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sábado, 28 de março de 2015

RIBAMAR BRANDÃO: "PEÃO NO JOGO POLÍTICO OU CAVALO DE TRÓIA?"

DIRETOR RIBAMAR BRANDÃO: "PEÃO NO JOGO POLÍTICO OU CAVALO DE TRÓIA NUM GOVERNO PRA LÁ DE SUSPEITO?"
PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS CAMINHONEIROS QUE UTILIZA UMA ÁREA PÚBLICA, DIRETOR DE PORTOS, A FAMÍLIA PROPRIETÁRIA DE UM CANAL DE TELEVISÃO, ARTICULADOR NA CÂMARA MUNICIPAL E EX-SECRETÁRIO NO GOVERNO FARID MADI E CANDIDATO À PREFEITO PELA OPOSIÇÃO, RIBAMAR BRANDÃO (PSB) É UMA CAMALEÃO POLÍTICO EM GUARUJÁ?


GOVERNO MARIA DE BRITO: "QUEM CONHECE, NÃO CONFIA!"

sábado, 14 de fevereiro de 2015

ACTA - A CAIXA DE PANDORA SERÁ ABERTA?

A CAIXA DE PANDORA EM GUARUJÁ, CHAMADA ACTA SERÁ ABERTA SENHORES?
SUPOSTAS DENUNCIAS QUE CIRCULAM NA CIDADE SOBRE A ASSOCIAÇÃO DOS CAMINHONEIROS, PODEM LEVAR A CASSAÇÃO DA PREFEITA E A RESPONSABILIZAÇÃO DE VEREADORES POR PREVARICAÇÃO NA FUNÇÃO DE FISCALIZAÇÃO LEGISLATIVA NA CÂMARA DE GUARUJÁ.


TÁ TUDO DOMINADO, ELEITOTÁRIOS?


E AGORA THIAGO RODRIGUES, CABE UMA REPRESENTAÇÃO e/ou AÇÃO POPULAR?

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A INGRATIDÃO ESTÁ NO AR!

NOMEAR RIBAMAR BRANDÃO COMO DIRETOR, MOSTRA O TOTAL DESPREPARO E INGRATIDÃO DESTE GOVERNO COM A CIDADE DE GUARUJÁ.
EMPRESÁRIO QUE COMANDA PRATICAMENTE O TRANSPORTE A GRANEL DO PORTO, EX-SECRETÁRIO DO GOVERNO FARID, MERECE UM POUCO MAIS DE RESPEITO DE UM GOVERNO RIDÍCULO QUE NOMEIA SECRETÁRIOS LIGADOS A EMPREITEIRAS E QUE MAL SABEM GERIR SUA A PASTA A QUAL FORAM DESIGNADOS.


BEM PELO MENOS SABEMOS QUE TEMOS UM DIRETOR QUE NÃO VAI TRABALHAR PELO SALÁRIO E SIM PELA CIDADE!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

CARTEL É CRIME!


SOBREPREÇO PRATICADOS PELA ACTA E SINDGRAN AUMENTAM DE 40 À 120% O CUSTO BRASIL A CADEIA AGROPECUÁRIA.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL PARA DIFUSÃO DE ADUBOS AFIRMA QUE O CADE IDENTIFICOU INDÍCIOS DE CARTEL NO TRANSPORTE DE FERTILIZANTES NO PORTO DE SANTOS.


O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) confirmou as conclusões da Secretaria de Direito Econômico (SDE/MJ) pela existência de fortes indícios de práticas de cartel por parte da Acta (Associação Comercial dos Transportadores Autônomos) e do Sindgran (Sindicato dos Transportadores Rodoviários de Cargas a Granel) no transporte, por caminhões, de fertilizantes e outros granéis sólidos nos terminais marítimos públicos da Baixada Santista. A informação consta de um comunicado da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda).

Segundo a entidade, na 5ª sessão ordinária de julgamento, realizada na quarta-feira (29), o Cade confirmou, por unanimidade, o entendimento da medida preventiva anteriormente imposta pela SDE/MJ de que está proibido todo e qualquer ato que impeça a livre contratação de transporte de cargas movimentadas por caminhões nos terminais públicos da Baixada Santista. "A partir de hoje, fica, portanto, inequivocamente claro que estão proibidas quaisquer imposições de tabelas de preço, quaisquer condições de contratação de transportadores de fertilizantes por caminhões e quaisquer tentativas de organizar filas de caminhões nos terminais portuários públicos da Baixada Santista", diz o comunicado.

