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quinta-feira, 5 de março de 2015

MAIS DE 1,750 MIL CRIANÇAS ESTÃO FORA DAS CRECHES EM GUARUJÁ E VICENTE DE CARVALHO.

....ENQUANTO AS "MARIAS" TORRAM O DINHEIRO PÚBLICO EM FESTAS, NOSSAS CRIANÇAS CONTINUAM SEM CRECHES!
MAIS DE 1,750 MIL CRIANÇAS ESTÃO FORA DAS CRECHES EM GUARUJÁ E VICENTE DE CARVALHO


A  Baixada Santista tem pelo menos 3.695 crianças de até 3 anos fora das creches por falta de vagas.  Além das mil vagas a menos em Bertioga, a situação é praticamente a mesma ou até pior em Praia Grande e Guarujá.

Em Praia Grande, são 965 crianças de até 3 anos em busca de vagas. A Cidade tem 4.845 alunos matriculados em 31 creches, só que isso não é suficiente.

Já em Guarujá, o caso é mais complicado ainda. São 1.730 meninos e meninas longe da escola e sem dar liberdade aos pais que precisam trabalhar, mesmo considerando o milionário orçamento da Secretária de Educação de mais de 360 milhões, onde assistimos o dinheiro ser desperdiçado em contratos superfaturados e festas milionárias.

O Município tem 15 unidades públicas e 20 conveniadas, totalizando cerca de 3.500 alunos também de até 3 anos matriculados. A Secretaria de Educação da Cidade afirma que, desde 2009, vem ampliando o número de vagas em creches e diz que o assunto é uma preocupação da Administração, mas passados seis anos, nada assistimos de melhoras no setor.

Recentemente cerca de 16 alunos especiais (Autistas e Dow) da Escola Franklin Delano Roosevelt, no Jardim Boa Esperança tiveram suas matriculas canceladas e ficaram fora das Escolas Públicas, sendo encaminhadas para Organizações Não Governamentais para receberem atendimento.

quinta-feira, 20 de março de 2014

MÃE DEMOROU QUASE DOIS ANOS PARA CONSEGUIR VAGA PARA FILHO.

PERDEMOS DIARIAMENTE A FÉ NA JUSTIÇA QUANDO ASSISTIMOS A DECLARAÇÃO DE UMA MÃE NA REDE GLOBO!
MULHER EM GUARUJÁ LUTA POR VAGA EM CRECHE DESDE QUE ESTAVA GRÁVIDA, HÁ QUASE DOIS ANOS. 


MÃE DEMOROU QUASE DOIS ANOS PARA CONSEGUIR VAGA PARA FILHO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO EXPLICOU QUE ESTÁ AMPLIANDO O NÚMERO DE VAGAS.

Em Guarujá, no litoral de São Paulo, um problema para as mães é a falta de creche. A questão é tão grave na cidade que uma mulher fez o cadastro do filho quando ele ainda estava na barriga. Há dois anos Suellen Mesquita dos Santos enfrenta uma maratona quase que diária, pois ela sai de casa no bairro Vila Baiana, em Guarujá, buscando uma creche para o filho de um ano e oito meses.

A luta dessa mãe é antiga, porque ela entrou em uma lista de espera quando ainda estava grávida. "Eles falaram assim: 'mãe, você vai deixar seu nome, mas você sabe que não é certo, você ainda está grávida'. Mas como disseram que estava muito difícil eu fui antes, aí eles fizeram o cadastro para mim. Quando ele ficou na lista de espera eu não fiquei sabendo, então eu perdi e eles tiraram meu filho da lista de espera", afirma Suellen.

A jovem chegou a trabalhar como camareira em um hotel da cidade, mas como não encontrou lugar para deixar o filho, teve que pedir demissão do emprego. "Não tinha ninguém para ficar com ele. Minhas contas acumularam, estou desempregada e está difícil", diz a mãe.

Suellen já reclamou na Secretaria de Educação, mas diz que a resposta é sempre a mesma. "Eles falaram para mim que está difícil, que tem muita criança para pouca creche aqui em Guarujá. Mas estão com construção de novas creches, só que não tem previsão de vagas para crianças", destaca.

A Secretaria de Educação de Guarujá explicou que está ampliando, ano a ano, o número de vagas em creches e já tem mais de 3000 crianças matriculadas. A secretaria reforça ainda que, atualmente, são 14 unidades municipais e 21 conveniadas, totalizando 3.559 atendimentos. Por fim, a instituição informa que o filho de Suellen foi cadastrado no núcleo de Educação Infantil Agripina Alves de Barros nesta terça-feira (18).

