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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

LEI OBRIGA PREFEITURA DE GUARUJÁ DAR MAIOR TRANSPARÊNCIA ÀS SUAS LICITAÇÕES.

JUSTIÇA VALIDA LEI QUE OBRIGA PREFEITURA DAR MAIOR TRANSPARÊNCIA ÀS SUAS LICITAÇÕES.
O TJ-SP DEU GANHO DE CAUSA AO LEGISLATIVO, TORNANDO VÁLIDA A LEI ORIGINÁRIA DO PROJETO DE LEI (PL 047/2014), DE AUTORIA DO VEREADOR VAL ADVOGADO (PSB).

UM DOS ABSURDOS INEXPLICÁVEIS DA ADMINISTRAÇÃO MARIA DE BRITO EM GUARUJÁ.

A partir de agora, a Prefeitura de Guarujá terá de dar maior transparência às licitações que realiza. Após uma longa disputa judicial, travada contra a Câmara Municipal, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) deu ganho de causa ao Legislativo, no último dia 28, tornando válida a lei originária do Projeto de Lei (PL 047/2014), de autoria do vereador Val Advogado (PSB), que regulamenta a aplicação dos princípios da publicidade, transparência e de acesso às informações nos procedimentos de licitação.

Aprovado em abril pelo Plenário da Câmara, o projeto vinha sendo alvo de questionamentos, por parte do Executivo, que além de vetá-lo ainda tentou suspender seus efeitos, por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), julgada agora improcedente pelos desembargadores do TJ.

Com a decisão, a Administração Muncipal passará a ter que divulgar integralmente, no site www.guaruja.sp.gov.br, todos os atos e documentos relativos a todas as modalidades de procedimentos licitatórios, inclusive os que por determinação legal ou decisão específica não são submetidos a apreciação do Tribunal de Contas. O mesmo valerá para todos os atos relativos à dispensa ou à inexigibilidade de licitação, assim como os procedimentos de contratação mediante parcerias público-privadas; concessões, permissões e convênios.

O objetivo, segundo o autor da medida, é justamente dar maior transparência aos atos do Executivo, ao tornar este tipo de informação mais acessível aos munícipes. "Constitui direito da cidadania e dever do Município o amplo acesso à informações pertinentes aos procedimentos de licitação pública", destaca Val Advogado, lembrando que a iniciativa vai ao encontro de práticas estabelecidas na Lei da Transparência, de Acesso à Informação e Lei de Anticorrupção.

Fonte: A Tribuna Digital

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

GOVERNO DO GUARUJÁ: "O TERROR DAS VIÚVAS!"

QUAL O LIMITE DE UMA PERSEGUIÇÃO POLÍTICA, PREFEITA DE GUARUJÁ?
ENQUANTO A PRESIDENTE DILMA QUER 50% DA APOSENTADORIA DAS VIÚVAS, A PREFEITURA DE GUARUJÁ QUER TUDO. QUAL O VERDADEIRO MOTIVO DE CASSAR UM BENEFÍCIO COM MAIS DE 20 ANOS? A CIDADE SABE E, TODOS COMENTAM OS DESVARIOS DE UM GOVERNO IMORAL E CORRUPTO. A JUSTIÇA VENCE MAIS UMA VEZ, DESFAZENDO AS IMBECILIDADES EM GUARUJÁ.


"A INJUSTIÇA QUE SE FAZ A UM, É UMA AMEAÇA QUE SE FAZ A TODOS."






quinta-feira, 28 de agosto de 2014

PREFEITA PERDE DE GOLEADA NA JUSTIÇA, MARINAS VÃO PAGAR IMPOSTOS!

LEI QUE ACABA COM ISENÇÕES DE 35 MARINAS DE GUARUJÁ É VALIDADA.
DESEMBARGADORES REJEITARAM A TESE, APRESENTADA PELA PREFEITA, DE QUE CABERIA SOMENTE A ELA, LEGISLAR SOBRE MATÉRIAS TRIBUTÁRIAS. A DECISÃO FOI UNÂNIME, REFERENDADA PELOS 25 DESEMBARGADORES QUE COMPÕEM O ÓRGÃO ESPECIAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (TJ-SP). 