Veja a íntegra do comunicado da Anda, expedido na quarta-feira (29)
Comunicado à imprensa
Associação Nacional para Difusão de Adubos(Anda)

Cade confirma existência de fortes indícios de cartel e proíbe qualquer limitação na contratação de transporte por caminhões nos terminais da Baixada Santista.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão responsável pela punição de práticas anticoncorrenciais, deu mais um grande passo em benefício da redução do “Custo Brasil”, em especial da agropecuária.

O órgão confirmou as conclusões da Secretaria de Direito Econômico (SDE/MJ) pela existência de fortes indícios de práticas de cartel por parte da ACTA (Associação Comercial dos Transportadores Autônomos) e do SINDGRAN (Sindicato dos Transportadores Rodoviários de Cargas a Granel) no transporte, por caminhões, de fertilizantes e outros granéis sólidos nos terminais marítimos públicos da Baixada Santista.

Nesse sentido, na 5ª sessão ordinária de julgamento, realizada em 29 de agosto de 2012, o CADE confirmou, por unanimidade, o entendimento da Medida Preventiva anteriormente imposta pela SDE/MJ de que está proibido todo e qualquer ato que impeça a livre contratação de transporte de cargas movimentadas por caminhões nos terminais públicos da Baixada Santista. A partir de hoje, fica, portanto, inequivocamente claro que estão proibidas quaisquer imposições de tabelas de preço, quaisquer condições de contratação de transportadores de fertilizantes por caminhões e quaisquer tentativas de organizar filas de caminhões nos terminais portuários públicos da Baixada Santista.

O cartel da Acta e Sindgran foi identificado como antigo e extremamente prejudicial, já tendo sido denunciado em diferentes foros, inclusive criminais. Existem, ademais, fortes indícios de participação nos ilícitos de transportadoras ligadas à ACTA e de pessoas físicas, como o seu Presidente, Sr. Ribamar Brandão, dono de uma das transportadoras, o que legitima que sejam igualmente investigados e punidos.

A decisão do Cade significa, portanto, um firme comprometimento das autoridades com a redução do “Custo Brasil” e tolerância zero contra práticas contrárias à livre-concorrência e a liberdade de iniciativa.

Os fatos apurados e que motivaram as referidas proibições são inequívocos e denotam a lesividade do cartel liderado pelas duas entidades (Acta e Sindgran) sediadas na cidade do Guarujá (litoral paulista):

1 – As duas entidades de transportadores lideraram a formação de um cartel em terminais públicos da Baixada Santista. Devido a essa prática, as duas associações têm ditado a forma de se contratar o transporte de fertilizantes e outros granéis sólidos, por caminhões, a serem retirados de Terminais Públicos na Baixada Santista (Santos, Cubatão e Guarujá), impondo elevados sobrepreços aos usuários, que chegara a atingir níveis entre 40% e 120%, gerando aumento no “Custo Brasil”, com consequências negativas para a cadeia agropecuária.

2 – A imposição desses sobrepreços vinha ocorrendo porque as duas entidades citadas, em conluio, têm inibido o número de entrantes no mercado de transporte de fertilizantes por caminhão, forçando a utilização de preços cartelizados, segundo tabelas publicadas pela Acta, e permitindo apenas o carregamento em caminhões associados à Acta/Sindgran.

3 – A Acta/Sindgran vinha atuando por meio do monitoramento de todos os carregamentos realizados nos terminais públicos da Baixada Santista, impedindo a atuação de qualquer caminhão não associado por meio de medidas intimidatórias como, por exemplo, bloqueios físicos e, se necessário, até violência. Registros dão conta da ocorrência de episódios em que os “agentes” comandados pela Acta/Sindgran depredaram automóveis e caminhões que tentavam furar o cartel, num deles jogando um “coquetel Molotov” dentro do veículo, ferindo gravemente o motorista.