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

JUIZ DETERMINA VAGAS EM CRECHES E PRÉ-ESCOLAS DE RIO BRANCO!

“NÃO SE PODE ADMITIR QUE EM RAZÃO DO DISCURSO GOVERNAMENTAL DE AUSÊNCIA OU LIMITAÇÃO DE ORÇAMENTO, CRIANÇAS FIQUEM SUJEITAS À PRÓPRIA SORTE”
JUIZ DETERMINA DISPONIBILIZAÇÃO DE MAIS VAGAS EM CRECHES E PRÉ-ESCOLAS DE RIO BRANCO NO ACRE.


PROMOTOR DE JUSTIÇA AJUIZOU AÇÃO CIVIL PÚBLICA APÓS DENÚNCIAS DE PAIS DE FAMÍLIA QUE NÃO CONSEGUIRAM MATRICULAR SEUS FILHOS NAS UNIDADES DE EDUCAÇÃO.

O juiz da 2ª Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Rio Branco, Romário Divino Faria, julgou procedente a ação civil pública com pedido de antecipação de tutela, proposta pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), contra o Município de Rio Branco, versando sobre a falta de vagas em creches e pré-escolas da rede pública municipal.

A ação foi ajuizada pelo Promotor de Justiça Ricardo Coelho de Carvalho, titular da 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Infância e Juventude da Comarca de Rio Branco, após denúncias de pais de família que não conseguiram matrículas nas unidades educacionais para os filhos.

O CASO
De acordo com o MPAC, o problema ocorreu em 2013 e se repete em 2014. No andamento dos processos, os representantes da Secretaria Municipal de Educação informaram que o contingente populacional existente no município de Rio Branco, com idade prevista para atendimento em creche, ainda é superior à oferta de vagas em instituições públicas.

Informaram ainda que, mesmo que o atendimento em creche seja um direito, ainda não é obrigatório ao poder público oferecer vagas a todas as crianças nesta faixa etária. Segundo eles, de acordo com as metas traçadas no Plano Nacional de Educação (PNE), a meta a ser alcançada, ou seja, atendimento a 50 % da clientela de creche, deverá ocorrer até o ano de 2020. 

Na ação civil, o Promotor de Justiça considera que o desencontro entre a oferta e a demanda de vagas em creches e pré-escolas acarreta na realização de sorteios das crianças que postulam vagas. Destaca ainda que aqueles que não são contemplados pela ‘sorte’ são relacionados em lista de espera, o que, em muitos casos, não resulta em obtenção de matrícula, atentando frontalmente contra o direito de igualdade de acesso à educação.

Para evitar que o direito à educação infantil seja violado, o MPAC requereu antecipação da tutela jurisdicional, após o pronunciamento do réu, para compelir o Município de Rio Branco a garantir a partir do ano de 2014, a todas as crianças que atendam os requisitos legais e solicitarem matrícula, vaga em creche ou pré-escola, próxima ao local de residência. 

Além disso, determinou que o Município de Rio Branco possa custear despesas com transporte e manutenção das crianças em creche ou pré-escola de ensino e, ainda, que o Município forneça ao MPAC lista com os nomes de todas as crianças que solicitarem vagas e não forem matriculadas em unidade de ensino infantil.

“Não se pode admitir que em razão do discurso governamental de ausência ou limitação de orçamento, crianças fiquem sujeitas à própria sorte, uma vez que, das crianças que necessitam, apenas algumas são contempladas com a matrícula, ficando, as demais, submetidas a sorteio ou lista de espera, como se estas não fossem sujeitos de direito. Assim, entendo que não basta a mera alegação de descumprimento em função de limitações orçamentárias, até porque em momento algum demonstrou o administrador municipal ter esgotado as verbas orçamentárias específicas destinadas a este direito fundamental”, diz o juiz em sua decisão.

DECISÃO
A Justiça determinou ao Município de Rio Branco que efetue a matrícula das crianças que solicitarem e atenderem aos requisitos exigidos em qualquer creche ou pré-escola. Serão de responsabilidade do próprio órgão municipal as expensas de mensalidade e translado do aluno e acompanhante. 

Na possibilidade de matricular as crianças em creches ou pré-escolas em locais distantes de suas residências, a Justiça determinou ao Município de Rio Branco a responsabilidade de custeio do transporte para o aluno e acompanhante. 

