 a semana. Ou mais de um terço do preço de um pacote simples em um navio, que sai por volta dos R$ 1.000.

No Porto de Barcelona (Espanha), um dos mais modernos do mundo, o mesmo período custa por volta R$ 230.

Assim, quer por economia, quer por falta de vaga, muitos buscam estacionamentos alternativos, que ficam em setores afastados (e saem pela metade do preço).

É comum ver famílias inteiras arrastando malas sobre os trilhos de uma ferrovia em atividade. E fugindo da poeira e da fumaça dos caminhões que lá circulam.

E quando chove? A experiência "pode ser complicada", avisa Márcia Leite, diretora de operações da Abremar (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos).

A comida é outro problema da lei da oferta e da procura.

Nas lanchonetes, uma família de quatro pessoas, por exemplo, vai gastar ao menos R$ 40 se todos quiserem tomar um básico café e comer um simples salgado. A lata de cerveja sai por volta de R$ 6.

A situação, dizem os usuários, era caótica. Intervenções feitas desde 2010 reduziram o número de filas, o trânsito e a espera. Hoje, poucas pessoas reclamam de problemas no porto de Santos.

"Não tive problemas com as operações no terminal", diz Paulo do Nascimento, que na quarta-feira encerrou uma viagem pelo Nordeste. Ele usou ônibus de excursão para chegar e deixar o porto.

O cuiabano Carlos Alberto Rosa também gostou dos serviços. Ele teve apenas um pequeno problema. Uma de suas malas apareceu rasgada.