4 – Um recente exemplo dessa monopolização ilícita é a imposição de nova tabela de preços da Acta em 5 de abril de 2011, sem qualquer justificativa e com aumento médio de no mínimo 8 vezes acima de qualquer realidade de custos (comparativo jun/10 vs. abr/11). A majoração média foi de 8,91% para fretes do cais do porto e de 14,78% para fretes a partir do seu armazém. Nos últimos 12 meses desde abr/11, dados públicos do IBGE-IPCA mostram que o preço do óleo diesel, um dos principais fatores de custo da atividade de transporte por caminhões, variou apenas 1,83% no território nacional e 1,01% no Estado de São Paulo. Já o frete “vira”, movimentação de curtíssima distância (entre 50m e 200m) do navio ao armazém, aumentou entre 10% e 15,79% em relação à tabela anterior (jun/10), isto é, entre 9 e 15 vezes mais do que o aumento do óleo diesel.

5 – Trata-se de ilícito concorrencial nos termos da Lei 12.529/11 e da Lei 8.137/90, com consequências de natureza administrativa, cível e criminal.

6 – Tais práticas privam os agentes do mercado de um cenário de livre competição e de busca por eficiência e diminuição de custos. Se prevalecesse a concorrência, haveria: liberdade de escolha por parte dos clientes, preços mais competitivos, maior racionalização do uso das frotas, competição por qualidade e pontualidade nas entregas.

7 – Há ainda uma consequência perversa adicional dessa ilegalidade que vinha sendo praticada pela Acta e Sindgran na Baixada Santista. Em razão do aumento artificial de preços de frete causado pelo cartel da Acta/Sindgran, muitas vezes os misturadores de fertilizantes optam por trazer os produtos por outros portos até mais distantes. É o que vem ocorrendo, por exemplo, no Porto de Paranaguá (PR), local para aonde diversos clientes têm sido obrigados a redirecionar suas cargas. Trata-se de uma irracionalidade operacional decorrente do cartel, sobrecarregando o porto paranaense.

8 – Mais um efeito colateral do cartel é a permanência além do prazo razoável dos navios nos terminais (démurrage), haja vista que a Acta, nas épocas de pico, sequer possui caminhões suficientes para dar conta da movimentação do insumo. Isto contribui para sérios congestionamentos de navios no terminal portuário de Santos e o atraso das operações das embarcações ancoradas.

9. A Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos apoia amplamente as determinações das autoridades concorrenciais em favor do livre mercado e dos interesses legítimos da agropecuária e de toda sociedade brasileira contra esses fatos gravíssimos.

São Paulo, 29 de agosto de 2012.
Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

CADE NOTIFICA ACTA/SINDIGRAN!

CADE APONTA INDÍCIOS DE CARTEL NO TRANSPORTE DE CARGAS NO PORTO!
Cade confirma existência de cartel no transporte de fertilizantes e granéis na Baixada Santista.



O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) confirmou que há indícios de um cartel no transporte de cargas no Porto de Santos. Segundo o órgão, a Associação Comercial dos Transportadores Autônomos (Acta) e o Sindicato dos Transportadores Rodoviários de Cargas a Granel (Sindgran), que têm sede no Guarujá, estão envolvidos em um esquema que prejudica as operações e eleva o Custo Brasil. Em caso de novas evidências de acordos para a fixação de preços, as entidades poderão ser condenadas ao pagamento de 100 mil Ufirs (R$ 106,41 mil) por dia.

O Cade é vinculado ao Ministério da Justiça e responsável pela punição de práticas anticoncorrenciais no mercado. No caso do transporte de fertilizantes e outros granéis sólidos no Porto, as evidências do cartel integram as conclusões da Secretaria de Direito Econômico (SDE), ligada à mesma pasta. Além da multa, as entidades envolvidas no cartel podem ser punidas de forma administrativa, cível e criminal.

Entre os indícios, estão o sobrepreço adotado pelas entidades para o transporte de cargas nas três cidades que abrigam o complexo: Santos, Guarujá e Cubatão. Em alguns casos, o valor cobrado chega a ser 120% maior do que o praticado por outras transportadoras. Como consequência, o aumento dos custos gera prejuízos para as cadeias logística e agropecuária. 

Além disso, medidas intimidatórias como bloqueios físicos e até violência a outros profissionais foram levados em conta na conclusão da SDE. Existem ocorrências de depredação de automóveis e caminhões que tentaram furar os bloqueios, inclusive com uso de armas químicas, como coquetel molotov, contra motoristas que insistiram em ir contra às orientações das entidades. 