Caso ocorra descumprimento, o órgão municipal deverá pagar R$ 100,00 (cem) reais de multa correspondente a cada criança. Os valores serão revertidos ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Rio Branco.

O juiz determinou também que o Município de Rio Branco encaminhe ao MPAC a lista contendo nome de todas as crianças e respectivos pais, endereço e telefone, que solicitarem e não forem matriculadas em unidade de ensino infantil. A lista deve ser enviada no prazo de 30 (trinta) dias antes do início de cada ano letivo, a partir de 2014, sob pena do pagamento de multa no valor de R$ 5.000,00 por cada descumprimento, a ser depositada no Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

POR QUE NOSSAS CRIANÇAS NÃO TEM PRÉ-ESCOLA SECRETÁRIA?

PREFEITURA DE GUARUJÁ NÃO CONSTRUIU ESCOLAS E CRECHES E AGORA QUER DISCUTIR O DIREITO CONSTITUCIONAL.
MÃES RECLAMAM DA FALTA DE VAGAS EM CRECHES E SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DECLARA EM ENTREVISTA QUE ESTÃO DISCUTINDO A SENTENÇA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE CUMPRIR A LEI. COM ORÇAMENTO SUPERIOR A 300 MILHÕES NA EDUCAÇÃO, PALESTRAS, SIMPÓSIOS, LOUSAS DIGITAIS E REFORMA MILIONÁRIA NO ESTÁDIO MUNICIPAL, POR QUE NOSSAS CRIANÇAS NÃO TEM PRÉ-ESCOLA SECRETÁRIA?



LEMBRETE A PREFEITA MARIA ANTONIETA E A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO PRISCILLA BONINI NA VOLTA AS AULAS...
A JUSTIÇA DECIDIU: "MUNICÍPIO DE GUARUJÁ TEM DE ABRIR VAGAS PARA CRECHES"



É obrigação dos municípios cuidar da educação de crianças até cinco anos de idade, em creches e pré-escolas. Com esse fundamento, o presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, indeferiu liminar pedida pelo Município de Guarujá (SP) contra decisões da Justiça local que determinaram a matrícula imediata de crianças residentes no município em creches, ou seu custeio em estabelecimentos particulares.


Em análise preliminar, o ministro considerou que a questão discutida na ação principal está de acordo com a jurisprudência do STF em julgados semelhantes. Ao indeferir a liminar, o ministro Lewandowski afirmou que para o deferimento do pedido não é suficiente a mera alegação de dano em potencial. “É imprescindível que se demonstre a efetiva lesão a que estaria submetido o interesse público, o que, entendo, no caso, não ter ocorrido”, afirmou.


Entre os argumentos apresentados contra a determinação judicial, a Prefeitura de Guarujá afirmou que existe um cadastro de interessados em matricular seus filhos nas creches municipais, cujas vagas ainda são insuficientes, e a inclusão de crianças nas circunstâncias determinadas pela Justiça desrespeitaria a fila de espera, ferindo o princípio da isonomia.
Sustentou ainda que as decisões contrariaram os princípios da legalidade (na medida em que a ampliação do número de vagas é definida por meio de lei municipal), da separação dos poderes e da reserva orçamentária, e também a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000). Com informações da assessoria de imprensa do STF.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

GOVERNO DO ESTADO DECLARA QUE HÁ 1 BILHÃO PARA CONSTRUÇÃO DE CRECHES!

DAS MIL CRECHES PREVISTAS ATÉ O FIM DO ANO, GOVERNO ESTADUAL SÓ ENTREGOU 24 (VINTE E QUATRO)
“FALTA DINHEIRO PARA MANTER A CRECHE DEPOIS", DIZ A PRESIDENTE DA UNIÃO DOS DIRIGENTES MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO, PRISCILLA BONINI, QUE TAMBÉM ESTÁ À FRENTE DA PASTA NO GUARUJÁ COM MAIS DE 306 MILHÕES DE ORÇAMENTO.


SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DIZ QUE HÁ R$ 1 BILHÃO DISPONÍVEL PARA AS UNIDADES, MAS PREFEITURAS NÃO CONSEGUEM APRESENTAR DOCUMENTOS E CONSEGUIR TERRENOS PARA INSTALAÇÃO DAS CRECHES.