A lei que põe fim às isenções fiscais, de IPTU e ISS, concedida a clubes milionários de Guarujá foi julgada constitucional .  A decisão foi unânime, referendada pelos 25 desembargadores que compõem o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP).  A medida, que passa a valer desde já, garante um aporte estimado em mais de R$ 3 milhões na arrecadação anual do Município.

O texto - originário do PLC 002/14, de autoria do presidente do Legislativo Municipal, Marcelo Squassoni (PRB) -  foi aprovado no último mês de fevereiro, pelo Plenário da Casa, mas acabou depois vetado pela prefeita Maria Antonieta Brito (PMDB), que ainda recorreu à Justiça, por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), a fim de barrar a promulgação da medida - agora validada pelo TJ.

O julgamento ocorreu na tarde desta quarta-feira (27), quando os desembagadores rejeitaram a tese, apresentada pela prefeita, de que caberia somente a ela, legislar sobre matérias tributárias.

Segundo o assessor jurídico da Câmara, Renato Cardoso, a Prefeitura ainda pode recorrer da decisão, no Supremo Tribunal Federal (STF) - embora o órgão quase sempre referende as decisões da instância anterior. "É pouco provável que haja algum êxito. No caso da Câmara, por exemplo, todos os recursos de ADINs que a Prefeitura interpôs no STF, nós sempre vencemos"

Com a decisão proferida pelo TJ, o Código Tributário Municipal (instituído pela Lei Complementar 38/1997) passa a ter nova redação, à qual só ficam permitidos de pleitear as isenções de IPTU e ISS agremiações pequenas, que ofereçam contrapartidas sociais ao Município. A medida atingirá diretamente 35 clubes náuticos da Cidade - entre eles, o Iate Clube de Santos, que reúne uma das frotas de barcos mais luxuosas do País, calculada em um bilhão de reais, além de centenas de sócios que desembolsam mais de R$ 100 mil entre títulos e transferências.

Outra agremiação atingida pela medida será o Golfe Clube de Guarujá e demais agremiações do gênero, que também voltarão a ter que recolher seus devidos impostos à Municipalidade. A nova lei deve ampliar em 0,25% a arrecadação anual da Prefeitura, calculada em R$ 1,23 bilhão.

Histórico
A Lei Squassoni foi aprovada pela Câmara Municipal no último mês de fevereiro, após uma série de matérias, na imprensa, questionando o fato de o Iate Clube de Santos ser beneficiado por renúncias fiscais da ordem de R$ 2 milhões/ano, mesmo sendo um clube fechado, que chega a cobrar mais de R$ 20 mil pelo aluguel de um salão de festas.

À época, a matéria teve ainda uma emenda acrescida, proposta pelo vereador Jaime Ferreira de Lima Filho (Pros), que ampliou seus efeitos (às demais marinas existentes) e fixou regras às entidades que eventualmente pleitearem tal benefício, ao incluir dispositivos que só permitem esse tipo de renúncia a clubes de bairro, que de fato tenham vínculos com a população e lhe ofereça contrapartidas.

Fonte: A Tribuna Digital

terça-feira, 19 de agosto de 2014

TJSP ABSOLVE BLOGUEIRO DE CONDENAÇÃO POR CRÍTICAS À PREFEITA DE GUARUJÁ!

TJSP ABSOLVE BLOGUEIRO DE CONDENAÇÃO POR CRÍTICAS À PREFEITURA DE GUARUJÁ.
O BLOGUEIRO, JOÃO PAZINE NETO, NÃO HOUVE OFENSA OU DANO QUE DEVA SER RESSARCIDO. “AS MATÉRIAS PERMANECERAM NO LIMITE DO ACEITÁVEL, TENDO EM VISTA A INEXISTÊNCIA DO EXCESSO ALEGADO NA EXORDIAL."


 A 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo reformou sentença que julgou procedente pedido de indenização por danos morais ajuizado pela prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito, contra o publicador de um blog com críticas à administração municipal.