Evidência

O aumento de preços da Acta em 5 de abril deste ano foi apontado como exemplo da monopolização das entidades. O reajuste foi de 8,91% para fretes do cais e 14,78% para trabalhos a partir do armazém. No entanto, o preço do diesel, um dos principais fatores de custo da atividade de transporte, variou apenas 1,01% no Estado. 

De acordo com o Cade, os preços abusivos têm feito com que operadores desistam de utilizar o Porto e transfiram suas cargas para complexos como o de Paranaguá (PR). Já os navios que vêm ao complexo santista permanecem um tempo além do necessário, já que as entidades não contam com grande estrutura de transporte de mercadorias.

Procurado pela Reportagem, o presidente da Acta, José Ribamar Brandão, informou que não foi comunicado oficialmente e desconhece as evidências de cartel apresentadas pelo Cade. Com relação às acusações de violência, ele considera as informações “levianas”. “Quem aumenta o preço são as transportadoras. A associação só organiza o trabalho e dá estrutura ao associado. Estamos livres de negociação”, destaca. 

Cade confirma existência de cartel no transporte de fertlizantes e granéis na Baixada Santista.

Os fatos apurados e que motivaram as referidas proibições são inequívocos e denotam a lesividade do cartel liderado pelas duas entidades (ACTA e SINDGRAN) sediadas na cidade do Guarujá (litoral paulista):

1 – As duas entidades de transportadores lideraram a formação de um cartel em terminais públicos da Baixada Santista. Devido a essa prática, as duas associações têm ditado a forma de se contratar o transporte de fertilizantes e outros granéis sólidos, por caminhões, a serem retirados de Terminais Públicos na Baixada Santista (Santos, Cubatão e Guarujá), impondo elevados sobrepreços aos usuários, que chegara a atingir níveis entre 40% e 120%, gerando aumento no “Custo Brasil ”, com consequências negativas para a cadeia agropecuária.

2 – A imposição desses sobrepreços vinha ocorrendo porque as duas entidades citadas, em conluio, têm inibido o número de entrantes no mercado de transporte de fertilizantes por caminhão, forçando a utilização de preços cartelizados, segundo tabelas publicadas pela ACTA, e permitindo apenas o carregamento em caminhões associados à ACTA/SINDGRAN.

3 – A ACTA/SINDGRAN vinha atuando por meio do monitoramento de todos os carregamentos realizados nos terminais públicos da Baixada Santista, impedindo a atuação de qualquer caminhão não associado por meio de medidas intimidatórias como, por exemplo, bloqueios físicos e, se necessário, até violência. Registros dão conta da ocorrência de episódios em que os “agentes” comandados pela ACTA/SINDGRAN depredaram automóveis e caminhões que tentavam furar o cartel, num deles jogando um “coquetel Molotov” dentro do veículo, ferindo gravemente o motorista.

4 – Um recente exemplo dessa monopolização ilícita é a imposição de nova tabela de preços da ACTA em 5 de abril de 2011, sem qualquer justificativa e com aumento médio de no mínimo 8 vezes acima de qualquer realidade de custos (comparativo jun/10 vs. abr/11). A majoração média foi de 8,91% para fretes do cais do porto e de 14,78% para fretes a partir do seu armazém. Nos últimos 12 meses desde abr/11, dados públicos do IBGE-IPCA mostram que o preço do óleo diesel, um dos principais fatores de custo da atividade de transporte por caminhões, variou apenas 1,83% no território nacional e 1,01% no Estado de São Paulo. Já o frete “vira”, movimentação de curtíssima distância (entre 50m e 200m) do navio ao armazém, aumentou entre 10% e 15,79% em relação à tabela anterior (jun/10), isto é, entre 9 e 15 vezes mais do que o aumento do óleo diesel.

5 – Trata-se de ilícito concorrencial nos termos da Lei 12.529/11 e da Lei 8.137/90, com consequências de natureza administrativa, cível e criminal.

6 – Tais práticas privam os agentes do mercado de um cenário de livre competição e de busca por eficiência e diminuição de custos. Se prevalecesse a concorrência, haveria: liberdade de escolha por parte dos clientes, preços mais competitivos, maior racionalização do uso das frotas, competição por qualidade e pontualidade nas entregas.