Das mil creches previstas até o fim do ano no programa Creche Escola, lançado pelo governo paulista em 2011 para repassar verbas aos municípios na área da educação infantil, apenas 24 unidades já foram entregues - quatro delas no interior. A dificuldade das prefeituras em conseguir terrenos para as obras, atender às exigências documentais e garantir recursos para o funcionamento das creches estão entre as principais razões apontadas para o atraso.

Segundo a Secretaria da Educação do Estado, já foram assinados convênios para a construção de 467 creches. Do total, há 157 obras em andamento, 93 com licitações abertas e 299 com processos de concorrência previstos. A pasta diz que há condições orçamentárias - cerca de R$ 1 bilhão - para a construção das mil creches até dezembro, mas que as obras dependem de esforço dos municípios.

Antes de abrir concorrência e receber os recursos, as prefeituras devem apresentar os terrenos regularizados e toda a documentação necessária. A verba é repassada à medida em que avançam a licitação e a obra. Além de São Paulo, só as cidades de Anhembi, Guararapes, Queluz e Lençóis Paulista já têm creches finalizadas.

Na capital, foram entregues no ano passado 14 unidades frutos de convênio com o Estado. Mais três serão finalizadas em 2014, segundo a Secretaria Municipal de Educação, e outras 25 estão em diferentes etapas de construção. Apesar dos programas de apoio dos governos estadual e federal, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação define que o município é o responsável pela oferta de creches e unidades de educação infantil.

Queixas. Para as secretarias municipais de educação, as exigências técnicas e burocráticas são empecilhos. "As cidades médias deveriam ser mais livres para desenvolver a licitação enquanto regularizam o terreno", defende o secretário de Educação de Guarulhos, Moacir Souza. A cidade tem convênio assinado para uma creche e está na fase de localização de terreno. Com requisitos específicos de metragem e estrutura, a busca por áreas geralmente é a fase mais complicada.

Bragança Paulista já tem um convênio assinado e outras quatro creches liberadas, ainda à espera da entrega de documentação ao governo. "Como estamos em cidade de montanha, não é simples acharmos um local plano", diz a secretária de Educação, Huguette Theodoro. Para ela, essas dificuldades explicam o baixo número de creches prontas no Estado.

Em Lençóis Paulista, o terreno já pertencia à prefeitura, o que facilitou o processo. "Quando um empreendimento imobiliário é construído, planejamos a destinação de áreas para equipamentos públicos", relata Fernando Ortega, engenheiro da Diretoria de Educação.

As pastas municipais ainda reclamam dos cofres vazios para a regularização de terrenos e alocação das verbas de funcionamento das creches.

"A iniciativa (do Estado) é boa, mas várias prefeituras esbarram na Lei de Responsabilidade Fiscal. Falta dinheiro para manter a creche depois", diz a presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo, Priscilla Bonini, que também está à frente da pasta no Guarujá.

Exigências. Em nota, a Secretaria da Educação do Estado afirmou que cumpre os critérios previstos na Lei de Licitações, "sendo eles a garantia de que a verba pública será utilizada de forma adequada e para atender o objetivo de criar mais creches". Segundo a pasta, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), ligada ao Estado e que tem a responsabilidade de supervisionar as obras, oferece três tipos de plantas para facilitar a identificação de terrenos e reduzir custos. 

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

CRECHE PARA AS CRIANÇAS!

FORAM 4 ANOS E MAIS DE 1 BILHÃO DE ORÇAMENTO QUE PASSOU NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE GUARUJÁ.
ASSISTIMOS À COMPRAS MILIONÁRIAS DE LOUSAS ESCOLARES, PROJETO LEGO, SIMPÓSIOS EM HOTÉIS, LOCAÇÃO DE ÔNIBUS A PREÇOS DE VIAGENS ESPACIAIS, EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA, CONTRATOS DE MANUTENÇÃO MILIONÁRIOS, COMPRA DE MERENDA NABABESCAS E "NENHUMA ESCOLA CONSTRUÍDA", CRECHES, NEM PENSAR, AGORA OS INCOMPETENTES QUEREM UTILIZAR RECURSOS FISCAIS COMO DESCULPA?