A autora alegou na ação inicial que os textos eram ofensivos e ofenderam suas honra e imagem. Em defesa, o réu afirmou que os fatos narrados não eram inverídicos.

Para o relator da apelação do blogueiro, João Pazine Neto, não houve ofensa ou dano que deva ser ressarcido. “As matérias permaneceram no limite do aceitável, tendo em vista a inexistência do excesso alegado na exordial. O direito a liberdade de expressão foi exercido dentro dos limites constitucionais, na medida em que não houve prática de ofensa pessoal ou abuso. O blog apenas veiculou sua opinião, que, apesar de crítica, se mostrou insuscetível de afetar a dignidade da autora”, afirmou em seu voto.

Os desembargadores Egidio Giacoia e Dácio Tadeu Viviani Nicolau também participaram do julgamento, que teve votação unânime.

Apelação nº 0003986-55.2012.8.26.0223

Fonte: Comunicação Social TJSP

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

CONSEGUIMOS PAGAR OS PRECATÓRIOS!

PREFEITA MARIA ANTONIETA DE BRITO (PMDB), AFIRMA QUE REDUZIU O NUMERO DE PRECATÓRIOS EM GUARUJÁ!
A PREFEITA PRECISA PARAR DE SE CONTRADIZER, NAS RÁDIOS, TELEVISÃO, ELA DECLARA QUE OS PRECATÓRIOS ESTÃO ACABANDO COM A CIDADE, SAQUEANDO OS COFRES PÚBLICOS DO GUARUJÁ. JÁ A FOLHA DO SERVIDOR PÚBLICO A HISTÓRIA É QUE ESTÁ TUDO BEM.


SERÁ QUE A PREFEITA ESTÁ BEM? LEMBRANDO QUE PRECATÓRIOS SEMPRE FORAM PROBLEMAS HÁ MAIS DE 30 ANOS E NUNCA ASSISTIMOS O GUARUJÁ TÃO ABANDONADO. SERÁ QUE INCOMPETÊNCIA MUDOU DE NOME PREFEITA?

sábado, 16 de novembro de 2013

terça-feira, 13 de agosto de 2013

ADMINISTRAR É PARA QUEM SABE!

"COMO PODEREMOS ATENDER OS ANSEIOS DA NOSSA POPULAÇÃO, ATENDER A VOZ DAS RUAS, SEM DINHEIRO, SEM VERBAS?”, PERGUNTOU ANTONIETA.
A RESPOSTA É SIMPLES PREFEITA, BASTA REDUZIR A FOLHA DE PAGAMENTO MILIONÁRIA DOS COMISSIONADOS, CESSAR A NOMEAÇÃO DOS COMPANHEIROS DO PMDB, NÃO IMPORTAR UMA SECRETÁRIA DE PLANEJAMENTO DO PARÁ E PRINCIPALMENTE, DIMINUIR O NUMERO DE SECRETARIAS INÚTEIS COMO A SECRETARIA DA COPA.


REPRESENTANTES DA FNP E JUÍZES DO TJSP DISCUTEM JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE E EDUCAÇÃO
A prefeita Maria Antonieta de Brito e vice-presidente para Assuntos de Finanças fez um relato da saúde financeira das cidades e da situação do impasse jurídico que os atuais gestores vivem em função das dívidas milionários herdadas de seus antecessores. Abertura de diálogo inédito para resolver questões sensíveis aos municípios recebeu elogios de prefeitos e desembargadores

Em reunião realizada nesta quinta-feira na sede do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), 80 representantes de cidades do Estado estiveram presentes para discutir a compra judicial de medicamentos, a abertura obrigatória de vagas em creches e a possibilidade de agilizar as desapropriações para a construção de creches, unidades hospitalares e áreas de interesse social.

Estiverem presentes prefeitos e secretários municipais das cidades de Guarujá, Tatuí, Indaiatuba, Santo André, São Paulo, São José dos Campos, São Caetano do Sul, Presidente Prudente, Mogi das Cruzes, Jacareí, Embu das Artes, Mogi Guaçu, Itu, Guarulhos, Campinas, Ribeirão Preto, Jaú, Araraquara, São Bernardo do Campo, Osasco, Franca, Santo Antônio do Pinhal e Itatiba.