7 – Há ainda uma consequência perversa adicional dessa ilegalidade que vinha sendo praticada pela ACTA e SINDGRAN na Baixada Santista. Em razão do aumento artificial de preços de frete causado pelo cartel da ACTA/SINDGRAN, muitas vezes os misturadores de fertilizantes optam por trazer os produtos por outros portos até mais distantes. É o que vem ocorrendo, por exemplo, no Porto de Paranaguá (PR), local para aonde diversos clientes têm sido obrigados a redirecionar suas cargas. Trata-se de uma irracionalidade operacional decorrente do cartel, sobrecarregando o porto paranaense.

8 – Mais um efeito colateral do cartel é a permanência além do prazo razoável dos navios nos terminais (démurrage), haja vista que a ACTA, nas épocas de pico, sequer possui caminhões suficientes para dar conta da movimentação do insumo. Isto contribui para sérios congestionamentos de navios no terminal portuário de Santos e o atraso das operações das embarcações ancoradas.

9. A ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos apoia amplamente as determinações das autoridades concorrenciais em favor do livre mercado e dos interesses legítimos da agropecuária e de toda sociedade brasileira contra esses fatos gravíssimos.

terça-feira, 14 de junho de 2011

CAMINHÕES ABUSAM NA VILA ÁUREA!

A REPÚBLICA DOS CAMINHÕES!
APESAR DO CÓDIGO NACIONAL DE TRÂNSITO IMPEDIR, GUARUJÁ É A CIDADE ONDE OS CAMINHONEIROS MANDAM E DESMANDAM NAS RUAS, BAIRROS E VIAS PÚBLICAS.


ATÉ QUANDO A POPULAÇÃO SUPORTARÁ OS ABUSOS COMETIDOS POR ESSA CATEGORIA QUE PENSA APENAS NO SEU BEM COMUM E NO SEU BOLSO?

POR QUE MEUS IMPOSTOS ESTÃO SENDO UTILIZADOS PARA CONSERTAR VIAS PÚBLICAS DESTRUÍDAS POR CAMINHÕES?

sexta-feira, 6 de maio de 2011

DOIDÃO HOPE!

DOIDÃO É PRESO PELO CAPITÃO DA PM!
DEZENAS DE CAMINHONEIROS CONCENTRAM-SE NA PORTA DA DELEGACIA PEDINDO A LIBERTAÇÃO DO EX-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL JOSÉ NILTON DOIDÃO...

clique na foto p/ ampliar

DOIDÃO FEZ O QUE TODO EFETIVO DA POLÍCIA MILITAR DE GUARUJÁ GOSTARIA DE FAZER UM DIA....

MANDOU O CAPITÃO TOMAR AQUELE REFRIGERANTE JAPONÊS FAMOSO!

domingo, 2 de janeiro de 2011

SUPER-PREFEITURÁVEL

ELE É PRÉ-CANDIDATO FILIADO AO PSDC, É APADRINHADO PELO PDT E ESTÁ SENDO NAMORADO PELO PSB, ELE É:

O SUPER-PREFEITURÁVEL...
VEM AI A ADMINISTRAÇÃO DA ALEGRIA!!!

clique na foto p/ ampliar

RIBAMAR & AMIGOS NA PREFEITURA
É BAIÃO E FORRÓ TODO DIA....

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Estranhas coincidências no Guarujá!!!!!!

Numa cidade com mais de 305.000 habitantes não dá para conhecer à todos, mas como diria meu amigo Argentino, sim todos temos um amigo portenho: "Jo no creio em brujas, mas que ai....ai".
Somos leitores atentos do Diário Oficial do Munícipio e encontramos uma coincidência de um sobrenome patronímico.