ONDE ESTÁ O DINHEIRO DA EDUCAÇÃO?

domingo, 26 de janeiro de 2014

"MUNICÍPIO DE GUARUJÁ TEM DE ABRIR VAGAS PARA CRECHES"

LEMBRETE A PREFEITA MARIA ANTONIETA E A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO PRISCILA BONINI NA VOLTA AS AULAS...
A JUSTIÇA DECIDIU: "MUNICÍPIO DE GUARUJÁ TEM DE ABRIR VAGAS PARA CRECHES"


É obrigação dos municípios cuidar da educação de crianças até cinco anos de idade, em creches e pré-escolas. Com esse fundamento, o presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, indeferiu liminar pedida pelo Município de Guarujá (SP) contra decisões da Justiça local que determinaram a matrícula imediata de crianças residentes no município em creches, ou seu custeio em estabelecimentos particulares.

Em análise preliminar, o ministro considerou que a questão discutida na ação principal está de acordo com a jurisprudência do STF em julgados semelhantes. Ao indeferir a liminar, o ministro Lewandowski afirmou que para o deferimento do pedido não é suficiente a mera alegação de dano em potencial. “É imprescindível que se demonstre a efetiva lesão a que estaria submetido o interesse público, o que, entendo, no caso, não ter ocorrido”, afirmou.

Entre os argumentos apresentados contra a determinação judicial, a Prefeitura de Guarujá afirmou que existe um cadastro de interessados em matricular seus filhos nas creches municipais, cujas vagas ainda são insuficientes, e a inclusão de crianças nas circunstâncias determinadas pela Justiça desrespeitaria a fila de espera, ferindo o princípio da isonomia.

Sustentou ainda que as decisões contrariaram os princípios da legalidade (na medida em que a ampliação do número de vagas é definida por meio de lei municipal), da separação dos poderes e da reserva orçamentária, e também a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000). Com informações da assessoria de imprensa do STF.

sábado, 24 de novembro de 2012

ONDE ESTÃO AS VAGAS?

QUANTAS VEZES OUVIMOS A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO E A PREFEITA MARIA ANTONIETA FALAREM EM ENTREVISTAS QUE NO GUARUJÁ NÃO HAVIAM CRIANÇAS SEM CRECHES E ESCOLAS?
MAIS UMA VEZ A IMPRENSA MOSTRA QUE O QUE NOSSOS POLÍTICOS FALAM NÃO SE ESCREVE!


domingo, 27 de março de 2011

TODOS SABEMOS A VERDADE!

OS PAIS SÃO SEMPRE OS MENTIROSOS?
QUALQUER RECLAMAÇÃO EM GUARUJÁ É QUESTIONADA COMO MENTIRA PELO GOVERNO. SERÁ QUE PAIS FAZEM DENUNCIAS INVERIDICAS OU O GOVERNO ESCONDE A VERDADE ATRAVÉS DE RESPOSTAS A IMPRENSA.

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Pais denunciam que colégios da rede pública e estadual não têm vagas
Da Redação

Ensino Fundamental obrigatório para todas as crianças pode até ser um princípio básico da Constituição Federal. Mas para a família da jovem Tayná dos Santos Melo, de 11 anos, de Guarujá, a norma não passa de mais um dever do Poder Público que fica apenas no papel.
Por falta de vaga na educação pública, ela está sem estudar desde o início do ano letivo. A menina estudou em um colégio particular até o final de 2010, mas teve de se transferir para uma unidade pública porque a situação financeira da família piorou, e o orçamento não suportaria mais essa despesa.

O problema é que desde janeiro, a mãe e o padrasto de Tayná procuraram vagas no 4º ano do Ensino Fundamental em diversas unidades do Município e do Estado, mas receberam resposta negativa em todas que visitaram.

“Ela está parada, sem estudar, e a gente não sabe mais o que fazer porque o tempo está passando e, daqui a pouco, ela perde o ano”, afirmou o padrasto, Luiz Claudio de Campos Santos.

Entre as escolas a que recorreram estão as Emefs Gladston Jafet e Lucimara de Jesus Vicente e as estaduais Hugo Silva, Jardim Primavera e Emídio José Pinheiro, no bairro Santa Rosa, onde moram, ou nos adjacentes. 

Segundo Santos, nenhuma das escolas tinham vaga. “Ela entrou para uma lista de demanda”. Eles procuraram também a Diretoria Regional de Ensino, que informou não haver vaga no momento.

O Conselho Tutelar também foi acionado e encaminhou a menina para a Escola Estadual Renê Rodrigues de Morais, no Jardim Helena. “Mas a própria escola, quando fomos até lá, informou que não havia vaga para o 4º ano, só para o 5º. Vamos recorrer ao Ministério Público”.