Representando a Frente Nacional dos Prefeitos, Maria Antonieta de Brito, vice-presidente para Assuntos de Finanças e prefeita de Guarujá fez um relato da saúde financeira das cidades e da situação do impasse jurídico que os atuais gestores vivem em função das dívidas milionários herdadas de seus antecessores. “Minha cidade tem R$ 400 milhões em dívidas de INSS, além de outros R$ 300 milhões em precatórios, mais os mandatos judiciais com saúde e educação que temos de cumprir e, ainda temos todas as nossas responsabilidades constitucionais. Como poderemos atender os anseios da nossa população, atender a voz das ruas, sem dinheiro, sem verbas?”, perguntou Antonieta.

Para o Desembargador Samuel Júnior, Presidente da Seção de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, a possibilidade de agilizar a desapropriação para a construção de creches, unidades hospitalares e áreas de interesse social criaria um impasse jurídico.

Em relação a decisão da Justiça de fazer com que as prefeituras comprem remédios ou mesmo custeiem tratamentos médicos que a rede municipal não possui, o prefeito de Franca, Alexandre Augusto Ferreira, contou que em sua cidade há casos em que a prefeitura é obrigada a comprar a marca Novalgina, sendo em que há na rede pública dipirona, que é o princípio básico, além de outros casos que ele considera abusivo.

Sobre isso o Desembargador Samuel Júnior, disse que não há como interferir na independência do magistrado que toma a decisão, porque tem de se respeitar a independência do Judiciário, mas a Juíza Assessora da Presidência da Seção de Direito Público do TJSP e Titular da 13ª Vara da Fazenda Pública, Maria Gabriela Pavlópoulos Spaolonzi, recomendou aos prefeitos e secretários presentes à reunião, neste caso, criar Varas de Conciliação. Segundo ela, mais de 90% dos casos que são levados a essa Vara, que já existe na Capital, são resolvidos sem a necessidade de um processo judicial. Outra sugestão foi a possibilidade de se criar Varas Regionais a fim de atender municípios de menor porte.

A Secretária de Educação da Prefeitura de Guarujá, Priscilla Bonini explicou a situação das creches no município, que segundo ela reflete casos semelhantes em outras cidades. “Mesmo tendo aumentando em 300% o número de vagas, ainda tem um déficit muito grande e, com tendência a aumentar mais com as mudanças na legislação. Diminuiu a faixa etária de crianças que devem estar nas creches. Nós podemos até construir novas creches, mas a lei de responsabilidade fiscal nos impede de gastar mais do que podemos”, alertou Bonini.

Sobre a questão dos mandados judiciais que obrigam a abertura de vagas nas creches, o Desembargador Samuel Júnior disse que o Tribunal está preocupado, principalmente depois da decisão do Ministério Público de São Paulo mandar suspender os convênios da Prefeitura da Capital com as creches conveniadas. ‘Muitas vezes, a criança que é a primeira da fila acaba ficando em 7000º lugar, por causa de tantos processos. É muito preocupante e, precisamos discutir mais esse assunto”.

Para o Secretário - Executivo da FNP, Gilberto Perre, a abertura desse diálogo com o Tribunal de São Paulo tem sido uma ótima oportunidade que tem refletido em todo o País, pois os demais membros da Frente têm visto que é possível uma saída, por meio do diálogo. “Infelizmente o que estamos vendo é uma criminalização da política. Precisamos do diálogo com o Judiciário para a construção de um processo, de um caminho, pois não há solução mágica para o que estamos enfrentando”, declarou Gilberto Perre.

A abertura deste diálogo com o Tribunal de Justiça de São Paulo foi elogiado pelos presentes à reunião, que agradeceram a oportunidade de expor seus problemas, tirar suas dúvidas e ouvir sugestões. Os desembargadores, por sua vez, disseram que as portas do Tribunal estão abertas para os prefeitos.