Gabinete da Prefeita
(Republicação por incorreção)
Portaria N.º 839/2009.-
MARIA ANTONIETA DE BRITO, PREFEITA MUNICIPAL DE GUARUJÁ, usando das atribuições que aLei lhe confere,
R E S O L V E :
NOMEAR a Sr.ª LÉLIA BENZI, para o cargo de provimento em comissão, símbolo C-4, de Agente Público Municipal I – “GOVRI-3”, retroagindo seus efeitos à 03.02.2009.
Registre-se, publique-se e dê-se ciência.
Prefeitura Municipal de Guarujá, 06 de fevereiro de 2009.
PREFEITA
Secretário do Governo Municipal
“GBPRE”/dll
Registrada no Livro Competente
“GBEXP-5”, em 06.02.2009
Solange Lima dos Santos
Chefe da Divisão de Expediente Administrativo –“GBEXP-5”
Pront. nº. 11.575

O termo Benzi foi a forma plural do nome próprio de origem germânica Benzo, este foi formado pelo substantivo bandwo (insígnia,estandarte) o qual foi acrescido do sulfixo também germânico -izo transformando-se em Bandizo, tendo se alterado em Bendizo que se reduz a Bendzo ou Benzo, embora seja um nome de difícil interpretação foi um típico nome guerreiro, bem ao gosto dos povos germânicos.

A forma plurificada surgiu para se identificar um clã familiar, em italiano a frase "Família dos Benzos" fica "Famiglia dei Benzi", os que passaram a se utilizar deste novo termo deram origem a este braço familiar.
Vejam a feliz coincidência:

Gilberto Benzi tem 41 anos, é comerciante, dirigente sindical e foi recentemente eleito vereador na cidade de Guarujá. Dentre os cargos que ocupa atualmente estão o de vice presidente da Associação Comercial dos Transportadores Autônomos (ACTA), Tesoureiro do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Cargas a Granel (SINDGRAN) e Diretor de Transporte da Associação Comercial e Empresarial de Guarujá (ACEG).

Como o mundo é muito pequeno e o Guarujá é uma pequena ilha, não seria muita coincidência se a recem nomeada fosse coincidentemente parente do Vereador Gilberto Benzi.

Sinceramente não acreditamos nisso, afinal a Ex-Petista Maria Antonieta de Brito fazia parte das "Hordas Petistas", que empunhavam estandartes contra o Nepotismo, principalmente o Nepotismo Cruzado. Não seria legal e moral, em mais de 270 nomeações a maioria de cargos comissionados, a Prefeita ficar nomeando parentes dos Vereadores, principalmente companheiro de Partido do Ex-Prefeito Farid Madi (PDT)

Tudo bem, nós sabemos que o marido da companheira e ex-deputada, o chamado "Xerifão da Ilha", lembram-se da antológia frase "O Guarujá não será mais uma terra sem Lei", conforme nossa alcaide vem prestigiando pela midia. A nomeação conforme as palavras da Prefeita é devido a imensa competência do Secretário na Gestão Financeira da Anvisa, imensa competência reprovada pelas recentes auditorias conforme informações prestadas pela Coordenadora Geral Sandra Maria Deud Brum, sorte a nossa que ele não é Sindico nem meu vizinho, afinal o Gafanhoto por enquanto mora bem longe do Guarujá.

Também gostariamos de aproveitar a convocação nesta coluna apócrifa do "nobre edil Gilberto Benzi" em conjunto com a Prefeita Maria Antonieta de Brito, e esclarecer uma duvida que nosso colaborador e competente Tributarista (Ex-Multifunções, o Currículo dele é muito extenso, Super-Joaquim não morra de inveja) e atual agitador escolar, algumas diretoras escolares estão enlouquecendo com o homem, gostaria de saber o seguinte:
- Existem centenas de caminhões na avenida Santos Dumont, a maioria dos famosos "Jacarés" fazem o Vira-Vira (Remoção de Containers), no Guarujá ou para outra margem do Porto em Santos.
- Considerando que o serviço não é imune de ISS - Impostos sobre Serviços ou o Regime Autonômo (RPA), e em média um Jacaré faz 3 remoções por dia ao custo de R$ 150,00/180,00, e para Santos R$ 400,00/600,00 nossa duvida e aonde estão os Impostos recolhidos?????
Nosso querido Zé Pedro, por favor solicite ao Super-Quim para encerrar logo o "Lobby" da informatização da Prefeitura e da Secretária de Finanças (estamos de olho!!!!) e começe a cobrar os impostos, afinal Zé você é muito competente e querido no Castelo-Rá-Tim-Bum (Paço Municipal), e a patente do apelido do Paço Municipal é nossa, heheheheheheheheheh......

Atenção Políticos locais; nossos Celulares-Cameras e as Tainhas-Espiãs estão trabalhando no Carnaval, não rasguem as Fantasias e muito menos a Constituição do Brasil!!!!!!!