Solução

A Secretaria de Estado da Educação informa que a estudante será encaminhada para a Escola Estadual Renê Rodrigues de Morais e recomendou que a mãe procurasse a diretoria do colégio para efetuar a matrícula, “o que pode ser feito imediatamente”.

A secretaria negou que faltem vagas na rede. “O que ocorre é que em algumas regiões onde o processo migratório é mais acentuado, algumas escolas podem vir a registrar uma demanda maior. Neste caso, são indicadas outras unidades próximas à residência do estudante”. 

Resposta

Consultada por A Tribuna, a Prefeitura de Guarujá disse que todas as solicitações por vaga feitas na Secretaria Municipal de Educação (Seduc) desde o início do ano foram atendidas. A Seduc diz que registrou o pedido de Tayná apenas no último dia 21.

“O caso citado está em análise e, nos próximos dias, será deliberado pela Seduc”, informa a nota. A Prefeitura afirma que não existe lista de espera nas escolas municipais.


terça-feira, 12 de outubro de 2010

VAGAS DE PAPEL!!!!

LULA FEZ ESCOLA!!!
PREFEITA DE GUARUJÁ AMPLIA NUMERO DE VAGAS COM AS OBRAS DA NOVA CRECHE AINDA NA FUNDAÇÃO....

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ANTONIETA FAÇA COMO O DUÍNO, INAUGURE COM AS PLACAS!!!
MARIA "INCOMPETÊNCIA" DE BRITO, A PREFEITA QUE NÃO FAZ...

domingo, 26 de setembro de 2010

PREFEITURA x HSA

BLÁ…BLÁ…BLÁ…
Prefeitura exige muito do Hospital Santo Amaro e pouco oferece. Técnicos da Prefeitura nem consegue manter o sistema municipal operando regularmente, como reabrir a Maternidade Ana Parteira que eles mesmo fecharam!


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A PROVA DO GOLPE!!!

CONCURSOS - FABRICA DE SONHOS II
A PROVA DO GOLPE


Prefeitura Municipal do Guarujá/SP - Concurso para Advogado
29/11/2007

A Prefeitura Municipal do Guarujá/SP abre concurso destinado ao preenchimento de 956 vagas, sendo que 334 são para início imediato e 622 para formação de cadastro reserva. Entre os cargos oferecidos está o de Advogado, com 5 vagas, remuneração de R$ 1.778,00 para 30 horas semanais.

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARUJÁ
Concurso Público

Período de Inscrições:

01 de Outubro de 2007 a 16 de Outubro de 2007

Formas de inscrição:

Via Internet e no Posto de inscrição instalado no Ginásio Poliesportivo Marivaldo Fernandes (Guaibê), sito à
Av. Santos Dumont, 420, Bairro Santo Antonio – Guarujá, das 9 às 15 horas.


Nossa crônica anterior foi muito contestada, pessoas acreditam que nossas Tribunas perseguem a "Administração da Austeridade", mas esta administração se utiliza dos meios que tanto criticou, representou no Ministério Público e ainda de ações muito piores, extintas há decadas no país.

Qualquer simplório que conheça o Paço Municipal, a administração pública e os prédios públicos, sabe que não existe como admitir nem 100, 200, 300 ou até mesmo 700 pessoas. A frente de trabalho que iria empregar 500 pessoas, somente conseguiu 150 para a crise do lixo....

Defensores da Prefeita Antonieta diriam: -"mas temos pessoal nas creches, escolas, etc...", muito pior, é desvio de função e como pai sei que está acontecendo principalmente nas escolas, uma prática repudiada pela Dama da Austeridade.

A verdade é que no Brasil, um país de hipócritas e oportunistas, começando pelos nossos políticos e administradores, abusam da fé do povo, milhares de pessoas desempregadas, pessoas que acreditaram nos 10 Milhões de empregos prometidos pelo Luis Inacio Sarney da Silva, o Lulalelé, acreditaram na professorinha dos Morrinhos, e estamos presenciando uma cidade abandonada, desgovernada e naufragando.

Infelizmente enquanto não aplicar-se a severidade das leis nas pessoas mal intencionados, o povo, o idiota do povo, o gado eleitoral, continuará a ter seus sonhos explorados e seu dinheiro furtado diariamente pelos predadores públicos que a cada dois anos instalam-se no poder.

Concursos Públicos, estabilidade de emprego, altos salários:

"ACREDITEM SE QUISER, CASO CONTRÁRIO TRABALHEM"